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quarta-feira, 7 de outubro de 2026

DANIELA BIANCHI (MODELO ITALIANA)

Retrato da atriz e modelo italiana Daniela Bianchi logo após passar no teste de elenco para o filme Moscou contra 007 (From Russia with Love). Roma, 1º de abril de 1963.
  • NASCIMENTO: 31 de janeiro de 1942; Roma, Capital do Reino da Itália
  • OCUPAÇÃO: atriz, modelo e participante de concurso de beleza
  • FAMÍLIA: Alberto Cameli (Cônjuge: casado em 1970; falecido em 2018), Filippo Cameli (Filho único)
  • TÍTULO: Miss Universo Itália 1960
  • ANOS DE ATIVIDADE: 1958–1970
  • PRINCIPAIS CONCURSOS: Miss Universo Itália 1960 (Vencedora); Miss Universo 1960 (2ª colocada)
  • ALTURA: 5′ 7″ (1.70 m)
Daniela Bianchi (1942—) é uma ex-atriz, modelo e vencedora de concursos de beleza italiana, que foi coroada Miss Universo Itália em 1960 e representou seu país no Miss Universo de 1960, onde ficou em segundo lugar. Ela é conhecida pelo papel da Bond girl Tatiana Romanova no filme de 1963, Moscou Contra 007.

BIOGRAFIA

Bianchi nasceu em Roma, filha de pais originários de Sirolo, na região de Marche, no centro da Itália. Seu pai era coronel do Exército italiano e uma de suas avós era marquesa. Ela estudou balé por oito anos e, posteriormente, trabalhou como modelo.

Bianchi foi a primeira vice-campeã do concurso Miss Universo de 1960, onde também foi eleita Miss Fotogenia pela imprensa.

CARREIRA DE ATRIZ

Bianchi começou a aparecer em filmes em 1958, inicialmente como figurante sem créditos.

A atriz e modelo italiana Daniela Bianchi no filme Moscou Contra 007.

Em 1963, ela estrelou como a Bond girl Tatiana Romanova, uma criptógrafa soviética enviada para prender o agente 007, James Bond, no filme de 1963, Moscou Contra 007. Sua voz em Moscou Contra 007 foi dublada por Barbara Jefford devido ao forte sotaque de Bianchi.

Aos 21 anos, Bianchi foi a atriz mais jovem a interpretar uma Bond girl até Alison Doody interpretar Jenny Flex aos 18 anos em 007 - Na Mira dos Assassinos. Bianchi continua sendo a atriz mais jovem a interpretar uma Bond girl "protagonista".

Após Moscou Contra 007, Bianchi estrelou diversos filmes franceses e italianos, sendo o último A Última Chance, em 1968. Um de seus filmes posteriores foi Operação Kid Brother (também conhecido como OK Connery e Operação Duplo 007), uma paródia de James Bond filmada em inglês (embora Bianchi tenha sido dublada novamente) e estrelada por Neil Connery, irmão de Sean Connery. Seu único papel em uma produção americana foi na história em três partes do Dr. Kildare, "Roma Nunca Vai Te Deixar".

Foto de Richard Chamberlain (Dr. Kildare), Daniela Bianchi e Raymond Massey (Dr. Gillespie) do programa de televisão Dr. Kildare em Agosto de 1964. Neste episódio, os médicos viajam a Roma em busca de informações sobre uma descoberta médica revolucionária. Há também espaço para romance entre os dois; este foi o primeiro filme de Bianchi nos Estados Unidos.

Em 1970, Bianchi aposentou-se da atuação para se casar com um magnata genovês da navegação, Alberto Cameli, com quem teve um filho (Filippo Cameli). Seu marido morreu em 2018.

Em 2012, Bianchi apareceu num pequeno papel no filme documentário We're Nothing Like James Bond.

FILMOGRAFIA

Filmes:
  1. In Case of Adversity (1958)
  2. Demons at Midnight (1961)
  3. Always on Sunday Donatella (1962)
  4. The Sword of El Cid (1962)
  5. From Russia with Love (1963)
  6. Code Name: Tiger Mehlica Baskine (1964)
  7. Slalom (1965)
  8. Weekend, Italian Style (1966)
  9. Balearic Caper (1966)
  10. Special Mission Lady Chaplin (1966)
  11. Requiem for a Secret (1966)
  12. Operation Kid Brother Maya Rafis (1967)
  13.  Your Turn to Die (1967)
  14. Dirty Heroes Kristina von Keist (1967)
  15. The Last Chance (1968)
A atriz e modelo italiana Daniela Bianchi usando um vestido de noite no filme Réquiem para um Agente Secreto, de 1966.


Televisão:
  1. Dr. Kildare – episódios 3x08-09-10 (1964)
  2. We're Nothing Like James Bond (2012)
FONTES: Horsley, Carter B. "From Russia With Love". The City Review. Archived from the original on 6 April 2012. Retrieved 30 April 2009.

 "Cool facts about "Bond Girls"". CBS News.
 "Tatiana Romanova (Daniela Bianchi)". Archived from the original on 2 December 2008. Retrieved 29 November 2012.

 Lussana, Massimiliano (29 August 2012). "James Bond e le radici genovesi dello 007 più famoso al mondo". ilGiornale.it. Archived from the original on 8 December 2015. Retrieved 28 November 2015.

 "E' morto l'armatore genovese Alberto Cameli – The Medi Telegraph". www.themeditelegraph.com. Archived from the original on 21 March 2018. Retrieved 27 August 2019.

