Postagens mais visitadas

sábado, 27 de junho de 2026

MORTAL KOMBAT MYTHOLOGIES: SUB-ZERO (VIDEOJOGO DE 1997)

Capa norte-americana para Nintendo 64.
  • DESENVOLVEDORA(S): Midway Games Inc. e Avalanche Software (Nintendo 64)
  • PUBLICADORA(S): Midway Games Inc. e GT Interactive Software Corp. (Europa)
  • DIRETOR(ES): Dimitrios Tianis e Bill O'Neil
  • PRODUTOR(ES): John Tobias, Dimitrios Tianis e Michael Gottlieb
  • DESIGNER(S): John Tobias
  • ARTISTA(S): John Tobias, Joshua Y. Tsui, Carlos Pesina e Eugene Geer
  • COMPOSITOR(ES): Dan Forden
  • ELENCO:
    • John Turk — Sub-Zero e Scorpion (jogabilidade, sem créditos)
    • Sal Divita — Scorpion
    • Michael Garvey — Raiden e o Grão-mestre Lin Kuei
    • Richard Divizio — Quan Chi e Shang Tsung
    • Gary Wingert — Shinnok
    • Tony Marquez — Fujin e os Monges
    • Lia Montelongo — Sareena
    • Kerri Hoskins — Kia
    • Erica Grace — Jataaka
    • Rachel Herbert — Jataaka (gameplay)
    • geração em 3D — deus da Terra
    • Brian Glynn — deus da Água
    • Desconhecido — deus do Fogo
  • PLATAFORMA(S): Playstation e Nintendo 64
  • LANÇAMENTO:
    • Playstation: 3 de outubro de 1997 (América do Norte), 2 de dezembro de 1997 (Europa)
    • Nintendo 64: 11 de dezembro de 1997 (América do Norte), 12 de fevereiro de 1998 (Europa)
  • GÊNERO(S): Ação-aventura, Beat 'em up, Plataforma 2D
  • MODOS DE JOGO: Um jogador
  • PREQUÊNCIA: Mortal Kombat: Special Forces (2000)
  • SEQUÊNCIA: Mortal Kombat (1992)
  • ONDE JOGAR:
Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero é um jogo de ação e aventura de 1997 desenvolvido e publicado pela Midway para PlayStation e Nintendo 64. Um spin-off da franquia Mortal Kombat, é o primeiro título da série a não ser um jogo de luta. Também introduz personagens e elementos da história que seriam utilizados em Mortal Kombat 4, lançado no mesmo ano. Mythologies é o último jogo da série a utilizar atores digitalizados.

SINOPSE

Ambientado antes do jogo original, acompanha Bi-Han, o Sub-Zero mais velho, em sua busca pelo amuleto de Shinnok.

JOGABILIDADE

Embora Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero seja classificado como um jogo de ação e aventura, seus controles são muito semelhantes aos dos jogos de luta 2D da franquia Mortal Kombat. O jogador dispõe de quatro botões de ataque, além de um botão de bloqueio e um de corrida, como em Mortal Kombat 3. O jogador controla Sub-Zero como em um jogo de luta, incluindo o uso de golpes especiais baseados em comandos, para combater inimigos e explorar os níveis. Um botão de "virar" é usado para mudar a direção para a qual Sub-Zero está virado, enquanto um botão de "ação" é usado para pegar ou usar itens. O jogador também tem acesso a uma tela de status que registra o inventário, os pontos de experiência e os golpes especiais adquiridos durante o jogo.

O jogador começa o jogo com uma pequena barra de vida e um número limitado de vidas extras. Ao longo do jogo, o jogador pode ganhar pontos de experiência realizando combos contra inimigos, que são então usados para aumentar a força do seu personagem e obter acesso a movimentos especiais. Um "medidor de gelo" aparecerá depois que o jogador começar a adquirir movimentos especiais. Movimentos especiais requerem poder de gelo para serem executados. A vida e o poder de gelo podem ser restaurados coletando itens (embora o medidor de gelo também se reabasteça gradualmente com o tempo). O jogador também precisa recuperar itens-chave. Senhas são usadas para acompanhar o progresso do jogador.

DESENVOLVIMENTO

A produção de Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero durou cerca de 14 meses do início ao fim, com a notícia de que o jogo estava sendo desenvolvido vazando para a imprensa no terceiro trimestre de 1996. O designer e co-criador de Sub-Zero, John Tobias, disse que estava intrigado com a história do personagem e queria desenvolvê-la. A equipe principal de design estava localizada nos escritórios da Midway em Chicago e era composta por cinco artistas, dois programadores e um designer de som.

Os gráficos de Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero foram criados usando diversas técnicas. Enquanto Sub-Zero e muitos dos personagens mais humanoides foram criados usando a marca registrada de Mortal Kombat de digitalizar atores reais, muitos dos inimigos mais ameaçadores, assim como todos os cenários, foram feitos em 3D em tempo real. Essa combinação supostamente proporciona uma aparência mais realista do que jamais foi alcançada nos jogos anteriores de Mortal Kombat. Outra adição ao universo de Mortal Kombat foi o uso de sequências cinematográficas detalhadas para ajudar a contar a história enquanto o jogador progride no jogo. Isso foi feito combinando atores reais com elementos digitais. Os atores foram gravados em frente a uma tela verde e, em seguida, combinados digitalmente com cenários 3D. A filmagem dessas sequências levou cerca de uma semana para ser concluída. A equipe foi mantida no mínimo e todo o processo, da gravação à pós-produção, levou cerca de um mês.

RECEPÇÃO

Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero recebeu críticas controversas. A IGN afirmou: "Pode ter sido uma boa ideia no papel, mas como jogo é terrível." e a Next Generation concluiu que "Apesar de alguns bons recursos, como os elementos de RPG do jogo, Mythologies simplesmente não é divertido. Depois de lutar contra vários inimigos genéricos e morrer em armadilhas imprevisíveis, até mesmo os fãs mais hardcore de Mortal Kombat se sentirão frustrados e irritados." Por outro lado, Jeff Gerstmann, do GameSpot , o elogiou como "uma mistura incrível de luta e plataforma". A revista espanhola Superjuegos focou seus elogios na mistura de gêneros do jogo e o chamou de "uma verdadeira delícia que surpreende tanto os aficionados por beat 'em up quanto os maníacos por aventuras como Flashback." ("uma verdadeira delícia que surpreenderá tanto os fãs de beat 'em up quanto os maníacos por aventuras no estilo Flashback.") A GamePro adotou uma postura mais moderada, mas ainda positiva, descrevendo-o como "um spin-off interessante, divertido e, em última análise, exaustivo da série de jogos de luta arcade. Mythologies não é tão grande quanto Castlevania: Symphony of the Night ou tão complexo quanto Oddworld: Abe's Oddysee, mas, em termos de ação sólida e desafiadora, se sai muito bem."

Os elogios ao jogo centraram-se no seu sistema de acumulação de pontos de experiência para aprender movimentos, nos gráficos (em particular nos cenários 3D), e nas cenas de vídeo em movimento completo (FMV). No entanto, muitos consideraram a animação rígida ao ponto de parecer ridícula. Alguns também criticaram a falta de variedade nos inimigos, e o facto de o design de níveis e a câmara frequentemente criarem situações em que o jogador não consegue ver a plataforma em que precisa de saltar para prosseguir, forçando-o a saltar às cegas e a torcer para ter sorte. De longe, a crítica mais generalizada foi a dos controlos pouco intuitivos e lentos a responder, com alguns a queixarem-se particularmente da necessidade de pressionar um botão de ação para fazer o Sub-Zero virar-se. John Ricciardi comentou na Electronic Gaming Monthly: "Você se lembra dos velhos tempos do NES , quando alguns jogos eram totalmente frustrantes por causa de seus controles horríveis? Bem, pegue o pior de todos, multiplique por 10, e você terá MKM: SZ. O controle é realmente tão ruim assim."

As análises da versão para Nintendo 64 foram consideravelmente mais negativas do que as da versão para PlayStation, visto que mesmo os críticos que tiveram uma resposta positiva ao jogo notaram que a versão para Nintendo 64 tinha áudio de qualidade inferior e removia as cutscenes FMV, que muitos consideravam o melhor elemento do jogo. A GameFan e a GameSpot também consideraram os gráficos da versão para Nintendo 64 mais desbotados, mas a IGN afirmou que as duas versões são graficamente idênticas, exceto pela remoção das FMV, e a Electronic Gaming Monthly e a GamePro argumentaram que os gráficos do Nintendo 64 são melhores. No entanto, a GamePro ficou, no geral, menos satisfeita com a versão para Nintendo 64, descrevendo-a mais como um jogo para alugar, e até mesmo Sushi-X, o único membro da equipe de quatro pessoas da Electronic Gaming Monthly a dar uma avaliação positiva ao jogo para PlayStation, resumiu que "Embora eu tenha gostado um pouco da versão para PlayStation, detestei a zombaria do N64". Ele deu à versão para PlayStation uma nota 7,5, mas à versão para Nintendo 64 uma nota 5,0. A revista francesa Game Play 64 teve opiniões mistas, mas acreditava que os fãs da franquia ainda poderiam encontrar alguma diversão nela. A revista brasileira Ação Games deu uma nota 9 de 10 para as versões de N64 e PS1, elogiando os gráficos, o som e a jogabilidade.

As análises retrospectivas foram mais negativas, com alguns classificando o jogo como um dos piores jogos de Mortal Kombat de todos os tempos. A matéria "Replay" da Game Informer declarou que o jogo era "absolutamente terrível" devido a todos os seus aspectos. Em 2011, Daemon Hatfield, da IGN, o listou como um dos piores jogos de Mortal Kombat de todos os tempos. Segundo ele, a Midway havia planejado Mythologies como uma série, mas a recepção extremamente negativa resultou em seu cancelamento. Suas cenas de corte também foram criticadas no artigo da UGO Networks "As Piores Cenas de Corte da História dos Jogos" devido à atuação e aos efeitos especiais pouco convincentes. Mikel Reparaz, do GamesRadar, opinou que, embora o conceito de dar a Sub-Zero seu próprio jogo fosse interessante com base em sua popularidade, o jogo "acabou sendo uma bagunça terrível de sprites feios, mortes baratas e um botão que você tinha que apertar apenas para mudar a direção para a qual estava olhando, e quanto menos se falar sobre isso, melhor."

FONTES: Johnston, Chris (December 8, 1997). "Midway Ships Two". GameSpot. Archived from the original on January 19, 1998. Retrieved August 17, 2022.
 Romano, Sal (August 21, 2025). "Mortal Kombat: Legacy Kollection adds PlayStation spin-off games, WaveNet Ultimate Mortal Kombat 3". Gematsu. Retrieved August 21, 2025.
 "MK Mythologies: Sub-Zero: Not Just Blood and Guts Anymore". Electronic Gaming Monthly. No. 100. Ziff Davis. November 1997. p. 78.
 Midway (1997). Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero. Midway. Sub-Zero: Fine... I get to the temple and then what? What's inside?/ Quan Chi: A small amulet... worthless to you, but... let's just say it has great sentimental value to me.
 Midway (1997). Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero. Midway. Raiden: Do you realize what you've done?? / Sub-Zero: I was just earning my living. / Raiden: Your clan's ignorance and greed will cost this entire realm. You must now set things straight. / Sub-Zero: Quan Chi could simply be a lunatic sorcerer. I've never heard of an elder god named Shinnok or of a place called the Netherealm. / Raiden: Well, you'd better start believing in both, because you're going to the Netherealm and you're going to bring the amulet back. We must act quickly. I have no dominion in the Netherealm... You are reality's only hope. / Sub-Zero: I'll do it, Thunder God... but only because I have no choice.
 Midway (1997). Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero. Midway. Sub-Zero: Here... the amulet. / Raiden: Impressive, Sub-Zero. Perhaps you will reconcile your reckless past after all.
 Playstation Pocket Power Guide Unauthorized, vol. 3, Prima, 1998, pp. 56, 57, ISBN 0-7615-1466-X
 "Behind the scenes". Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero official website (archive). Archived from the original on 1998-12-01. Retrieved 2009-02-02.
 "Gaming Gossip". Electronic Gaming Monthly. No. 86. Ziff Davis. September 1996. p. 34.
 Major Mike (August 1997). "Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero". GamePro. No. 107. IDG. pp. 32–34.
 "Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero Nintendo 64 Review Score". Archived from the original on 2017-06-30.
 "Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero PlayStation Review Score". Archived from the original on 2017-06-30.
 "Le site des anciennes revues informatiques - www.abandonware-magazines.org". www.abandonware-magazines.org. Archived from the original on 2015-06-12. Retrieved 2018-07-18.
 "Review Crew: MK Myth.: Sub-Zero". Electronic Gaming Monthly. No. 103. Ziff Davis. February 1998. p. 105. Retrieved August 25, 2025 – via Video Game History Foundation.
 "Review Crew: MK Myth. Sub-Zero". Electronic Gaming Monthly. No. 101. Ziff Davis. December 1997. p. 206. Retrieved August 25, 2025 – via Video Game History Foundation.
 "Viewpoint". GameFan. Vol. 6, no. 2. February 1998. p. 18 – via Internet Archive.
 "Viewpoint". GameFan. Vol. 5, no. 11. November 1997. p. 20. Retrieved 26 April 2020.
 "Mortal Kombat Mythologies: Sub Zero Review Review". Archived from the original on September 19, 2015. Retrieved June 29, 2013.
 Gerstmann, Jeff (February 3, 1998). "Mortal Kombat Mythologies: Sub Zero Review Review". Archived from the original on October 4, 2014. Retrieved June 29, 2013.
 Gerstmann, Jeff (October 1, 1997). "Mortal Kombat Mythologies: Sub Zero Review Review". Archived from the original on April 12, 2012. Retrieved June 29, 2013.
 "Hobby Consolas 076". 1 January 1998 – via Internet Archive.
 Casamassina, Matt (December 8, 1997). "Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero". IGN. Retrieved 26 April 2020.
 "Mortal Kombat Mythologies: Sub Zero". 1 October 1997. Retrieved 25 September 2012.
 Davies, Jonathan (January 1998). "MK Mythologies: Sub Zero". N64 Magazine. No. 11. Future Publishing. p. 51.
 "Finals". Next Generation. No. 38. February 1998. pp. 112–3 – via Internet Archive.
 "El gélido abrazo de la muerte". Superjuegos (in Spanish). No. 68. December 1997. pp. 76–78 – via Internet Archive.
 "SuperGamePower - Ano 03 No. 045 (1997-12)(Nova Cultural)(BR)(pt)". December 1997.
 "File:AcaoGames BR 122.pdf - Retro CDN". retrocdn.net.
 "Le site des anciennes revues informatiques - www.abandonware-magazines.org". www.abandonware-magazines.org. Archived from the original on 2017-09-17. Retrieved 2018-09-19.
 "File:GameX BR 18.PDF - Retro CDN". Archived from the original on 2022-10-04. Retrieved 2019-04-18.
 "Nintendo Acción 064" – via Internet Archive.
 "PSX Magazine 14" – via Internet Archive.
 "Le site des anciennes revues informatiques - www.abandonware-magazines.org".

 Revista Gamers (in Brazilian Portuguese). Vol. 24 (Year III). Editora Escala. p. 46. ISSN 1413-1471.
 https://archive.org/details/consolemania-n-73-aprile-1998/page/n71/mode/2up

 Major Mike (December 1997). "PlayStation ProReview: Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero". GamePro. No. 111. IDG. pp. 148–9.

 Major Mike (February 1998). "Nintendo 64 ProReview: Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero". GamePro. No. 113. IDG. p. 80.

 "Replay – Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero". Game Informer. Archived from the original on March 23, 2010.

 Hatfield, Daemon (March 29, 2011). "The Best (And Worst) Mortal Kombat Games". Archived from the original on January 22, 2015. Retrieved June 29, 2013.

 Hatfield, Daemon (May 5, 2011). "The History of Mortal Kombat". Archived from the original on January 22, 2015. Retrieved June 29, 2013.

 Fahs, Travis (May 4, 2011). "The Worst Cutscenes In Gaming History". Archived from the original on 2011-05-09.

 Reparaz, Mikel (April 13, 2011). "The evolution of Scorpion and Sub-Zero". GamesRadar. Retrieved June 29, 2013.

Post № 884 ✓

sexta-feira, 26 de junho de 2026

NOOB SAIBOT (VILÃO DE JOGOS ELETRÔNICOS)

Arte conceitual oficial por John Tobias para Ultimate Mortal Kombat 3.

Arte conceitual oficial por John Tobias para Ultimate Mortal Kombat 3.
  • NOME COMPLETO: Bi-Han (Chinês: 壁寒)
  • NASCIMENTO: Palácio Lin Kuei, China, Plano Terreno (renasceu no Submundo)
  • ARMAS: Kunai (MKII), Facas borboleta (MK3), Machado (UMK3), Alfanje (MK4, MKG), Shurikens (MK4, MK:D, MK:U, MK:A), Espada Ninja (MK:TE), Martelo Troll (MK:A) e Foice de mão (MK11)
  • ESTILO(S) DE LUTA: Ninjitsu (MK1), Shotokan (MK1), Dragão (MK1), Hapkido (MK:TE, MK 2011, MK11, MK1), Pi Gua (MK:TE, MK 2011, MK11, MK1), Macaco (MK:D, MK:U, MK:A, MK 2011, MK11, MK1), Ninjitsu (MK 2011, MK11, MK1) e Dragão (MK1)
  • ESPÉCIE: Espectro Masculino (anteriormente Humano/Criomante)
  • FAMÍLIA: Sub-Zero (Irmão caçula)
  • AFILIAÇÃO: Shang Tsung, Shao Kahn, Sindel, Sheeva, Mileena, Shinnok, Quan Chi, Goro, Kintaro, Motaro, Kano, Sektor, Ermac, Sareena e a Kronika
  • CRIADOR(ES): Ed Boon e John Tobias
  • PRIMEIRA APARIÇÃO: Mortal Kombat (1992)
Noob Saibot é um personagem fictício da série de jogos de luta Mortal Kombat. Ele estreou como um personagem secreto e não jogável em Mortal Kombat II, onde era uma silhueta negra dos outros ninjas masculinos do jogo, por outro lado, sua primeira aparição como personagem selecionável foi na versão Ultimate Mortal Kombat 3. Seu nome consiste nos sobrenomes dos cocriadores da série, Ed Boon e John Tobias, invertidos. Do segundo ao quarto jogo, era chamado de Noob Saibot mas a partir do Deception até o nono jogo, era chamado somente de Noob pois John Tobias saiu da Midway (hoje, NetherRealm Studios) após o MK4 porém o nome Saibot voltou em Mortal Kombat 11 voltando a ser chamado de Noob Saibot.

