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domingo, 28 de junho de 2026

ABC F.C. (CLUBE DE FUTEBOL BRASILEIRO DO RIO GRANDE DO NORTE)

Escudo.
  • NOME: ABC Futebol Clube
  • ALCUNHAS: O Mais Querido, Alvinegro Potiguar, Clube do Povo, Campeão das Multidões
  • TORCEDOR(A)/ADEPTO(A): Abecedista, Alvinegro
  • MASCOTE: Elefante
  • PRINCIPAL RIVAL: América de Natal
  • FUNDAÇÃO: 29 de junho de 1915
  • ESTÁDIO: Estádio Maria Lamas Farache (Frasqueirão)
  • LOCALIZAÇÃO: Natal, Rio Grande do Norte, Brasil
  • PATROCINADOR(A): PlayBet
  • MATERIAL (D)ESPORTIVO: Diadora
  • WEBSITE: Site OficialYouTube,
ABC Futebol Clube é uma associação esportiva brasileira sediada em Natal, no estado do Rio Grande do Norte. Foi fundada como clube de futebol por um grupo de jovens natalenses no dia 29 de junho de 1915, no bairro da Ribeira. O clube potiguar disputou 14 vezes a elite do futebol nacional, sendo o primeiro clube do Rio Grande do Norte a disputar a elite do futebol brasileiro, tanto no primeiro formato, em 1959, quanto no novo, iniciado em 1971, no qual foi o primeiro representante potiguar ao estrear em 1972. Além disso, possui a melhor campanha de um time potiguar na Copa do Brasil (5° lugar em 2014), sempre teve a maior torcida do RN, é campeão brasileiro da Série C e o maior campeão do mundo, segundo o Guinness Book. Em 2020, com a 56° conquista do estadual, o ABC tornou-se o clube de futebol detentor do recorde mundial de mais títulos numa mesma competição, superando o Rangers FC, da Escócia, que possui 55 campeonatos escoceses. Atualmente, o elefante possui 57 títulos do Campeonato Potiguar.

O seu maior rival é o América, protagonizando o chamado Clássico Rei com a equipe alvirrubra. Trata-se também de um dos dois clubes do Rio Grande do Norte, e um dos poucos da Região Nordeste, a possuir estádio próprio, o Frasqueirão, que foi construído com o objetivo de ser a nova casa do clube, sendo inaugurado em 22 de janeiro de 2006, com capacidade atual para cerca de 18.000 espectadores.

Em 21 de julho de 2008 foi sancionada na cidade de Natal a Lei n. 9.107/2008, na qual fica definido que no dia 29 de junho de cada ano será comemorado o "Dia do ABC Futebol Clube", homenageando, dessa maneira, a data de fundação da equipe.

O potiguar Câmara Cascudo chegou a criar uma frase antológica para o time:

“Numa cidade chamada Natal existe um povo chamado ABC.”
  
— Câmara Cascudo.

HISTÓRIA

Décadas de 1910 e 1920: No dia 29 de junho de 1915, mais precisamente às 13 horas, jovens natalenses reuniram-se na avenida Rio Branco, aos fundos do Teatro Carlos Gomes, hoje Alberto Maranhão, para decidir sobre a criação da primeira equipe de futebol do Rio Grande do Norte. A reunião para oficializar a fundação do clube ocorreu na residência do coronel Avelino Alves Freire - respeitado comerciante e presidente da Associação Comercial do RN.

A primeira providência do encontro foi a de escolher um nome para a agremiação que nascia. E, por sugestão do sócio - fundador José Potiguar Pinheiro, o primeiro clube do RN adotou o nome de ABC Futebol Clube, aprovado por unanimidade. O conjunto de letras ABC prestou uma justa homenagem ao pacto de amizade fraternal, amparado diplomaticamente pelos países Argentina, Brasil e Chile, que visava a cooperação mútua entre esses três países e fora sacramentada com a assinatura do Pacto do ABC, cujas letras fazem referência às iniciais dos três países.

Ainda ficou decidido, por proposta do filho do coronel Avelino Freire, João Emílio Freire, que as cores preto e branco seriam adotadas como oficiais pelo clube a partir daquele momento.

Depois disso, foi a hora de eleger os homens que iriam participar da primeira diretoria do alvinegro. E ela foi assim composta: João Emílio Freire—presidente, José Potiguar Pinheiro—vice-presidente, Manoel Dantas Moura—1º secretário, Solon Rufino Aranha—2º secretário, Avelino Freire Filho—tesoureiro, e José dos Santos—diretor de esportes. Esses homens ficaram à frente do ABC, no período de 29 de junho de 1915 a 3 de junho de 1916.

Uma curiosidade muito importante e que é interessante de ser destacada é o fato de que embora tenha sido fundado em 1915, o ABC Futebol Clube só adquiriu personalidade jurídica a partir de 13 de dezembro de 1927, quando a Liga de Futebol registrou seus estatutos. Todavia, o clube, assim como seus torcedores consideram o nascimento do mesmo no ano de 1915.

Os pesquisadores do futebol no RN consideram como a primeira partida disputada em solo potiguar, o ABC x América de Natal que foi jogado no dia 26 de setembro de 1915, num campo improvisado onde hoje fica a praça Pedro Velho (praça Cívica), na época chamada de Vila Cincinati. Os dois clubes haviam sido fundados poucas semanas antes. O resultado foi uma goleada do ABC por 4 x 1, gols de Mousinho (2), Bigois e Nóbrega para o ABC. Para o América-RN, marcou Neco. O time do ABC foi formado com Avelino, Batalha e Borges, Cabral, Paraguai e Freire, Bigois, Moacir, Mousinho, Nóbrega e Moura. O América com Oscar Siqueira, Lélio e Gato, Carvalho, Gallo e Barros, Antônio, Carlos Siqueira, Neco, Garcia e Pipiu. O Árbitro da partida foi Júlio Meira e Sá, auxiliado pelos bandeiras Manoel Gomes e Aguinaldo Fernandes. Vale salientar que o ABC, nesse jogo, atuou com o time reserva (segundo quadro como era chamado), enquanto que o América com a sua equipe principal (primeiro quadro).

Entretanto, há indícios de que teria ocorrido uma partida entre o ABC e outro clube da capital potiguar, o Natal E.C. (hoje extinto), no mesmo Campo da Praça Pedro Velho em 19 de setembro de 1915, com um placar de impressionantes 13 a 1 a favor do ABC, ou seja, este seria, de fato, o primeiro jogo de futebol disputado no Rio Grande do Norte.

Décadas de 1930 e 1940: Entre os anos de 1932 e 1941, o ABC conseguiu montar grandes times, e, dessa forma, sagrou-se decacampeão potiguar, de forma consecutiva, esse feito nunca foi superado por outro clube do Rio Grande do Norte. Os grandes jogadores de destaque neste período foram Xixico e Mário Crise, atacantes que representavam o clube alvinegro e também levaram a Seleção Norte-Riograndense ao maior título da sua história: a conquista do título de Campeão do Nordeste de 1934 no Campeonato Brasileiro de seleções estaduais.

Contudo, nenhum jogador alvinegro participou de todas estas conquistas. O que conseguiu ganhar mais títulos estaduais no Rio Grande do Norte foi Mário Crise, que jogou pelo clube entre os anos de 1929 e 1938, conseguindo dessa forma 9 títulos.

Décadas de 1950 e 1960: No ano de 1959, surgia no cenário brasileiro a primeira competição de âmbito nacional. Era a Taça Brasil. Competição que reunia os maiores clubes de cada federação com o objetivo de disputar o título mais cobiçado da época. Além disso, o campeão e o vice da competição conseguiam o direito de disputar a Copa Libertadores da América, que teve sua origem no Congresso da Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL) realizado no Rio de Janeiro em 1958.

Nesse contexto ficou definido que a Federação Norte-rio-grandense de Futebol, assim como as demais, teria o direito de indicar um participante por ano para a disputa da Taça Brasil. Dessa forma, o ABC Futebol Clube, por ter vencido o estadual, teve a honra de ser a primeira equipe a representar o Rio Grande do Norte em uma competição nacional e, além dessa participação, o ABC disputou a competição mais seis vezes, até ela ser definitivamente extinta no ano de 1968.

Décadas de 1970, 1980 e 1990: Em 1972, quando disputava o Campeonato Brasileiro, promovido pela então CBD (Confederação Brasileira de Desportos) hoje CBF, o ABC foi punido com dois anos de suspensão por ter incluído em sua equipe dois jogadores sem a devida regularização junto à Confederação (fato que nos dias atuais gera a perda de "apenas" três pontos), foram eles os atletas Rildo e Marcílio, em um jogo contra a equipe do Botafogo.

Devido ao fato de não poder atuar em competições nacionais, a única saída para o clube potiguar foi realizar uma excursão no exterior. Após um início irregular, o time engrenou e conseguiu ficar invicto nos 14 últimos jogos da série. Seleções como a da Romênia, Somália, Etiópia e Líbano sofreram nos pés de craques como Sabará, Maranhão, Alberí, Telino, Danilo Menezes e Jorge Demolidor. Foram mais de 100 dias jogando em gramados da Europa, Ásia e África. Resultado: 24 jogos, 7 vitórias, 12 empates e 5 derrotas.

Após retornar, no dia 18 de dezembro de 1973, o ABC enfrentou mais uma vez uma equipe estrangeira em um jogo amistoso. Agora era a vez da União Soviética encarar o time alvinegro que, depois de 105 dias poderia reencontrar sua torcida em um Machadão lotado. E apesar do empate em 2 x 2, (gols de Alberi e Demolidor para o time de Natal, Onishenko e Fedetov para os vermelhos) os moradores da cidade saíram em festa pela volta do clube do coração após tanto tempo.

Jogos da Campanha ABCdista no Exterior:
  1. ABC 1–0 Fenerbahçe S.K.
  2. ABC 2–3 Altay S.K.
  3. ABC 0–0 Vestel Manisaspor
  4. ABC 0–2 Panathinaikos FC
  5. ABC 0–0 Kastoria FC
  6. ABC 1–1 Romênia
  7. ABC 3–3 FC Argeş Piteşti
  8. ABC 0–1 FCU Craiova
  9. ABC 0–4 FC Rapid București
  10. ABC 0–2 Constanza
  11. ABC 1–0 FK Željezničar Sarajevo
  12. ABC 0–0 NK Iskra Bugojno
  13. ABC 0–0 FK Bor 1919
  14. ABC 1–1 Líbano
  15. ABC 6–2 Etiópia (seleção de novos)
  16. ABC 0–0 Etiópia
  17. ABC 3–0 Horseed
  18. ABC 4–0 Kifnave
  19. ABC 1–1 Somália
  20. ABC 2–0 Uganda
  21. ABC 0–0 Express FC
  22. ABC 4–0 Arms
  23. ABC 1–1 Norogoró
  24. ABC 0–0 Tanzânia
O clube já enfrentou a Seleção Brasileira, foi em dezembro de 1979 no Estádio Machadão, a partida terminou 1x0 para o Brasil, o árbitro da partida foi Antônio Lira. Time do ABC: Carlos Augusto, Tito, Domício, Cláudio Oliveira e Joel, Baltazar, Noé e Danilo Menezes, Paulinho, Lula e Berg. Seleção Brasileira: Luiz Henrique, Edson, Vagner, Rodney e João Luiz, Victor, Cléo e Cristóvão, Mica, Silva e Cléver.

Década de 2000:

O estádio Maria Lamas Farache, conhecido popularmente como Frasqueirão, foi sem dúvidas um divisor de águas na história do mais querido. Inaugurado no dia 22 de janeiro de 2006, após cinco anos de obras, veio concretizar um sonho da torcida alvinegra: ter uma casa própria. A partir da sua construção o clube conseguiu dar uma reviravolta em pouco tempo. Mesmo não tendo conseguido participar de nenhuma divisão do campeonato brasileiro no ano de estreia do estádio, o clube do povo colecionou glórias nos anos que se seguiram.

Já no ano seguinte, 2007, ocorreu uma vitória muito importante do ABC sobre seu maior rival, o América de Natal, em que Wallyson, cria das categorias de base do clube, marcou quatro gols na final, dos cinco totais na vitória por um placar de 5 a 2, levando o ABC à conquista do primeiro título no seu estádio. No final do mesmo ano a equipe conseguiu o acesso à Série B, a qual não disputava havia 6 anos, acesso que veio diante do Bragantino no Estádio Frasqueirão com gol marcado por Wallyson, e assim escrevendo seu nome na história do clube. No outro ano o alvinegro potiguar conseguiu o bicampeonato estadual no Frasqueirão ao empatar em 2 a 2 com o Potiguar.

Década de 2010: No dia 20 de novembro de 2010, o ABC conquistou o título mais importante da sua história, ao sagrar-se campeão Brasileiro de Futebol da Série C.