 "Italian movie: Noi non siamo come James Bond" (in Italian). Archived from the original on 13 December 2013. Retrieved 25 June 2009.

terça-feira, 6 de outubro de 2026

SÃO BENEDITO DE PALERMO (FRADE FRANCISCANO AFRO-SICILIANO)

Figura 1. Julián Rodríguez, São Bento de Palermo, gravura.
  • NASCIMENTO: 1526; San Fratello, Messina, Sicília, Coroa de Aragão
  • FALECIMENTO: 4 de abril de 1589 (62–63 anos); Palermo, Sicília, Coroa de Aragão
  • PROGENITORES: Diana Larcan Manasceri (mãe) e Cristóvão Manasceri (pai)
  • VENERAÇÃO: Igreja Católica (Sicília e a Ordem Franciscana) e Luteranismo
  • BEATIFICAÇÃO: 1734, pelo Papa Bento XIV
  • CANONIZAÇÃO: 24 de maio de 1807, pelo Papa Pio VII
  • SANTUÁRIOS: Convento de Santa Maria di Gesù al Capo, Palermo, Itália
  • FESTA: 4 de abril (3 de abril na Ordem Franciscana e 5 de outubro no Brasil)
  • PATROCÍNIO: Missões africanas; afro-americanos; missões para negros; população negra; Palermo; San Fratello; Acquedolci; Sicília; cozinheiros; donas de casa e profissionais de nutrição.
São Benedito, o Negro (ordem OFM Cap), conhecido também como São Benedito, o Mouro (cor escura da pele); Benedito, o Africano; Benedito de Palermo (italiano: Benedetto il Moro; 1526 - 1589), foi um frade franciscano afro-siciliano. Ele nasceu em San Fratello, na Sicília, filho de africanos escravizados, e foi libertado ao nascer. Ficou conhecido por sua caridade.

BIOGRAFIA

Benedito nasceu filho de Cristoforo e Diana Manasseri, africanos que foram levados como escravos no início do século XVI para San Fratello (também conhecida como San Fradello ou San Philadelphio), uma pequena cidade perto de Messina, na Sicília. Receberam nomes italianos e, mais tarde, converteram-se ao cristianismo. O termo italiano "il Moro", que significa "o de pele escura", foi interpretado como uma referência à ascendência moura. Devido à sua aparência, Benedito também era chamado de Etíope ou Níger (ambos referentes à cor da pele negra e não aos países modernos).

Os pais de Benedito receberam a liberdade para o filho antes do seu nascimento devido aos seus "serviços leais". Como a maioria dos camponeses, Bento não frequentou a escola e era analfabeto. Durante a sua juventude, trabalhou como pastor e dava prontamente aos pobres o que ganhava. Quando tinha 21 anos, foi INSULTADO PUBLICAMENTE por CAUSA DA SUA COR. A sua paciência nessa altura foi notada pelo líder de um grupo independente de eremitas no Monte Pellegrino, nas proximidades, que seguiam a Regra para a vida eremítica escrita por Francisco de Assis. Benedito foi rapidamente convidado a juntar-se a essa comunidade e, pouco depois, renunciou a todos os seus bens terrenos e juntou-se a eles. Serviu como cozinheiro da comunidade e, aos 28 anos, sucedeu a Jerónimo Lanze como líder do grupo.

Em 1564, o Papa Pio IV dissolveu as comunidades independentes de eremitas, ordenando-lhes que se unissem a uma Ordem religiosa estabelecida, neste caso, a Ordem dos Frades Menores. Outrora frade da Ordem, Bento foi designado para Palermo, para o Convento Franciscano de Santa Maria de Jesus. Começou no convento como cozinheiro, mas logo foi nomeado mestre de noviços e, mais tarde, guardião da comunidade, embora fosse um irmão leigo e não um sacerdote, e fosse analfabeto.

Benedito aceitou a promoção e ajudou com sucesso a ordem a adotar uma versão mais rigorosa da Regra Franciscana. Ele era amplamente respeitado por sua profunda e intuitiva compreensão da teologia e das escrituras, e era frequentemente procurado para aconselhamento. Ele também tinha a reputação de curar os enfermos. Juntas, essas características continuaram a atrair muitos visitantes. Como gostava de cozinhar, voltou a trabalhar na cozinha em seus últimos anos.

Benedito morreu aos 65 anos e, segundo consta, exatamente no dia e hora que havia previsto. Na entrada de sua cela no convento franciscano de Santa Maria de Jesus, há uma placa com a inscrição: "Esta é a cela onde São Bento viveu", e as datas de seu nascimento e morte – 1524 e 1589. Outras fontes indicam o ano de seu nascimento como 1526.

Após sua morte, o rei Filipe III de Espanha ordenou a construção de um magnífico túmulo para abrigar seus restos mortais na igreja do convento.

VENERAÇÃO

Bento XVI foi beatificado pelo Papa Bento XIV em 1743 e canonizado em 1807 pelo Papa Pio VII. Alega-se que seu corpo foi encontrado incorrupto após a exumação alguns anos depois. Seu principal santuário ficava no Convento de Santa Maria di Gesù al Capo, em Palermo. A igreja e suas relíquias foram em grande parte destruídas durante os incêndios florestais na Itália em 2023.

São Benedito é lembrado por sua paciência e compreensão ao ser confrontado com preconceito racial e provocações. Ele foi declarado santo padroeiro dos afro-americanos, juntamente com o irmão leigo dominicano Martinho de Porres.

América: Pelo menos sete paróquias católicas historicamente negras nos Estados Unidos levam ou levaram seu nome, incluindo, entre outras, as seguintes cidades:
  1. São Bento, o Mouro: Arquidiocese de Washington Washington, DC (1946)
  2. São Bento, o Mouro: Arquidiocese de Nova York Cidade de Nova Iorque
  3. São Bento, o Mouro: Arquidiocese de Cincinnati West Dayton, Dayton, Ohio (2005/2020)
  4. São Boaventura - São Bento, o Mouro: Diocese do Brooklyn Jamaica, Queens, Nova Iorque (1932)
  5. São Bento, o Mouro: Diocese de Pittsburgh Pittsburgh, Pensilvânia (1889/2020)
  6. São Bento, o Africano: Arquidiocese de Chicago Englewood, Chicago, Illinois (1989/2016)
  7. São Bento, o Negro: Diocese de Shreveport Grambling, Louisiana  
  8. São Bento, o Mouro: Diocese de Baton Rouge Bertrandville, Paróquia de Plaquemines, Louisiana (1911)
  9. São Bento, o Mouro: Diocese de Savannah Savannah, Geórgia (1888)
  10. Missão de São Bento, o Mouro: Arquidiocese de São Francisco São Francisco, Califórnia (1928)
A igreja em Dayton foi estabelecida em 2003 sob a liderança do padre Francis Tandoh, um sacerdote de Gana. A paróquia mantém um ministério para os nativos daquele país, bem como para os paroquianos de duas paróquias anteriores que se uniram para formá-la.