CURIOSIDADES
  1. De acordo com um tweet de Ed Boon, Noob é o personagem, enquanto Saibot é seu clone das sombras.
  2. O nome de Bi-Han pode ser transcrito para o chinês como 壁漢, literalmente "homem de jade plano", ou 避寒, "escapar do frio".
  3. Durante muito tempo, os nomes reais do Sub-Zero original e de seu irmão mais novo foram mantidos em segredo até MK 2011, quando seus nomes verdadeiros foram revelados no trailer do personagem Sub-Zero.
  4. O nome original de Sub-Zero seria "Tundra", que canonicamente se tornou o codinome original do Sub-Zero mais jovem.
  5. Durante o tempo em que foi Sub-Zero, ele não gostava de ser chamado de "ninja". Como um leal membro do Lin Kuei, ele se referia a si mesmo como um "guerreiro Lin Kuei" e fazia distinção entre os dois. Ironicamente, Noob usa shurikens, que são comumente usadas por ninjas. Para aumentar ainda mais a ironia, as shurikens na série foram usadas pela primeira vez em Mortal Kombat 4 por Reiko, que substituiu Noob no jogo.
    1. Além disso, em MK11, durante uma interação com seu irmão Kuai Liang e Cassie Cage, Cassie se refere ao Lin Kuei como ninjas, ao que Sub-Zero retruca que eles NÃO SÃO, apesar de se vestirem como eles.
  6. Em todos os jogos em que ambos os irmãos apareceram, o Ice Blast do Sub-Zero e o Disabler do Noob usaram a mesma combinação de botões (baixo, frente, soco fraco).
  7. Em MK 2011, no entanto, a bola de gelo do Sub-Zero usa uma combinação ligeiramente diferente da bola fantasma do Noob (baixo, frente, chute frontal e baixo, frente, soco frontal, respectivamente). Além disso, a bola de gelo do Cyber Sub-Zero usa a mesma combinação da bola fantasma.
  8. Bi-Han, como Sub-Zero, aparece em Fortnite Battle Royale como parte do Passe de Batalha da 34ª temporada. Ele é um estilo selecionável para seu irmão, reutilizando sua aparência de Mortal Kombat 1.
  9. Esta também é a primeira aparição oficial de personagens de Mortal Kombat em um jogo que não foi desenvolvido pela NetherRealm Studios.
  10. Na edição de colecionador de Mortal Kombat II, Kuai Liang afirmou que Bi-Han se recusava a usar qualquer tipo de tecnologia moderna em suas missões e estava se tornando "obsoleto". Após renascer como Noob Saibot na linha do tempo original e, em linhas do tempo futuras, como Sub-Zero, Bi-Han já demonstrava ser um defensor da tecnologia moderna e aderiu à Iniciativa Cibernética, embora ele próprio não a utilizasse em combate.
  11. O golpe fatal "Rosca na Coluna" foi inspirado em uma cena do primeiro filme do Predador.
  12. Noob Saibot estava planejado para ser um personagem jogável em Mortal Kombat 4, aparecendo jogável nas primeiras versões do jogo, mas foi removido em favor de Reiko, que foi criada a partir da modificação do modelo de Noob, para a versão "Revisão 2". Ele se tornou um personagem secreto nas versões para consoles domésticos, composto por seu modelo original e utilizando golpes e fatalities emprestados de outros personagens. Noob tinha duas roupas adicionais: uma sem camisa com uma caveira na cabeça e um moletom com capuz e calças, no estilo da Morte. A única coisa que Noob não herdou de outros personagens foi sua arma: uma foice longa (que eventualmente substituiria o porrete com espinhos de Reiko em Mortal Kombat Gold). Apesar de ser jogável nas primeiras versões e de ter sido reintegrado nas versões para consoles domésticos, Noob não tinha história, sequência biográfica ou final.
    1. Todas as versões de Mortal Kombat 4 incluem um código de combate "Modo Noob Saibot", que aparentemente não tem efeito algum.
PODERES E HABILIDADES

Como Sub-Zero: Quando ainda era o Criomante Sub-Zero, Bi-Han possuía um controle incrível sobre o elemento gelo. Ele podia facilmente congelar seus oponentes a temperaturas de -500° Fahrenheit (que ultrapassam até mesmo o zero absoluto), a ponto de torná-los tão frágeis que se estilhaçavam em pedaços. Embora alguns presumissem que a revelação de que Bi-Han podia gerar frio a -500° Fahrenheit fosse uma piada com seu codinome, já que é fisicamente impossível a matéria ficar mais fria que o zero absoluto, quando o assunto foi levado à Midway, eles afirmaram que no Mundo Exterior as leis da física se aplicam de forma diferente, de modo que é possível atingir temperaturas abaixo do zero absoluto. Bi-Han era capaz de congelar instantaneamente seus oponentes com um único toque e tinha a habilidade de congelar o ar em uma grande área ao seu redor, concentrando todo o seu poder em uma explosão destrutiva. Seus poderes eram semelhantes, senão superiores, à criomancia de seu irmão mais novo. Assim como seu irmão, ele podia criar armas de gelo ao assumir o ataque (espadas, adagas, espinhos, orbes, etc.) e construções de gelo ao adotar um estilo mais defensivo (clones, armadilhas e armaduras).
  • Garra Oculta: Noob dispara uma lança presa a uma corda contra seu oponente, puxando-o para perto e permitindo um golpe livre. Este movimento foi diretamente inspirado em Scorpion.
  • Deslizamento Lin Kuei: Sub-Zero desliza pelo chão e derruba o oponente. Em MK1, esse ataque é chamado de Deslizamento de Gelo e consiste em Sub-Zero arremessar o oponente para o ar na direção oposta, trocando de lado com ele. Alternativamente, Sub-Zero pode optar por empalar o oponente com uma lança de gelo após usar esse ataque com sucesso, levantando-o e arremessando-o no chão enquanto ele permanece empalado na lança, ataque chamado de Lança Deslizante de Gelo.
  • Congelamento do Chão: Sub-Zero congela o chão e quem pisar no círculo de gelo escorregará temporariamente por todo o chão, deixando o oponente vulnerável a um golpe livre.
  • Clone de Gelo: Sub-Zero cria uma estátua de gelo de si mesmo em qualquer lugar que desejar, e qualquer um que a tocar será congelado. Em MK Trilogy, Bi-Han possuía esse ataque apenas na versão para Nintendo 64. Em MK1, esse ataque é chamado de Clone de Gelo e se desintegra logo após ser criado, diferentemente das outras versões do ataque. Sub-Zero também pode criar um clone no ar, chamado de Clone de Gelo (Aéreo). Este ataque é considerado um projétil.
  • Chuva de Gelo: Sub-Zero dispara gelo diretamente acima da cabeça, que cai sobre o oponente. Ele pode disparar de perto, a uma distância média ou longa para congelar o adversário. Bi-Han possuía esse golpe apenas na versão para Nintendo 64 de MK Trilogy.
  • Congelamento no Ar: Sub-Zero lança uma bola de gelo à sua frente enquanto está no ar.
  • Congelamento Diagonal: Sub-Zero dispara uma rajada de gelo para cima para congelar um oponente no ar.
  • Congelamento ao Contato: Sub-Zero corre para a frente e congela os inimigos que toca no caminho.
  • Super Deslizamento Lin Kuei: Versão aprimorada do Deslizamento Lin Kuei, onde Sub-Zero desliza por uma distância maior.
  • Congelamento Profundo: Sub-Zero congela os oponentes a ponto de eles se tornarem tão frágeis que se estilhaçam em pedaços.
  • Explosão Polar: Sub-Zero congela o próprio ar concentrando todo o seu poder de gelo em uma explosão destrutiva.
  • Investida do Clone de Gelo: Sub-Zero cria um clone de gelo que investe contra o oponente com um soco direto, arremessando-o para longe. Além disso, o ataque destrói qualquer projétil que atingir. Este ataque é quase idêntico ao usado por Kuai Liang em sua participação especial na série Injustice.
  • (Aéreo) Mergulho Glacial: Enquanto no ar, Sub-Zero mergulha em direção ao oponente com as pernas congeladas e o chuta no rosto, similar ao Chute de Mergulho do Kung Lao . Sub-Zero pode continuar combos se este golpe for bem-sucedido.
  • Vapores Mortais: Sub-Zero invoca gelo aos pés do oponente, reduzindo brevemente sua velocidade antes que o gelo derreta. Este ataque rastreia a localização do oponente. Sub-Zero ganha um breve momento para continuar combos se for bem-sucedido.
  • Palma Polar: Sub-Zero cobre a mão com gelo e atinge o oponente com um golpe de palma, congelando-o brevemente no ar ao impacto. O ataque pode ser carregado, chamado Palma Permafrost, que congela o oponente no ar por muito mais tempo, mas não causa dano adicional.
Como Noob Saibot: Sua transformação no espectro Noob Saibot não lhe concedeu novas habilidades imediatamente; em sua primeira aparição em Mortal Kombat II, ele utilizou golpes de outros ninjas. Foi somente em Ultimate Mortal Kombat 3 que Noob revelou todo o seu potencial, dominando os poderes das trevas e das sombras contra seus inimigos.

Noob demonstra domínio sobre os poderes das trevas e é capaz de ficar invisível, criar armas e invocar um clone sombrio de si mesmo para auxiliá-lo em combate. Isso lhe permite subjugar oponentes que lutam sozinhos. Seu clone foi substituído por Cyber Smoke em Mortal Kombat: Deception, que tinha um papel semelhante em combate, mas possuía seus próprios poderes e podia invocar Noob quando necessário. No jogo mais recente, ele pode se duplicar e se teletransportar para seu clone sombrio, obtendo vantagem em número e mobilidade, respectivamente. O clone também pode ser invocado dentro de oponentes vivos para contornar defesas externas, infundindo energia sombria neles e destruindo-os por dentro.

Como a maioria dos ninjas, Noob possui a habilidade de se teletransportar. Nos jogos anteriores, seu teletransporte exigia o uso de portais escuros, que ele também podia usar em oponentes azarados que fossem pegos neles. Seu uso de teletransporte e portais foi expandido em Mortal Kombat (2011) e em Mortal Kombat 11. Ele podia se transformar em líquido e se reformar em outro lugar, usar portais para se reposicionar ou reposicionar seu oponente, e até mesmo matar esmagando e desintegrando aqueles que fossem pegos em seu portal. Noob também aprimorou suas técnicas de bunshin, invocando múltiplos clones para imobilizar inimigos. Ele usou essas técnicas contra Jax e Jacqui quando eles retornaram à ilha de Shang Tsung para recuperar a coroa.

Suas armas de escolha são shurikens. Inicialmente, ele usaria essas armas, juntamente com uma foice, em Mortal Kombat 4, mas foi substituído por Reiko. No entanto, ele começa a usar essas armas em Mortal Kombat: Deception. Ele também utiliza uma foice como sua arma principal em Mortal Kombat 11.

Na segunda linha temporal, como um Espectro, Noob possui um certo grau de imortalidade. Isso foi demonstrado quando ele sobreviveu ao ser jogado no Tornado de Almas por Nightwolf. Noob foi capaz de resistir ao vórtice e absorver as almas que giravam ao seu redor, usando-as para alimentar seu poder. Além disso, a foice que ele empunha está alojada em seu coração, mas ele parece não ser afetado, já que a arma é frequentemente embainhada e desembainhada.

Na Nova Era de Liu Kang, a forma e o poder de Noob Saibot são produto da magia do Caos do Titã Havik, e não da necromancia. Ao abraçar a aleatoriedade e o caos, Bi-Han consegue acessar suas habilidades usuais e expandi-las. Seu método preferido para destruir inimigos é invocar um portal do qual emergem várias mãos sombrias que os despedaçam. O procedimento que transformou Bi-Han também conectou telecineticamente seus pensamentos com Havik. Isso lhe permitiu derrotar o Titã fortalecido pelo Kamidogu em combate, apesar da diferença de poder, por conhecer suas fraquezas e explorá-las a seu favor, juntamente com seus novos poderes concedidos por seu antigo mestre.
  • Garra Oculta: Noob dispara uma lança presa a uma corda contra seu oponente, puxando-o para perto e permitindo um golpe livre. Este movimento foi diretamente inspirado em Scorpion. Em Mortal Kombat: Tournament Edition, Noob dá uma risada maligna e exclama: "Get Over Here!"
  • Teletransporte Confuso: Noob se teletransporta para o outro lado da tela e ataca seu oponente pelas costas.
  • Deslize: Noob aplica um chute giratório no oponente.
  • Arremesso Aéreo: Enquanto estiver no ar, Noob agarra o oponente e o arremessa.
  • Desativador: Noob lança uma bola de fogo fantasmagórica que desativa os movimentos especiais e bloqueios do oponente. Este ataque foi renomeado para Bola Fantasma em MK 2011 e Bola Fantasma em MK11 e MK1. Em MK11, este projétil é indefensável e Noob realiza uma longa animação de preparação antes de lançá-lo. Se acertar, removerá temporariamente uma barra dos medidores Ofensivo e Defensivo do oponente. Esta habilidade entra em conflito com Bola Espiritual quando equipada, desativando a opção de selecionar Bola Espiritual. Em MK1, se uma Bola Fantasma acertar ou for bloqueada, o oponente fica envolto em uma aura verde e Noob pode realizar Exorcismo para causar dano.
  • Golpe de Teletransporte: Desaparecendo e reaparecendo atrás do oponente, ele o agarra e o arremessa no chão. O ataque é chamado de Agarrão de Teletransporte em Armageddon. Em MK11, este ataque é chamado de Golpe de Teletransporte e Noob usa sua foice para agarrar o oponente e jogá-lo no chão. Em MK1, o ataque também é chamado de Golpe de Teletransporte.
  • Arremesso Sombrio: Noob envia uma construção sombria que agarra e arremessa seu oponente para o ar.
  • Ataques de Teletransporte: Semelhante ao Golpe de Teletransporte, só que ele ataca o oponente em vez de arremessá-lo.
  • Bola de Fogo: Noob dispara uma bola de fogo rosa no oponente, podendo também ser executado no ar.
  • Bola de Fogo Azul: Noob lança uma bola de fogo branco-azulada em seu oponente.
  • Nós Vivemos: Junto com Smoke, os dois atacam e socam o oponente.
  • Morte vinda do alto: Noob Saibot invoca Smoke do ar, que então aparece e chuta o oponente no rosto.
  • Sombras da Noite: Noob Saibot invoca Smoke, que aparece e ataca o oponente pelas costas.
  • Assassino Sombrio: Invocado por Smoke, ele arremessa shurikens no oponente. Em Armageddon, Noob executa este movimento sem um parceiro. Noob dispara 4 shurikens de uma só vez, diferentemente de Reiko, que as arremessa uma a uma.
  • Escuridão: Noob Saibot desaparece e reaparece à vontade.
  • Buraco Negro: Noob Saibot dispara um portal escuro para o ar que aterrissa no chão atrás do inimigo. Ele também pode aparecer na frente ou aterrissar diretamente sobre o inimigo. Caso o inimigo caia ou seja empurrado para dentro do portal, ele cairá do céu diretamente acima de Noob e sofrerá dano com a queda. Em MK1 , este ataque é chamado de Portal do Plano Inferior e pode ser usado em diferentes alcances, chamados de Portal do Plano Inferior Próximo/Distante.
  • Deslize Sombrio: Em uma referência ao seu Deslize Lin Kuei antes da transformação, Noob envia seu Clone Sombrio deslizando, o que derruba o oponente. Em MK11, este ataque é considerado um projétil. Em MK11, esta habilidade entra em conflito com Golpe Sombrio quando equipada, desativando a opção de selecionar Golpe Sombrio.
  • Investida Sombria: Noob Saibot envia seu Clone Sombrio para atacar seu oponente. Em MK11 e MK1, esse ataque é chamado de Investida Sombria, e em MK1, o clone sombrio agarra o oponente e o arremessa por cima do ombro. Esse ataque é considerado um projétil.
  • Joelhada Sombria: Noob Saibot lança seu Clone Sombrio no ar, chutando o oponente para longe ou podendo ser usado para atingir oponentes no ar. Em MK11, este ataque é chamado de Chute Sombrio Ascendente. Também em MK11, quando usado no canto da arena contra um oponente no ar, pode continuar ou estender combos se acertar. Em alguns casos, também pode ser usado contra um oponente em pé para lançá-lo ao ar para um combo aéreo; caso contrário, o ataque simplesmente arremessa o oponente para longe. Este ataque é considerado um projétil.
  • Mergulho Sombrio: No ar, Noob Saibot envia seu Clone Sombrio em um ângulo descendente para executar um chute voador que causa dano ao oponente. Este ataque é similar à habilidade Chute Aéreo do Clone que seu irmão mais novo possuía em Injustice 2. Este ataque é considerado um projétil. Esta habilidade entra em conflito com o Porto da Foice quando equipada, desativando a opção de selecionar o Porto da Foice.
  • Golpe Sombrio: Noob Saibot envia seu Clone Sombrio para executar um chute baixo à curta distância, derrubando o oponente. Diferentemente de seus outros ataques com o Clone Sombrio, este ataque não é considerado um projétil. Esta habilidade entra em conflito com o Deslize Sombrio quando equipada, desativando a opção de selecionar o Deslize Sombrio. Em MK1, este ataque é conhecido como Varredura Sombria, com o clone sombrio executando uma varredura. Se a sombra não estiver disponível, Noob executa a varredura ele mesmo.
  • Bola Espiritual: Noob Saibot lança uma Bola Fantasma veloz que não remove a barra de especial. Esta habilidade entra em conflito com Bola Fantasma quando equipada, desativando a opção de selecionar Bola Fantasma.
  • Golpe da Foice: Noob Saibot golpeia seu oponente no ar com sua foice, mas seu Clone das Sombras o arremessa ao chão e devolve a foice para Noob.
  • (Aéreo) Teleporte da Foice: Enquanto estiver no ar, Noob Saibot arremessa sua foice em um ângulo e se teleporta para o local onde ela cair no chão. Esta habilidade entra em conflito com o Mergulho Sombrio quando equipada, desativando a opção de selecionar o Mergulho Sombrio.
  • Arremesso de Foice: Noob Saibot arremessa sua foice para o alto, onde seu Clone das Sombras desce e a golpeia sobre a cabeça do oponente, fazendo-o ricochetear e arremessando-o para longe. O ataque pode ser usado em diferentes alcances, chamados de Arremesso de Foice Próximo/Longo. Este ataque não é considerado um projétil.
  • Exorcismo: Se um oponente for envolvido por uma aura verde após ser atingido ou bloquear uma Bola Fantasma, Noob Saibot bate as mãos, causando uma explosão dentro do oponente que o lança para o ar, permitindo que Noob o faça malabarismos.
  • Abraçar o Caos: Noob Saibot esmaga a mão decepada pendurada em seu cinto e é envolvido por uma aura sombria. Enquanto este movimento estiver ativo, a maioria dos movimentos de Clone das Sombras cria portais que teleportam o oponente em sua direção, e Noob ganha acesso ao movimento Invocação do Plano Inferior. Assim que a duração expirar, Noob fica impossibilitado de usar qualquer movimento de Clone das Sombras pelo resto da rodada. Este movimento só pode ser executado uma vez por partida.
  • Invocação do Plano Inferior: Noob lança um portal aos pés do oponente, fazendo-o cair dentro dele e despencar à sua frente.
  • Golpe Sombrio: Noob Saibot envia seu Clone Sombrio para executar um chute giratório à curta distância, arremessando o oponente para trás ou, se Abraço do Caos estiver ativo, para dentro de um portal que o faz cair na frente de Noob.
  • Deslize do Saibot: Se o clone das sombras não estiver disponível, Noob Saibot desliza pelo chão e derruba o oponente.
  • Deslize do Saibot: Se o clone das sombras não estiver disponível, Noob Saibot desliza pelo chão e derruba o oponente.
  • (Aéreo) Chute em Mergulho: Se o clone das sombras não estiver disponível, Noob Saibot mergulha em direção ao oponente e o chuta no rosto.
  • Chute Sombrio (Aéreo): No ar, Noob Saibot lança seu Clone Sombrio para frente com um chute voador.
  • (Aéreo) Mergulho Sombrio: Enquanto estiver no ar, Noob Saibot envia seu Clone Sombrio para baixo para atacar o oponente.
CARACTERIZAÇÃO