O ABC chegou à segunda fase da competição como líder do Grupo B com três vitórias, três empates e duas derrotas. Na quartas de final o time alvinegro enfrentou o Águia de Marabá, vencendo o primeiro jogo por 1 a 0 com gol marcado por Claudemir e, no jogo da volta em Natal, o ABC saiu com a vitória por 3 a 1 com gols marcados por Leandrão, Jackson e novamente Claudemir, com 16.150 pessoas presentes e se tornando o maior público do Frasqueirão. Na semifinal enfrentou o Salgueiro onde no primeiro jogo os times empataram em 1 a 1 com gol marcado por Jackson, na volta o ABC venceu o time pernambucano por 2 a 0, os dois gols marcados por Leandrão.

Na final o ABC enfrentou o Ituiutaba (hoje Boa Esporte) que havia eliminado o Criciúma empatando os dois jogos em 1 a 1. No primeiro jogo realizado em Uberlândia no Parque do Sabiá com apenas 879 pessoas presentes, o ABC venceu o time mineiro por 1 a 0 com gol de Cascata marcado aos 26 minutos do segundo tempo, com isso o time alvinegro voltava para casa com a vantagem de um empate.

No Frasqueirão com 15.153 pessoas presentes, o terceiro maior público do estádio, o ABC precisava no mínimo um empate para ficar com o título, e foi o que aconteceu, o clube alvi-negro empatou em 0 a 0 com o Ituiutaba e assim se tornando o primeiro time do Rio Grande do Norte a ser campeão nacional.

O time que jogou essa partida foi: Welligton, Sueliton, Tiago Garça, Leonardo e Renatinho Potiguar; Basílio, Ricardo Oliveira (Éverton Cezar), Pio e Jackson (Claudemir); Cascata (João Paulo) e Leandrão. Esses jogadores, sob o comando do treinador Leandro Campos entraram para sempre na memória do torcedor abcdista.

Em 2014, o ABC realizou a sua melhor participação em Copas do Brasil, chegando até as quartas de final. Durante a campanha o alvinegro potiguar teve três treinadores: Roberto Fernandes, Zé Teodoro e Moacir Júnior. Na primeira fase o ABC enfrentou a Desportiva Ferroviária, sendo derrotado no primeiro jogo por 1 a 0, mas venceu jogando em casa por 4 a 1, com gols de Daniel Paulista (2), Beto e Somália. Na segunda fase, enfrentou o Atlético Goianiense, empatando, em casa, o primeiro jogo por 1 a 1, gol marcado por Xuxa; no jogo de volta o ABC venceu de virada o time de Goiás, com gols de Dênis Marques e João Henrique, se classificando para a terceira fase. Na terceira fase o adversário foi o Novo Hamburgo, o qual no jogo de ida o time potiguar venceu por 1 a 0, com gol de Rodrigo Silva; no segundo jogo o ABC foi surpreendido e acabou perdendo por 2 a 0, sendo eliminado da competição. O alvinegro só voltou à competição após o time gaúcho ser excluído por ter escalado um jogador irregular.

Com isso, o ABC conseguiu uma classificação inédita para as oitavas de final da Copa do Brasil. No sorteio, o time potiguar enfrentou o Vasco da Gama. No primeiro jogo, disputado no Rio de Janeiro, as equipes empataram em 1 a 1, levando a decisão para Natal, sendo João Paulo o autor do único gol do time potiguar. Na Arena das Dunas, o ABC conseguiu vencer, pela primeira vez na história, o time carioca, com o placar de 2 a 1 (gols de Madson e Marlon), jogo que teve o segundo maior público na Arena entre clubes, com 28.200 pessoas presentes. Nas quartas de final o ABC acabou duelou com o Cruzeiro, o atual campeão da primeira divisão (sagrou-se bicampeão ao fim do ano) e melhor time do Brasil na época. No primeiro jogo o time mineiro venceu por 1 a 0, enquanto no segundo o ABC fez história ao vencer, pela primeira vez, o Cruzeiro, numa virada por 3 a 2 (gols de Rodrigo Silva, Xuxa e Alvinho), mas não foi suficiente para classificar o time potiguar para as semifinais.

Mesmo 2015 sendo um ano que para a torcida do Mais Querido deveria ser memorável em virtude de ser o ano do centenário do clube, acabou sendo um ano que o torcedor deveria esquecer. Com um começo ruim no Campeonato Potiguar que culminou na saída do técnico Roberto Fonseca, o torcedor pode ver com a chega de Josué Teixeira o time se reerguer na competição com nomes como Kayke, Leandro Amaro e Saulo e chegando a decisão diante do rival América de Natal. Porém, após um empate em 1 a 1 no Arena das Dunas a torcida viu em sua própria casa, o Frasqueirão, o alvirrubro vencer por 1 a 0 com gol de Flávio Boaventura, que havia jogado pelo ABC durante 2012 até 2014. Um ano que ainda terminou com o rebaixamento do Mais Querido para à Série C de 2016.

Judas Tadeu, que já havia sido presidente do clube, se candidatou para a presidência do ABC com a chapa Salve O Mais Querido e com 614 votos foi reeleito presidente para o triênio 2016/2018.

“Estou em vantagem. A partir de agora, o ABC precisa da verdadeira união que se falou tanto. Naquele primeiro momento, o consenso não foi possível, mas agora é um mandato eleito pelo sócio. Um mandato legítimo. Vamos administrar o ABC com muita raça, com muito carinho, mas acima de tudo pedir para os nossos adversários que, de uma vez por todas, precisamos de união agora. Sabemos que foi complicado o período da eleição. O ABC precisa de união para recuperar o caminho das vitórias. Isso é o mais importante.”

Logo após ser eleito, Judas anunciou o ex-zagueiro Narciso como técnico do ABC para a temporada de 2016. Ainda anunciou a renovação com o volante Márcio Passos, que havia sido contratado em 2015, porém devido a um atraso na documentação acabou não sendo regularizado a tempo, além da renovação do volante, ABC contratou o experiente Lúcio Flávio para ser o camisa 10 do time. Mas novamente o Mais Querido veria o time começar mal a temporada com um péssimo começo no Campeonato Potiguar e uma eliminação precoce na Copa do Nordeste que resultaria na demissão de Narciso do comando técnico que era muito criticado por parte da torcida. Para seu lugar a diretoria apostou na experiência de Geninho para o reerguer o ABC na temporada. Reerguimento esse que veio no segundo turno do Campeonato Potiguar com nomes poucos conhecidos se tornando destaque como Vaná, Nando e Jones Carioca, e do paraguaio Echeverría, com passagens por LDU e Olimpia, que aos poucos viria a se tornar xodó da torcida alvinegra. Na final do campeonato, o ABC viria a reencontrar novamente o rival América de Natal, que ocorria novamente um empate no Arena das Dunas em 3 a 3, mas que no segundo jogo no Frasqueirão viria a surpreender a todos com uma goleada histórica por 4 a 0 com gols marcados por Nando (2), Jones Carioca e Echeverría, e enfim quebrando um jejum de cinco anos sem vencer o Campeonato Potiguar e levando sua 53ª taça para casa.

Na Série C, mais especificamente na fase de grupos, chegou a surpreender principalmente ao torcedor abcedista com a boa campanha e vitórias importantes como a diante do Fortaleza no Castelão e se classificando para o mata-mata antecipadamente vencendo o River-PI, em jogo que contou com Echeverría, Jones Carioca, Anderson Pedra (que viera por indicação de Geninho, com quem havia trabalhado no Sport), Cleiton (aposta da diretoria após se destacar pelo Alecrim) e o goleiro Edson (que chegou ao clube para repor a saída do titular Vaná, contratado pelo futebol português). Na segunda fase o Mais Querido teve pela frente o Botafogo de Ribeirão Preto, no primeiro jogo no Estádio Santa Cruz o time potiguar levaria o melhor com um empate em 0 a 0 levando a decisão do acesso para Natal no Frasqueirão, e diante de 14.974 pessoas pode ter o tão desejado acesso após vencer o time paulista por 1 a 0 com gol de Erivélton. Nas semifinais enfrentou o Guarani sonhando com o bicampeonato da Série C, no primeiro jogo surpreendeu goleando o time de Campinas por 4 a 0, com gols de Lúcio Flávio (2) e Jones Carioca (2), mas seria surpreendido no Brinco de Ouro numa goleada de 6 a 0 que entraria para a história e assim ficando com o 3º lugar.

Na temporada seguinte o ABC sofreria com as perdas de Lúcio Flávio e Jones Carioca, que foram peças fundamentais na campanha do acesso para à Série B, mesmo com as saídas desses jogadores a diretoria do Mais Querido trouxe como principal reforço para o primeiro semestre o meia Gegê vindo do Botafogo, além dele, o zagueiro Oswaldo foi contratado por indicação do técnico Geninh. No Campeonato Potiguar o alvinegro chegou a decisão do primeiro turno, mas acabou derrotado pelo Globo, porém no segundo turno diante do Potiguar de Mossoró foi campeão, e assim, decidindo o título do estadual contra o Globo. Em Ceará-Mirim no Barrettão com gol de Echeverría o ABC saiu vitorioso por 1 a 0 e levando a vantagem para decidir o título em casa, no Frasqueirão após empatar em 0 a 0, o Mais Querido conquistou o bicampeonato e o 54º título estadual de sua história.

Já na Série B, o ABC teve um bom começo, tendo resultados expressivos, entre eles o empate diante do Internacional em pleno Estádio Beira-Rio, com gol marcado por Adriano Pardal e tendo até chances de sair com a vitória no Rio Grande do Sul. Porém o time alvinegro acabou tendo uma queda de rendimento e uma sequência de resultados ruins que culminaram na entrega do cargo técnico de Geninho, mesmo com o pedido da diretoria da sua permanência. Ao longo da sua passagem vitoriosa pelo Alvinegro, foi bicampeão do Campeonato Potiguar, conquistou um acesso à Série B e esteve a frente do time em 85 jogos.

“Eu tomei uma decisão hoje, talvez uma das decisões mais difíceis que eu tomei na minha vida. Passei uma noite praticamente sem dormir. Conversando com familiares, conversando com amigos, para que eu pudesse ter uma luz, pudesse tomar uma decisão, que eu achava que não era uma que eu queria, mas era necessária. É realmente com muita tristeza que eu cheguei hoje de manhã e comuniquei à diretoria do ABC que eu estaria fora.”

Para seu lugar foi contratado o técnico Márcio Fernandes com passagens pelo futebol paulista, mas sua passagem por Natal não seria longa, após uma longa sequência de derrotas foi demitido tendo estado a frente do comando do ABC em um mês. Após rodadas em buscar de um novo técnico e sob o comando do interino Ranielle Ribeiro, Itamar Schülle foi contratado com a missão de livrar o Mais Querido do rebaixamento para à Campeonato Brasileiro de Futebol de 2018 - Série C de 2018, sua passagem foi marcada pelas chances dadas pelo técnico aos jogadores vindos das categorias de base do clube, entre eles o zagueiro Tonhão, o meia Fessin e os atacantes Berguinho e Matheus. Mas acabou entregando o cargo de técnico após várias rodadas a frente do time. Para o restante da Série B, a diretoria optou por seguir com o técnico interino Ranielle Ribeiro que está no clube desde 2007 atuando como preparador físico. Com a má campanha na competição, o clube acabou por sofrer com uma crise financeira e atrasando salários dos jogadores que optaram por entrar em greve e se recusar a entrar em campo no jogo contra o Londrina que causaria W.O., porém Erivélton, cria da base alvinegra foi um dos líderes que quebraram a greve e junto de outros 12 jogadores se reapresentaram aos treinos no ABC, segundo o vice-presidente do clube, Rui Barbosa.

“Erivélton disse tudo que nós queríamos. As palavras de Erivélton foram exatamente essas, que nasceu nas bases do ABC, que precisa do ABC e que a família dele, o bairro onde ele mora, em todo canto, os abecedistas pedem que eles entrem em campo. Então é uma questão de responsabilidade e que foi ratificada por todos os outros presentes, nenhum se opôs ou levantou mais nenhum problema, porque também houve, da minha parte, esse compromisso de olhar a situação de cada um, e vamos trabalhar junto com eles.”

Diante do Londrina pela Série B, o time superou a crise vivida e venceu por 3 a 0 a partida.[50] Sob o comando de Ranielle Ribeiro, tendo como líderes Edson, Guedes, Dalberto e principalmente, os jogadores das categorias de base do Mais Querido, entre eles, Erivélton, Matheus, Tonhão, Fessin, Berguinho e Arêz o time demonstrou reação nas últimas rodadas do campeonato, porém, não foram suficiente para livrar o ABC do rebaixamento para a Série C de 2018.

Após o ano de 2018 sem muito protagonismo, a equipe alvinegra começa 2019 com o novo presidente Fernando Suassuna, o Mais Querido começa a temporada de 2019 com otimismo e ânimo renovados, e continuou com Ranielle Ribeiro como treinador, que viria a sofrer um drama, pela morte de sua esposa. O ABC começa a temporada de 2019 razoavelmente, porém com eliminação na primeira fase da Copa do Nordeste, e o amargo vice-campeonato do Estadual de 2019, vencido pelo rival América, por 2x1, no Arena das Dunas. O ABC começou a Série C muito mal, e Ranielle Ribeiro se despede do comando alvinegro, depois de quase dois anos. Após isso, o ABC caiu para a Série D do Campeonato Brasileiro de 2020, divisão onde o clube potiguar nunca tinha jogado.