A Igreja Católica de São Benedito, o Mouro, fundada em 1874 e localizada no Distrito Histórico de Savannah, Geórgia, é a igreja católica mais antiga para afro-americanos na Geórgia e uma das mais antigas no sudeste dos Estados Unidos. Igrejas com o seu nome também foram fundadas em Columbus, Geórgia e Santo Agostinho, Flórida.

A veneração a São Benedito está difundida por toda a América Latina, do México à Argentina. Na Venezuela, em particular, sua devoção se espalha pelos diversos estados do país, e ele é celebrado em muitas datas diferentes, de acordo com as tradições locais.

São Benedito é popular no Brasil por ser um santo negro, filho de africanos escravizados, cuja vida humilde e virtuosa o tornou um símbolo de fé, resistência e dignidade para os afrodescendentes, especialmente durante e após o período da escravidão. Representando os pobres e marginalizados, ele ficou conhecido como o padroeiro dos cozinheiros e das causas humildes, e é amplamente venerado nas comunidades negras, festas populares e confrarias religiosas. Sua imagem fortaleceu a identidade religiosa e cultural dos afrodescendentes em um país profundamente marcado pelo legado da escravidão. Sua festa litúrgica é celebrada no Brasil em 5 de outubro, de acordo com as rubricas da tradução do Missal Romano pela Conferência Episcopal do Brasil.

Acquedolci, Igreja Matriz da Bem-Aventurada Virgem da Assunção.

Foto da Capela do Divino Espírito Santo em Porto Alegre em 22 de fevereiro de 2014, 11:47:06.

FONTES: Attwater, Donald and Catherine Rachel John. The Penguin Dictionary of Saints. 3rd edition. New York: Penguin Books, 1993. ISBN 0-14-051312-4.

St Benedict the Moor Church in Dayton, Ohio. On February 2, 2003, the parish community of St. James/Resurrection broke ground on eleven acres of property at the corner of Liscum Drive and McLin Parkway (State Route 35). St. Benedict the Moor celebrated on May 14, 2005, the opening of their church and the "homecoming" of a faith journey that started many years ago .

 Venable, Cecelia Guiterrez. "St. Benedict the Moor (1526-1589)", BlackPast.org.

 "Black Saints: Benedict the Moor", National Catholic Reporter, November 18, 2013.

 Cotter, Holland. "A Spectrum from Slaves to Saints", The New York Times, 9 November 2012, pp. C21 and C28.

 "St. Benedict the African". AmericanCatholic.org.
 Foley O.F.M., Leonard. "St. Benedict the African", Saint of the Day, (revised by Pat McCloskey O.F.M.), Franciscan Media.

 "About". St. Benedict the Moor. Retrieved 2022-05-29.

 Rajamani, Maya (September 18, 2017). "1st Northern Church for Black Catholics Should Be Saved, Not Sold: Board". DNAinfo New York. Archived from the original on 2019-12-05. Retrieved 2022-05-29.

 "St. Benedict the Moor Parish and West Dayton's Black Catholic Community". Catholic Telegraph. Retrieved 2022-05-29.

 "Chronological List of Queens Parishes, 1843-2009" (PDF). Diocese of Brooklyn.

 "Bishop David Zubik Accepts Proposal, Establishes Personal Parish for the Black Catholic Community". Catholic Diocese of Pittsburgh. Retrieved 2022-05-29.

 Catholic News Agency. "Priests share hope for new Pittsburgh parish in Black Catholic tradition". Catholic Telegraph. Retrieved 2022-05-29.

 "About - St. Benedict the African (There's a Sweet Sweet Spirit in this Place)". benedicttheafrican.org. Retrieved 2022-05-29.

 Weldon, C. Michael (2004). A Struggle for Holy Ground: Reconciliation and the Rites of Parish Closure. Liturgical Press. ISBN 978-0-8146-2155-4.

 "St. Benedict the Moor, Bertrandville". Roman Catholic Diocese of Baton Rouge. Retrieved 2022-05-29.
 "Our Parish". St Benedict the Moor Catholic Church. Retrieved 2022-06-08.

 O'Dell, Clay Mansfield (2005). On Stony Ground: The Catholic Interracial Council in the Archdiocese of San Francisco. University of Virginia.

 "About Us". St. Benedict the Moor Catholic Church. Archived from the original on December 8, 2013. Retrieved April 3, 2013.

 "Archived copy". Archived from the original on 2011-06-17. Retrieved 2010-06-28.

 "São Benedito: um dos santos mais amados pelos brasileiros - Vatican News". www.vaticannews.va (in Portuguese). 2021-10-05. Retrieved 2025-10-01.

 Missal Romano [Roman Missal] (in Portuguese) (3rd ed.). Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. 2023. p. 821. ISBN 978-65-5975-173-0.

Post № 975 ✓

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

INTERNATIONAL SUPERSTAR SOCCER DELUXE (JOGO ELETRÔNICO DE 1995)

A capa completa do jogo International Superstar Soccer Deluxe para Super Nintendo.
  • DESENVOLVEDORA(S): Konami Co., Ltd (SNES); Factor 5 GmbH (MD) 
  • PUBLICADORA(S): Konami Co., Ltd
  • PLATAFORMA(S): SNES, Mega Drive e PlayStation
  • LANÇAMENTO:
    • SNES: 22 de setembro de 1995 (Japão), novembro de 1995 (América do Norte), 25 de janeiro de 1996 (Europa)
    • Mega Drive: 5 de dezembro de 1996 (Europa)
    • Playstation: 14 de fevereiro de 1997 (Europa)
  • GÊNERO(S): esporte
  • MODOS DE JOGO: 1–2 jogadores
  • PREQUÊNCIA: International Superstar Soccer (1994)
  • SEQUÊNCIA: International Superstar Soccer 64 (1997)
  • ONDE JOGAR:
International Superstar Soccer Deluxe — conhecido no Japão como Jikkyou World Soccer 2: Fighting Eleven e também chamado de ISS Deluxe — é um jogo eletrônico de futebol de 1995 e a sequência de International Superstar Soccer, desenvolvido e publicado pela Konami. A versão Deluxe foi lançada primeiramente para o SNES em 1995, depois para o Mega Drive em 1996 (desenvolvida pela Factor 5) e, finalmente, para o PlayStation em 1997.