Aparência:

Personalidade: Bi-Han sempre foi um assassino Lin Kuei calculista, porém implacável e sem remorso, especialmente com aqueles que considerava seus inimigos. Embora tenha sido responsável pelo assassinato brutal e selvagem de Hanzo Hasashi, Bi-Han foi responsabilizado pela extinção do clã Shirai Ryu, bem como pelo assassinato da família de Hanzo.

A natureza implacável de Bi-Han só pioraria como o Espectro Noob Saibot, pois sua alma corrompida o levaria a ansiar por sua própria forma de poder. Ele se tornaria um antagonista recorrente na série posteriormente, continuando a se aliar a outros vilões em busca de sua própria conquista.

Na linha temporal atual, Bi-Han, embora ainda insensível, é visto como um dos campeões de Liu Kang e auxilia o Deus do Fogo na proteção do Plano Terreno junto com seus irmãos Kuai Liang e Tomas.

Nesta linha temporal, Bi-Han, como Noob Saibot, é significativamente diferente das versões anteriores. Esta versão do personagem é corrompida por uma variante Titã de Havik, uma contraparte divina de outra linha temporal obcecada por tudo que envolva caos.

HISTÓRIA DE ORIGEM

Bi-Han era o Sub-Zero original, um dos guerreiros mais poderosos e devotos do clã Lin Kuei. Embora essencialmente neutro, ele era um assassino frio e cruel, cuja alma havia sido corrompida por anos de violência e assassinatos impiedosos.

Ao final do primeiro torneio Mortal Kombat, Bi-Han foi assassinado por Scorpion em retaliação por sua própria morte pelas mãos do criomante. Ele então desceu ao quinto plano do Plano Inferior, onde foi ressuscitado pelo feiticeiro necromante Quan Chi, que também havia ressuscitado Scorpion anteriormente. O mal dentro da alma de Bi-Han foi libertado ao privá-lo de orgulho, compaixão e tudo o mais que o tornava humano.

Renascido no Plano Inferior, agora como o espectro sombrio Noob Saibot, ele se torna a própria encarnação do mal. Seu desejo não é apenas permanecer no Plano Inferior, mas conquistá-lo e governá-lo. Embora tenha sido visto a serviço de senhores da guerra malignos como Shinnok e Shao Kahn, sua lealdade suprema é a si mesmo.

DESENVOLVIMENTO

O nome do personagem vem dos sobrenomes dos criadores de Mortal Kombat, Ed Boon e John Tobias, escritos ao contrário. Saibot apareceu pela primeira vez em Mortal Kombat II como um personagem secreto não jogável e uma versão com paleta de cores totalmente preta dos outros ninjas masculinos do jogo, com quem os jogadores podiam lutar após vencer cinquenta partidas consecutivas. Encorajado pela reação positiva ao personagem secreto Reptile do primeiro jogo, Boon adicionou Saibot ao MKII sem o conhecimento de Tobias, embora Tobias mais tarde tenha criado a história inicial do personagem como um espectro do Plano Inferior.

Em Mortal Kombat 3, Noob Saibot não é uma versão totalmente preta de um ninja, mas sim uma versão completamente preta de Kano, já que não existem ninjas nesse jogo. Ele também não possui nenhum golpe especial, mas utiliza alguns combos de Kano. Além disso, na versão para Mega Drive, ele até possui o Fatality Raio Ocular de Kano. Na versão arcade de MK3, quando Noob vence um round, o locutor diz: "Kano mostra misericórdia!". Isso é claramente um erro de programação.

Na versão de MKT para Nintendo 64, devido ao espaço limitado no cartucho, Bi-Han é o único Sub-Zero presente no jogo. Para compensar isso, ele recebe os ataques Chuva de Gelo e Clone de Gelo de Kuai-Liang, bem como seu golpe final Animality. No Guia do Lutador, essa versão é chamada de Super Sub-Zero.

EM OUTRAS MÍDIAS

Cinema: Bi-Han aparece no filme Mortal Kombat de 1995 como Sub-Zero, interpretado por François Petit. Seu relacionamento com Scorpion é praticamente ignorado; Shang Tsung apenas comenta que eles são "os inimigos mais mortais, mas escravos sob meu poder" .

Em Mortal Kombat: A Aniquilação, a sequência do filme de 1995, a habilidade de Noob Saibot de se dividir em dois foi dada a Ermac.

Bi-Han aparece como Sub-Zero no filme Mortal Kombat de 2021 e é interpretado pelo ator Joe Taslim.

Animação: Em Mortal Kombat: A Jornada Começa, o filme não oficial que serve como prelúdio para o longa de 1995, o Sub-Zero original é novamente retratado como um servo de Shang Tsung ao lado de Scorpion.

Bi-Han, dublado por Steven Blum, interpreta Sub-Zero no filme de animação de 2020, Mortal Kombat Legends: Scorpion's Revenge. Assim como a maioria de suas contrapartes em outras mídias, Scorpion tentou matar Sub-Zero pelas mortes de sua família e do clã Shirai Ryu.

Televisão: O Sub-Zero original aparece brevemente no primeiro episódio de Mortal Kombat: Defenders of the Realm, em um flashback que o mostra sendo derrotado por Liu Kang, assim como no filme de 1995. No entanto, como a série era voltada para um público mais jovem, em vez de ser empalado por uma estalagmite de gelo como no filme, Sub-Zero se congela.

Bi-Han aparece como Sub-Zero em Mortal Kombat Legacy, interpretado por Kevan Ohtsji na 1ª temporada e Eric Steinberg na 2ª temporada. Ao contrário dos jogos, Bi-Han e Hanzo Hasashi eram amigos de infância e rivais nos treinos, em vez de inimigos declarados; eles costumavam treinar juntos em um campo de feno nos arredores de suas respectivas aldeias.

Literatura: No romance Mortal Kombat, de Jeff Rovin, o Sub-Zero original é um homem ainda mais brutal em comparação com sua contraparte dos videogames. Após matar Yong Park, estripando-o na frente de sua família e jogando seu cadáver em um rio, ele se isolou.

Bi-Han aparece ao lado de Kuai Liang (como Scorpion) e Shang Tsung no evento crossover DC KO, lutando contra o Raio Negro e o Homem-Borracha.

Variados: Como as aparições de Noob Saibot na tela são todas anteriores a Mortal Kombat: Deception, jogo que estabeleceu Noob Saibot como o Sub-Zero original, as origens de todas essas contrapartes não fazem referência à sua origem como Sub-Zero.

Sub-Zero e seu irmão são mencionados no curta-metragem Mortal Kombat: Rebirth, por Sonya Blade e Jax Briggs, numa tentativa de ganhar a confiança de Scorpion e convencê-lo a participar do torneio de Shang Tsung.

FONTES: 壁寒 ("Wall Cold") also 避寒 ("Avoiding Cold") (WG: Pi4 Han2; PY: Bì Hán for both transcriptions) per localization in East Asia since 2010s.

 Netherrealm Studios Releases Sub-Zero Vignette!
 https://imgur.com/gallery/7ZQlNlp

 "Smarty". Electronic Gaming Monthly 107 (June 1998). Pages 14 and 16.

 https://youtu.be/0p2YcNzANTM?si=Qpz9uBIkqvOSmkBk&t=892

 https://twitter.com/#!/noobde/status/37540240381968384 Noob and Saibot

Post № 883 ✓

quinta-feira, 25 de junho de 2026

OUSADIA (VIGOR E BRAVURA EM AÇÃO)




A ousadia é o oposto da timidez. Ser audacioso implica uma disposição para realizar coisas apesar dos riscos

Por exemplo, no contexto da sociabilidade, uma pessoa ousada pode estar disposta a arriscar a vergonha ou a rejeição em situações sociais, ou a infringir regras de etiqueta ou polidez. Uma pessoa excessivamente ousada poderia pedir dinheiro de forma agressiva ou insistir persistentemente para que alguém atenda a um pedido.

A palavra "ousado" também pode ser usada como sinônimo de "impudente"; por exemplo, uma criança pode ser punida por ser "ousada" por agir de forma desrespeitosa com um adulto ou por se comportar mal.

A ousadia como virtude filosófica era admirada pelos antigos gregos.

A ousadia pode ser contrastada com a coragem, visto que esta última implica ter medo, mas enfrentá-lo.

DESCRIÇÃO

Na ecologia comportamental, o continuum tímido⟷ousado é estudado tal como existe em humanos e em certas outras espécies. A timidez e a ousadia representam "uma propensão para correr riscos". Os indivíduos ousados tendem a tornar-se dominantes, revelando uma correlação entre ousadia e dominância social.

FONTES: Aquinas, Thomas (1485). "Question XXVII: Of Daring". Summa Theologica. Vol. II.2.

Aquinas, Thomas (2005). The Cardinal Virtues. Translated by Regan, Richard J. p. 116. Is boldness a sin? Boldness is an emotion. But emotion sometimes is moderated by reason and sometimes lacks the measure of reason, whether by excess or deficiency, and emotion is sinful in this respect.

 Alexander, L., 62. Acts, in Barton, J. and Muddiman, J. (2001), The Oxford Bible Commentary Archived 2017-11-22 at the Wayback Machine, p. 1034

 Sloan Wilson, David; Clark, Anne B.; Coleman, Kristine; Dearstyne, Ted (1994-11-01). "Shyness and boldness in humans and other animals". Trends in Ecology & Evolution. 9 (11): 442–446. doi:10.1016/0169-5347(94)90134-1. ISSN 0169-5347. PMID 21236920.

Post № 882 ✓

quarta-feira, 24 de junho de 2026

LOONEY TUNES B-BALL (JOGO ELETRÔNICO DE 1995)

Capa completa norte-americana de Looney Tunes B-Ball, da Sculptured Software, para o Super Nintendo Entertainment System.
  • DESENVOLVEDORA(S): Sculptured Software
  • PUBLICADORA(S): Sunsoft® Corporation
  • DIRETOR(ES): Kiharu Yoshida
  • PRODUTOR(ES): René Boutin
  • DESIGNER(S): Ned Martin e David Siller
  • PROGRAMADOR(ES): Dan Enfield
  • ESCRITOR(ES): Alison Quirion
  • ARTISTA(S): Heinee Hinrichsen
  • COMPOSITOR(ES): H. Kingsley Thurber, James Hebdon e Mark Ganus
  • PLATAFORMA(S): Super Nintendo
  • LANÇAMENTO: fevereiro de 1995 (América do Norte), maio de 1995 (Europa)
  • GÊNERO(S): Esporte
  • MODOS DE JOGO: 1–2 jogadores
  • ONDE JOGAR:
Looney Tunes B-Ball (também conhecido como Looney Tunes Basketball em algumas regiões) é um jogo de videogame de basquete desenvolvido pela Sculptured Software e lançado pela Sunsoft para o Super Nintendo Entertainment System em 1995.

JOGABILIDADE

Captura de tela mostrando a jogabilidade típica do jogo Looney Tunes B-Ball para o Super Nintendo Entertainment System.

Looney Tunes B-Ball é um jogo de basquete estilo arcade estrelado pelos personagens Looney Tunes . É semelhante a outros jogos de basquete estilo arcade da era 16 bits, como NBA Jam.

O jogo apresenta partidas 2 contra 2. Até quatro jogadores humanos podem jogar simultaneamente com o Multitap do SNES. Os jogadores podem coletar gemas na quadra para comprar melhorias no jogo, como um campo de força protetor ou uma torta de creme para atirar nos oponentes. Outra melhoria que pode ser comprada é um arremesso de longa distância exclusivo de cada personagem (para uma cesta de 3 pontos). Esses arremessos só podem ser usados por um personagem em seu lado defensivo da quadra e se sua equipe tiver fundos suficientes para isso, mas o arremesso sempre viaja na direção da cesta que sua equipe está atacando. A bola do jogo se transformará, aleatoriamente, em um cachorro que correrá pela quadra e fará isso automaticamente quando ocorrer uma violação do cronômetro de arremesso.

O jogo também inclui códigos de trapaça que podem ser usados durante a partida e são ativados pressionando sequências específicas de botões.

PERSONAGENS
  1. Pernalonga (Bugs Bunny)
  2. Patolino (Daffy Duck)
  3. Hortelino Troca-Letras (Elmer Fudd)
  4. Coiote (Wile E. Coyote)
  5. Diabo da Tasmânia
  6. Eufrazino Puxa-Briga (Yosemite Sam)
  7. Frajola (Sylvester the Cat)
  8. Marvin, o Marciano
Todos os personagens acima, com exceção de Wile E. Coyote e Eufrazino (que não tinham falas), foram dublados por Greg Burson (1949 – 2008).

RECEPÇÃO
  • GamePro: 16.5/20
  • Next Generation: 3/5
  • Consoles+: 85%
  • MAN!AC: 67%
  • Mega Fun: 79%
  • Play Time: 79%
  • Player One: 90%
  • Power Unlimited: 83/100
  • Total!: 2- (B-)
  • Ultra Player: 5/6
  • Video Games: 70%
  • VideoGames: 8/10
A GamePro declarou que o jogo era "muito divertido para qualquer fã de Looney Tunes ou de basquete", elogiando os movimentos especiais engraçados, os controles fáceis de usar e os gráficos fluidos. Um crítico da Next Generation comparou o jogo a umaversão Looney Tunes de NBA Jam e concluiu que era "divertido para todas as idades e fácil o suficiente para jogadores mais jovens jogarem". Ele deu três de cinco estrelas.