Década de 2020: Em 2021, em meio a um cenário atípico marcado pelas restrições impostas pela pandemia da COVID-19, o clube protagonizou um dos momentos mais emblemáticos de sua história recente, justamente pelo cenário que o clube vivia. Diante de sua torcida, ainda que limitada pelas circunstâncias sanitárias, conquistou o acesso à Série C do Campeonato Brasileiro ao vencer a equipe gaúcha do Caxias pelo placar de 3 a 0, em partida decisiva realizada em seus domínios.

O resultado representou mais do que uma simples vitória: simbolizou a superação de adversidades esportivas e institucionais, a reconstrução do clube após anos de instabilidade e a retomada de protagonismo no cenário nacional. A atuação dominante ao longo do confronto consolidou a campanha consistente da equipe na competição e selou, de forma incontestável, o retorno à Série C.

Em 2022, o clube viveu um daqueles anos que o torcedor não esquece. No Campeonato Potiguar, levantou o 48º título estadual ao bater o maior rival, o América de Natal, por 4 a 2, no Frasqueirão, em uma final eletrizante. O jogo teve de tudo: rivalidade, pressão, arquibancada pulsando e uma virada daquelas, construída na raça. O lance que entrou para a história foi o gol olímpico de Wallyson, ídolo da torcida, que colocou seu nome de vez entre os momentos mais marcantes do clássico-rei.

No Brasileiro, o roteiro foi de afirmação. Disputando a Série C do Campeonato Brasileiro, o clube fez uma campanha segura, jogando com personalidade e sabendo competir. Na segunda fase, passou invicto, ponto a ponto, mostrando um time cascudo, difícil de ser batido, que sabia sofrer quando precisava e matar o jogo na hora certa. O acesso à Série B do Campeonato Brasileiro veio com autoridade, como consequência natural de um trabalho consistente ao longo da temporada.

Para fechar o ano, ainda chegou à final da Série C, coroando uma campanha de alto nível. Apesar do vice-campeonato, após a decisão contra o Mirassol, a temporada ficou marcada como uma das mais completas da história recente do clube, unindo título estadual, acesso nacional e protagonismo no cenário brasileiro — um ano para entrar no almanaque e na memória do torcedor alvinegro.

Em 2023, o ABC foi o primeiro clube da Série B a ser matematicamente rebaixado para a Série C de 2024 após empatar com o Avaí por 1 a 1 em casa pela 34ª rodada da competição.

Já em 2025, na Série C, a equipe potiguar foi rebaixada para a Série D de 2026 na última rodada, quando acabou sendo derrotada por 1 a 0 num confronto direto contra o Itabaiana em Natal.

SÍMBOLOS

Escudo: De acordo com o estatuto do clube, o símbolo máximo do alvinegro potiguar é constituído em sua maior parte nas cores preta e branca, que são as suas cores oficiais. O escudo é constituído de uma faixa transversal branca com os dizeres ABC F.C. e, tanto acima quanto a baixo, por regiões de cor preta, nas quais estão localizadas cinco estrelas. Quatro no canto superior esquerdo, as quais representam os campeonatos de futebol conquistados no ano de 1954 e uma estrela maior no canto inferior direito que simboliza a conquista do campeonato do futebol profissional no ano do sesquicentenário da Independência do Brasil. A estrela dourada sobre o escudo simboliza o título brasileiro da Série C conquistado em 2010 pelo clube alvinegro.

Bandeira: A bandeira oficial do ABC, tem as cores no sentido horizontal, com três faixas, sendo as faixas superior e a inferior brancas e a do centro, preta, ficando o nome do clube em branco na faixa central da bandeira. Na faixa branca superior aparecem quatro estrelas amarelas localizadas à esquerda. Na faixa inferior branca, uma estrela maior no canto direito, lembrando as estrelas do escudo.


Hino: Foi composto em 1962 por Claudiomiro Batista de Oliveira (o Dozinho) por sugestão de José Cortez Pereira e Aldo Medeiros. O frevo-canção "O mais querido" tornou-se a canção preferida dos torcedores alvinegros nos campos de futebol e rádios, embora já existisse o hino oficial escrito e composto em 1916. "O mais querido" foi gravado também em 1962, em LP, na fábrica Rozemblit, em Recife, pelo cantor pernambucano Claudionor Germano.

Dozinho é ainda o autor dos hinos do América de Natal (Salve, o América), produzido em 1956, na gestão do presidente Humberto Nesi, e do Alecrim (1980), na administração do presidente João Bastos Santana. São também de sua autoria os hinos do Lyons Club de Natal e do Automóvel Clube Potiguar.

Mascote: O mascote do ABC é o elefante. Até o final da década de 90 o alvinegro não possuía um mascote oficial, mas os torcedores e a imprensa potiguar acabaram, elegendo o paquiderme por representar a robustez do clube natalense. Ademais, o animal foi escolhido pois o território do estado do Rio Grande do Norte tem um formato parecido com a silhueta de um elefante. Porém, durante a gestão do Presidente Judas Tadeu Gurgel (não se sabe precisamente em que ano), o elefante foi oficializado como mascote do clube. Em 2010, o Departamento de Marketing do ABC, seguindo o receituário de CR Flamengo e Santos FC, "deu vida" ao mascote, criando os personagens Fantão e Fantinho, que fazem a alegria da torcida nas preliminares e nos intervalos dos jogos.

SEDES E ESTÁDIO

Estádio Frasqueirão: Sua estrutura possui:
  1. Dimensão do gramado: 105m x 68m;
  2. Capacidade: 18.000 torcedores;
  3. Conta com 16 camarotes e dois elevadores;
  4. Praça de Alimentação;
  5. Loja de Produtos Oficiais.
Localizado na Rota do Sol, mais precisamente no bairro de Ponta Negra, região nobre da cidade de Natal, o estádio do ABC ocupa 25.000 m² de um total de 110.000 m² da Vila Olímpica Vicente Farache.

Com capacidade para 18.000 torcedores, o Estádio Maria Lamas Farache, também conhecido como Frasqueirão, foi inaugurado no dia 22 de janeiro de 2006 em uma partida amistosa realizada entre ABC e Alecrim, tendo esta terminado em um empate por 1 x 1, com gols de Da Cunha para o Alecrim, sendo este o primeiro gol oficial do estádio, e Kel para o ABC.

Construído em módulos, quatro ao todo, foi inaugurado com apenas dois deles concluídos, exatamente os dois maiores, o módulo I, que abriga o setor de cadeiras, camarotes, cabines de imprensa, praça de alimentação e loja de produtos do clube, contando ainda com dois elevadores, e o módulo II, que também conta uma área com bares e lanchonetes.

Um pouco mais de um ano depois, no dia 29 de janeiro de 2007, foi inaugurado o módulo III, em um amistoso interestadual diante do Campinense/PB, que acabou empatado em 1 a 1. Por fim, a conclusão do estádio aconteceu com a construção do módulo IV, chamado de “Módulo Wallyson”, já que foi viabilizado com o dinheiro da venda do atacante Wallyson para o Atlético/PR. Na inauguração, no dia 5 de março de 2008, empate em 1 a 1 com o Madureira/RJ, pela Copa do Brasil.

Seu recorde de público na partida final do Campeonato Potiguar de 2010, realizada entre ABC e Corintians de Caicó. Neste jogo estiveram presentes nada menos que 17.857 pessoas, dos quais 16.150 representavam o público pagante.

Centro de Treinamento Alberi Ferreira de Matos:

Fica próximo das dependências do Estádio Frasqueirão onde se compõe em seu espaço para seus atletas Profissionais, bem como:
  1. Campo oficial de treinamento (100m x 65m), com arquibancada para torcedores;
  2. Concentração Jorge Tavares de Morais:
  3. 14 apartamentos duplos com TV, ar-condicionado e frigobar;
  4. Auditório / Sala de preleção;
  5. Refeitório;
  6. Departamento Médico (Sala da Fisioterapia e consultório médico);
  7. Departamento de Futebol;
  8. CTFIS-ABC José Prudêncio Sobrinho:
  9. Departamento de Preparação Física e Fisiologia;
  10. Academia;
  11. Sala de aquecimento;
  12. Piscina;
  13. Rampa para trabalho de força.
TÍTULOS
  1. Campeonato Brasileiro - Série C (2010).
  2. Campeonato Potiguar: 1920, 1921, 1923, 1925, 1926, 1929, 1932, 1933, 1934, 1935, 1936, 1937, 1938, 1939, 1940, 1941, 1944, 1945, 1947, 1950, 1953, 1954, 1955, 1958, 1959, 1960, 1961, 1962, 1965, 1966, 1970, 1971, 1972, 1973, 1976, 1978, 1983, 1984, 1990, 1993, 1994, 1995, 1997, 1998, 1999, 2000, 2005, 2007, 2008, 2010, 2011, 2016, 2017, 2018, 2020 e 2022
  3. Copa RN (2005).
Categorias de base:
  1. Campeonato Potiguar Sub-20: 1997, 1998, 2003, 2004, 2007, 2009, 2010, 2011, 2013, 2016, 2019 e 2021;
  2. Campeonato Potiguar Sub-17: 1997, 1999, 2000, 2007, 2011, 2012, 2013, 2014, 2016, 2017, 2022 e 2023;
  3. Campeonato Potiguar Sub-15: 2009, 2010, 2017, 2018 e 2023;
  4. Campeonato Metropolitano de Futebol União: 2016 e 2017.
ESTATÍSTICAS
  • Campeonato Potiguar: 106 Temporadas
    • Campeão: 57 vezes
    • Estreia: 1918
    • Derradeiro:2026
  • Copa do Nordeste: 19 Temporadas
  • Vice-campeão (2010)
  • 1994
  • 2025 
  • Brasil Campeonato Brasileiro 14 Temporadas
  • 11º colocado (1960) 1959 1985
  • Série B 23 7º colocado (1991) 1971 2023 – 5
  • Série C 14 Campeão (2010) 1988 2025 5 2
  • Série D 3 3º colocado (2021) 2020 2026 1 
  • Copa do Brasil 26 Temporadas
    • Quartas de final (2014)
    • Estreia: 1991
    • Derradeiro: 2026
JOGADORES NOTÁVEIS E ÍDOLOS

Grandes ídolos e jogadores tiveram uma passagem marcante pelo Mais Querido desde sua fundação em 1915.
  • Goleiros:
    1. Edgar
    2. Erivan
    3. Hélio Show
    4. Jorge Pinheiro
    5. Lulinha
    6. Michel Schumacher
    7. Ribamar
    8. Welligton
    9. Vaná
  • Defensores:
    1. Brasil Alexandre Mineiro
    2. Brasil Ben-Hur
    3. Brasil Cadinha
    4. Brasil Capitão Romildo
    5. Brasil Edson
    6. Brasil Marinho Chagas
    7. Brasil Nêgo
    8. Brasil Nonato
    9. Brasil Sabará
  • Meio-Campistas:
    1. Brasil Alberi
    2. Brasil Basílio
    3. Brasil Cascata
    4. Uruguai Danilo Menezes
    5. Brasil Dedé de Dora
    6. Brasil Dequinha
    7. Brasil Joãozinho
    8. Brasil Maranhão
    9. Brasil Noé Soares
    10. Brasil Ricardo Oliveira
    11. Brasil Sérgio China
  • Atacantes:
    1. Barata
    2. Éderson
    3. Ivan
    4. João Paulo
    5. Jorge Demolidor
    6. Leandrão
    7. Odilon
    8. Paulo Izidro
    9. Reinaldo
    10. Robgol
    11. Rodrigo Silva
    12. Sérgio Alves
    13. Wallyson
    14. Xixico
Maiores Goleadores do ABC:
  1. Jorginho (219)
  2. Alberi (210)
  3. Wallyson (109)
  4. Paulo Izidro (104)
  5. Ivan (102)
  6. Xixico (94)
  7. Albano (93)
  8. Sérgio Alves (87)
  9. Mota (87)
  10. Marinho Apolônio (82)
Jogadores revelados: Jogadores revelados nas categorias de base do Mais Querido que obtiveram destaque no cenário nacional e internacional.
  1. Ayrton Lucas
  2. Edson Cangaceiro
  3. João Paulo
  4. Nêgo
  5. Rodriguinho Marinho
  6. Wallyson
  7. Fessin
Estrangeiros: Abaixo estão listados os jogadores de origem estrangeira que já atuaram pelo Mais Querido.
  1. Danilo Menezes Uruguai 1972–1980
  2. Eduardo Echeverría Paraguai 2016–2017
  3. Boris Sagredo Chile 2019
  4. Pepe Álvarez Uruguai 2019
  5. Daniel Porozo Equador 2022
  6. Agustín Rodríguez Uruguai 2023
  7. Javier Parraguez Chile 2024
  8. Feliciano Brizuela 2025
TREINADORES

Grandes treinadores que obtiveram destaque em sua passagem pelo Mais Querido desde sua fundação em 1915.