MODOS DE JOGO

Existem 6 modos de jogo diferentes. Embora não haja função de salvar o progresso, existe um sistema de senhas que permite ao jogador retomar uma partida anterior.

Jogo Livre (Open Game): Uma partida amistosa contra um jogador humano ou contra a CPU, com a opção de escolher o estádio, as condições climáticas, a vantagem (handicap) do jogador, o número de atletas em campo e o nível de habilidade do goleiro. Também é possível assistir a uma partida entre a CPU e a CPU.

Há um modo "Liga Curta" (Short League), no qual você pode disputar uma miniliga com 24 times, e um "Torneio Curto" (Short Tournament), com 64 equipes competindo em um torneio de mata-mata.

Copa Internacional (International Cup): um modo de Copa do Mundo que começa com uma fase de classificação regional.

Copa Europeia (European Cup): um modo de Eurocopa que começa com uma fase de classificação regional.

World Series: uma liga com 36 times, disputada em jogos de ida e volta.

Cenário (Scenario): 12 cenários que recriam partidas históricas. O jogo começa durante a partida, com condições variadas, e o jogador deve defender o resultado ou buscar uma virada, dependendo do nível de dificuldade.

Cobranças de Pênalti (Penalty Kicks): o modo padrão de 5 cobranças de pênalti, com disputa de morte súbita em caso de empate.

Treino (Training): existem 3 modos de treino diferentes: treino livre, onde você pode testar os controles em campo; treino de cobrança de falta; e treino de cobrança de escanteio. Há também um "modo desafio" (challenge mode), no qual você pode bater recordes em diferentes habilidades.

JOGABILIDADE

O jogo apresenta oito estádios diferentes, cada um com características distintas, como o material do gramado, a decoração ao redor e tamanhos variados. O jogo pode ser disputado em diversas condições climáticas. Abaixo, uma lista com as dimensões dos oito estádios nacionais presentes no jogo:
  1. Estádio Nacional de Lagos (Nigéria): 90 x 138 jardas/81,9 x 125,58 metros
  2. Estádio do Maracanã (Brasil): 90 x 114 jardas/81,9 x 103,74 metros
  3. Estádio Olímpico de Munique (Alemanha): 74 x 122 jardas/67,34 x 111 metros
  4. Estádio Nagai de Osaka (Japão): 74 x 114 jardas/67,34 x 103,74 metros
  5. Rose Bowl (Estados Unidos): 82 x 118 jardas/74,62 x 107,38 metros
  6. Estádio San Paolo (Itália): 82 x 132 jardas/74,62 x 120,12 metros
  7. Estádio Santiago Bernabéu (Espanha): 90 x 126 jardas/81,9 x 114,61 metros
  8. Estádio de Wembley (Inglaterra): 82 x 122 jardas/74,62 x 111 metros
O jogo também conta com 36 seleções nacionais, divididas em grupos de 6 com base em suas regiões.

UEFA 1:
  1. Inglaterra (The FA)
  2. Alemanha (DFB)
  3. Itália (FIGC)
  4. Irlanda do Norte (IFA)
  5. Escócia (SFA)
  6. País de Gales (FAW)
UEFA 2:
  1. França (FFF)
  2. República da Irlanda (FAI)
  3. Holanda/Países Baixos (KNVB)
  4. Noruega (NFF)
  5. Portugal (FPF)
  6. Espanha (RFEF)
AFC – CAF:
  1. Camarões (FECAFOOT)
  2. Japão (JFA)
  3. Marrocos (FRMF)
  4. Nigéria (NFF)
  5. Coreia do Sul (KFA)
  6. Turquia (TFF)
UEFA 3:
  1. Áustria (ÖFB)
  2. Bélgica (RBFA)
  3. República Tcheca (FAČR)
  4. Dinamarca (DBU)
  5. Polônia (PZPN)
  6. Suécia (SvFF)
UEFA 4:
  1. Bulgária (BFU)
  2. Croácia (HNS)
  3. Grécia (HFF)
  4. Romênia (FRF)
  5. Rússia (RFS)
  6. Suíça (ASF-SFV)
CONMEBOL – CONCACAF:
  1. Argentina (AFA)
  2. Brasil (CBF)
  3. Colômbia (FCF)
  4. México (FMF)
  5. Estados Unidos (USSF)
  6. Uruguai (AUF)
RECEPÇÃO
  • Computer and Video Games: 91%
  • GamePro: 4/5
  • Next Generation: 3/5
Ao analisar a versão para Super NES, a revista Computer and Video Games deu-lhe uma classificação de 91% e afirmou que "o melhor jogo de futebol para Super NES foi melhorado" e que é "uma compra essencial para os fãs de futebol rápido e divertido".

O Videohead da GamePro classificou a versão para SNES com 4 de 5 estrelas, dizendo que "não é FIFA, mas é um jogo respeitável" que "traz uma jogabilidade sólida para a partida" e que os fãs de futebol devem apreciar. Ele disse que o jogo tem controles fáceis com uma curva de aprendizado curta, mas que o controle manual do goleiro é difícil e os chutes altos tendem a mandar a bola para fora da tela devido aos sprites grandes e à visão lateral próxima. Ele elogiou a voz do narrador e os cânticos da torcida.

A Next Generation analisou a versão do jogo para Super NES, atribuindo-lhe três estrelas em cinco, e afirmou que "No geral, esta tentativa particular no gênero Soccer está ligeiramente acima da média, mas não muito."

Em 1996, a GamesMaster classificou a versão SNES em 8º lugar no seu "The GamesMaster SNES Top 10". Na mesma edição, também classificaram o jogo em 34º lugar no seu "Top 100 Games of All Time".

FONTES:  "Christmas Games Guide" (PDF). Computer Trade Weekly. No. 616. Opportunity Publishing. 2 December 1996. p. 43. Retrieved 21 February 2026.

 "Checkpoint - The month's events and software releases at a glance. Dec-Jan". Computer and Video Games. No. 182. January 1997. p. 53.

 "Checkpoint - The month's events and software releases at a glance. Feb-March". Computer and Video Games. No. 184. March 1997. p. 53.

 "The Computer and Video Games Christmas Buyers Guide". Computer and Video Games. No. 170 (January 1996). United Kingdom: EMAP. 10 December 1995. pp. 8–9.