FONTES:  "Super NES Games" (PDF). Nintendo. Archived (PDF) from the original on 2008-09-20. Retrieved 2020-07-28.
 "Looney Tunes B-Ball".
 Nade, Sarah (March 1995). "ProReview: Looney Tunes B-Ball". GamePro. No. 78. IDG. p. 66.
 "Finals - Looney Tunes B-Ball". Next Generation. No. 3. Imagine Media. March 1995. p. 102. Archived from the original on 2019-01-04. Retrieved 2020-07-28.
 Garnier, François; Menier, Marc (July 1995). "Super Nintendo Review - Looney Tunes Basketball". Consoles + (in French). No. 45. M.E.R.7. pp. 116–117. Archived from the original on 2017-09-08. Retrieved 2020-07-28.
 Lenhardt, Heinrich (June 1995). "Spiele-Tests: Looney Tunes Basketball". MAN!AC (in German). No. 20. Cybermedia. p. 62. Archived from the original on 2018-11-29. Retrieved 2020-07-28.
 Appel, Markus (June 1995). "Test Kunterbunt: Looney Tunes Basketball". Mega Fun (in German). No. 33. CT Computec Verlag GmbH & Co. KG. p. 67.
 Girlich, Stephan (July 1995). "Super NES Reviews - Looney Tunes Basketball". Play Time (in German). No. 49. CT Computec Verlag GmbH & Co. KG. p. 117.
 Lassale, Guillaume (July–August 1995). "Tests: Looney Tunes Basketball". Player One (in French). No. 55. Média Système Édition. pp. 78–80. Archived from the original on 2017-11-11. Retrieved 2020-07-28.
 "Review - Looney Tunes Basketball - Super Nintendo". Power Unlimited (in Dutch). No. 21. VNU Media. June 1995.
 Amann, Hans-Joachim (June 1995). "Test - Loony Toons Basketball". Total! (in German). No. 25. X-Plain-Verlag. pp. 28–29.
 Chon (July–August 1995). "Selection - Looney Tunes Basket-Ball". Ultra Player (in French). No. 30. Média Système Édition. pp. 68–69.
 Hara, Tetsuhiko (July 1995). "Super Nintendo - Reviews: Looney Tunes Basketball". Video Games. No. 44. Future-Verlag. p. 112.
 Bieniek, Chris (March 1995). "Power Reviews: Looney Tunes B-Ball". VideoGames - The Ultimate Gaming Magazine. No. 74. Larry Flynt Publications. p. 64. Archived from the original on 2019-01-04. Retrieved 2020-07-28.

Post № 881 ✓

domingo, 21 de junho de 2026

ZICO (FUTEBOLISTA LUSO-BRASILEIRO)

Zico posa para uma sessão de fotos com a camisa do Flamengo em 04 de dezembro de 1977, no Rio de Janeiro, Brasil (Foto de Michel Barrault/Onze/Icon Sport via Getty Images).
  • NOME COMPLETO: Arthur Antunes Coimbra
  • NASCIMENTO: 3 de março de 1953; Rio de Janeiro, Distrito Federal, Brasil
  • APELIDOS: Zico, Galinho de Quintino, Pelé Branco, サッカーの神様 (Deus do futebol, em japonês), Kral Arthur (Rei Arthur, em turco)
  • FAMÍLIA: Zezé (Irmã primogênita), Zeca, Nando, Edu e Tunico (irmãos mais velhos), Júnior Coimbra (Filho primogênito)
  • POSIÇÃO: meio-campista
  • ANOS DE ATIVIDADE: 1971–1994 (como jogador)
  • ALTURA: 1,72 m
  • PÉ: ambidestro
  • TORCEDOR: C. R. Flamengo
Arthur Coimbra (1953–), mais conhecido como Zico, é um dirigente esportivo, ex-treinador e ex-futebolista luso-brasileiro que atuava como meio-campista. Amplamente considerado um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro, também é reconhecido por muitos especialistas, profissionais do esporte e, em especial, pelos torcedores do Flamengo, o maior jogador da história do clube, sendo um dos maiores futebolistas brasileiros desde Pelé, tendo ganhado a alcunha de Pelé Branco.

BIOGRAFIA

Arthur Antunes Coimbra, caçula dos seis filhos do imigrante português de Tondela, José Antunes Coimbra — que era um fervoroso torcedor do Flamengo e foi goleiro amador na juventude — com a brasileira Matilde da Silva Coimbra, nasceu às 7h do dia 3 de março de 1953.

Pequeno e franzino, não foi difícil Arthur virar Arthurzinho e depois Arthurzico. Até que uma prima, chamada Ermelinda, reduziu carinhosamente para Zico. Sobre a carreira do pai, o próprio Zico afirmou:

“Ele era goleiro e na época tinha o futebol amador e o profissional. E ele sagrou-se tricampeão pelo Clube Municipal, de 1939 a 1941. Quando foi chamado para treinar no Flamengo, o patrão dele, torcedor do Vasco, ameaçou o emprego dele. Com isso, meu pai indicou Jurandyr, que era seu reserva no Municipal e acabou campeão carioca pelo Flamengo pouco tempo depois.”

Além do pai, outros irmãos do Zico até chegaram a se tornar jogadores. Antunes e Nando, os mais velhos, não tiveram tanto destaque. As estrelas da família viriam depois. Primeiro com Edu, que teve seu talento descoberto pelo America-RJ, onde se profissionalizou em 1966.

CARREIRA COMO JOGADOR

Início: Zico deu seus primeiros passos num pequeno time de futebol de salão formado por amigos e familiares, o Juventude de Quintino, do bairro de Quintino Bocaiuva, na zona norte do Rio de Janeiro. Além do Juventude, passou a praticar o esporte conhecido hoje como futsal no River Futebol Club, tradicional clube da Piedade, onde um dos professores era Joaquim Pedro da Luz Filho, mais conhecido como Seu Quinzinho. No River, mesmo ainda menino, o garoto já chamava a atenção.

Seu primeiro clube de futebol de campo foi o Flamengo, para onde se transferiu aos catorze anos de idade. Em 1967, o radialista Celso Garcia, vizinho e amigo da família Coimbra, assistiu uma partida de Zico em um torneio no River. Vestindo a camisa do Santos na ocasião, Zico marcou dez gols na goleada do seu time por 15–3. Torcedor do Flamengo, Garcia logo o levou para a escolinha de futebol do clube carioca.

Primeiros anos no Flamengo: Zico só estreou no time principal em 1971, em uma partida contra o rival Vasco da Gama, cujo placar terminou 2–1 para o time rubro-negro, em que o debutante deu o passe para Fio Maravilha marcar o gol da vitória. Se firmaria como titular na equipe apenas em 1974, depois de passar por uma intensa preparação física que incluía dedicação de boa parte de seu dia, desde quando chegou ao clube, em 1967 (quando ainda estava na escola), a um trabalho de fortalecimento muscular, à base principalmente de esteroides anabolizantes (de duas a três injeções, segundo o próprio Zico), devido ao corpo antes franzino. Em 1969, aos 16 anos, Zico foi mandado para a Bahia com um grupo de jogadores cariocas para realizar uma avaliação no Fluminense de Feira, mas foi reprovado por seu porte físico voltando ao Flamengo logo em seguida. E devido ao seu franzino corpo de início de carreira e de seu bairro de origem (Quintino), ganhou o carinhoso apelido de "Galinho de Quintino". Ainda atuando pelo time juvenil, participou de duas partidas pela equipe principal do Flamengo no Campeonato Carioca de 1972, o bastante para conquistar seu primeiro título como profissional. Ainda demoraria, entretanto, dois anos para firmar-se no elenco e enterrar a imagem de um jogador de físico fraco, que sucumbia à primeira pancada dos adversários.

Após esses dois anos, em 1974 — quando também recebeu a camisa 10 — Zico começava a exibir um futebol empolgante. Além dos dribles, lançamentos e arrancadas fulminantes em direção ao gol, demonstraria também a precisão nas cobranças de falta que batia, habilidade que seria uma de suas marcas registradas. Neste ano de 1974, conquistou seu segundo Carioca pelo Flamengo, o primeiro como titular e camisa 10, liderando uma jovem equipe em decisões contra as equipes mais experientes de Vasco e América (onde à época jogava seu irmão Edu). No Campeonato Brasileiro, recebeu sua primeira Bola de Ouro da revista Placar, sendo eleito pela publicação o melhor jogador do campeonato. Nos três anos seguintes, entretanto, Zico viu rivais comemorarem o título estadual: o Fluminense de Rivellino foi bicampeão em 1975 e 1976 e, mais dolorosamente, o Vasco de Roberto Dinamite levou a taça em 1977 após Tita, tendo a chance de dar o título a seu clube se convertesse sua cobrança, perder. A série de pênaltis prosseguiria e terminaria em vitória vascaína.

"Era Zico":

A partir de 1978, entretanto, o Flamengo ingressaria em um período áureo sob o comando em campo de Zico. Com um futebol quase perfeito, só possível de ser parado com violência, Zico conquistou um tricampeonato carioca, o terceiro do clube. Nas edições daquele ano, com as duas realizadas em 1979, mesmo ano em que o time conquistaria o prestigiado torneio amistoso Ramón de Carranza, o jogador marcou um dos gols e foi destaque na vitória por 2–1 sobre o Barcelona, que contava com nomes como Johan Neeskens, Allan Simonsen, Hans Krankl e Carles Rexach. Em 1979, ainda aos 26 anos, ao marcar seu 245º gol como profissional, em partida contra o Goytacaz, Zico superou Dida como o maior artilheiro da história do Flamengo. No ano seguinte, viria finalmente o inédito título no Campeonato Brasileiro. As finais foram contra o Atlético Mineiro de Reinaldo, Toninho Cerezo e Éder. Contundido, Zico não jogou a primeira partida, em que os alvinegros venceram por 1–0 no Mineirão. O meia retornou ao time no jogo de volta, no Maracanã, dando a assistência para o primeiro gol, marcado por Nunes, e fazendo o segundo na vitória por 3–2 contra o Galo, garantindo assim o primeiro título do Brasileirão conquistado pelo Flamengo. O troféu compensou a decepção no Campeonato Carioca, onde Zico viu os rivais Vasco e Fluminense decidirem o título. Ainda em 1980, Zico conquistaria com o Flamengo outros dois torneios amistosos europeus: o Torneio Astúrias e Algarve, com vitórias sobre Real Sociedad e Spartak Sófia; e um bi no Ramón de Carranza, passando por Dínamo Tbilisi e Real Betis.

Com o título nacional, o clube credenciou-se pela primeira vez para disputar a Copa Libertadores da América. Na primeira fase, por ter empatado em número de pontos com o Atlético Mineiro, uma partida de desempate foi marcada — o confronto ocorreu no Estádio Serra Dourada. A polêmica partida foi encerrada aos 37 minutos do primeiro tempo, pois o rival mineiro teve cinco jogadores expulsos pelo árbitro José Roberto Wright. O Flamengo foi declarado vencedor e avançou para a fase semifinal da competição, onde superou Deportivo Cali, da Colômbia, e Jorge Wilstermann, da Bolívia. Na decisão, encarou os chilenos do Cobreloa. Zico marcou os dois gols na vitória por 2–1 na partida de ida, no Maracanã. O jogo da volta, no Chile, foi marcado pela enorme violência dos rivais, especialmente de seu zagueiro Mario Soto, que agrediu com um anel afiado os flamenguistas Andrade e Lico. Os chilenos venceram por 1–0 e, pelo regulamento da época, o troféu seria decidido em campo neutro, que foi em Montevidéu, no Estádio Centenario. Zico novamente marcou os dois gols da vitória, dessa vez de 2–0, o segundo deles, a dez minutos do fim, em uma de suas mais inesquecíveis cobranças de falta. O título continental foi seguido por mais um Carioca, sobre os rivais do Vasco, em partida dedicada ao técnico Cláudio Coutinho, falecido antes do primeiro jogo da decisão. O Campeonato Carioca já havia reservado a alegria de ter imposto uma goleada de 6–0 sobre o Botafogo, devolvendo uma derrota de nove anos antes que ainda ressoava entre as duas torcidas. O ano mágico de 1981 terminava da melhor forma possível: da decisão estadual, o time foi para Tóquio enfrentar os britânicos do Liverpool na Copa Intercontinental.

Zico jogando pelo Flamengo em 1981.
A equipe inglesa era amplamente favorita: nos últimos oito anos, havia conquistado cinco vezes o Campeonato Inglês, uma Copa da UEFA e três Copa dos Campeões da UEFA, possuindo um elenco de respeitados jogadores das Seleções Inglesa e Escocesa, que não deixaram de fitar com superioridade os brasileiros no vestiário, antes da partida. O título mundial, que até então só havia vindo ao Brasil por meio do Santos de Pelé, foi conquistado após exibição primorosa do Flamengo, que venceu por 3–0. Os três gols, marcados todos ainda no primeiro tempo, saíram de jogadas de Zico: no primeiro e no terceiro, por assistência direta a Nunes e, no segundo, marcado por Adílio, após cobrança de falta do Galinho rebatida pelo goleiro adversário Bruce Grobbelaar. Eleito o melhor em campo mesmo sem ter marcado, recebeu como premiação individual um cobiçado carro esporte da patrocinadora da partida, a Toyota, juntamente com Nunes; ambos demonstrariam a grande união do grupo, vendendo os veículos e dividindo igualmente o dinheiro entre os jogadores. Ainda antes da partida, ao ser indagado sobre o favoritismo dos britânicos, teria dito: "eles são favoritos sim, mas para o segundo lugar, o que é até muito honroso". Durante ela, desesperado, o goleiro Grobbelaar gritava ao zagueiro e capitão Phil Thompson: "Joga o Zico para longe, Thompson, joga o Zico para longe, em nome de Deus!". Após, o técnico adversário, Bob Paisley, declarou: "Vocês jogam um jogo que desconhecemos. Vocês dançam, isso devia ser proibido".

A "Era de Ouro" no Flamengo prosseguiu no ano seguinte com a conquista do Campeonato Brasileiro, em campanha destacada por vitórias fora de casa, mais uma resposta às críticas de que o time (e Zico) só jogavam bem no Maracanã: dois 4–3, sobre Náutico e São Paulo; dois 3–2 sobre o Internacional e Guarani — nesta partida, Zico marcou os três gols da vitória contra o time de Careca e Jorge Mendonça. Para completar, a taça também foi conquistada fora de casa, contra o Grêmio, em vitória por 1–0 com nova assistência de Zico para Nunes. O Galinho já havia sido herói no primeiro jogo da decisão, marcando um gol de trivela no canto esquerdo de Emerson Leão, empatando nos últimos minutos uma partida realizada em casa.

O segundo semestre de 1982, porém, foi marcado por frustrações: voltando de uma dolorosa eliminação na Copa do Mundo, Zico perdeu os dois torneios que disputou com o Flamengo. Na Copa Libertadores da América, o clube rubro-negro, então campeão, entrou na disputa já na segunda fase do torneio, em um grupo de três times que apontaria um dos finalistas. O Fla venceu os dois duelos contra o River Plate e foi à última rodada precisando vencer o Peñarol, em casa, para forçar um jogo extra — os uruguaios haviam vencido em Montevidéu. No entanto, quem triunfou foi o adversário, em pleno Maracanã — a final, curiosamente, seria novamente contra o Cobreloa. Já o Campeonato Carioca foi perdido para o rival Vasco.

No primeiro semestre de 1983, o Flamengo foi eliminado na primeira fase da Libertadores no grupo que dividia com o Grêmio (que ficou com a única vaga) e os bolivianos Bolívar e Blooming. Paralelamente, porém, o time igualava-se aos gaúchos do Internacional como maior vencedor do Brasileirão, conquistando seu terceiro título. O sabor foi mais especial por ter eliminado no caminho o Vasco, nas quartas-de-final, com Zico marcando o gol do empate (que garantia a classificação flamenguista) aos 44 minutos do segundo tempo. As finais foram contra o Santos. Os paulistas, que aspiravam o seu sétimo título nacional, haviam vencido o jogo de ida por 2–1. Na volta, jogando machucado, Zico ruiu o sonho santista ao marcar antes do primeiro minuto, em partida terminada em vitória rubro-negra por 3–0. Zico ergueu a taça consciente de que seria sua até então última partida pelo Flamengo: embora ainda não divulgada a transferência, o Galinho já sabia se sua venda para a equipe italiana da Udinese, em transferência já acertada um mês antes da decisão e mantida em sigilo para eventuais protestos da torcida não atrapalharem a caminhada rumo ao título.

Udinese:

Cobiçado por clubes mais tradicionais do país, como Roma e Juventus, sua ida à modesta equipe de Friul causou escândalo no resto da Itália. A Federação chegou a suspender a compra, orçada em 4 milhões de dólares (em valores da época) — o maior valor pago até então no país por um jogador —, o que revoltou os moradores de Údine, que começaram a disparar mensagens de separatismo. O lema era "ou Zico ou Áustria!", uma referência à época em que a região pertencia ao Império Austríaco. A ameaça foi levada a sério pelo presidente do país, Sandro Pertini, que enfim autorizou a compra de Zico. O Galinho chegou a Údine tratado desde logo como UM REI. Mesmo assim, manteve sua postura humilde e profissional, procurando deixar todos à vontade: um dos reservas do time, Pradella, chegara a ter calafrios e desarranjos intestinais na primeira vez em que foi escalado para jogar ao lado do brasileiro. Dedicado a ajudar o clube a conseguir o título na Serie A, Zico fez sua parte, liderando um time fraco a uma honrosa nona colocação na temporada 1983–84, a quatro pontos do time que ficou na quarta (a Internazionale), que daria vaga para a Copa da UEFA.

Zico marcou 19 gols, apenas um atrás na artilharia do campeonato, que ficou com Michel Platini, da campeã Juventus. O detalhe é que o francês jogou seis partidas a mais, muito por conta de uma lesão que Zico sofrera em amistoso contra o Brescia. Jogando muitas vezes machucado, sabendo da dependência que o time tinha em relação a ele, Zico começou a se desencantar com os dirigentes do clube, que haviam prometido formar uma equipe forte o capaz para brigar pelo título, o que não vinha acontecendo - além dele, os únicos jogadores com certo reconhecimento eram seu colega de Seleção (e futuramente também de Flamengo) Edinho e um veterano ex-jogador da Seleção Italiana, Franco Causio, com quem fazia dupla no meio-de-campo. Começou a sonhar com sua volta ao Flamengo. A segunda temporada acabou marcada pela luta para não cair, com ele jogando apenas quinze vezes, mas ainda assim marcando doze gols. Outro motivo para o seu desejo em ir embora era o processo que sofria na Justiça Italiana por supostamente enviar ilegalmente dinheiro ao Brasil, que só mais tarde terminaria em sua absolvição. Em entrevista à revista inglesa FourFourTwo, Zico esclareceu o ocorrido:

“Assinei um contrato de uso de imagem no Brasil e, na Itália, o presidente da Udinese acertou um outro contrato de publicidade. Seria preciso uma autorização da receita federal italiana para que eu pudesse fazer publicidade na Itália. Respeitei isso e cumpri meu outro contrato. Mas aí os agentes da receita entraram com uma ação contra mim e tive que apelar. Mostrei, então, o contrato que tinha assinado no Brasil, que respeitava as leis brasileiras, e provei que pagava impostos corretamente. O engraçado é que acabei pagando mais impostos do que um cidadão de Udine normalmente pagava. Paguei algo próximo de US$ 500 000 e fui processado por sonegação devido a um erro contratual. Apelei e fui totalmente absolvido. Era totalmente legal e não fiz nada para evitar pagar meus impostos. Só que a imprensa não mencionava isso.”