Ferdinando Teixeira: Por cinco vezes campeão estadual com o clube alvinegro (1984, 1995, 1999, 2007 e 2008) o treinador potiguar entrou para história do ABC. Em 2007 a equipe não estava bem no Estadual e em pleno Frasqueirão o alvinegro foi goleado por 5 a 0 pela equipe do ASSU, então Ferdinando assumiu o comando do time alvinegro e posteriormente conquista o 49º título estadual do clube abcedista em um jogo histórico onde o ABC goleia seu maior rival por 5 a 2 no estádio Frasqueirão. Série C de 2007 a difícil competição tinha 64 clubes, numa campanha emocionante que seguiu indefinida até o final o ABC conseguiu o acesso para Série B - 2008 vencendo o último jogo contra o então campeão Bragantino por 2 a 1 no Frasqueirão terminando em 4° lugar no quadrangular final do campeonato, assim o ano de 2007 ficou eternizado na história do ABC e conhecido como "O Ano da Virada".

Geninho: Chegou em fevereiro de 2016 ao comando do ABC com a missão de reerguer o clube após um ano de péssimos resultados que culminaram no rebaixamento do time à Série C. Foi responsável por tirar o Mais Querido do jejum de cinco anos sem vencer o Campeonato Potiguar após vencer o rival América de Natal por 4 a 0 dentro do Frasqueirão. Se consagrou no comando alvinegro após conquistar o acesso à Série B após bater o Botafogo-SP por 1 a 0 em Natal. Em 2017 completou um ano a frente do ABC, alcançando a marca de 35 jogos consecutivos sem perder no Frasqueirão, a maior já alcançada pelo Alvinegro em seu estádio, e ainda foi bicampeão potiguar vencendo o Globo na final, mas no mesmo ano em virtude de péssimos resultados na Série B entregou seu cargo e assim encerrou seu ciclo dentro do clube. Geninho comandou o Mais Querido em 85 jogos.

Leandro Campos: Um dos mais vitoriosos treinadores da história do futebol potiguar, Leandro Campos chega ao ABC em 2010 no início do segundo turno do campeonato potiguar, levando o clube a conquista invicta do turno e consequentemente à final do campeonato, vencendo a final contra a equipe do Corintians de Caicó por um placar total de 6 a 3. Na Série C, fez história ao conquistar o primeiro título de nível nacional do futebol potiguar levando o ABC a conquista do Campeonato Brasileiro da Série C de 2010. No mesmo ano com uma grande campanha levando o ABC ao vice-campeonato do "Nordestão 2010". No ano de 2011, vive situação curiosa, ao perder a final do primeiro turno diante do Santa Cruz-RN, Leandro acaba entregando seu cargo de treinador no clube, porém voltando uma semana após a decisão, pois o ABC não havia conseguido sucesso na contratação do seu substituto, assim acabando aceitando o pedido da diretoria alvinegra para o seu retorno. Conquista novamente de forma invicta o segundo turno, chegando a mais uma final de campeonato, novamente contra o Santa Cruz-RN, dessa vez vencendo por um placar total de 3 a 2, levando o Mais Querido ao 52º título estadual de sua história. Na Série B, com uma irregular campanha, novamente entrega seu cargo de treinador após derrota na décima sexta rodada. Sendo substituído pelo treinador Guto Ferreira, que não conseguiu reverter a situação, logo sendo demitido com a pressão da torcida. Pouco tempo após, Leandro Campos volta ao ABC, aceitando um novo pedido e sendo bem aceito de volta pelo torcedor, dessa vez melhorando a campanha do ABC, terminando o campeonato em 10º colocado.

Roberto Fernandes: Roberto Fernandes fez história no alvinegro ao fazer um incrível campanha que tirou o time da zona de rebaixamento após 26 rodadas e garantindo a permanência do Mais Querido na Série B de 2014 e atingindo uma marca histórica de cinco vitórias seguidas na competição. Roberto Fernandes ainda conseguiu vitórias importantes contra grandes adversários como Palmeiras (3 a 2) e Chapecoense (2 a 0). A permanência veio numa vitória por 1 a 0 diante do Avaí, o gol marcado pelo meia Erick Flores. Roberto Fernandes ficou no ABC até 2014 quando foi demitido após um início irregular na temporada.

Moacir Júnior: A primeira passagem de Moacir pelo ABC foi em 2014, quando venceu o Cruzeiro, atual campeão brasileiro, mas não conseguiu avançar de fase na Copa do Brasil. Voltou ao Alvinegro em 2021, após a demissão do técnico Silvio Criciúma, e conquistou resultados expressivos no Mais Querido. Foi campeão da Copa RN após empatar com o Santa Cruz de Natal, vice-campeão do Campeonato Potiguar, e conquistou o acesso à Série C após golear o Caxias por 3 a 0 no Frasqueirão. Conquistou, ainda, a Copa Cidade do Natal em 2022 e foi demitido após uma sequência de resultados ruins, sendo o estopim a eliminação para o Altos na Copa do Brasil.

Vicente Farache: Vicente foi o treinador que comandou o time alvinegro em seu histórico octacampeonato em 1932, 1933, 1934, 1935, 1937, 1939, 1940, 1941. E deu nome ao complexo esportivo do ABC.

TORCIDAS ORGANIZADAS

Escudo da Torcida Garra Alvinegra remodelado em 2018.
  1. LATA da Frasqueira;
  2. Torcida Garra Alvinegra;
  3. Torcida Organizada Camisa 12;
  4. Movimento 90 (Barra Brava);
  5. Torcida Os ABCervejas;
  6. Movimento Organizado Twitteiros ABCdistas;
  7. Torcida Independente;
  8. Torcida Loucos da Frasqueira;
  9. Torcida Os Metralhas Alvinegros.
  10. TOPO - Torcida Organizada Papa Ovo;
  11. TJA - Torcida Juventude Alvinegra.
FUTSAL

O ABC/Art&C Futsal é um clube de futsal brasileiro da cidade de Natal, Rio Grande do Norte. Fundado em 2004, é uma das principais equipes da modalidade no Brasil.

História: O projeto "ABC/UnP/Art&C" começou a ser implementado no final de 2004 pelo jornalista Rubens Lemos Filho, torcedor e conselheiro do ABC Futebol Clube. No início de 2005, a Art&C Comunicação Integrada, uma das principais agências de publicidade do Rio Grande do Norte, foi a primeira empresa a acreditar na proposta de desenvolver o futsal alvinegro e levá-lo a ficar entre os melhores do Brasil.

O ABC, então, montou um time competitivo e surpreendeu os adversários ao ser campeão da fase eliminatória Nordeste da Taça Brasil de Futsal, realizada em Natal, no mês de fevereiro. Esta conquista foi seguida pelo título da Copa TV Cabugi de Futsal e da etapa Nordeste do Campeonato de Seleções, no qual o alvinegro representou o Rio Grande do Norte. No mesmo ano, ainda retomou a hegemonia no Campeonato Estadual, batendo o arqui-rival América, e foi segundo colocado na Liga Nordeste, caindo diante do Moita Bonita (SE).

O ABC/UnP/Art&C também viveu momentos de glória em 2006 e hoje aparece entre os melhores times de futsal do Brasil. O Mais Querido entrou definitivamente para a elite quando surpreendeu os favoritos do Sul e Sudeste na Taça Brasil, realizada no Rio Grande do Norte, em março de 2006. Chegou à final e por pouco não venceu a Malwee/Jaraguá (SC), time que tem o maior número de jogadores da seleção brasileira, entre eles o craque Falcão, eleito o melhor do mundo na modalidade.

A consolidação da trajetória promissora do ABC UnP/Art&C veio em dezembro do mesmo ano, com mais uma final contra a Jaraguá, desta vez na Superliga de Futsal, realizada no Ceará. Antes, o time alvinegro faturou a Copa Mult!TV e o bicampeonato estadual, derrotando Macau na grande final; e acabara com o vice-campeonato da Liga Nordeste, perdendo a decisão para o Afagu/Russas (CE).

Em 2007, a saga do ABC UnP/Art&C teve continuidade com dois títulos em casa, com o apoio da Frasqueira. A primeira conquista foi do Circuito Nordeste de Clubes, superando equipes como Universo (PE), Afagu/Russas (CE) e COPM (PB). Depois, foi campeão da primeira edição da Taça RN, vencendo o arqui-rival América na decisão.

Em 2009, o time passa a se chamar ABC/Art&C Futsal, com a saída do patrocinador UNP.

Títulos Regionais:
  1. Taça Brasil de Futsal - etapa Nordeste: 3 (1991, 2005 e 2009)
  2. Copa Nordeste de Seleções: 1 (2005)
  3. Circuito Nordeste de Clubes: 1 (2007)
  4. Desafio NE: 1 (2009)
  5. Copa Nordeste de Seleções: 1 (2005)
  6. Copa Nordeste: 2 (1998 e 2007)
  7. Liga do Nordeste: 1 (2010)
Estaduais: Campeonato Potiguar de Futsal: 14 (1958, 1964, 1968, 1979, 1980, 1981, 1990, 1992, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010).

Copa RN de Futsal: 3 (2007, 2008 e 2009).

Outras participações importantes: Taça Brasil de Futsal: vice-campeão (2006), terceiro colocado (2009) e Superliga de Futsal: vice-campeão (2006).

FONTES: «Site da CBF - cadastro nacional de estádios de futebol» (PDF). Consultado em 10 de maio de 2013. Arquivado do original (PDF) em 23 de janeiro de 2010
Agora RN (24 de novembro de 2024). «Eduardo Machado é eleito presidente do ABC». Consultado em 24 de novembro de 2024. Cópia arquivada em 27 de novembro de 2024
«Relembre a trajetória dos clubes potiguares na Série A do Brasileirão». 5 de junho de 2020. Cópia arquivada em 4 de abril de 2023
«Pesquisa Agorasei mostra que ABC é o time com maior torcida do RN». 23 de junho de 2025. Consultado em 23 de junho de 2025
«Campeonato Brasileiro de Futebol de 1972». Cópia arquivada em 12 de abril de 2026
«ABC disputa a Copa do Brasil pela 27ª vez; veja retrospecto ano a ano». Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2026
«Timemania - Colocação dos times em 2009». Consultado em 1 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 30 de dezembro de 2014
«Timemania - Colocação dos times em 2010». Consultado em 1 de janeiro de 2012. Arquivado do original em 19 de janeiro de 2012
«Timemania - Colocação dos times em 2011». Consultado em 1 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 30 de dezembro de 2014
«Timemania - Colocação dos times em 2012». Consultado em 9 de janeiro de 2013. Cópia arquivada em 30 de dezembro de 2014
«Diário de Natal - Governadora sanciona dia dia do ABC». Consultado em 23 de julho de 2008. Arquivado do original em 12 de fevereiro de 2009
«Site oficial do ABC- História da fundação do ABC». Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2026
«Site do ABC F.C. - jogos da campanha abcdista no exterior». Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2026
GloboEsporte.com (2 de julho de 2014). «5 a 2 eterno: Protagonistas relembram título estadual do ABC em 2007». GloboEsporte.com. Consultado em 2 de julho de 2015
GloboEsporte.com (2 de julho de 2014). «Meteórico! Em um ano, Wallyson vira parte da história e do estádio do ABC». GloboEsporte.com. Consultado em 2 de julho de 2015. Cópia arquivada em 4 de abril de 2023
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«Série B: Após cinco jogos, Márcio Fernandes é demitido pelo ABC». www.futebolinterior.com.br. Consultado em 22 de agosto de 2017. Cópia arquivada em 22 de agosto de 2017
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«ABC empata com o Avaí e é o primeiro rebaixado para a Série C de 2024». ge. 26 de outubro de 2023. Consultado em 7 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 11 de dezembro de 2025
«ABC amarga rebaixamento e retorna à Série D após cinco anos». ge. 31 de agosto de 2025. Consultado em 7 de setembro de 2025
 «Títulos». ABC Futebol Clube. Cópia arquivada em 17 de fevereiro de 2026
«Mais Querido homenageia Alberi e Danilo Menezes». Site Oficial do ABC. 8 de fevereiro de 2015. Consultado em 15 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2025
«Presidente do ABC explica contratações e dispensas: "Mudanças necessárias"». Globo Esporte. 28 de julho de 2017. Consultado em 15 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 13 de dezembro de 2024
«Mais Querido contrata meia chileno Boris Sagredo». Site Oficial do ABC. 21 de março de 2019. Consultado em 15 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2025
«Pepe Álvarez acerta a rescisão e se despede do Mais Querido». Site Oficial do ABC. 10 de fevereiro de 2019. Consultado em 15 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2025
«Daniel Porozo recebe proposta e deixa o Alvinegro». Site Oficial do ABC. 14 de julho de 2022. Consultado em 15 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2025
«Mais Querido contrata volante uruguaio». Site Oficial do ABC. 4 de agosto de 2023. Consultado em 15 de dezembro de 2025
«Mais Querido contrata atacante chileno Javier Parraguez». Site Oficial do ABC. 27 de dezembro de 2023. Consultado em 15 de dezembro de 2025
«Brizuela será oitavo estrangeiro a defender o ABC; veja lista completa». Tribuna do Norte. 21 de janeiro de 2025. Consultado em 15 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
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Diretoria do ABC FC
«Rebaixado no futebol, ABC faz parte da elite no futsal». Consultado em 15 de março de 2010. Cópia arquivada em 4 de abril de 2023