 "Solid International Soccer for SNES Sports-Sim Fans". GamePro. No. 88. IDG. January 1996. p. 122.

 "Finals". Next Generation. No. 13. Imagine Media. January 1996. pp. 170, 173.

 "The GamesMaster SNES Top 10" (PDF). GamesMaster (44): 75. July 1996.

 "Top 100 Games of All Time" (PDF). GamesMaster (44): 77. July 1996.

Post № 974 ✓

ZINHO (FUTEBOLISTA BRASILEIRO)

Zinho, do Brasil na Copa do Mundo da FIFA de 1994 (EUA) – Grupo B – Brasil x Rússia – Stanford Stadium, São Francisco (Foto de Tony Marshall/EMPICS via Getty Images).
 
  • NOME COMPLETO: Crizam César de Oliveira Filho
  • NASCIMENTO: 17 de junho de 1967; Nova Iguaçu, Guanabara, Brasil
  • APELIDOS: Zinho, Roca
  • FAMÍLIA: Simone de Oliveira (Cônjuge), Hatalia Oliveira (Filha), Hester e Higor (Filhos), Lavi Noah (Neto)
  • POSIÇÃO: meio-campista
  • ANOS DE ATIVIDADE: 1986–2007 (como jogador)
  • ALTURA: 1,72 m
  • PÉ: canhoto
  • TORCEDOR: CR Flamengo; anteriormente Fluminense FC
Crizam César Filho, mais conhecido como Zinho (português brasileiro: [ˈzĩɲu]; 1967—), é um comentarista esportivo, dirigente, ex-treinador e ex-futebolista brasileiro que atuava como meio-campista. Atualmente, Zinho é comentarista da ESPN Brasil.

CARREIRA FUTEBOLISTA

CR Flamengo: Revelado no Flamengo, Zinho iniciou sua carreira, em 1986, quando teve a oportunidade de atuar ao lado de Zico, Andrade e Leandro, alguns dos maiores craques da história rubro-negra.

Mas além dessas feras, novos talentos como Jorginho, Ailton e Bebeto, também acompanharam-no, em suas primeiras conquistas, que incluíram os títulos do Campeonato Carioca de 1986.

Entretanto, no final dos anos 1980, o Flamengo passou por uma grande fase de transição, de modo que, deste grupo campeão carioca de 1986, Zinho foi, praticamente, o único remanescente.

Então, no comando da equipe, junto com Maestro Júnior, outro grande ídolo rubro-negro, que acabara de retornar à Gávea, Zinho sagrou-se campeão da Copa do Brasil de 1990, do Campeonato Carioca de 1991 e do Campeonato Brasileiro de 1992.

SE Palmeiras: Deixando o Flamengo em 1992, após seis anos de casa, Zinho foi jogar no Palmeiras, onde tornou-se o maestro da avassaladora equipe palmeirense que foi bicampeã paulista e brasileira, em 1993 e 1994. Nesta primeira passagem, destaca-se o memorável primeiro gol do segundo jogo da final do Paulistão de 1993, marcado por Zinho. O elenco alviverde, que contava com grandes nomes como Roberto Carlos, César Sampaio, Rivaldo, Edmundo, Edílson e Evair, conquistou ainda o Torneio Rio-São Paulo daquele ano.

Yokohama Flügels: Após a Copa do Mundo, Zinho foi jogar no Yokohama Flügels, do Japão. Três anos mais tarde, porém, o jogador voltaria ao Palmeiras.

Retorno ao Palmeiras: Nesta sua segunda passagem pelo Palestra Itália, conquistou a Libertadores da América de 1999, seu principal título da carreira, fora a Copa do Mundo.

No Palmeiras, segundo o Almanaque do Palmeiras de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti, somando-se suas duas passagens, jogou 333 jogos com 184 vitórias, 74 empates, 75 derrotas e 56 gols marcados.

Grêmio FBPA e Cruzeiro EC: Zinho também jogou no Grêmio e no Cruzeiro, sendo que, pelo primeiro, foi um dos cinco jogadores mais bem pagos do país e conquistou a Copa do Brasil de 2001, ao passo que pelo outro, conseguiu seu quarto título brasileiro, igualando-se ao recorde de Andrade.

O jogador está eternizado na calçada da fama do tricolor gaúcho.

Retorno ao Flamengo: Em janeiro de 2004, aos 36 anos de idade, Zinho acertou seu retorno ao Flamengo, pensando em encerrar a carreira no seu clube de origem. No primeiro semestre, o jogador conquistou o Campeonato Carioca pela equipe rubro-negra. No entanto, no ano seguinte, teve problemas com o então técnico Cuca, o que ocasionou a sua saída do Flamengo, fato que levou o pai de Zinho a chamar Cuca de "incompetente".

Segundo o Almanaque do Flamengo de Roberto Assaf e Clóvis Martins, somando-se as duas passagens de Zinho pelo rubro-negro carioca, ele jogou 401 jogos com 216 vitórias, 104 empates, 81 derrotas e 54 gols marcados.

Nova Iguaçu FC: Após sair do Flamengo, Zinho assinou contrato com o Nova Iguaçu, time de sua cidade natal. O meio-campista estava prestes a encerrar a carreira no final de 2005, quando surgiu a proposta de ir jogar no Miami, dos Estados Unidos.

Aposentadoria no Miami: Jogou duas temporadas no Miami antes de encerrar sua carreira em 2007, aos 40 anos. Logo após se aposentar, assumiu o cargo de treinador da equipe.

SELEÇÃO NACIONAL

A relação de Zinho com a Seleção Brasileira se deu de uma maneira curiosa. Em 1970, quando o menino Crizam tinha apenas 3 anos, ele se perdeu da família durante a comemoração do tri. Ali a mãe do atleta, Moyseslita, rezou e disse que, se o encontrasse, o menino atuaria pelo Brasil.

O jogador recebeu sua primeira convocação para a Seleção em 1989, aos 21 anos.