Zico não deixou de reproduzir na Itália sua jogada característica, apavorando os goleiros adversários com suas cobranças de falta, gerando até acirrados debates nos programas esportivos nos canais de televisão do país: "Como evitar os gols de Zico?", discutiam. Em sua passagem pela Udinese, Zico marcou 17 gols de falta dentre seus 57 gols. Dos gols "normais", dois são lembrados em especial: o da vitória de 1–0, em novembro de 1983, marcado aos 41 minutos do segundo tempo, sobre a então campeã, a Roma, que nunca havia perdido para a Udinese. Outro foi uma bicicleta em sua estreia no mítico Estádio San Siro, em jogo contra o Milan, diminuindo no final da partida o placar para 3–2 — ainda arranjaria tempo para dar assistência a Causio para o gol de empate. Foi também muito aplaudido e teve o seu nome gritado e cantado pelas torcidas adversárias, fato que ocorreu contra o Ascoli, Genoa e Catania. Contra o Ascoli, torcedores, repórteres e até o goleiro adversário o aplaudiram após ter feito um lindo gol. Em Gênova, o estádio inteiro cantou o seu nome e em Catania os torcedores do time rival não só gritavam e cantavam o seu nome como também torciam por ele: todas as vezes que ele tocava na bola era ovacionado e quando surgia uma falta próximo a área, clamavam para que Zico a cobrasse.

Ao terminar a partida, o jogador brasileiro Pedrinho, do Catania (e seu colega na Copa de 1982, além de ex-adversário de Vasco), foi indagado por um repórter: "Vocês poderiam ter vencido o jogo?". E ele respondeu: "Como poderíamos se até a nossa torcida estava torcendo pelo Zico?". Em uma pesquisa realizada em novembro de 2006 pelo jornal italiano La Repubblica sobre os maiores jogadores brasileiros na Itália, Zico aparece em primeiro, à frente de Mazzola, Falcão, Careca, Ronaldo e Kaká, dentre outros. Seu carisma e talento continuaram a ficar no coração do torcedor da Udinese mesmo após sua saída: em 1989, quatro anos após ter deixado o clube (que caíra para a Serie B duas temporadas após o ídolo ter ido embora), lotou o Estádio Comunale del Friuli na partida que marcava a sua despedida da Seleção Brasileira. Vinte anos depois, em novembro de 2009, o Galinho recebeu a cidadania honorária de Udine. Quem sintetizou de forma mais aprimorada a grande metamorfose operada por ele na cidade foi um jornalista do Il Gazzettino de Veneza, profissional encarregado de segui-lo, Luigi Maffei.

“Para nós, friulanos, Zico tem o mesmo significado de um motor da Ferrari colocado dentro de um Fusca. Sentimo-nos os únicos no mundo a possuir um carro tão maravilhoso e absurdo.”

Retorno ao Flamengo: Após duas temporadas na Itália, Zico voltou no segundo semestre de 1985 ao seu clube do coração. O retorno foi possibilitado por uma operação organizada pela agência de publicidade Estrutural, financiada pela SulAmérica Seguros e com apoio da Rede Manchete, chamado Projeto Zico, que incluiu a criação de um filme publicitário em que seis garotos fanáticos pelo Flamengo — Cebola, Gênio, Pulga, Bochecha, Limão e G/18 — iam à Itália buscar de volta o ídolo. O primeiro jogo na volta para o Brasil, no dia 12 de julho de 1985, foi um amistoso contra um combinado de craques internacionais, como Paulo Roberto Falcão, Karl-Heinz Rummenigge, Cerezo e Diego Maradona. O Flamengo venceu os Amigos de Zico por 3–1. Zico marcou um gol de falta. Jacozinho, ponta-esquerda do CSA de Alagoas, marcou o gol dos Amigos de Zico. O primeiro jogo oficial, em 14 de julho, foi uma vitória rubro-negra por 3–0 sobre o Bahia, com gols de Zico, Tita e Chiquinho.

Os festejos, entretanto, deram lugar à agonia pouco depois, após sofrer falta desleal de Márcio Nunes, em partida contra o Bangu. A pancada devastou suas pernas: Zico teve torções nos dois joelhos e no tornozelo esquerdo, contusão na cabeça do perônio esquerdo e profundas escoriações na perna direita. Teve de se submeter a três cirurgias no joelho esquerdo e a longo período de recuperações devido os consequentes problemas musculares. Só optou por elas pois teria de encerrar a carreira se não as fizesse. "Decidi tentar, pois não admitia a ideia de ser obrigado a abandonar os campos. Queria um dia parar com o futebol e não o futebol parar comigo", declarou Zico que, em virtude da recuperação, teve a curvatura da perna esquerda alterada, tendo de alterar também a sua forma de pisar. Havia também a motivação extra pela realização da Copa do Mundo no ano seguinte. Para voltar a jogar, teve de suportar até oito horas diárias na sala de musculação da Gávea, lutando para conseguir novos centímetros para a perna esquerda, que sofrera atrofia.

A resposta aos que já o consideravam ex-jogador veio em fevereiro de 1986, às vésperas da Copa, em um Fla-Flu. Os festejos rubro-negros antes da partida eram destinados à estreia de Sócrates como jogador do Flamengo, naquele dia. Após o jogo, as comemorações deram-se em função da atuação de gala de Zico, que marcou três gols — um de falta — na goleada flamenguista por 4–1. No Flamengo, a recompensa viria com o título estadual naquele mesmo ano e, no seguinte, seria o tetracampeonato brasileiro, com a conquista do módulo verde da Copa União, já com ele tendo alterado seu estilo de jogo: substituiu seu ímpeto pela cadência, os dribles rumo ao gol por toques de primeira e lançamentos. A taça de 1987 seria a última levantada pelo Galinho no Flamengo, e não seria reconhecida pela CBF até 2011, quando foi oficializada como título brasileiro, ao lado do módulo amarelo, que apontou como representantes do Brasil na Libertadores de 1988 os times do Sport e do Guarani, respectivamente. Porém, logo em seguida a CBF voltou atrás, reconhecendo somente o Sport como único campeão de 1987 por ordem judicial.

Em 1988, o Flamengo perderia o Carioca para o Vasco (assim como no ano anterior) e, no Brasileirão, seria eliminado nas quartas de final pelo Grêmio. Zico decidiu parar de jogar no segundo semestre de 1989: o Flamengo perdera o Estadual para o Botafogo. Sua última partida oficial no Flamengo terminou da melhor forma: uma goleada de 5–0 sobre o Fluminense, em Juiz de Fora, num jogo em que o Galinho não poupou dribles, lançamentos e um inesquecível gol na sua especialidade. "Era tudo o que eu queria. Terminar com um gol e justo do jeito que eu mais gosto: de falta".

Sua última partida pelo Flamengo foi um amistoso contra a World Cup Masters (2–2), em 6 de fevereiro de 1990, quando recebeu de presente da Placar, pelas mãos de Juca Kfouri (então diretor da revista), o Troféu Copa União, ao qual havia levantado em 1987, ao vencer o Internacional por 1–0. O público no Maracanã era de cerca de 100 mil pessoas.

Sumitomo Metals/Kashima Antlers: Em 1991, Zico retornou ao futebol, mas para disputar o ainda incipiente futebol japonês. No Japão, o meio-campista atuou pelo Sumitomo Metals e pelo clube originado deste, o atual Kashima Antlers, de 1991 a 1994, quando deixou definitivamente os gramados. Sua passagem pelo Japão, junto com outros jogadores famosos já em fim de carreira ou em via de se aposentar, foi apontada como uma das maiores razões para a popularização e profissionalização do futebol no país, que finalmente promoveria a primeira edição profissional do Campeonato Japonês em 1993. Na final contra o Verdy Kawasaki (atual Tokyo Verdy), Zico recebeu uma das raras expulsões na carreira, ao cuspir na bola por sua irritação com a atuação do árbitro, que estaria favorecendo o adversário (que acabou ficando com o título). Os gols da final, de qualquer forma, saíram de jogadores inspirados por Zico a jogar no então recém profissionalizado futebol nipônico: pelo Kashima, seu ex-colega de Flamengo Alcindo; pelo Verdy, o ex-adversário de Vasco Bismarck e também Kazu, japonês que jogava no Brasil. Zico aposentou-se após o término da segunda edição da J-League, com o Kashima ficando em terceiro na classificação geral. Mesmo não tendo conseguido o título do Campeonato Japonês, o brasileiro ficou bastante reverenciado no país, que aprendeu a gostar de futebol muito por conta do carisma e das atuações do veterano ídolo, que inclusive ganhou uma estátua em sua homenagem por lá. Oswaldo de Oliveira, que treinaria o Kashima, resumiu a importância de Zico para o clube:

“O Zico participou da formação do Kashima ainda no início, quando o clube era amador. O conceito dele é fabuloso e até hoje a torcida leva uma faixa para ele em todos os jogos. O Antlers ia ser um clube de fábrica, e o Zico o fez virar grande, lhe deu história e tradição.”

Quando já estava no Kashima, Zico voltou a jogar no Maracanã uma vez, como convidado especial do antigo rival Roberto Dinamite, para o amistoso de despedida deste, entre o Vasco e o Deportivo La Coruña de Bebeto, ex-colega de ambos. A ocasião ficou famosa por ter sido a única vez que Zico entrou em campo com a camisa cruzmaltina. O Galinho continuou a jogar futebol por um ano após deixar os gramados, mas na areia. De volta ao Brasil, onde fundou o clube que leva o seu nome, o CFZ (Centro de Futebol Zico), atuou pela Seleção Brasileira nos dois primeiros campeonatos mundiais do chamado beach soccer (1995 e 1996), sendo campeão em ambos e, no primeiro, também o artilheiro e melhor jogador.

SELEÇÃO NACIONAL

Seleção Brasileira Olímpica: Pela Seleção Pré-Olímpica, Zico foi durante o torneio classificatório para as Olimpíadas de 1972 um dos destaques da Seleção, tendo inclusive feito o gol da classificação. Porém, de maneira inexplicada, foi cortado da equipe que foi aos Jogos em Munique. Sua decepção com a ausência lhe fez pensar em parar de jogar, na época.

Mais tarde, a imprensa noticiou que sua não convocação se deu por conta de um problema que seu irmão Nando teve com a ditadura militar.

“Eu sempre botei na minha cabeça que fui sacado por causa do futebol, não por causa desses problemas políticos. Realmente todo mundo que comandava era do exército. Era o que mandava na época.”

— Zico, em entrevista dada em 2011

Dois anos depois, Zico deu uma entrevista em que informava que pensa que a origem do problema é outra:

“O problema maior aconteceu com o meu irmão Antunes, que não foi convocado para a Seleção Olímpica de 1964 porque o meu pai, seu Antunes, não aceitou assinar um contrato de gaveta com o Fluminense e, com isso, o cara que era militar, do Fluminense e da CBD, disse que ele também não iria pra Olimpíada. Em 1969 o Edu não foi, e tudo era comandado por militares. Se tivesse que ter acontecido alguma coisa, eu nem seria levado pro Pré-Olímpico de 1971. Não havia sentido me tirar por causa disso quatro ou cinco meses depois. E não foi só comigo, mas minha família estava escaldada por conta de todas essas histórias.”

— Zico, em entrevista ao Jornal do Brasil, em 2013

Seleção Brasileira principal:

Zico posando para uma revista com camiseta brasileira em 04 de março de 1988.

Descontado seu jogo de despedida em 1989, em Údine, e partidas por seleções inferiores, Zico atuou por dez anos pelo Brasil, marcando 66 gols em 89 partidas, tendo saído como segundo maior artilheiro da Seleção, atrás apenas de Pelé (posteriormente, seria ultrapassado por Romário). Disputou três Copas do Mundo, não tendo experimentado o sabor do título mundial. Suas únicas taças pela Seleção foram conquistadas no ano de seu debute, 1976: a Copa Rio Branco, a Copa Roca, a Taça Oswaldo Cruz, a Taça do Atlântico e o Torneio Bicentenário dos Estados Unidos (em que marcou, nos 4–1 contra a Itália, um de seus gols mais bonitos, driblando três adversários e chutando de pé esquerdo na meta de Dino Zoff). Ganhou também a taça Inglaterra-Brasil, disputada num jogo único em Wembley no ano de 1981, quando marcou o gol da vitória de 1–0 contra o English Team. Seu debute ocorreu numa partida contra o Uruguai, em Montevidéu, válida pela Copa Rio Branco. Com o jogo empatado em 1–1 e com Rivellino e Nelinho expulsos, coube a Zico marcar o gol da vitória em cobrança de falta no final da partida. Apenas em 2009 o Brasil voltaria a vencer a Seleção Uruguaia na casa dela.

Nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 1978, marcou cinco gols e deu três assistências. Repetiu assim Tostão em 1970, Ronaldo em 2006 e Neymar em 2022, como artilheiro e líder de assistências do Brasil em uma eliminatória sul-americana.

Zico foi à Copa do Mundo FIFA de 1978 em momento no qual ainda se firmava na equipe treinada por Cláudio Coutinho. O que seria seu primeiro gol no torneio terminou mal anulado: no final da estreia na primeira fase de grupos, contra a Suécia, o árbitro (o galês Clive Thomas) encerrou a partida no momento em que a bola estava no ar após cobrança de escanteio, antes que o cabeceio dado por Zico a fizesse entrar nas redes. Por razões físicas e uma suposta interferência do comando da CBD na escalação do time, perdeu a posição de titular no terceiro jogo para Jorge Mendonça, passando a entrar no decorrer das partidas. Marcou contra o Peru, de pênalti, seu primeiro gol em Copas do Mundo. Despediu-se da Copa na partida contra a Polônia, a última da segunda fase de grupos, quando sofreu grave problema muscular ao prender o tornozelo em lance com o adversário Zbigniew Boniek — se o Brasil passasse à final, Zico não jogaria. A Seleção teve de contentar-se com a decisão do terceiro lugar, conquistada após ficar empatada em pontos e com menor saldo de gols que a anfitriã Argentina, após a vitória desta por 6–0 sobre o Peru, o grande escândalo do torneio. Um drama talvez maior veio na Copa do Mundo FIFA de 1982, onde o Brasil vivia enorme favoritismo. Zico marcou quatro vezes no mundial: de falta contra a Escócia, em jogo em que reencontrou três jogadores do Liverpool contra quem jogara seis meses antes: Alan Hansen, Kenny Dalglish e Graeme Souness; dois contra a Nova Zelândia (um deles, de voleio); e outro contra a Argentina.

Na partida contra os rivais, também deu passe para Júnior marcar o terceiro e também envolveu-se no segundo, tendo dado passe para Falcão assistir a Serginho Chulapa. O jogo foi válido já pela segunda fase, onde um grupo formado também pela Itália daria uma vaga para as semifinais. O Brasil foi ao jogo contra os italianos podendo empatar para passar de fase: ambos haviam vencido a Argentina, mas o Brasil fizera um gol a mais. Tudo deu errado na partida decisiva do grupo. O técnico da Azzurra, Enzo Bearzot, já presenciara as habilidades de Zico em 1979, quando treinou a Seleção do Resto do Mundo em amistoso contra a Argentina comemorativo do aniversário de um ano do título do país na Copa de 1978. Zico chegara a Buenos Aires minutos antes da partida, entrando no segundo tempo. Marcou o gol de empate e levou o time da FIFA à vitória de virada Para anular o Galinho, escalou o violento Claudio Gentile, que já parara Diego Maradona, à base de muitas pancadas, na partida contra a Argentina. No único momento em que conseguiu desvencilhar-se da pesada marcação de Gentile, Zico deu o passe para o gol de Sócrates, que empatava a partida em 1–1.

Em outro momento, o adversário chegou a puxar tão forte a camisa de Zico que terminou por rasgá-la. O lance foi dentro da grande área, mas o pênalti não foi marcado pelo árbitro israelense Abraham Klein. A Itália venceu por 3–2 no que Zico, até então empatado com o alemão-ocidental Karl-Heinz Rummenigge na artilharia do mundial (premiação que ficaria com o carrasco Paolo Rossi, que fizera os três gols da vitória italiana naquela partida e faria outros três depois), considera sua "maior frustração no futebol". A terceira e última Copa de Zico seria a de 1986. O Galinho ainda vivia a desconfiança da crítica em relação a seu estado físico após a lesão provocada por Márcio Nunes, do Bangu, em 1985. Sua resposta pela Seleção viria em abril, num amistoso contra a Iugoslávia, realizado no Recife. Na vitória brasileira por 4–2, marcou outro de seus gols mais bonitos, invadindo a área adversária deixando para trás uma fileira de quatro zagueiros e ainda livrando-se do goleiro antes de concluir para as redes. Ainda assim, em virtude de sua recuperação, foi ao mundial como reserva. Jogou três das cinco partidas do Brasil na Copa, contra Irlanda do Norte, na primeira fase, com o Brasil já classificado; Polônia, nas oitavas de final; e França, nas quartas. Não marcou gols, perdendo a melhor chance que teve para fazê-lo, um pênalti contra os franceses. Zico havia acabado de entrar na partida, já empatada em 1–1, e feito sensacional lançamento para Branco, que foi derrubado na grande área pelo goleiro Joël Bats.