Post № 886 ✓

sábado, 27 de junho de 2026

RAIJIN (DEUS DO TROVÃO NA MITOLOGIA JAPONESA)

Raijin, Deus do Trovão. Netsuke, marfim. Diâmetro 5,1 x Espessura 1,2 cm. Kaigyokusai Masatsugu, 1813–1892. Período Edo ou era Meiji. LACMA. Foto tirada por Marshall Astor, de San Pedro, Estados Unidos em 14 de junho de 2009, 14:22.
Raijin (雷神; lit. "Deus do Trovão"), também conhecido como Kaminari-sama (雷様), Raiden-sama (雷電様), Narukami (鳴る神), Raikō (雷公) e Kamowakeikazuchi-no-kami, é um deus do relâmpago, do trovão e das tempestades na mitologia japonesa e nas religiões xintoísta e budista. Ele é tipicamente representado com expressões faciais ferozes e agressivas, em pé sobre uma nuvem, tocando tambores den-den daiko com símbolos tomoe desenhados neles. Iconografias de Raijin são frequentemente encontradas em templos e santuários japoneses. Ele geralmente é representado ao lado de seu irmão gêmeo, Fūjin, o deus do vento, ou com seu filho, Raitarō, um deus do trovão como ele, ou com seu companheiro animal, um Raijū. Outro deus xintoísta (Kami) das tempestades é seu irmão, Susanoo-no-Mikoto.

DESCRIÇÃO

Raijin é frequentemente retratado com um ROSTO FEROZ e assustador e uma figura MUSCULOSA com cabelos que DESAFIAM A GRAVIDADE. Ele está rodeado por tambores Taiko que toca para criar o som de trovão. Raijin segura grandes martelos nas mãos, que usa para tocar os tambores. Em alguns casos, Raijin é retratado com TRÊS DEDOS, que se diz representarem o passado, o presente e o futuro. Duas das esculturas mais notáveis de Raijin estão localizadas no templo Sanjusangendo e no templo Taiyuin Rinnoji.

Katsushika Hokusai: Pintura do Deus do Trovão (1834–49) (Pintura Original).

Raijin e Fujin residem lado a lado no portão Kaminarimon, que guarda a entrada do templo Sanjusangendo. Essas esculturas são feitas de madeira com laca, folha de ouro e tinta, além de olhos incrustados de cristal. As esculturas de Raijin e Fujin em Sanjusangendo são consideradas tesouros nacionais.

No templo Taiyuin Rinnoji, Raijin e Fujin estão localizados no portão Niten-mon. Eles são feitos de madeira com pintura e são vistos com seus talismãs simbólicos, os tambores de Raijin e o saco de vento de Fujin.

Raijin também é frequentemente visto na companhia de seu irmão, Fujin, e de seu filho, Raitaro. Ele é frequentemente visto lutando com Fujin, consertando seus tambores ou causando travessuras. Ele também é mostrado na companhia de Raiju, uma besta do trovão ou demônio do trovão que também atua como seu animal totem e geralmente é um cachorro ou lobo.

PAPEL MODERNO

Alguns pais japoneses dizem aos filhos para esconderem o umbigo durante as tempestades para que Raijin não os leve embora e os coma.

Raijin também aparece na peça kabuki Narukami, na qual ele é aprisionado sob uma piscina de água, causando assim uma seca.

ETIMOLOGIA

O nome "Raijin" deriva das palavras japonesas *kaminari* (雷; que significa "trovão"; leitura *on* "rai") e *kami* (神; que significa "deus"; leitura *on* "shin" ou "jin").

MITOLOGIA

Nascimento: Nos mitos registrados no Kojiki, após a morte de Izanami devido aos ferimentos sofridos durante o parto de Hinokagutsutchi, seu marido Izanagi a seguiu até Yomi no Kuni, a terra das trevas. Quando ele a convidou para ir com ele, Izanami respondeu que não podia partir, pois já havia se alimentado da comida de lá. Enquanto Izanagi a seguia até Yomi, tentando realizar seu desejo de que ela o acompanhasse, Izanami retornou ao palácio para negociar com os kami que ali residiam. Izanami ficou ausente por várias horas, o que preocupou Izanagi. Assim, após acender uma chama na ponta de seu pente, ele entrou no palácio.

Lá, Izanagi encontrou o cadáver de Izanami. Em seu corpo, vermes se reuniram, e em sua cabeça surgiu o Grande Raijin (大雷神), em seu peito Raijin de Fogo (火雷神), em seu estômago Raijin Negro (黒雷神), em sua vagina Raijin Florido (咲雷神), em sua mão esquerda Jovem Raijin (若雷神), em sua mão direita Solo Raijin (土雷神), na perna esquerda Roaring Raijin (鳴雷神) e na perna direita Bending Raijin (伏雷神); chamados coletivamente de Ho-no-Ikadzuchi-no-Kami (火雷大神).

Ao ver o corpo retorcido de Izanami, Izanagi fugiu de Yomi, abalado e aterrorizado. Envergonhada por permitir que ele visse sua forma disforme, Izanami enviou Raijin e várias demônias para perseguir Izanagi, depois que ele fugiu da imagem de sua forma em decomposição, para trazê-lo de volta a Yomi.

Captura de Raijin: Outra história descreve Raijin como um criador de travessuras, causando destruição, o que levou o Imperador a ordenar que Sugaru (o Caçador de Deuses) o aprisionasse e o entregasse ao imperador para deter uma tempestade. Sugaru primeiro pediu a Raijin, em nome do imperador, que se entregasse voluntariamente e cessasse a tempestade, ao que Raijin riu de Sugaru. Sugaru então orou a Kannon, que ordenou a Raijin que o libertasse, e mais tarde o entregou a ele. Sugaru então o amarrou em um saco e o levou ao Imperador. Sob o controle de Sugaru e do imperador, Raijin foi forçado a cessar sua destruição e trazer apenas chuva e abundância ao Japão.

Defendendo o Japão: Em uma lenda, Raijin é mostrado defendendo o Japão contra os invasores mongóis. Nessa lenda, os mongóis são expulsos por uma tempestade violenta na qual Raijin está nas nuvens lançando raios e flechas contra os invasores.

GENEALOGIA

Raijin tem muitos irmãos, principalmente Fujin (o deus do vento), Kagutsuchi (o deus do fogo), Susanoo (o deus do mar e das tempestades), Tsukuyomi (o deus da lua) e Amaterasu (a deusa do sol). Raijin também tem um filho chamado Raitaro.

Biombos do Deus do Vento e do Deus do Trovão, de Tawaraya Sotatsu.
FONTES: Picken, Stuart D. B. (2010-12-28). Historical Dictionary of Shinto. Scarecrow Press. p. 239. ISBN 978-0-8108-7372-8.

 Pier, Garrett Chatfield (1914). Temple Treasures of Japan. F.F. Sherman.

 Joly, Henri L. (1908). Legend in Japanese Art: A Description of Historical Episodes, Legendary Characters, Folk-lore, Myths, Religious Symbolism, Illustrated in the Arts of Old Japan. John Lane.

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http://mythopedia.com.s3-website-us-west-1.amazonaws.com/topics/raijin/

 "May at the Kabukiza Theatre|Theatres". KABUKI WEB. Retrieved 2019-04-07.

Post № 885 ✓

MORTAL KOMBAT MYTHOLOGIES: SUB-ZERO (VIDEOJOGO DE 1997)

Capa norte-americana para Nintendo 64.
  • DESENVOLVEDORA(S): Midway Games Inc. e Avalanche Software (Nintendo 64)
  • PUBLICADORA(S): Midway Games Inc. e GT Interactive Software Corp. (Europa)
  • DIRETOR(ES): Dimitrios Tianis e Bill O'Neil
  • PRODUTOR(ES): John Tobias, Dimitrios Tianis e Michael Gottlieb
  • DESIGNER(S): John Tobias
  • ARTISTA(S): John Tobias, Joshua Y. Tsui, Carlos Pesina e Eugene Geer
  • COMPOSITOR(ES): Dan Forden
  • ELENCO:
    • John Turk — Sub-Zero e Scorpion (jogabilidade, sem créditos)
    • Sal Divita — Scorpion
    • Michael Garvey — Raiden e o Grão-mestre Lin Kuei
    • Richard Divizio — Quan Chi e Shang Tsung
    • Gary Wingert — Shinnok
    • Tony Marquez — Fujin e os Monges
    • Lia Montelongo — Sareena
    • Kerri Hoskins — Kia
    • Erica Grace — Jataaka
    • Rachel Herbert — Jataaka (gameplay)
    • geração em 3D — deus da Terra
    • Brian Glynn — deus da Água
    • Desconhecido — deus do Fogo
  • PLATAFORMA(S): Playstation e Nintendo 64
  • LANÇAMENTO:
    • Playstation: 3 de outubro de 1997 (América do Norte), 2 de dezembro de 1997 (Europa)
    • Nintendo 64: 11 de dezembro de 1997 (América do Norte), 12 de fevereiro de 1998 (Europa)
  • GÊNERO(S): Ação-aventura, Beat 'em up, Plataforma 2D
  • MODOS DE JOGO: Um jogador
  • PREQUÊNCIA: Mortal Kombat: Special Forces (2000)
  • SEQUÊNCIA: Mortal Kombat (1992)
  • ONDE JOGAR:
Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero é um jogo de ação e aventura de 1997 desenvolvido e publicado pela Midway para PlayStation e Nintendo 64. Um spin-off da franquia Mortal Kombat, é o primeiro título da série a não ser um jogo de luta. Também introduz personagens e elementos da história que seriam utilizados em Mortal Kombat 4, lançado no mesmo ano. Mythologies é o último jogo da série a utilizar atores digitalizados.

SINOPSE

Ambientado antes do jogo original, acompanha Bi-Han, o Sub-Zero mais velho, em sua busca pelo amuleto de Shinnok.

JOGABILIDADE

Embora Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero seja classificado como um jogo de ação e aventura, seus controles são muito semelhantes aos dos jogos de luta 2D da franquia Mortal Kombat. O jogador dispõe de quatro botões de ataque, além de um botão de bloqueio e um de corrida, como em Mortal Kombat 3. O jogador controla Sub-Zero como em um jogo de luta, incluindo o uso de golpes especiais baseados em comandos, para combater inimigos e explorar os níveis. Um botão de "virar" é usado para mudar a direção para a qual Sub-Zero está virado, enquanto um botão de "ação" é usado para pegar ou usar itens. O jogador também tem acesso a uma tela de status que registra o inventário, os pontos de experiência e os golpes especiais adquiridos durante o jogo.

O jogador começa o jogo com uma pequena barra de vida e um número limitado de vidas extras. Ao longo do jogo, o jogador pode ganhar pontos de experiência realizando combos contra inimigos, que são então usados para aumentar a força do seu personagem e obter acesso a movimentos especiais. Um "medidor de gelo" aparecerá depois que o jogador começar a adquirir movimentos especiais. Movimentos especiais requerem poder de gelo para serem executados. A vida e o poder de gelo podem ser restaurados coletando itens (embora o medidor de gelo também se reabasteça gradualmente com o tempo). O jogador também precisa recuperar itens-chave. Senhas são usadas para acompanhar o progresso do jogador.

DESENVOLVIMENTO

A produção de Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero durou cerca de 14 meses do início ao fim, com a notícia de que o jogo estava sendo desenvolvido vazando para a imprensa no terceiro trimestre de 1996. O designer e co-criador de Sub-Zero, John Tobias, disse que estava intrigado com a história do personagem e queria desenvolvê-la. A equipe principal de design estava localizada nos escritórios da Midway em Chicago e era composta por cinco artistas, dois programadores e um designer de som.

Os gráficos de Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero foram criados usando diversas técnicas. Enquanto Sub-Zero e muitos dos personagens mais humanoides foram criados usando a marca registrada de Mortal Kombat de digitalizar atores reais, muitos dos inimigos mais ameaçadores, assim como todos os cenários, foram feitos em 3D em tempo real. Essa combinação supostamente proporciona uma aparência mais realista do que jamais foi alcançada nos jogos anteriores de Mortal Kombat. Outra adição ao universo de Mortal Kombat foi o uso de sequências cinematográficas detalhadas para ajudar a contar a história enquanto o jogador progride no jogo. Isso foi feito combinando atores reais com elementos digitais. Os atores foram gravados em frente a uma tela verde e, em seguida, combinados digitalmente com cenários 3D. A filmagem dessas sequências levou cerca de uma semana para ser concluída. A equipe foi mantida no mínimo e todo o processo, da gravação à pós-produção, levou cerca de um mês.