Zinho foi campeão mundial em 1994, jogando com a camisa 9 e sendo o responsável por fazer o jogo girar — toda bola de ligação ao ataque passava por ele. O meia não balançou as redes na Copa do Mundo, mas foi importante para a conquista. Contudo, obrigado a ajudar na marcação, Zinho viu-se preso ao meio-campo e, sem poder avançar ao ataque, seu futebol não esteve à altura de suas atuações pelo Palmeiras. Logo vieram as críticas, e a imprensa esportiva da época foi extremamente dura com o jogador, que passou a ser ironizado com o apelido de Zinho Enceradeira, que foi dado pelos humoristas do grupo Casseta & Planeta. O apelido foi bastante utilizado por Galvão Bueno nas transmissões dos jogos do Brasil na Copa do Mundo. Anos depois, em julho de 2020, o locutor pediria desculpas publicamente.

Pela Seleção Brasileira, Zinho marcou seis gols em 57 jogos, segundo o livro "Seleção Brasileira 90 Anos", de Antônio Carlos Napoleão e Roberto Assaf.

PÓS-APOSENTADORIA

Em 2010, voltou ao Brasil para se aprimorar na carreira de treinador. Zinho é um dos jogadores recordistas de jogos pelo Brasileirão, sendo superado por Fábio e Rogério Ceni. De 1986 a 2004, acumulou 370 jogos pela competição.

Dirigente e comentarista esportivo: Por volta do final de 2006, o Miami propôs a Zinho que se tornasse o treinador do time. Aceitando a proposta, Zinho deu início a uma nova fase em sua vida, a de técnico. Mas em meados de 2010, retornou ao Brasil para dar continuidade à sua carreira acertando com o Nova Iguaçu, por onde esteve como diretor executivo. Em 2012 foi contratado pelo recém lançado canal Fox Sports, para trabalhar como comentarista. Porém, em maio foi convidado para assumir o cargo de diretor executivo de futebol do Flamengo, deixando a Fox Sports e assumindo o Flamengo. Em 2013, foi convidado para se tornar o diretor executivo de futebol do Santos. No final de 2014, com um novo presidente eleito, Zinho deixou a gerencia do Santos para voltar ao Rio de Janeiro e resolver questões pessoais.

No primeiro semestre de 2015, o ex-jogador esteve no canal ESPN Brasil e participou do programa Resenha ESPN. Em agosto do mesmo ano, aceitou ser auxiliar técnico de Jorginho no Vasco da Gama.

Auxiliar técnico: Durante o período como auxiliar-técnico no Vasco, teve a primeira oportunidade de comandar a equipe como treinador numa vitória por 2 a 0 contra o Brasil de Pelotas. Na ocasião, Zinho contou com o apoio de Jorginho, que havia sido expulso numa partida contra o Avaí, válida pelo Série B, e estava cumprindo suspensão.

ESTILO DE JOGO

Zinho sempre foi o jogador que iniciava as jogadas de sua equipe. O próprio chegou a dizer em entrevista que seu estilo de jogo é semelhante ao do espanhol Xavi. Mesmo assim, o trabalho de Zinho não era sempre apreciado, e o atleta chegou a receber o apelido de "enceradeira" por conta de seu estilo de jogo.

Porém, para Leonardo Miranda, do blog Painel Tático, do ge, Zinho foi um jogador a frente de seu tempo, justamente por ter este estilo. Segundo o jornalista, "entre 2008 e 2014, só se falava no “tiki-taka” de Espanha e Barcelona, tidos como exemplo de futebol moderno. Mas 20 anos antes, Zinho fazia o mesmo que Xavi e Iniesta e era chamado de enceradeira."

Nos clubes por onde passou, Zinho era um meia mais ofensivo. Na Seleção de 94, porém, o encaixe no esquema tático do técnico da Seleção, Carlos Alberto Parreira, fez com que ele jogasse de forma diferente, dando mais apoio à defesa.

ESTATÍSTICAS

Categoria Profissional:
  • CR Flamengo (1986–1992): 395 Partidas; 57 gols.
  • SE Palmeiras (1992–1994): 140 partidas; 30 gols.
  • Yokohama Flügels (1995–1997): 107 partidas; 31 gols.
  • SE Palmeiras (2) (1997–1999): 162; 21 gols.
  • Grêmio-RS (2000–2002): 149 partidas; 43.
  • SE Palmeiras (3) (2002–2003): 30 partidas; 4 gols.
  • Cruzeiro EC (2003): 32 partidas; 3 gols.
  • CR Flamengo (2) (2004–2005): 62 partidas; 8 gols.
  • Nova Iguaçu (2005): 4 partidas; 2 gols.
  • Miami FC (2006–2007): 49 Partidas; 7 gols.
Seleção nacional: pelo Brasil, Zinho disputou 57 partidas e fez 7 gols.

Times/clubes que treinou:
  1. Miami FC (2007–2010)
  2. Nova Iguaçu (2011)
  3. Vasco da Gama (auxiliar técnico) (2015–2017)

TÍTULOS

Como jogador do Flamengo:
  1. Taça Rio
    1. 1986
    2. 1991
  2. Campeonato Carioca
    1. 1986
    2. 1991
    3. 2004
  3. Troféu Naranja 1986
  4. Torneio Air Gabon 1987
  5. Torneio Internacional de Angola 1987
  6. Copa União (Módulo Verde) 1987
  7. Taça Guanabara
    1. 1988
    2. 1989
    3. 2004
  8. Copa Kirin 1988
  9. Troféu Colombino 1988
  10. Copa do Porto de Hamburgo 1989
  11. Marlboro Cup 1990
  12. Copa do Brasil 1990
  13. Copa Rio 1991
  14. Campeonato Brasileiro 1992
  15. Taça Brahma dos Campeões 1992
Jogador do Palmeiras:
  1. Campeonato Paulista
    1. 1993
    2. 1994
  2. Torneio Rio-São Paulo 1993
  3. Campeonato Brasileiro
    1. 1993
    2. 1994
  4. Copa do Brasil 1998
  5. Copa Mercosul 1998
  6. Copa Libertadores da América 1999
Yokohama Flügels: Supercopa Asiática 1995

Grêmio-RS:
  1. Campeonato Gaúcho 2001
  2. Copa do Brasil 2001
Cruzeiro EC:
  1. Campeonato Mineiro 2003
  2. Copa do Brasil 2003
  3. Campeonato Brasileiro 2003
Nova Iguaçu: Campeonato Carioca (Série A2) 2005

Seleção Brasileira:
  1. Copa do Mundo FIFA 1994 (EUA)
  2. Copa Umbro 1995
Como treinador e auxiliar-técnico do Miami: George Washington Cup 2007

Do Vasco da Gama:
  1. Taça Guanabara 2016
  2. Campeonato Carioca 2016
Prêmios individuais:
  1. Bola de Prata da revista Placar
    1. 1988
    2. 1992
    3. 1994
    4. 1997
FONTES: «Com gol de Evair, Palmeiras lembra 26 anos do bi paulista de 1994». Gazeta Esportiva. 12 de maio de 2020. Consultado em 27 de maio de 2024.