Como ainda estava frio na partida, Zico foi bater o pênalti relutantemente, o qual ele mesmo reconheceu ter cobrado mal. O empate perdurou na prorrogação e a vaga nas semifinais foi decidida na série de pênaltis. Escalado para bater novamente, Zico acertou sua cobrança na decisão, mas Sócrates e Júlio César perderiam as suas e o Brasil acabaria eliminado. Foi a última partida oficial do meio-campista pelo Brasil — curiosamente, o jogador perdeu apenas uma vez pela Seleção em Copas, no fatídico jogo contra a Itália em 1982. Na Copa do Mundo FIFA de 1990, o técnico Sebastião Lazaroni chegou a conversar com Zico tentando fazer o jogador repensar a sua decisão de não disputar o Mundial. O Galinho optou por não jogar mais futebol, tendo outros planos: naquele ano, durante a presidência de Fernando Collor, foi Secretário Nacional de Esportes, cargo público que exerceu até o ano seguinte.

ESTILO DE JOGO

“Meu negócio não era fazer graça não, era fazer gol.”

—Zico, sobre suas características como futebolista.

Zico é reconhecido mundialmente pela sua precisão nas cobranças de falta. Em uma entrevista, revelou que costumava treinar de 70 a 100 cobranças de falta duas vezes por semana. De acordo com o site goal.com, o jogador teria marcado 101 gols de falta em jogos oficiais, sendo o recordista na história do futebol em gols marcados desta forma. No entanto, esse número foi desmentido pelo próprio Zico no canal Charla Podcast, do YouTube. Considerando sua contagem (que conta jogos amistosos), o Galinho de Quintino teria marcado 84 gols de falta. Muito por conta disso, em 2001 foi eleito pela revista Placar o maior cobrador de faltas do futebol brasileiro no século XX. Já em 2016, em uma pesquisa promovida pelo portal GE, foi eleito por jogadores e por internautas como o maior batedor de faltas brasileiro da história.

Segundo a IFFHS, que considera apenas os gols marcados em torneios nacionais de primeira divisão e por seleções principais, Zico é o 18.º MAIOR ARTILHEIRO da história do FUTEBOL, com 556 gols em 777 partidas oficiais. Chegou a marcar 89 gols em 1979, porém 73 foram contabilizados oficialmente. Apenas em partidas válidas pelo Campeonato Brasileiro, balançou as redes 137 vezes. Zico é, também, o MAIOR ARTILHEIRO da história do Estádio do MARACANÃ, com 334 gols em 435 partidas.

Além do lado goleador, seu repertório também incluía habilidade nos dribles, excelente visão de jogo e uma inteligência acima do normal. Por isso, para muitos jornalistas esportivos, como Celso Unzelte, por exemplo, Zico foi o mais completo jogador que o Brasil já teve.

Segundo Fernando Calazans, colunista esportivo do jornal O Globo, Zico atuava na função do chamado “número um” no sistema 4-3-1-2, pois desempenhava várias funções, como criar, atacar e defender. Para o colunista, na história do futebol brasileiro, somente Zico desempenhou essas funções com a mesma com eficiência, pois participava da marcação, permitindo que seus companheiros pudessem se recompor defensivamente, e atuava como jogador arco-e-flecha (jargão utilizado para se referir a jogadores que têm proficiência tanto na criação ofensiva quanto no poder de finalização).

Conforme Mário Magalhães, quando retornou aos gramados após a lesão, seus joelhos já não eram mais os mesmos. Ele passou a exercer a função então denominada ponta-de-lança. Debilitado fisicamente, o Zico passou, sobretudo no segundo tempo, a ficar mais plantado no meio do campo e na intermediária ofensiva, lançando seus companheiros.

PÓS-APOSENTADORIA

Carreira política: Durante a presidência de Fernando Collor, Zico foi Secretário Nacional de Esportes. Ocupou o cargo nos anos de 1990 e 1991.

Seu projeto mais conhecido foi a "Lei Zico", que modificou a estrutura do futebol brasileiro, reduzindo o poder dos clubes em relação aos jogadores. Dentre os temas regulamentados pela lei Zico, figuram, por exemplo, a criação do Conselho Superior de Desportos — entidade destinada a fazer cumprir a própria lei — e a organização da Justiça desportiva.

A "Lei Zico", que é como ficou conhecida a Lei no 8 672, foi promulgada em 6 de julho de 1993, e promoveu e concretizou a modernização da legislação desportiva.

Acerca desta Lei, o Professor Álvaro Melo Filho, esclarece os aspectos inovadores trazidos pela normaː

“Com a ‘Lei Zico’ o conceito de desporto, antes adstrito e centrado apenas no rendimento, foi ampliado para compreender o desporto na escola e o desporto de participação e lazer; a Justiça Desportiva ganhou uma estruturação mais consistente; facultou-se o clube profissional transformar-se, constituir-se ou contratar sociedade comercial; em síntese, reduziu-se drasticamente a interferência do Estado fortalecendo a iniciativa privada e o exercício da autonomia no âmbito desportivo, exemplificada, ainda, pela extinção do velho Conselho Nacional de Desportos, criado no Estado Novo e que nunca perdeu o estigma de órgão burocratizado, com atuação cartorial e policialesca no sistema desportivo, além de cumular funções normativas, executivas e judiciais. Ou seja, removeu-se com a ‘Lei Zico’ todo o entulho autoritário desportivo, munindo-se de instrumentos legais que visavam a facilitar a operacionalidade e funcionalidade do ordenamento jurídico-desportivo, onde a proibição cedeu lugar à indução.”

Ainda sobre a lei, o advogado Mauro Lima Silveira nos ensina: “A Lei 8 672, a ‘Lei Zico’, de autoria do Secretário de Esportes Artur Antunes Coimbra jamais teve aplicação, mas teve real influência na ‘Lei Pelé’. Esta simplesmente copiou a maioria dos dispositivos daquela. Impelido por razões que nos fogem discutir, o Ministro Extraordinário dos Esportes Edson Arantes do Nascimento entendeu que a legislação desportiva não deveria chamar-se de ‘Lei Zico’, e sim de ‘Lei Pelé’. E assim nasceu este atentado ao desporto brasileiro, repleto de inconstitucionalidade e desrespeito ao desporto nacional”.

A relação com Collor, considerada harmônica no início da função como ministro, se deteriorou após aliados do ex-presidente reclamarem dos efeitos da Lei Zico. Um dos pontos mais polêmicos da lei foi a captação de recursos financeiros para entidades desportivas através de bingos.

Cobrado por políticos que o apoiavam, o então presidente engavetou o projeto de lei, o suficiente para Zico pedir demissão.

“Aquilo batia de frente com alguns setores que o tinham apoiado. Ele (Collor) engavetou. Ele parou com o contato direto que tinha comigo. Preparei minha carta de despedida, pois não tinha mais o que fazer.”

Após essa aventura na política, Zico voltou aos gramados para jogar no Japão.

Futebol de areia: Depois de pendurar as chuteiras dos gramados, em 1994. Zico foi jogar futebol de areia. Ele defendeu a Seleção Brasileira de Futebol de Areia entre 1995 e 1996. Nesse período, fez 41 gols com a camisa da Seleção e foi bicampeão do Campeonato Mundial, da Copa América e do Torneio Internacional do Japão.

Ações sociais: Além de ser conhecido pelas grandes contribuições dentro de campo, Zico é apontado como um cidadão de respeito, com influência em diversas áreas e ativo em ações sociais. Em 2009, o Galinho criou seu primeiro projeto social próprio, a "Escola Zico", com o intuito de dar aulas de futebol a cerca de 500 crianças matriculadas na rede pública de ensino.

Em 2011, o ex-jogador também lançou o projeto "Zico 10 - Rio 2016", com a ideia de levar crianças de favelas ocupadas pela UPP no RJ para escolinhas de futebol. Todos os beneficiados ganharam uniformes e chuteiras, e Zico não escondeu a emoção com o projeto: "Não estamos preocupados em formar jogadores de futebol, mas cidadãos para que nossa cidade volte a ser de novo realmente maravilhosa".

Nem mesmo a idade e os problemas físicos são capazes de afastar o camisa 10 das ações sociais. Em 2024, já aos 71 anos de idade, Zico se tornou embaixador do projeto "Doe gols". Uma das atitudes do ídolo foi doar itens do acervo pessoal, como camisas, bola e ingressos de jogos históricos, para que a verba fosse revertida em prol do projeto.

Em 2026, durante uma visita à Organização das Nações Unidas (ONU) com uma comitiva do Flamengo, Zico foi nomeado o primeiro embaixador brasileiro da campanha Football for the Goals — uma iniciativa que mobiliza o esporte em apoio aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A campanha reúne outras personalidades do futebol e tem como metas o combate ao racismo e a redução das desigualdades.

CARREIRA COMO TREINADOR

Primeiras experiências: Apesar de ter sido várias vezes convidado a assumir cargos no Flamengo, Zico relutou em aceitar. Especula-se que isso se deva em grande parte aos rumos tomados pelas administrações do clube carioca, que desde a época de Zico vêm gradativamente acumulando dívidas e maus resultados. Já disse que nunca quer ser técnico do Flamengo para não manchar essa imagem maravilhosa que tem com a torcida. Sua primeira experiência em uma comissão técnica foi como assistente de Zagallo, para a Copa do Mundo FIFA de 1998.

Zico foi chamado após resultados medianos do Brasil nos amistosos preparativos — o país não jogara as Eliminatórias por sua classificação automática como campeão da edição anterior. Ficaria marcado por ter sido o encarregado de transmitir a Romário a informação de que este seria cortado. Apesar da decisão ter sido feita por toda a comissão, o Baixinho culparia Zico pelo corte, e apenas em 2009 lhe pediria desculpas. Posteriormente, Zico assumiu interinamente como treinador do Kashima Antlers, quando o time passava por uma crise. Era diretor técnico do time, que demitira Zé Mário em razão de maus resultados. Na emergência, Zico comandou a equipe, e sua figura incentivou os jogadores, fazendo o time sair das últimas posições e terminar entre os primeiros da J-League.

Seleção Japonesa: A partir de junho de 2002, passou a exercer o cargo de técnico da Seleção Japonesa, sucedendo ao francês Philippe Troussier, que treinara o país na Copa do Mundo daquele ano. Foi chamado logo como a primeira opção de Masaru Suzuki, presidente da Associação de Futebol do Japão — Suzuki fora o presidente do Kashima na época em que Zico teve bons resultados como técnico interino do clube. Após eliminação na primeira fase na Copa das Confederações FIFA de 2003, Zico levou os nipônicos ao título na Copa da Ásia de 2004. Com o título continental, o Japão credenciou-se a disputar no ano seguinte a Copa das Confederações e, embora eliminado na fase de grupos, não fez feio, tendo ficado perto de eliminar a Seleção Brasileira nesta fase.

O Japão de Zico reencontraria o Brasil no ano seguinte, na Copa do Mundo FIFA de 2006, com nova eliminação na primeira fase e um futebol aquém do que se esperava. Zico afirmou que fez o melhor que pôde pela Seleção Japonesa e que não se arrependeu de nenhuma decisão que tomou. Apesar de não ter conseguido os mesmos resultados do antecessor, seu trabalho foi reconhecido por ter inspirado melhor postura dos jogadores japoneses, ensinando-lhes a ter mais confiança e capacidade de improvisação. Foi treinando a Seleção Japonesa que Zico desenvolveu o gosto para ser treinador; até então, sua intenção após abandonar os gramados era ser dirigente.

“Foi uma questão de retribuição pelo que o Kashima e todo o Japão fizeram por mim. Eu não queria de maneira nenhuma seguir como treinador, mas, em um momento difícil, eu assumi. Obtivemos ótimos resultados nesse período e saímos do rebaixamento para o quinto lugar. Entreguei o time ao Toninho Cerezo, continuei como diretor, e, quando o presidente do Kashima Antlers assumiu a federação, me fez um pedido bem especial. Acho que faltavam algumas coisas para o futebol japonês dar uma guinada e eu tinha que estar lá dentro para isso. Aí peguei o gostinho e continuei. Deu certo.”

Fenerbahçe: Em julho, após a Copa do Mundo, Zico foi contratado para treinar a equipe turca do Fenerbahçe, ajudando a popularizá-la no Brasil. Comandando um time cujo elenco contava com vários ex-jogadores com passagens pelo futebol brasileiro — nomes como Alex, Edu Dracena, Deivid, Fábio Luciano e, posteriormente, Roberto Carlos, além do naturalizado turco Gökçek Vederson, do uruguaio Diego Lugano e do chileno Claudio Maldonado, ambos ex-atletas do São Paulo —, o Fener conquistou o Campeonato Turco na temporada 2006–07, garantindo assim uma vaga na fase de grupos da Liga dos Campeões da UEFA.

Já na temporada seguinte, Zico conseguiu levar a equipe às quartas de finais da Liga dos Campeões, sendo esta a melhor participação de um clube da Turquia no principal torneio europeu de clubes. No jogo de ida, o Fenerbahçe fez valer o mando de campo e venceu o favorito Chelsea por 2–1. Porém, no jogo de volta, em Londres, o time turco perdeu por 2–0 e foi eliminado da competição. Apesar do revés, a equipe comandada por Zico saiu de cabeça erguida.

Bunyodkor: No dia 22 de setembro de 2008, foi contratado para treinar a equipe Bunyodkor, do Uzbequistão, clube onde já jogava o brasileiro Rivaldo, substituindo Mirjalol Qosimov, que assumira a Seleção Uzbeque. Zico ficou apenas pouco mais de quatro meses como técnico do Bunyodkor, o suficiente para trazer mais mídia para o futebol local, para conquistar a Copa do Uzbequistão de 2008, em cima do rival Paxtakor e deixá-la na liderança do Campeonato Uzbeque, que o clube posteriormente também venceu. Além disso, o clube também chegou às semifinais da Liga dos Campeões da AFC.

CSKA Moscou: Em 9 de janeiro de 2009, Zico anunciou a troca do Bunyodkor pelo CSKA Moscou, substituindo Valeriy Gazzayev. Estreou na fase decisiva da Copa da UEFA contra o Aston Villa e a equipe se classificou para as oitavas-de-final da competição após um empate em 1–1 na primeira partida e uma vitória por 2–0 no jogo de volta, em casa. Porém, na fase seguinte, sua equipe acabaria sendo eliminada pelo Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, que terminou conquistando o torneio. No comando do CSKA, Zico levou o time às conquistas da Copa da Rússia e a Supercopa da Rússia em 2009. Apesar dos títulos, foi demitido do clube no dia 10 de setembro.

Olympiacos: No dia 16 de setembro de 2009, o Olympiacos anunciou a contratação de Zico por dois anos, em uma decisão que foi surpresa até para a sua família. O brasileiro assistiu a partida contra o AZ Alkmaar, no Estádio Karaiskakis em Atenas, pela Liga dos Campeões da UEFA. Em 19 de janeiro de 2010, após quatro meses, o clube anunciou o "fim de sua cooperação com o treinador" em um breve comunicado no site oficial.

Seleção Iraquiana: Em 25 de agosto de 2011, Zico embarcou rumo ao Iraque para assumir a Seleção Iraquiana, com o principal objetivo de classificar o país para a Copa do Mundo FIFA de 2014. O contrato assinado tinha validade até 2014, mas a ideia era permanecer até 2018.

O lendário jogador brasileiro Zico, que também é técnico do Iraque, durante a partida das Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA de 2014 contra Omã, em Doha. Foto tirada por Mohan em 12 de junho de 2012, 05:39:44.

No dia 27 de novembro de 2012, Zico anunciou, através de uma nota em seu site, o desligamento da Seleção Iraquiana por descumprimento de algumas questões contratuais pela Federação Iraquiana de Futebol.

Al-Gharafa:

Em agosto de 2013, após quase um ano desempregado, Zico foi anunciado como novo técnico do Al-Gharafa, do Catar, sendo esta sua segunda experiência no futebol asiático. O brasileiro foi demitido após três derrotas consecutivas, deixando o Al-Gharafa na sétima colocação do campeonato, sem chances de título.

Goa: No dia 2 de setembro de 2014, em um projeto pioneiro de difundir o futebol pelo mundo, tal qual já havia feito no Japão, Zico assumiu o comando do Goa, da Índia. Logo após sua chegada, o clube postou em seu site oficial: "A lenda está aqui. Seja bem vindo, Zico".

Em sua primeira temporada, conseguiu levar o modesto time à semifinal da Superliga Indiana. Após três temporadas, deixou o clube no dia 13 de janeiro de 2017.

Kashima Antlers: No dia 17 de julho de 2018, após 16 anos de sua última passagem, o Kashima Antlers anunciou seu retorno para o cargo de diretor técnico da equipe.

CARACTERÍSTICAS COMO TREINADOR

Como treinador, Zico tem um estilo inspirado em Telê Santana: é detalhista, treina muitos fundamentos (passe, domínio, cruzamento, cabeçada, etc.) e não é de ficar gritando na beira do gramado.

CARREIRA COMO DIRIGENTE E COMENTARISTA

Diretor executivo: No dia 30 de maio de 2010, a convite da presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, assumiu o cargo de diretor executivo de futebol do clube. No dia 1 de outubro, anunciou, em seu site pessoal, o pedido de demissão do cargo, segundo ele, por pressões sofridas dentro do clube.

Oito anos depois, em julho de 2018, foi anunciado como diretor técnico do Kashima Antlers.