RECEPÇÃO

Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero recebeu críticas controversas. A IGN afirmou: "Pode ter sido uma boa ideia no papel, mas como jogo é terrível." e a Next Generation concluiu que "Apesar de alguns bons recursos, como os elementos de RPG do jogo, Mythologies simplesmente não é divertido. Depois de lutar contra vários inimigos genéricos e morrer em armadilhas imprevisíveis, até mesmo os fãs mais hardcore de Mortal Kombat se sentirão frustrados e irritados." Por outro lado, Jeff Gerstmann, do GameSpot , o elogiou como "uma mistura incrível de luta e plataforma". A revista espanhola Superjuegos focou seus elogios na mistura de gêneros do jogo e o chamou de "uma verdadeira delícia que surpreende tanto os aficionados por beat 'em up quanto os maníacos por aventuras como Flashback." ("uma verdadeira delícia que surpreenderá tanto os fãs de beat 'em up quanto os maníacos por aventuras no estilo Flashback.") A GamePro adotou uma postura mais moderada, mas ainda positiva, descrevendo-o como "um spin-off interessante, divertido e, em última análise, exaustivo da série de jogos de luta arcade. Mythologies não é tão grande quanto Castlevania: Symphony of the Night ou tão complexo quanto Oddworld: Abe's Oddysee, mas, em termos de ação sólida e desafiadora, se sai muito bem."

Os elogios ao jogo centraram-se no seu sistema de acumulação de pontos de experiência para aprender movimentos, nos gráficos (em particular nos cenários 3D), e nas cenas de vídeo em movimento completo (FMV). No entanto, muitos consideraram a animação rígida ao ponto de parecer ridícula. Alguns também criticaram a falta de variedade nos inimigos, e o facto de o design de níveis e a câmara frequentemente criarem situações em que o jogador não consegue ver a plataforma em que precisa de saltar para prosseguir, forçando-o a saltar às cegas e a torcer para ter sorte. De longe, a crítica mais generalizada foi a dos controlos pouco intuitivos e lentos a responder, com alguns a queixarem-se particularmente da necessidade de pressionar um botão de ação para fazer o Sub-Zero virar-se. John Ricciardi comentou na Electronic Gaming Monthly: "Você se lembra dos velhos tempos do NES , quando alguns jogos eram totalmente frustrantes por causa de seus controles horríveis? Bem, pegue o pior de todos, multiplique por 10, e você terá MKM: SZ. O controle é realmente tão ruim assim."

As análises da versão para Nintendo 64 foram consideravelmente mais negativas do que as da versão para PlayStation, visto que mesmo os críticos que tiveram uma resposta positiva ao jogo notaram que a versão para Nintendo 64 tinha áudio de qualidade inferior e removia as cutscenes FMV, que muitos consideravam o melhor elemento do jogo. A GameFan e a GameSpot também consideraram os gráficos da versão para Nintendo 64 mais desbotados, mas a IGN afirmou que as duas versões são graficamente idênticas, exceto pela remoção das FMV, e a Electronic Gaming Monthly e a GamePro argumentaram que os gráficos do Nintendo 64 são melhores. No entanto, a GamePro ficou, no geral, menos satisfeita com a versão para Nintendo 64, descrevendo-a mais como um jogo para alugar, e até mesmo Sushi-X, o único membro da equipe de quatro pessoas da Electronic Gaming Monthly a dar uma avaliação positiva ao jogo para PlayStation, resumiu que "Embora eu tenha gostado um pouco da versão para PlayStation, detestei a zombaria do N64". Ele deu à versão para PlayStation uma nota 7,5, mas à versão para Nintendo 64 uma nota 5,0. A revista francesa Game Play 64 teve opiniões mistas, mas acreditava que os fãs da franquia ainda poderiam encontrar alguma diversão nela. A revista brasileira Ação Games deu uma nota 9 de 10 para as versões de N64 e PS1, elogiando os gráficos, o som e a jogabilidade.

As análises retrospectivas foram mais negativas, com alguns classificando o jogo como um dos piores jogos de Mortal Kombat de todos os tempos. A matéria "Replay" da Game Informer declarou que o jogo era "absolutamente terrível" devido a todos os seus aspectos. Em 2011, Daemon Hatfield, da IGN, o listou como um dos piores jogos de Mortal Kombat de todos os tempos. Segundo ele, a Midway havia planejado Mythologies como uma série, mas a recepção extremamente negativa resultou em seu cancelamento. Suas cenas de corte também foram criticadas no artigo da UGO Networks "As Piores Cenas de Corte da História dos Jogos" devido à atuação e aos efeitos especiais pouco convincentes. Mikel Reparaz, do GamesRadar, opinou que, embora o conceito de dar a Sub-Zero seu próprio jogo fosse interessante com base em sua popularidade, o jogo "acabou sendo uma bagunça terrível de sprites feios, mortes baratas e um botão que você tinha que apertar apenas para mudar a direção para a qual estava olhando, e quanto menos se falar sobre isso, melhor."

FONTES: Johnston, Chris (December 8, 1997). "Midway Ships Two". GameSpot. Archived from the original on January 19, 1998. Retrieved August 17, 2022.
 Romano, Sal (August 21, 2025). "Mortal Kombat: Legacy Kollection adds PlayStation spin-off games, WaveNet Ultimate Mortal Kombat 3". Gematsu. Retrieved August 21, 2025.
 "MK Mythologies: Sub-Zero: Not Just Blood and Guts Anymore". Electronic Gaming Monthly. No. 100. Ziff Davis. November 1997. p. 78.
 Midway (1997). Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero. Midway. Sub-Zero: Fine... I get to the temple and then what? What's inside?/ Quan Chi: A small amulet... worthless to you, but... let's just say it has great sentimental value to me.
 Midway (1997). Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero. Midway. Raiden: Do you realize what you've done?? / Sub-Zero: I was just earning my living. / Raiden: Your clan's ignorance and greed will cost this entire realm. You must now set things straight. / Sub-Zero: Quan Chi could simply be a lunatic sorcerer. I've never heard of an elder god named Shinnok or of a place called the Netherealm. / Raiden: Well, you'd better start believing in both, because you're going to the Netherealm and you're going to bring the amulet back. We must act quickly. I have no dominion in the Netherealm... You are reality's only hope. / Sub-Zero: I'll do it, Thunder God... but only because I have no choice.
 Midway (1997). Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero. Midway. Sub-Zero: Here... the amulet. / Raiden: Impressive, Sub-Zero. Perhaps you will reconcile your reckless past after all.
 Playstation Pocket Power Guide Unauthorized, vol. 3, Prima, 1998, pp. 56, 57, ISBN 0-7615-1466-X
 "Behind the scenes". Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero official website (archive). Archived from the original on 1998-12-01. Retrieved 2009-02-02.
 "Gaming Gossip". Electronic Gaming Monthly. No. 86. Ziff Davis. September 1996. p. 34.
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 "Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero Nintendo 64 Review Score". Archived from the original on 2017-06-30.
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 https://archive.org/details/consolemania-n-73-aprile-1998/page/n71/mode/2up

 Major Mike (December 1997). "PlayStation ProReview: Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero". GamePro. No. 111. IDG. pp. 148–9.

 Major Mike (February 1998). "Nintendo 64 ProReview: Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero". GamePro. No. 113. IDG. p. 80.

 "Replay – Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero". Game Informer. Archived from the original on March 23, 2010.

 Hatfield, Daemon (March 29, 2011). "The Best (And Worst) Mortal Kombat Games". Archived from the original on January 22, 2015. Retrieved June 29, 2013.

 Hatfield, Daemon (May 5, 2011). "The History of Mortal Kombat". Archived from the original on January 22, 2015. Retrieved June 29, 2013.

 Fahs, Travis (May 4, 2011). "The Worst Cutscenes In Gaming History". Archived from the original on 2011-05-09.

 Reparaz, Mikel (April 13, 2011). "The evolution of Scorpion and Sub-Zero". GamesRadar. Retrieved June 29, 2013.

Post № 884 ✓

sexta-feira, 26 de junho de 2026

NOOB SAIBOT (VILÃO DE JOGOS ELETRÔNICOS)

Arte conceitual oficial por John Tobias para Ultimate Mortal Kombat 3.

Arte conceitual oficial por John Tobias para Ultimate Mortal Kombat 3.
  • NOME COMPLETO: Bi-Han (Chinês: 壁寒)
  • NASCIMENTO: Palácio Lin Kuei, China, Plano Terreno (renasceu no Submundo)
  • ARMAS: Kunai (MKII), Facas borboleta (MK3), Machado (UMK3), Alfanje (MK4, MKG), Shurikens (MK4, MK:D, MK:U, MK:A), Espada Ninja (MK:TE), Martelo Troll (MK:A) e Foice de mão (MK11)
  • ESTILO(S) DE LUTA: Ninjitsu (MK1), Shotokan (MK1), Dragão (MK1), Hapkido (MK:TE, MK 2011, MK11, MK1), Pi Gua (MK:TE, MK 2011, MK11, MK1), Macaco (MK:D, MK:U, MK:A, MK 2011, MK11, MK1), Ninjitsu (MK 2011, MK11, MK1) e Dragão (MK1)
  • ESPÉCIE: Espectro Masculino (anteriormente Humano/Criomante)
  • FAMÍLIA: Sub-Zero (Irmão caçula)
  • AFILIAÇÃO: Shang Tsung, Shao Kahn, Sindel, Sheeva, Mileena, Shinnok, Quan Chi, Goro, Kintaro, Motaro, Kano, Sektor, Ermac, Sareena e a Kronika
  • CRIADOR(ES): Ed Boon e John Tobias
  • PRIMEIRA APARIÇÃO: Mortal Kombat (1992)
Noob Saibot é um personagem fictício da série de jogos de luta Mortal Kombat. Ele estreou como um personagem secreto e não jogável em Mortal Kombat II, onde era uma silhueta negra dos outros ninjas masculinos do jogo, por outro lado, sua primeira aparição como personagem selecionável foi na versão Ultimate Mortal Kombat 3. Seu nome consiste nos sobrenomes dos cocriadores da série, Ed Boon e John Tobias, invertidos. Do segundo ao quarto jogo, era chamado de Noob Saibot mas a partir do Deception até o nono jogo, era chamado somente de Noob pois John Tobias saiu da Midway (hoje, NetherRealm Studios) após o MK4 porém o nome Saibot voltou em Mortal Kombat 11 voltando a ser chamado de Noob Saibot.

CURIOSIDADES
  1. De acordo com um tweet de Ed Boon, Noob é o personagem, enquanto Saibot é seu clone das sombras.
  2. O nome de Bi-Han pode ser transcrito para o chinês como 壁漢, literalmente "homem de jade plano", ou 避寒, "escapar do frio".
  3. Durante muito tempo, os nomes reais do Sub-Zero original e de seu irmão mais novo foram mantidos em segredo até MK 2011, quando seus nomes verdadeiros foram revelados no trailer do personagem Sub-Zero.
  4. O nome original de Sub-Zero seria "Tundra", que canonicamente se tornou o codinome original do Sub-Zero mais jovem.
  5. Durante o tempo em que foi Sub-Zero, ele não gostava de ser chamado de "ninja". Como um leal membro do Lin Kuei, ele se referia a si mesmo como um "guerreiro Lin Kuei" e fazia distinção entre os dois. Ironicamente, Noob usa shurikens, que são comumente usadas por ninjas. Para aumentar ainda mais a ironia, as shurikens na série foram usadas pela primeira vez em Mortal Kombat 4 por Reiko, que substituiu Noob no jogo.
    1. Além disso, em MK11, durante uma interação com seu irmão Kuai Liang e Cassie Cage, Cassie se refere ao Lin Kuei como ninjas, ao que Sub-Zero retruca que eles NÃO SÃO, apesar de se vestirem como eles.
  6. Em todos os jogos em que ambos os irmãos apareceram, o Ice Blast do Sub-Zero e o Disabler do Noob usaram a mesma combinação de botões (baixo, frente, soco fraco).
  7. Em MK 2011, no entanto, a bola de gelo do Sub-Zero usa uma combinação ligeiramente diferente da bola fantasma do Noob (baixo, frente, chute frontal e baixo, frente, soco frontal, respectivamente). Além disso, a bola de gelo do Cyber Sub-Zero usa a mesma combinação da bola fantasma.
  8. Bi-Han, como Sub-Zero, aparece em Fortnite Battle Royale como parte do Passe de Batalha da 34ª temporada. Ele é um estilo selecionável para seu irmão, reutilizando sua aparência de Mortal Kombat 1.
  9. Esta também é a primeira aparição oficial de personagens de Mortal Kombat em um jogo que não foi desenvolvido pela NetherRealm Studios.
  10. Na edição de colecionador de Mortal Kombat II, Kuai Liang afirmou que Bi-Han se recusava a usar qualquer tipo de tecnologia moderna em suas missões e estava se tornando "obsoleto". Após renascer como Noob Saibot na linha do tempo original e, em linhas do tempo futuras, como Sub-Zero, Bi-Han já demonstrava ser um defensor da tecnologia moderna e aderiu à Iniciativa Cibernética, embora ele próprio não a utilizasse em combate.
  11. O golpe fatal "Rosca na Coluna" foi inspirado em uma cena do primeiro filme do Predador.
  12. Noob Saibot estava planejado para ser um personagem jogável em Mortal Kombat 4, aparecendo jogável nas primeiras versões do jogo, mas foi removido em favor de Reiko, que foi criada a partir da modificação do modelo de Noob, para a versão "Revisão 2". Ele se tornou um personagem secreto nas versões para consoles domésticos, composto por seu modelo original e utilizando golpes e fatalities emprestados de outros personagens. Noob tinha duas roupas adicionais: uma sem camisa com uma caveira na cabeça e um moletom com capuz e calças, no estilo da Morte. A única coisa que Noob não herdou de outros personagens foi sua arma: uma foice longa (que eventualmente substituiria o porrete com espinhos de Reiko em Mortal Kombat Gold). Apesar de ser jogável nas primeiras versões e de ter sido reintegrado nas versões para consoles domésticos, Noob não tinha história, sequência biográfica ou final.
    1. Todas as versões de Mortal Kombat 4 incluem um código de combate "Modo Noob Saibot", que aparentemente não tem efeito algum.
PODERES E HABILIDADES