«Palmeiras campeão paulista de 1993: 30 anos do título que mudou para sempre o Dia dos Namorados alviverde». Terra. 12 de junho de 2023. Consultado em 27 de maio de 2024.

 terceirotempo.bol.uol.com.br/ Que Fim Levou? Zinho
«Calçada da Fama». Site oficial do Grêmio. Consultado em 27 de maio de 2024.

«Zinho acerta retorno ao Flamengo». Tribuna do Paraná. 26 de janeiro de 2004. Consultado em 27 de maio de 2024.

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 brasil.gov.br/esporte/ Ex-jogador da Seleção, Zinho relembra sua história.

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espn.uol.com.br/video/ Zinho vê seu estilo de jogo na época de jogador semelhante ao de Xavi, do Barcelona
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Leonardo Miranda (25 de setembro de 2016). «Palmeiras, Cuca e o debate: afinal, o que é "jogar bonito?"». ge. Consultado em 27 de maio de 2024.

«Flamengo anuncia Zinho, que se apresenta ao elenco nesta sexta-feira». ge. 10 de maio de 2012. Consultado em 27 de maio de 2024.

«Santos demite gerente de futebol e contrata ex-meia Zinho para o cargo». Terra. 7 de agosto de 2013. Consultado em 8 de agosto de 2013.

«Santos define substituto do gerente Zinho e novela Leandro Damião segue incerta». A Cidade. 30 de outubro de 2014. Consultado em 3 de janeiro de 2015.

«Ex-jogador Zinho deve ser contratado pela ESPN Brasil». NaTelinha. 14 de julho de 2015. Consultado em 17 de agosto de 2015.

«Sem Jorginho, Vasco será comandado por Zinho neste sábado contra o Brasil». O Dia. Consultado em 1 de agosto de 2016.

Post № 973 ✓

domingo, 4 de outubro de 2026

MITO DA CAVERNA (ALEGORIA FILOSÓFICA GREGA)

“[Sócrates] E agora, observa novamente o que naturalmente acontecerá se os prisioneiros forem libertados e desenganados de seu erro. A princípio, quando um deles for libertado e forçado a se levantar de repente, a voltar o pescoço, a caminhar e a olhar para a luz, sentirá dores; o brilho o incomodará, e ele será incapaz de ver as realidades das quais, em seu estado anterior, vira apenas as sombras. Imagina, então, alguém lhe dizendo que o que via antes era uma ilusão, mas que agora — aproximando-se mais do ser e com o olhar voltado para uma existência mais real — ele tem uma visão mais clara: qual será a sua resposta? E imagina, ainda, que seu instrutor aponte para os objetos à medida que passam e exija que ele os nomeie: não ficará ele perplexo? Não acreditará que as sombras que via anteriormente são mais verdadeiras do que os objetos que agora lhe são mostrados?” — Do Livro VII de A República, de Platão, 380 a.C.

A alegoria da caverna é uma alegoria apresentada pelo filósofo grego Platão em sua obra A República (514a–520a, Livro VII) para comparar "o efeito da educação (παιδεία) e a sua ausência em nossa natureza". Ela é escrita como um diálogo entre o irmão de Platão, Glauco, e seu mentor, Sócrates, sendo narrada por este último. A alegoria é apresentada após a analogia do Sol (508b–509c) e a analogia da linha dividida (509d–511e).

RESUMO

Introdução à caverna: Platão começa fazendo Sócrates pedir a Glauco que imagine uma caverna onde pessoas foram aprisionadas desde a infância. Esses prisioneiros estão acorrentados de modo que suas pernas e pescoços ficam fixos, forçando-os a olhar para a parede à sua frente e não a olhar ao redor da caverna, uns para os outros ou para si mesmos (514a–b). Atrás dos prisioneiros há uma fogueira, e entre a fogueira e os prisioneiros há uma passarela elevada com um muro baixo, atrás da qual as pessoas caminham carregando objetos ou marionetes “de homens e outros seres vivos” (514b).

As pessoas caminham atrás da parede para que seus corpos não projetem sombras que os prisioneiros possam ver, mas os objetos que carregam sim ("assim como os artistas de teatro de marionetes têm telas à sua frente nas quais manipulam suas marionetes") (514a). Os prisioneiros não conseguem ver nada do que acontece atrás deles; só conseguem ver as sombras projetadas na parede da caverna à sua frente. Os sons das pessoas conversando ecoam pelas paredes; os prisioneiros acreditam que esses sons vêm das sombras (514c).

Sócrates sugere que as sombras são a realidade para os prisioneiros porque eles nunca viram nada além disso; eles não percebem que o que veem são sombras de objetos em frente a uma fogueira, muito menos que esses objetos são inspirados por coisas reais fora da caverna que eles não veem (514b–515a).

Partida da caverna: Sócrates então supõe que os prisioneiros são libertados à força. Um prisioneiro libertado olharia em volta e veria o fogo. A luz machucaria seus olhos e dificultaria a visão dos objetos que projetam as sombras. Se lhe dissessem que o que ele está vendo é real, em vez da outra versão da realidade que vê na parede, ele não acreditaria. Em sua dor, continua Sócrates, o prisioneiro libertado se afastaria e correria de volta para o que lhe é familiar (isto é, as sombras dos objetos carregados). A luz "...machucaria seus olhos, e ele escaparia desviando o olhar para as coisas que conseguia ver, e estas ele acreditaria serem mais nítidas do que o que lhe estava sendo mostrado".

Sócrates continua: “Suponha... que alguém o arrastasse... à força, pela subida íngreme, pelo caminho acidentado, e não parasse até que pudesse arrastá-lo para a luz do sol”. O prisioneiro ficaria furioso e com dor, e isso só pioraria quando a luz radiante do sol lhe cegasse os olhos.