Comentarista esportivo: Em 16 de fevereiro de 2011, foi anunciado como comentarista esportivo no Esporte Interativo. Fez sua estreia no dia 22 de fevereiro, na partida entre Lyon e Real Madrid.

Em 28 de abril, estreou o seu próprio programa, também na TV Esporte Interativo, "Zico da Área" com o jornalista esportivo Mauro Beting e a participação do ex-futebolista Bebeto. O programa foi semanal, toda quinta-feira às 20 horas e 30 minutos e teve a duração de uma hora.

Em 14 de abril de 2014, estreou na Rádio Globo no programa Futebol de Verdade com Juninho Pernambucano.

Em 2022 estreou um talk show no BandSports, o "Resenha do Galinho". Em 2023, o programa passou a ser exibido na Jovem Pan News. Em 2024, o Resenha do Galinho voltou para a Band, agora exibido durante a madrugada de segunda para terça.

FAMÍLIA

Zico descende de portugueses, tanto pelo lado materno como pelo lado paterno. O seu avô materno, Arthur Ferreira da Costa Silva era de Oliveira de Azeméis e emigrou para o Rio de Janeiro nos últimos anos do século XIX. Estabeleceu-se com uma fábrica de cerâmica no bairro de Quintino. A mãe de Zico, Matilde Ferreira da Costa Silva (19 de janeiro de 1919 – 17 de novembro de 2002), nasceu já no Brasil. O avô paterno, Fernando Antunes Coimbra, nasceu e viveu a maior parte da sua vida em Tondela. É aí que nasce José Antunes Coimbra (10 de junho de 1901 – 12 de novembro de 1986), que viria ser o pai do jogador. José Antunes Coimbra, aos 10 anos de idade, juntamente com sua família, emigra para o Brasil. Ainda que tenha saído de Portugal muito jovem, José sempre guardou uma grande ligação ao seu país de origem. Era, aliás, torcedor do Sporting Clube de Portugal, portanto seguiu durante grande parte de sua vida os relatos dos jogos de seu clube através da rádio.

Matilde Ferreira da Costa Silva e José Antunes Coimbra conheceram-se em 1926, José Antunes tinha 25 anos e era motorista na fábrica de cerâmica do pai de Matilde; esta tinha apenas sete anos de idade. Casaram 17 anos depois, em 1943; ela com 24 anos, ele já com 42. Do casamento nasceram seis filhos, cinco homens e uma mulher: a mais velha Zezé, Antunes (falecido em 8 de janeiro de 1997), Zeca, Nando, Edu e Tunico, e finalmente Zico. Zico nasceu na rua Lucinda Barbosa, número 7 em Quintino, às 7h00 de parto natural. O nome Arthur foi escolhido pela mãe por causa de seu avô (que viria a falecer um ano depois). Zico conheceu Sandra Carvalho de Sá, que vem a ser irmã de Sueli, a esposa de seu irmão Edu, em 1969, em treinamento do Flamengo: ela passava pela Gávea para suspirar por seu ídolo do elenco flamenguista, o galã argentino Narciso Doval. Em 23 de agosto de 1970, Zico e Sandra começam a namorar e casaram-se em 18 de dezembro de 1975, na igreja de São José, na Lagoa. Zico e Sandra têm três filhos: Arthur Antunes Coimbra Júnior (nascido em 15 de outubro de 1977), Bruno de Sá Coimbra (nascido em 16 de outubro de 1978) e Thiago de Sá Coimbra (nascido em 6 de janeiro de 1983).

ESTATÍSTICAS
  • CR Flamengo (1971–1983)
    • Partidas: 636
    • Gols: 481
    • Assistências: 157
  • Udinese C. (1983 –1985)
    • Partidas: 77
    • Gols: 57
    • Assistências: 7
  • CR Flamengo (1985–1990)
    • Partidas: 96
    • Gols: 32
    • Assistências: 23
  • Kashima Antlers FC (1991–1994)
    • Partidas: 847
    • Gols: 611
    • Assistências: 182
TÍTULOS COMO JOGADOR

CR Flamengo:
  1. Copa Intercontinental: 1981
  2. Copa Libertadores da América: 1981
  3. Campeonato Brasileiro: 1980, 1982, 1983
  4. Copa União: 1987
  5. Campeonato Carioca: 1972, 1974, 1978, 1979, 1979 (Especial), 1981, 1986
Kashima Antlers: Copa Suntory Series em 1993

Seleção Brasileira:
  1. Taça do Atlântico: 1976
  2. Copa Roca: 1976
  3. Copa Rio Branco: 1976
  4. Taça Oswaldo Cruz: 1976
  5. Torneio Bicentenário dos EUA: 1976
  6. Taça Brasil-Inglaterra: 1981
Seleção Brasileira Olímpica: Torneio Pré-Olímpico Sul-Americano em 1971.

PRÊMIOS INDIVIDUAIS

Zico, Maraadona e Fillol, premiados pelo El Gráfico em 1981.
  1. Jogador Revelação do Campeonato Brasileiro: 1974
  2. Melhor Jogador do Campeonato Carioca: 1972, 1974, 1978, 1979, 1979 (especial), 1981 e 1986
  3. Bola de Prata: 1974, 1975, 1977, 1982, 1987
  4. Bola de Ouro: 1974, 1982
  5. Melhor Jogador da América do Sul (El Mundo): 1977, 1981, 1982
  6. Bola de Prata (Artilheiro): 1980, 1982
  7. Melhor Jogador do Campeonato Brasileiro: 1980, 1982 e 1983
  8. Melhor Jogador da Copa Libertadores da América: 1981
  9. Melhor Jogador da Copa Intercontinental: 1981
  10. Seleção Ideal do Mundo (Guerin Sportivo): 1981
  11. Melhor Jogador do Mundo (Guerin Sportivo): 1981
  12. Seleção da Copa do Mundo FIFA: 1982[18]
  13. Chuteira de Bronze da Copa do Mundo FIFA: 1982
  14. Melhor Jogador do Mundo (World Soccer) em 1983
  15. Seleção do Campeonato Italiano: 1983–84
  16. Melhor Jogador do Campeonato Italiano: 1983–84
  17. Prêmio Chevron: 1983–84
  18. Jogador do Ano no Futebol Brasileiro (Placar): 1989
  19. Calçada da Fama do Kashima Antlers: 1993
  20. Medalha Tiradentes: 1995
  21. Seleção de Futebol do Século XX: 1996, 1997
  22. Ordem de Mérito da FIFA: 1996
  23. Hall da Fama da FIFA: 2000
  24. Calçada da Fama do Maracanã: 2000
  25. FIFA 100: 2004
  26. Prêmio Golden Foot (Lenda do Futebol): 2006
  27. Hall da Fama do Kashima Antlers: 2009
  28. Prêmio Superar: 2012
  29. IFFHS (Lendas do Futebol): 2016
  30. Hall da Fama do Futebol Japonês: 2016
  31. Hall da Fama do Futebol Mexicano: 2016
  32. Maior ídolo da História do Flamengo (O Globo): 2020
  33. Seleção de Todos os Tempos do Brasil (IFFHS): 2021
  34. Seleção de Todos os Tempos da América do Sul (IFFHS): 2021
  35. Seleção de Todos os Tempos da Udinese (Guardian Sport Network): 2022
Estátuas: Zico é homenageado com estátua na Sede social do Clube de Regatas do Flamengo, duas estátuas na cidade de Kashima e no Estádio Kashima no Japão e uma no Hall da Fama do Maracanã.

ARTILHARIAS

Flamengo:
  1. Campeonato Carioca: 1975 (30 gols)
  2. Campeonato Carioca: 1977 (27 gols)
  3. Campeonato Carioca: 1978 (19 gols)
  4. Campeonato Carioca: 1979 (26 gols)
  5. Campeonato Carioca: 1979 (Especial) (34 gols)
  6. Campeonato Brasileiro: 1980 (21 gols)
  7. Copa Libertadores da América: 1981 (11 gols)
  8. Campeonato Brasileiro: 1982 (20 gols)
  9. Campeonato Carioca: 1982 (21 gols)
Kashima Antlers: Japan Soccer League: 1991–92 (22 gols)

Seleção Brasileira: Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA de 1978 (5 gols) e a Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA de 1982 (5 gols).

RECORDES

Maior Artilheiro do Flamengo: (509 gols)[45]
Maior Artilheiro do Estádio do Maracanã: (333 gols)[46]
Maior Artilheiro do Clássico Fla-Flu: 19 gols[47]
Maior Vencedor do Prêmio Bola de Prata: 9[48]
Maior Vencedor do Prêmio de Rei da América: 3

TÍTULOS COMO TREINADOR

Seleção Japonesa: conquistou a Copa da Ásia em 2004.

Fenerbahçe: Campeonato Turco em 2006–07 e a Supercopa da Turquia em 2007.

Bunyodkor:
  1. Campeonato Uzbeque: 2008
  2. Copa do Uzbequistão: 2008
CSKA Moscou:
  1. Copa da Rússia: 2008–09
  2. Supercopa da Rússia: 2009
TÍTULOS COMO DIRETOR TÉCNICO

Kashima Antlers:
  1. Campeonato Japonês: 1996, 1998, 2000, 2001 e 2025
  2. Copa do Imperador: 1997 e 2000
  3. Copa da Liga Japonesa: 1997, 2000 e 2002
  4. Supercopa do Japão: 1997, 1998 e 1999
  5. Liga dos Campeões da AFC: 2018
DESPEDIDAS

Seleção Brasileira - "O fim de uma era": O último jogo do Galinho com a camisa amarelinha aconteceu no dia 27 de março de 1989, num jogo entre a Seleção Brasileira e uma equipe representando o resto do mundo. Realizada no Estádio Friuli, em Údine, na Itália, a partida teve um público de 41 mil pessoas, que viram a equipe do Resto do Mundo vencer o Brasil por 2–1. O evento foi promovido pela comissão italiana da Copa do Mundo de 1990.

Flamengo - "O ensaio": No dia 6 de janeiro de 1990, a despedida do maior ídolo e artilheiro da história do Flamengo e do Maracanã foi marcada por um jogo em que o time rubro-negro e a seleção de craques nacionais e internacionais "World Cup Master" empataram em 2–2. O jogo foi realizado no seu palco principal, o Maracanã, e teve um público de 150 mil pessoas, sendo 90 mil pagantes.

Kashima Antlers - "O adeus definitivo": Em 10 de outubro de 1994, "God Soccer", como é conhecido por lá, despediu-se em definitivo do futebol japonês e mundial num evento promovido pelo clube Kashima Antlers, num jogo em que enfrentou um combinado de estrangeiros que atuavam no futebol japonês. O jogo terminou empatado em 4–4 e o público foi de 38 mil pessoas, capacidade máxima do estádio.

NAS ARTES

Teatro: uma Participação na peça "Histórias com Tortilhas", com Pepita Rodríguez (2008)

Livros:
  1. Zico: a História do Maior Artilheiro Rubro-Negro (revista, RGE-1976)
  2. Zico, Uma Lição de Vida - 1 (autor: Marcos Vinícius Bucar Nunes - 1986)
  3. Deixa Que Eu Chuto (autor: Renato Maurício Prado - 1998)
  4. Zico Conta Sua História, Ed. FTD (autor: Zico - 1998)
  5. Zico: Paixão e Glória de um Ídolo (autora: Lúcia Rito - 2000)
  6. Zico: 50 Anos de Futebol (autor: Zico, Roberto Assaf e Roger Garcia - 2003)
  7. Flamengo - O Vermelho e o Negro (autor: Ruy Castro 2004)
  8. Zico, Uma Lição de Vida - 2 (autor: Marcos V. B. Nunes - 2006) sucesso de vendas, EUA e Japão
  9. Os Reis do Futebol Brasileiro (autor: Antonio Falcão - 2006)
Filmografia:
  1. A Vida do Jogador Zico, uma Lenda do Nosso Futebol (documentário, década de 1980)
  2. L'allenatore nel pallone (Comédia italiana, 1984 - aparece na qualidade de jogador da Udinese)
  3. Zico: um Gênio da Bola (documentário, década de 1990)
  4. Os Mais Belos Gols de Zico (documentário, Década de 1990)
  5. Uma Aventura do Zico (infantil - 1998)
  6. Zico - O Filme (documentário sobre a vida e a carreira do craque - 2003)
  7. Mitos do Futebol (Miti - documentário italiano do jornal La Gazeta dello Sport - 2008)
  8. A Grande Família (série, episódio: "Vai que é Tua, Lineuzinho!", 2007) - ele mesmo
  9. Zico: o Galinho de Ouro do Brasil (documentário, coleção grandes craques - Placar 2009)
  10. Zico na Rede (documentário com os gols mais importantes de sua carreira - 2009)
  11. Zico, O samurai de Quintino (documentário, partindo do período em que Zico jogou no Japão - 2026)
Discografia:
  1. Batuquê de Praia e Cantos do Rio (Compacto, Zico e Fagner - 1982)
  2. Reedição Devido a Grande Procura (Compacto, Batuquê de Praia e Cantos do Rio - 1983)
  3. O Mundo é Verde e Amarelo (Zico e Seleção Brasileira - 1986)
HOMENAGENS

Carnaval: Embora seja torcedor e desfilante da Beija-Flor, Zico foi enredo da Imperatriz Leopoldinense, no carnaval de 2014.

Música:
  1. Camisa 10 da Gávea (Jorge Ben Jor - 1976), um pouco depois a cantora Maria Alcina regravou este sucesso
  2. Gol anulado (Elis Regina)
  3. Samba rubro negro (versão João Nogueira - 1979)
  4. Flamengão (Bebeto)
  5. Pega na mentira (Roberto e Erasmo Carlos - 1981)
  6. Arigatô Flamengo (Bebeto - 1982)
  7. Sangue, suingue e cintura (Moraes Moreira - 1982)
  8. Saudades do Galinho (Moraes Moreira - 1983)
  9. Uma vez Flamengo (samba-enredo da Estácio de Sá - 1995)
  10. Galinho de Briga (Fagner, tema do filme Uma Aventura do Zico - 1998)
  11. Bola no Pé (Fagner, tema do filme Zico , o Filme - 2003)
  12. Kamisama "O Senhor Deus" (Banda de Heavy Metal - Eyes of Shiva - 2006)
  13. 1967 (Marcelo D2 - 2007)
  14. Zico é o Nosso Rei (Alexandre Pires, tema do filme Zico na Rede - 2009)
  15. Zico (Carlinhos Vergueiro - 1999, relançado em 2010 - CD Contra-Ataque: Samba e Futebol)
  16. Pagode do Mengão (Júnior - 2011)
  17. Zico 60 Anos (Arlindo Cruz, Evandro Bocão, André Diniz, Rogê e Marcelo Tijolo. Samba gravado por vários artistas em homenagem aos 60 anos de Zico - 2013)
  18. Arthur X - O reino do galinho de ouro na corte da Imperatriz (samba-enredo da Imperatriz Leopoldinense - 2014)
Cinema: Zico60. Doc.

Televisão: Zico 60: o surgimento do Galinho de Quintino e a trajetória até o estrelato e 61ª posição entre os "100 Maiores Brasileiros de Todos os Tempos", em concurso realizado pelo SBT com a emissora BBC, de Londres (2012).

Teatro: O dia em que Zico virou Rei (Grupo de teatro do nordeste, década de 1990).