Como Sub-Zero: Quando ainda era o Criomante Sub-Zero, Bi-Han possuía um controle incrível sobre o elemento gelo. Ele podia facilmente congelar seus oponentes a temperaturas de -500° Fahrenheit (que ultrapassam até mesmo o zero absoluto), a ponto de torná-los tão frágeis que se estilhaçavam em pedaços. Embora alguns presumissem que a revelação de que Bi-Han podia gerar frio a -500° Fahrenheit fosse uma piada com seu codinome, já que é fisicamente impossível a matéria ficar mais fria que o zero absoluto, quando o assunto foi levado à Midway, eles afirmaram que no Mundo Exterior as leis da física se aplicam de forma diferente, de modo que é possível atingir temperaturas abaixo do zero absoluto. Bi-Han era capaz de congelar instantaneamente seus oponentes com um único toque e tinha a habilidade de congelar o ar em uma grande área ao seu redor, concentrando todo o seu poder em uma explosão destrutiva. Seus poderes eram semelhantes, senão superiores, à criomancia de seu irmão mais novo. Assim como seu irmão, ele podia criar armas de gelo ao assumir o ataque (espadas, adagas, espinhos, orbes, etc.) e construções de gelo ao adotar um estilo mais defensivo (clones, armadilhas e armaduras).
  • Garra Oculta: Noob dispara uma lança presa a uma corda contra seu oponente, puxando-o para perto e permitindo um golpe livre. Este movimento foi diretamente inspirado em Scorpion.
  • Deslizamento Lin Kuei: Sub-Zero desliza pelo chão e derruba o oponente. Em MK1, esse ataque é chamado de Deslizamento de Gelo e consiste em Sub-Zero arremessar o oponente para o ar na direção oposta, trocando de lado com ele. Alternativamente, Sub-Zero pode optar por empalar o oponente com uma lança de gelo após usar esse ataque com sucesso, levantando-o e arremessando-o no chão enquanto ele permanece empalado na lança, ataque chamado de Lança Deslizante de Gelo.
  • Congelamento do Chão: Sub-Zero congela o chão e quem pisar no círculo de gelo escorregará temporariamente por todo o chão, deixando o oponente vulnerável a um golpe livre.
  • Clone de Gelo: Sub-Zero cria uma estátua de gelo de si mesmo em qualquer lugar que desejar, e qualquer um que a tocar será congelado. Em MK Trilogy, Bi-Han possuía esse ataque apenas na versão para Nintendo 64. Em MK1, esse ataque é chamado de Clone de Gelo e se desintegra logo após ser criado, diferentemente das outras versões do ataque. Sub-Zero também pode criar um clone no ar, chamado de Clone de Gelo (Aéreo). Este ataque é considerado um projétil.
  • Chuva de Gelo: Sub-Zero dispara gelo diretamente acima da cabeça, que cai sobre o oponente. Ele pode disparar de perto, a uma distância média ou longa para congelar o adversário. Bi-Han possuía esse golpe apenas na versão para Nintendo 64 de MK Trilogy.
  • Congelamento no Ar: Sub-Zero lança uma bola de gelo à sua frente enquanto está no ar.
  • Congelamento Diagonal: Sub-Zero dispara uma rajada de gelo para cima para congelar um oponente no ar.
  • Congelamento ao Contato: Sub-Zero corre para a frente e congela os inimigos que toca no caminho.
  • Super Deslizamento Lin Kuei: Versão aprimorada do Deslizamento Lin Kuei, onde Sub-Zero desliza por uma distância maior.
  • Congelamento Profundo: Sub-Zero congela os oponentes a ponto de eles se tornarem tão frágeis que se estilhaçam em pedaços.
  • Explosão Polar: Sub-Zero congela o próprio ar concentrando todo o seu poder de gelo em uma explosão destrutiva.
  • Investida do Clone de Gelo: Sub-Zero cria um clone de gelo que investe contra o oponente com um soco direto, arremessando-o para longe. Além disso, o ataque destrói qualquer projétil que atingir. Este ataque é quase idêntico ao usado por Kuai Liang em sua participação especial na série Injustice.
  • (Aéreo) Mergulho Glacial: Enquanto no ar, Sub-Zero mergulha em direção ao oponente com as pernas congeladas e o chuta no rosto, similar ao Chute de Mergulho do Kung Lao . Sub-Zero pode continuar combos se este golpe for bem-sucedido.
  • Vapores Mortais: Sub-Zero invoca gelo aos pés do oponente, reduzindo brevemente sua velocidade antes que o gelo derreta. Este ataque rastreia a localização do oponente. Sub-Zero ganha um breve momento para continuar combos se for bem-sucedido.
  • Palma Polar: Sub-Zero cobre a mão com gelo e atinge o oponente com um golpe de palma, congelando-o brevemente no ar ao impacto. O ataque pode ser carregado, chamado Palma Permafrost, que congela o oponente no ar por muito mais tempo, mas não causa dano adicional.
Como Noob Saibot: Sua transformação no espectro Noob Saibot não lhe concedeu novas habilidades imediatamente; em sua primeira aparição em Mortal Kombat II, ele utilizou golpes de outros ninjas. Foi somente em Ultimate Mortal Kombat 3 que Noob revelou todo o seu potencial, dominando os poderes das trevas e das sombras contra seus inimigos.

Noob demonstra domínio sobre os poderes das trevas e é capaz de ficar invisível, criar armas e invocar um clone sombrio de si mesmo para auxiliá-lo em combate. Isso lhe permite subjugar oponentes que lutam sozinhos. Seu clone foi substituído por Cyber Smoke em Mortal Kombat: Deception, que tinha um papel semelhante em combate, mas possuía seus próprios poderes e podia invocar Noob quando necessário. No jogo mais recente, ele pode se duplicar e se teletransportar para seu clone sombrio, obtendo vantagem em número e mobilidade, respectivamente. O clone também pode ser invocado dentro de oponentes vivos para contornar defesas externas, infundindo energia sombria neles e destruindo-os por dentro.

Como a maioria dos ninjas, Noob possui a habilidade de se teletransportar. Nos jogos anteriores, seu teletransporte exigia o uso de portais escuros, que ele também podia usar em oponentes azarados que fossem pegos neles. Seu uso de teletransporte e portais foi expandido em Mortal Kombat (2011) e em Mortal Kombat 11. Ele podia se transformar em líquido e se reformar em outro lugar, usar portais para se reposicionar ou reposicionar seu oponente, e até mesmo matar esmagando e desintegrando aqueles que fossem pegos em seu portal. Noob também aprimorou suas técnicas de bunshin, invocando múltiplos clones para imobilizar inimigos. Ele usou essas técnicas contra Jax e Jacqui quando eles retornaram à ilha de Shang Tsung para recuperar a coroa.

Suas armas de escolha são shurikens. Inicialmente, ele usaria essas armas, juntamente com uma foice, em Mortal Kombat 4, mas foi substituído por Reiko. No entanto, ele começa a usar essas armas em Mortal Kombat: Deception. Ele também utiliza uma foice como sua arma principal em Mortal Kombat 11.

Na segunda linha temporal, como um Espectro, Noob possui um certo grau de imortalidade. Isso foi demonstrado quando ele sobreviveu ao ser jogado no Tornado de Almas por Nightwolf. Noob foi capaz de resistir ao vórtice e absorver as almas que giravam ao seu redor, usando-as para alimentar seu poder. Além disso, a foice que ele empunha está alojada em seu coração, mas ele parece não ser afetado, já que a arma é frequentemente embainhada e desembainhada.