Poesia: De Galinho de Quintino a ídolo de uma nação: nada além de ZICO

FONTES: «Zico treinador - Estatísticas detalhadas». Zico na rede (Site oficial do Zico). Consultado em 23 de setembro de 2008. Arquivado do original em 24 de junho de 2024
«Zico foi indicado como o 'próximo Pelé', mas na verdade foi o 'primeiro Messi'». Yahoo! Esportes. 2 de abril de 2019. Consultado em 7 de abril de 2020. Arquivado do original em 22 de setembro de 2020
«Em especial sobre Flamengo, jornal argentino diz que Zico é "Pelé branco"». Torcedores.com. 28 de outubro de 2019. Consultado em 7 de abril de 2020. Arquivado do original em 6 de setembro de 2023
«ABC (Madrid) - 19/12/1981, p. 65 - ABC.es Hemeroteca». Consultado em 19 de maio de 2016. Cópia arquivada em 30 de janeiro de 2020
«Didi e Zico já integram o "Hall of Fame"». Folha de S.Paulo. 23 de dezembro de 1999. Consultado em 16 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2025
«Time dos Sonhos da Bola de Ouro: veja os indicados na eleição da France Football». Goal. 19 de outubro de 2020. Consultado em 9 de outubro de 2023. Cópia arquivada em 15 de dezembro de 2024
 «Ídolo de volta: Zico é anunciado como diretor técnico do Kashima Antlers». ge. 17 de julho de 2018. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 30 de novembro de 2024
«Flamengo anuncia a contratação de Zico para ser embaixador». O Dia. 22 de maio de 2025. Consultado em 30 de abril de 2026. Cópia arquivada em 23 de maio de 2025
Bruno Pires (21 de junho de 2008). «Zico dá prioridade a Portugal». Diário de Notícias. Consultado em 15 de maio de 2015. Arquivado do original em 24 de julho de 2015
Cassius Leitão; Marcelo Pizzi (3 de março de 2013). «Zico 60: o surgimento do Galinho de Quintino e a trajetória até o estrelato». g1. Consultado em 30 de abril de 2026. Cópia arquivada em 16 de julho de 2019
"Arthur Antunes Coimbra - Zico", LANCE! Especial Flamengo 1981 - O Melhor do Mundo, 2007, Areté Editorial S/A, págs. 11-13
 "O Matador de Leões", Placar Especial Zico, 1989, Editora Abril, págs. 10-13
"Gosto amargo do erro", Placar Especial Zico, 1989, Editora Abril, pág. 26
Silva, Anderson (25 de maio de 2021). «História dos tri-campeonatos do flamengo». Redação rubro-Negra. Cópia arquivada em 14 de janeiro de 2026
"Prestígio na Europa", LANCE! Especial Flamengo 1981 - O Melhor do Mundo, 2007, Areté Editorial S/A, págs. 18-19
"Emoção total", Placar Especial Zico, 1989, Editora Abril, pág. 26
"Sequência formidável", LANCE! Especial Flamengo 1981 - O Melhor do Mundo, 2007, Areté Editorial S/A, págs. 32-33
"Coração e coragem", Placar Especial Zico, 1989, Editora Abril, pág. 27
"Coração e coragem", Placar Especial Zico, 1989, Editora Abril, pág. 28
 "Zico", FourFourTwo, número 6, abril de 2009, Editora Cádiz, págs. 58-63
"Campeão do Mundo", LANCE! Especial Flamengo 1981 - O Melhor do Mundo, 2007, Areté Editorial S/A, págs. 6-9
"Mais mengão do que nunca", LANCE! Série Grandes Clubes - As 10 Maiores Glórias do Mengão, 2001, Areté Editorial S/A, pág. 32
 "O bi em pleno Olímpico", LANCE! Especial Flamengo 1981 - O Melhor do Mundo, 2007, Areté Editorial S/A, págs. 54-55
"O tri agora é brasileiro", LANCE! Especial Flamengo 1981 - O Melhor do Mundo, 2007, Areté Editorial S/A, págs. 62-63
 "Dois dramas e um tri", Placar Especial Zico, 1989, Editora Abril, pág. 28
"Zico vai para a Itália", LANCE! Especial Flamengo 1981 - O Melhor do Mundo, 2007, Areté Editorial S/A, págs. 54-55
 DVD Placar Coleção Grandes Craques - Zico, o Galinho de Ouro do Brasil
 "Udine agradece eternamente", Placar Especial Zico, 1989, Editora Abril, pág. 16
"A queda de Roma", Placar Especial Zico, 1989, Editora Abril, pág. 30
«Título ainda não informado (favor adicionar)». Cópia arquivada em 22 de abril de 2009
NUNES, Marcus Vinícius Bucar. Zico, uma lição de vida. Thesaurus, 2006. p. 222-226
A grande festa do Galinho. Revista Placar, 19 de julho de 1985
 "O triste calvário das contusões", Placar Especial Zico, 1989, Editora Abril, págs. 32-33
"Sócrates e Zico, enfim juntos" Especial Placar 35 Anos - Os Grandes Clássicos, número 2, maio de 2005, Editora Abril, pág. 12
"Os números do Galinho", Placar Especial Zico, 1989, Editora Abril, págs. 38-41
«CBF reconhece Sport como único campeão de 1987». Veja. 15 de junho de 2011. Consultado em 16 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2023
 "Dez gols históricos", Placar Especial Zico, 1989, Editora Abril, pág. 17-20
Juca Kfouri (16 de janeiro de 2006). «Quem melhor do que Zico poderia guardar a taça?». UOL. Consultado em 16 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
 "O Flamengo em carne e osso", Especial Placar - Os Craques do Século, novembro de 1999, Editora Abril, pág. 27
 "Um novo Galinho", Dassler Marques, Trivela número 26, abril de 2008, Trivela Comunicações, págs. 20-23
"Pesadelo rubro-negro", Placar número 1258-A, Especial As 100 Maiores Fotos da História do Vasco, 2003, Editora Abril, pág. 13
«Zico relembra pré-olímpico com foto antiga, e fãs citam semelhança com Messi». Blog Brasil Mundial FC. 4 de agosto de 2016. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
«Nando, irmão de Zico, revela detalhes da perseguição que sofreu na ditadura». GloboEsporte.com. 16 de outubro de 2011. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
1976 - Ano de ouro da Seleção - Revista Placar, outubro de 1994
Amistoso oficial Taça Inglaterra - Brasil Brasil Galeria de Troféus Goal.com
"Batismo na Seleção", Placar Especial Zico, 1989, Editora Abril, pág. 25
"Justiça seja feita", Placar Especial Zico, 1989, Editora Abril, págs. 14-15
"Injustiça histórica", Placar Especial Zico, 1989, Editora Abril, pág. 29
"Um final infeliz", Placar Especial Zico, 1989, Editora Abril, pág. 30
«Hoje é Dia de Rei: parabéns, Zico! O craque de um toque só». VEJA. 3 de março de 2014. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2016
«Um dos maiores jogadores da história, Zico relembra carreira e analisa futebol atual». Galáticos Online. Consultado em 8 de fevereiro de 2023. Arquivado do original em 8 de fevereiro de 2023
«Messi é o melhor cobrador de faltas da história do futebol?». Goal.com. 4 de abril de 2019. Consultado em 7 de abril de 2020. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2025
«#BuzzFla - 10 cobranças de falta inesquecíveis de Zico». Site oficial do Flamengo. 2 de março de 2016. Consultado em 16 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
Bernardo Pombo; Thiago Benevenutte (5 de setembro de 2016). «Especialistas elegem maior batedor de faltas brasileiro da história; veja ranking». ge. Consultado em 30 de abril de 2026. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2023
«Zico no topo, Juninho no pódio: veja ranking popular dos mestres das faltas». ge. 15 de setembro de 2016. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
«Para IFFHS, Pelé é o maior goleador da história; Maradona fica em 97º». UOL. 25 de janeiro de 2010. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 22 de janeiro de 2025
Pedro Ivo Almeida (12 de dezembro de 2012). «Fla contesta recorde de Messi e vai à Fifa para reconhecer 89 gols de Zico de 1979». UOL. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
Editora, On Line (13 de abril de 2016). O Grande Livro do Futebol: A grande emoção desde as origens (em inglês). [S.l.]: On Line Editora. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
«Zico - Sem sorte na seleção». UOL. 3 de maio de 2010. Consultado em 7 de abril de 2020. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
«Celso Unzelte diz que Zico foi o melhor e mais completo brasileiro que viu jogar». ESPN.com.br. 3 de março de 2016. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 8 de dezembro de 2021
Eduardo Pimentel. «Futebol: Arte e Ciência». SóEsporte. Consultado em 7 de abril de 2020. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2025
«Arco e flecha: os jogadores que mais participam com finalizações, gols e assistências no Brasileirão». ge. Consultado em 8 de fevereiro de 2023. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
Mário Magalhães (29 de abril de 2015). «Messi imita Zico ao ensaiar reinvenção como craque supremo». UOL. Consultado em 7 de abril de 2020. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
«Lei Zico visava mudar esporte». Folha de S.Paulo. 9 de outubro de 1994. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 26 de abril de 2024
 «Futebol brasileiro e seu arcabouço jurídico». Migalhas. 19 de junho de 2006. Consultado em 16 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 8 de setembro de 2025
Mauro Lima Silveira (1 de outubro de 2001). «Alguns comentários sobre a Lei 9.615/98». Jus.com.br. Consultado em 16 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 16 de maio de 2025
 «Sabatinado pela Folha de S. Paulo, ex-jogador Zico vê Ronaldinho apático». UOL. 13 de abril de 2010. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
«Flamenguista, Bruno supera marca de Zico na artilharia da seleção». UOL. 5 de novembro de 2006. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 2 de julho de 2025
«GloboEsporte.com > Futebol > Flamengo - NOTÍCIAS - Zico lança projeto social que ajudará cerca de 500 crianças no Rio de Janeiro». ge.globo.com. Consultado em 30 de abril de 2024. Arquivado do original em 21 de janeiro de 2025
«Zico lança projeto de escolinhas de futebol em favelas». VEJA. Consultado em 30 de abril de 2024. Cópia arquivada em 30 de abril de 2024
Fla, Coluna do (5 de março de 2024). «Zico se torna embaixador de projeto social e doa itens do acervo». Flamengo | Notícias, jogos e vídeos. Consultado em 30 de abril de 2024. Cópia arquivada em 22 de janeiro de 2025
«Flamengo se alia a programa da ONU e Zico vira 1º embaixador brasileiro». UOL. 13 de abril de 2026. Consultado em 15 de abril de 2026. Cópia arquivada em 14 de abril de 2026
UN News (14 de abril de 2026). «Why the 'beautiful game' is joining the fight for a better world» (em inglês). Organização das Nações Unidas. Consultado em 15 de abril de 2026. Cópia arquivada em 9 de maio de 2026
 "O velho e o novo", Placar Dossiê História das Copas 1930-2006, edição 7, França 98, Editora Abril, págs. 6-7
«Zico se mostra conformado com derrota». ge. 22 de junho de 2006. Consultado em 9 de junho de 2026. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
 "Técnico, sim senhor", Dassler Marques, Trivela número 26, abril de 2008, Trivela Comunicações, págs. 24-27
«Fenerbahçe acerta contratação de Zico». Trivela. 7 de abril de 2006. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
«De vilão a herói, Deivid dá vitória ao Fener». ge. 2 de abril de 2008. Consultado em 9 de junho de 2026. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2021
«Zico tenta contar a euforia turca após vitória do Fenerbahce». Extra. 3 de abril de 2008. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 17 de fevereiro de 2026
«Chelsea acaba com sonho do Fenerbahçe». ge. 8 de abril de 2008. Consultado em 9 de junho de 2026. Cópia arquivada em 29 de julho de 2023
«Zico é o novo técnico do time de Rivaldo». O Globo. 22 de setembro de 2008. Consultado em 7 de abril de 2020. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
«Zico e Rivaldo são campeões no Uzbequistão». O Globo. 31 de outubro de 2008. Consultado em 15 de maio de 2022. Cópia arquivada em 15 de abril de 2025
«Zico é o novo treinador do CSKA Moscou». O Globo. 9 de janeiro de 2009. Consultado em 15 de maio de 2022. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
«Vagner Love marca, CSKA bate Aston Villa e está nas oitavas». ge. 26 de fevereiro de 2009. Consultado em 15 de maio de 2022. Arquivado do original em 23 de setembro de 2020
«CSKA confirma demissão de Zico e contrata ex-técnico de Sevilla e Real». UOL. 10 de setembro de 2009. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 21 de abril de 2025
«Zico é demitido do CSKA, que anuncia Juande Ramos». O Globo. 10 de setembro de 2009. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
«Olympiacos anuncia contratação de Zico». Trivela. 16 de setembro de 2009. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
«Zico é demitido do comando do Olympiacos». Terra. 19 de outubro de 2010. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 6 de setembro de 2023
«Após quatro meses, Zico é demitido do cargo de técnico do Olympiacos». UOL. 19 de janeiro de 2010. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2026
Fred Gomes (25 de agosto de 2011). «De olho em 2018, Zico embarca e já pensa no apoio da 'Fla-Iraque' em 2014». ge. Consultado em 9 de junho de 2026. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
«Zico anuncia que não é mais técnico da seleção do Iraque». ge. 27 de novembro de 2012. Consultado em 9 de junho de 2026. Cópia arquivada em 30 de novembro de 2024
Arthur Antunes Coimbra (27 de novembro de 2012). «NOTA OFICIAL: Zico comunica saída da seleção do Iraque». Zico na Rede. Consultado em 15 de maio de 2022. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
«Zico anuncia acordo com clube do Catar: 'Animado com o novo desafio'». ge. 1 de agosto de 2013. Consultado em 9 de junho de 2026. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
«Menos de seis meses após assumir, Zico deixa o comando do Al Gharafa». ge. 29 de janeiro de 2014. Consultado em 9 de junho de 2026. Cópia arquivada em 23 de junho de 2024
«Zico chega à Índia para assumir o Goa e é recebido com festa no aeroporto». ge. 6 de julho de 2015. Consultado em 9 de junho de 2026. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
«FC Goa anuncia saída de Zico e técnico deixa a Índia após três temporadas». Estadão. 13 de janeiro de 2017. Consultado em 9 de junho de 2026. Cópia arquivada em 28 de novembro de 2021
Rodrigo Bertolotto (2 de março de 2006). «Idolatria japonesa vira desafio do técnico Zico». UOL. Consultado em 7 de abril de 2020. Cópia arquivada em 3 de dezembro de 2024
«Zico é o novo executivo de futebol do Flamengo». UOL. 30 de maio de 2010. Consultado em 15 de maio de 2022. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
«Zico anuncia em seu site que não é mais diretor executivo do Fla». GloboEsporte.com. 1 de outubro de 2010. Consultado em 15 de maio de 2022. Cópia arquivada em 20 de janeiro de 2024
«Zico é o novo comentarista do Esporte Interativo». Terra. 16 de fevereiro de 2011. Consultado em 7 de abril de 2020
«Zico estreia como comentarista na TV Esporte Interativo». Zico na Rede. 22 de fevereiro de 2011. Consultado em 15 de maio de 2022. Arquivado do original em 21 de janeiro de 2025
«VÍDEO E FOTOS: Veja trecho do programa e uma galeria da estreia Zico Na Área». Zico na Rede. 28 de abril de 2011. Consultado em 15 de maio de 2022. Arquivado do original em 21 de janeiro de 2025
«Zico estreia programa de TV no canal Esporte Interativo». Folha de S.Paulo. 24 de abril de 2011. Consultado em 7 de abril de 2020. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
«Zico e Juninho Pernambucano estreiam programa na Rádio Globo do Rio de Janeiro». TudoRádio.com. 11 de abril de 2014. Consultado em 7 de abril de 2020. Cópia arquivada em 13 de janeiro de 2026
«Ídolo máximo do Flamengo, Zico fecha com Band e terá talk show na TV paga». UOL. 24 de junho de 2022. Consultado em 7 de abril de 2020. Cópia arquivada em 7 de outubro de 2024
«Zico deixa BandSports e fecha contrato com a Jovem Pan News paga». UOL. 24 de junho de 2023. Consultado em 7 de abril de 2020. Cópia arquivada em 20 de agosto de 2024
Arthur, em vez de Artur, foi a grafia comum em Portugal até 1911.
Realizou-se assim o ditado popular na região de Tondela de que marido velho com mulher nova dá filhos até à cova.
«Zico comemora 41 anos de casado e homenageia esposa Sandra». Gazeta Esportiva. 18 de dezembro de 2016. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
«Zico celebra pacata rotina com a esposa, filhos e 7 netos: "Tudo o que faço é pensando neles"». CARAS. 12 de junho de 2018. Consultado em 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 6 de setembro de 2023
«Zico». docs.ufpr.br. Consultado em 3 de março de 2024. Cópia arquivada em 16 de julho de 2025
«Flamengo: CBF põe Copa União na lista de títulos, mas acata Justiça e diz que clube é ... - ESPN, 25/11/2019». Cópia arquivada em 1 de maio de 2025
«Flamengo volta à Justiça por Brasileiro de 1987 e pede para ser reconhecido como campeão do Módulo Verde». ESPN.com. 7 de dezembro de 2018. Consultado em 3 de março de 2024. Cópia arquivada em 1 de maio de 2025
Zirpoli, Cassio (26 de setembro de 2019). «Flamengo desiste de ação judicial para oficialização do título de 1987. Será?». Cassio Zirpoli. Consultado em 3 de março de 2024. Arquivado do original em 26 de março de 2025
Abril, Editora (outubro de 1994). Placar Magazine. [S.l.]: Editora Abril. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
Abril, Editora (20 de janeiro de 1984). Placar Magazine. [S.l.]: Editora Abril. Cópia arquivada em 16 de dezembro de 2024
«Baú do Zico: Torneio Pre-Olímpico de 1971 | ZNR - Zico na Rede». Consultado em 3 de março de 2024. Arquivado do original em 21 de janeiro de 2025
«Head coach Joao Carlos and Technical Director Zico of Kashima Antlers...». Getty Images. 23 de novembro de 2020. Consultado em 3 de março de 2024. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
lance (17 de julho de 2018). «Após 16 anos, Zico retorna ao Kashima Antlers como diretor técnico». Terra. Consultado em 3 de março de 2024. Cópia arquivada em 13 de dezembro de 2023
«Com a colaboração de Zico, Kashima Antlers supera complexo e conquista a Champions League da Ásia». Blog Drible de Corpo. 11 de novembro de 2018. Consultado em 3 de março de 2024. Cópia arquivada em 15 de janeiro de 2026

Depois de ficar entre os 8 melhores filmes para mostra no festival Iberoamericano de Huelva na Espanha , Ziconarede será exibído no Football Film Festival: BTV na Bulgária Arquivado em 29 de outubro de 2013, no Wayback Machine. www.businesstelevision.com.br - 04.06.2009
‘Zico, O Samurai de Quintino’ explora o espírito do homem por trás do ídolo
Rodrigo Paradella (2 de abril de 2013). «Imperatriz anuncia Carnaval com Zico, e ídolo do Fla mostra samba no pé». UOL. Consultado em 30 de abril de 2026
«Gol Anulado - Elis Regina». Letras.mus.br. Consultado em 3 de março de 2024. Cópia arquivada em 18 de setembro de 2025

Ex-companheiros de Zico prestigiam estreia do filme Zico60.Doc Yahoo Esporte Interativo - 06.06.2013

Cassius Leitão; Marcelo Pizzi (3 de março de 2013). «Zico 60: o surgimento do Galinho de Quintino e a trajetória até o estrelato». ge. Consultado em 30 de abril de 2023. Cópia arquivada em 16 de julho de 2019
«Cópia arquivada». Consultado em 24 de julho de 2012. Arquivado do original em 12 de julho de 2014

«70 Anos! De Galinho De Quintino A ídolo De Uma Nação: Nada Além De ZICO». Futebol Na Veia. 3 de março de 2023. Consultado em 17 de março de 2023. Cópia arquivada em 26 de janeiro de 2025

Post № 880 ✓

MORTAL KOMBAT MYTHOLOGIES: SUB-ZERO (VIDEOJOGO DE 1997)

Capa norte-americana para Nintendo 64. DESENVOLVEDORA(S): Midway Games Inc. e Avalanche Software (Nintendo 64) PUBLICADORA(S): Midway Games...