Na Nova Era de Liu Kang, a forma e o poder de Noob Saibot são produto da magia do Caos do Titã Havik, e não da necromancia. Ao abraçar a aleatoriedade e o caos, Bi-Han consegue acessar suas habilidades usuais e expandi-las. Seu método preferido para destruir inimigos é invocar um portal do qual emergem várias mãos sombrias que os despedaçam. O procedimento que transformou Bi-Han também conectou telecineticamente seus pensamentos com Havik. Isso lhe permitiu derrotar o Titã fortalecido pelo Kamidogu em combate, apesar da diferença de poder, por conhecer suas fraquezas e explorá-las a seu favor, juntamente com seus novos poderes concedidos por seu antigo mestre.
  • Garra Oculta: Noob dispara uma lança presa a uma corda contra seu oponente, puxando-o para perto e permitindo um golpe livre. Este movimento foi diretamente inspirado em Scorpion. Em Mortal Kombat: Tournament Edition, Noob dá uma risada maligna e exclama: "Get Over Here!"
  • Teletransporte Confuso: Noob se teletransporta para o outro lado da tela e ataca seu oponente pelas costas.
  • Deslize: Noob aplica um chute giratório no oponente.
  • Arremesso Aéreo: Enquanto estiver no ar, Noob agarra o oponente e o arremessa.
  • Desativador: Noob lança uma bola de fogo fantasmagórica que desativa os movimentos especiais e bloqueios do oponente. Este ataque foi renomeado para Bola Fantasma em MK 2011 e Bola Fantasma em MK11 e MK1. Em MK11, este projétil é indefensável e Noob realiza uma longa animação de preparação antes de lançá-lo. Se acertar, removerá temporariamente uma barra dos medidores Ofensivo e Defensivo do oponente. Esta habilidade entra em conflito com Bola Espiritual quando equipada, desativando a opção de selecionar Bola Espiritual. Em MK1, se uma Bola Fantasma acertar ou for bloqueada, o oponente fica envolto em uma aura verde e Noob pode realizar Exorcismo para causar dano.
  • Golpe de Teletransporte: Desaparecendo e reaparecendo atrás do oponente, ele o agarra e o arremessa no chão. O ataque é chamado de Agarrão de Teletransporte em Armageddon. Em MK11, este ataque é chamado de Golpe de Teletransporte e Noob usa sua foice para agarrar o oponente e jogá-lo no chão. Em MK1, o ataque também é chamado de Golpe de Teletransporte.
  • Arremesso Sombrio: Noob envia uma construção sombria que agarra e arremessa seu oponente para o ar.
  • Ataques de Teletransporte: Semelhante ao Golpe de Teletransporte, só que ele ataca o oponente em vez de arremessá-lo.
  • Bola de Fogo: Noob dispara uma bola de fogo rosa no oponente, podendo também ser executado no ar.
  • Bola de Fogo Azul: Noob lança uma bola de fogo branco-azulada em seu oponente.
  • Nós Vivemos: Junto com Smoke, os dois atacam e socam o oponente.
  • Morte vinda do alto: Noob Saibot invoca Smoke do ar, que então aparece e chuta o oponente no rosto.
  • Sombras da Noite: Noob Saibot invoca Smoke, que aparece e ataca o oponente pelas costas.
  • Assassino Sombrio: Invocado por Smoke, ele arremessa shurikens no oponente. Em Armageddon, Noob executa este movimento sem um parceiro. Noob dispara 4 shurikens de uma só vez, diferentemente de Reiko, que as arremessa uma a uma.
  • Escuridão: Noob Saibot desaparece e reaparece à vontade.
  • Buraco Negro: Noob Saibot dispara um portal escuro para o ar que aterrissa no chão atrás do inimigo. Ele também pode aparecer na frente ou aterrissar diretamente sobre o inimigo. Caso o inimigo caia ou seja empurrado para dentro do portal, ele cairá do céu diretamente acima de Noob e sofrerá dano com a queda. Em MK1 , este ataque é chamado de Portal do Plano Inferior e pode ser usado em diferentes alcances, chamados de Portal do Plano Inferior Próximo/Distante.
  • Deslize Sombrio: Em uma referência ao seu Deslize Lin Kuei antes da transformação, Noob envia seu Clone Sombrio deslizando, o que derruba o oponente. Em MK11, este ataque é considerado um projétil. Em MK11, esta habilidade entra em conflito com Golpe Sombrio quando equipada, desativando a opção de selecionar Golpe Sombrio.
  • Investida Sombria: Noob Saibot envia seu Clone Sombrio para atacar seu oponente. Em MK11 e MK1, esse ataque é chamado de Investida Sombria, e em MK1, o clone sombrio agarra o oponente e o arremessa por cima do ombro. Esse ataque é considerado um projétil.
  • Joelhada Sombria: Noob Saibot lança seu Clone Sombrio no ar, chutando o oponente para longe ou podendo ser usado para atingir oponentes no ar. Em MK11, este ataque é chamado de Chute Sombrio Ascendente. Também em MK11, quando usado no canto da arena contra um oponente no ar, pode continuar ou estender combos se acertar. Em alguns casos, também pode ser usado contra um oponente em pé para lançá-lo ao ar para um combo aéreo; caso contrário, o ataque simplesmente arremessa o oponente para longe. Este ataque é considerado um projétil.
  • Mergulho Sombrio: No ar, Noob Saibot envia seu Clone Sombrio em um ângulo descendente para executar um chute voador que causa dano ao oponente. Este ataque é similar à habilidade Chute Aéreo do Clone que seu irmão mais novo possuía em Injustice 2. Este ataque é considerado um projétil. Esta habilidade entra em conflito com o Porto da Foice quando equipada, desativando a opção de selecionar o Porto da Foice.
  • Golpe Sombrio: Noob Saibot envia seu Clone Sombrio para executar um chute baixo à curta distância, derrubando o oponente. Diferentemente de seus outros ataques com o Clone Sombrio, este ataque não é considerado um projétil. Esta habilidade entra em conflito com o Deslize Sombrio quando equipada, desativando a opção de selecionar o Deslize Sombrio. Em MK1, este ataque é conhecido como Varredura Sombria, com o clone sombrio executando uma varredura. Se a sombra não estiver disponível, Noob executa a varredura ele mesmo.
  • Bola Espiritual: Noob Saibot lança uma Bola Fantasma veloz que não remove a barra de especial. Esta habilidade entra em conflito com Bola Fantasma quando equipada, desativando a opção de selecionar Bola Fantasma.
  • Golpe da Foice: Noob Saibot golpeia seu oponente no ar com sua foice, mas seu Clone das Sombras o arremessa ao chão e devolve a foice para Noob.
  • (Aéreo) Teleporte da Foice: Enquanto estiver no ar, Noob Saibot arremessa sua foice em um ângulo e se teleporta para o local onde ela cair no chão. Esta habilidade entra em conflito com o Mergulho Sombrio quando equipada, desativando a opção de selecionar o Mergulho Sombrio.
  • Arremesso de Foice: Noob Saibot arremessa sua foice para o alto, onde seu Clone das Sombras desce e a golpeia sobre a cabeça do oponente, fazendo-o ricochetear e arremessando-o para longe. O ataque pode ser usado em diferentes alcances, chamados de Arremesso de Foice Próximo/Longo. Este ataque não é considerado um projétil.
  • Exorcismo: Se um oponente for envolvido por uma aura verde após ser atingido ou bloquear uma Bola Fantasma, Noob Saibot bate as mãos, causando uma explosão dentro do oponente que o lança para o ar, permitindo que Noob o faça malabarismos.
  • Abraçar o Caos: Noob Saibot esmaga a mão decepada pendurada em seu cinto e é envolvido por uma aura sombria. Enquanto este movimento estiver ativo, a maioria dos movimentos de Clone das Sombras cria portais que teleportam o oponente em sua direção, e Noob ganha acesso ao movimento Invocação do Plano Inferior. Assim que a duração expirar, Noob fica impossibilitado de usar qualquer movimento de Clone das Sombras pelo resto da rodada. Este movimento só pode ser executado uma vez por partida.
  • Invocação do Plano Inferior: Noob lança um portal aos pés do oponente, fazendo-o cair dentro dele e despencar à sua frente.
  • Golpe Sombrio: Noob Saibot envia seu Clone Sombrio para executar um chute giratório à curta distância, arremessando o oponente para trás ou, se Abraço do Caos estiver ativo, para dentro de um portal que o faz cair na frente de Noob.
  • Deslize do Saibot: Se o clone das sombras não estiver disponível, Noob Saibot desliza pelo chão e derruba o oponente.
  • Deslize do Saibot: Se o clone das sombras não estiver disponível, Noob Saibot desliza pelo chão e derruba o oponente.
  • (Aéreo) Chute em Mergulho: Se o clone das sombras não estiver disponível, Noob Saibot mergulha em direção ao oponente e o chuta no rosto.
  • Chute Sombrio (Aéreo): No ar, Noob Saibot lança seu Clone Sombrio para frente com um chute voador.
  • (Aéreo) Mergulho Sombrio: Enquanto estiver no ar, Noob Saibot envia seu Clone Sombrio para baixo para atacar o oponente.
CARACTERIZAÇÃO

Aparência:

Personalidade: Bi-Han sempre foi um assassino Lin Kuei calculista, porém implacável e sem remorso, especialmente com aqueles que considerava seus inimigos. Embora tenha sido responsável pelo assassinato brutal e selvagem de Hanzo Hasashi, Bi-Han foi responsabilizado pela extinção do clã Shirai Ryu, bem como pelo assassinato da família de Hanzo.

A natureza implacável de Bi-Han só pioraria como o Espectro Noob Saibot, pois sua alma corrompida o levaria a ansiar por sua própria forma de poder. Ele se tornaria um antagonista recorrente na série posteriormente, continuando a se aliar a outros vilões em busca de sua própria conquista.

Na linha temporal atual, Bi-Han, embora ainda insensível, é visto como um dos campeões de Liu Kang e auxilia o Deus do Fogo na proteção do Plano Terreno junto com seus irmãos Kuai Liang e Tomas.

Nesta linha temporal, Bi-Han, como Noob Saibot, é significativamente diferente das versões anteriores. Esta versão do personagem é corrompida por uma variante Titã de Havik, uma contraparte divina de outra linha temporal obcecada por tudo que envolva caos.

HISTÓRIA DE ORIGEM

Bi-Han era o Sub-Zero original, um dos guerreiros mais poderosos e devotos do clã Lin Kuei. Embora essencialmente neutro, ele era um assassino frio e cruel, cuja alma havia sido corrompida por anos de violência e assassinatos impiedosos.

Ao final do primeiro torneio Mortal Kombat, Bi-Han foi assassinado por Scorpion em retaliação por sua própria morte pelas mãos do criomante. Ele então desceu ao quinto plano do Plano Inferior, onde foi ressuscitado pelo feiticeiro necromante Quan Chi, que também havia ressuscitado Scorpion anteriormente. O mal dentro da alma de Bi-Han foi libertado ao privá-lo de orgulho, compaixão e tudo o mais que o tornava humano.

Renascido no Plano Inferior, agora como o espectro sombrio Noob Saibot, ele se torna a própria encarnação do mal. Seu desejo não é apenas permanecer no Plano Inferior, mas conquistá-lo e governá-lo. Embora tenha sido visto a serviço de senhores da guerra malignos como Shinnok e Shao Kahn, sua lealdade suprema é a si mesmo.

DESENVOLVIMENTO

O nome do personagem vem dos sobrenomes dos criadores de Mortal Kombat, Ed Boon e John Tobias, escritos ao contrário. Saibot apareceu pela primeira vez em Mortal Kombat II como um personagem secreto não jogável e uma versão com paleta de cores totalmente preta dos outros ninjas masculinos do jogo, com quem os jogadores podiam lutar após vencer cinquenta partidas consecutivas. Encorajado pela reação positiva ao personagem secreto Reptile do primeiro jogo, Boon adicionou Saibot ao MKII sem o conhecimento de Tobias, embora Tobias mais tarde tenha criado a história inicial do personagem como um espectro do Plano Inferior.

Em Mortal Kombat 3, Noob Saibot não é uma versão totalmente preta de um ninja, mas sim uma versão completamente preta de Kano, já que não existem ninjas nesse jogo. Ele também não possui nenhum golpe especial, mas utiliza alguns combos de Kano. Além disso, na versão para Mega Drive, ele até possui o Fatality Raio Ocular de Kano. Na versão arcade de MK3, quando Noob vence um round, o locutor diz: "Kano mostra misericórdia!". Isso é claramente um erro de programação.

Na versão de MKT para Nintendo 64, devido ao espaço limitado no cartucho, Bi-Han é o único Sub-Zero presente no jogo. Para compensar isso, ele recebe os ataques Chuva de Gelo e Clone de Gelo de Kuai-Liang, bem como seu golpe final Animality. No Guia do Lutador, essa versão é chamada de Super Sub-Zero.

EM OUTRAS MÍDIAS

Cinema: Bi-Han aparece no filme Mortal Kombat de 1995 como Sub-Zero, interpretado por François Petit. Seu relacionamento com Scorpion é praticamente ignorado; Shang Tsung apenas comenta que eles são "os inimigos mais mortais, mas escravos sob meu poder" .

Em Mortal Kombat: A Aniquilação, a sequência do filme de 1995, a habilidade de Noob Saibot de se dividir em dois foi dada a Ermac.

Bi-Han aparece como Sub-Zero no filme Mortal Kombat de 2021 e é interpretado pelo ator Joe Taslim.

Animação: Em Mortal Kombat: A Jornada Começa, o filme não oficial que serve como prelúdio para o longa de 1995, o Sub-Zero original é novamente retratado como um servo de Shang Tsung ao lado de Scorpion.

Bi-Han, dublado por Steven Blum, interpreta Sub-Zero no filme de animação de 2020, Mortal Kombat Legends: Scorpion's Revenge. Assim como a maioria de suas contrapartes em outras mídias, Scorpion tentou matar Sub-Zero pelas mortes de sua família e do clã Shirai Ryu.

Televisão: O Sub-Zero original aparece brevemente no primeiro episódio de Mortal Kombat: Defenders of the Realm, em um flashback que o mostra sendo derrotado por Liu Kang, assim como no filme de 1995. No entanto, como a série era voltada para um público mais jovem, em vez de ser empalado por uma estalagmite de gelo como no filme, Sub-Zero se congela.

Bi-Han aparece como Sub-Zero em Mortal Kombat Legacy, interpretado por Kevan Ohtsji na 1ª temporada e Eric Steinberg na 2ª temporada. Ao contrário dos jogos, Bi-Han e Hanzo Hasashi eram amigos de infância e rivais nos treinos, em vez de inimigos declarados; eles costumavam treinar juntos em um campo de feno nos arredores de suas respectivas aldeias.

Literatura: No romance Mortal Kombat, de Jeff Rovin, o Sub-Zero original é um homem ainda mais brutal em comparação com sua contraparte dos videogames. Após matar Yong Park, estripando-o na frente de sua família e jogando seu cadáver em um rio, ele se isolou.

Bi-Han aparece ao lado de Kuai Liang (como Scorpion) e Shang Tsung no evento crossover DC KO, lutando contra o Raio Negro e o Homem-Borracha.

Variados: Como as aparições de Noob Saibot na tela são todas anteriores a Mortal Kombat: Deception, jogo que estabeleceu Noob Saibot como o Sub-Zero original, as origens de todas essas contrapartes não fazem referência à sua origem como Sub-Zero.

Sub-Zero e seu irmão são mencionados no curta-metragem Mortal Kombat: Rebirth, por Sonya Blade e Jax Briggs, numa tentativa de ganhar a confiança de Scorpion e convencê-lo a participar do torneio de Shang Tsung.

FONTES: 壁寒 ("Wall Cold") also 避寒 ("Avoiding Cold") (WG: Pi4 Han2; PY: Bì Hán for both transcriptions) per localization in East Asia since 2010s.

 Netherrealm Studios Releases Sub-Zero Vignette!
 https://imgur.com/gallery/7ZQlNlp

 "Smarty". Electronic Gaming Monthly 107 (June 1998). Pages 14 and 16.

 https://youtu.be/0p2YcNzANTM?si=Qpz9uBIkqvOSmkBk&t=892

 https://twitter.com/#!/noobde/status/37540240381968384 Noob and Saibot

Post № 883 ✓

ABC F.C. (CLUBE DE FUTEBOL BRASILEIRO DO RIO GRANDE DO NORTE)

Escudo. NOME: ABC Futebol Clube ALCUNHAS:  O Mais Querido, Alvinegro Potiguar, Clube do Povo, Campeão das Multidões TORCEDOR(A)/ADEPTO(A): ...