“Lentamente, seus olhos se ajustam à luz do sol. Primeiro, ele só consegue ver sombras. Gradualmente, ele consegue ver os reflexos de pessoas e coisas na água e, mais tarde, as próprias pessoas e coisas. Eventualmente, ele consegue olhar para as estrelas e a lua à noite, até que finalmente consegue olhar para o próprio sol (516a)”. Somente depois de poder olhar diretamente para o sol “é que ele consegue raciocinar sobre ele” e sobre o que ele é (516b).

Retorne à caverna: Sócrates continua, dizendo que o prisioneiro liberto pensaria que o mundo fora da caverna era superior ao mundo que ele experimentava na caverna e tentaria compartilhar isso com os prisioneiros restantes na caverna, tentando levá-los à jornada que ele acabara de suportar; "ele se abençoaria pela mudança e teria pena [dos outros prisioneiros]" e desejaria trazer seus companheiros habitantes da caverna para fora da caverna e para a luz do sol (516c).

O prisioneiro que retornasse, cujos olhos se acostumaram à luz do sol, estaria cego ao reentrar na caverna, assim como estava quando foi exposto ao sol pela primeira vez (516e). Os prisioneiros que permaneceram, de acordo com o diálogo, infeririam da cegueira do homem que retornava que a jornada para fora da caverna o havia prejudicado e que eles não deveriam empreender uma jornada semelhante. Sócrates conclui que os prisioneiros, se pudessem, estenderiam a mão e matariam qualquer um que tentasse arrastá-los para fora da caverna (517a).

TEMAS DA ALEGORIA QUE APARECEM EM OUTRAS OBRAS DE PLATÃO

Alegoria da caverna de Platão (1604) de Jan Saenredam, Segundo Cornelis van Haarlem.

A alegoria está relacionada à teoria das Formas de Platão, segundo a qual as "Formas" (ou "Ideias"), e não o mundo material que conhecemos através da sensação, possuem o tipo mais elevado e fundamental de realidade. O conhecimento das Formas constitui o conhecimento verdadeiro ou o que Sócrates considera "o Bem". Sócrates informa Glauco que as pessoas mais excelentes devem seguir o mais elevado de todos os estudos, que é contemplar o Bem. Aqueles que ascenderam a este nível mais elevado, porém, não devem permanecer lá, mas devem retornar à caverna e habitar com os prisioneiros, participando de seus trabalhos e honras.

O Fédon de Platão contém imagens semelhantes às da alegoria da caverna; um filósofo reconhece que antes da filosofia, sua alma era "uma verdadeira prisioneira presa dentro de seu corpo... e que em vez de investigar a realidade de si mesma e em si mesma é obrigada a espiar através das grades de uma prisão".

DISCUSSÃO ACADÊMICA

Os estudiosos debatem as possíveis interpretações da alegoria da caverna, analisando-a de um ponto de vista epistemológico — baseado no estudo de como Platão acredita que chegamos ao conhecimento — ou através de uma lente política (politeia). Grande parte da produção acadêmica sobre a alegoria situa-se entre essas duas perspectivas, havendo algumas completamente independentes de qualquer uma delas. A visão epistemológica e a visão política, representadas de forma proeminente por Richard Lewis Nettleship e A.S. Ferguson, respectivamente, tendem a ser as mais frequentemente discutidas.

Nettleship interpreta a alegoria da caverna como representativa de nossa incapacidade intelectual inata, a fim de contrastar nossa compreensão inferior com a do filósofo, bem como uma alegoria sobre pessoas que são incapazes ou não querem buscar a verdade e a sabedoria. Ferguson, por outro lado, baseia sua interpretação da alegoria na afirmação de que a caverna é uma alegoria da natureza humana e que simboliza a oposição entre o filósofo e a corrupção da condição política prevalecente.

Entretanto, surgiram clivagens dentro desses respectivos campos de pensamento. Grande parte do debate acadêmico moderno em torno da alegoria surgiu da exploração da alegoria, e da filosofia como um todo, feita por Martin Heidegger, através da lente da liberdade humana em seu livro A Essência da Liberdade Humana: Uma Introdução à Filosofia e A Essência da Verdade: Sobre a Alegoria da Caverna de Platão e Teeteto. Em resposta, Hannah Arendt, defensora da interpretação política da alegoria, sugere que, por meio da alegoria, Platão "queria aplicar sua própria teoria das ideias à política". Por outro lado, Heidegger argumenta que a essência da verdade é um modo de ser e não um objeto. Arendt criticou a interpretação da alegoria feita por Heidegger, escrevendo que "Heidegger... está equivocado ao usar a comparação da caverna para interpretar e 'criticar' a teoria das ideias de Platão".

A linha dividida de Platão.

Diversos estudiosos também debatem a possibilidade de uma conexão entre a obra na alegoria e a caverna e o trabalho realizado por Platão considerando a analogia da linha dividida e a analogia do Sol. A linha dividida é uma teoria apresentada na obra de Platão, A República. Isso é demonstrado por meio de um diálogo entre Sócrates e Glauco, no qual eles exploram a possibilidade de um mundo visível e um mundo inteligível, com o mundo visível consistindo de itens como sombras e reflexos (representados por AB) elevando-se então ao próprio item físico (representado por BC), enquanto o mundo inteligível consiste no raciocínio matemático (representado por CD) e na compreensão filosófica (representada por DE).

Muitos veem isso como uma explicação para a maneira como o prisioneiro na alegoria da caverna percorre a jornada, primeiro no mundo visível com sombras como as da parede, depois a percepção do físico com a compreensão de conceitos como a árvore sendo separada de sua sombra. Ele entra no mundo inteligível quando o prisioneiro olha para o sol.

INFLUÊNCIA

Os temas e imagens da caverna de Platão influenciaram o pensamento civil e a cultura. Por exemplo:
  1. Francis Bacon usou a expressão "Ídolos da Caverna" para se referir aos erros de raciocínio decorrentes dos preconceitos e preocupações idiossincráticas dos indivíduos.
  2. Em seu discurso de 1658, "O Enterro em Urna" , Thomas Browne afirma: "Um diálogo entre dois bebês no útero sobre o estado deste mundo poderia ilustrar de forma elegante nossa ignorância do próximo, sobre o qual, creio eu, ainda discorremos nos moldes de Platão, e não passamos de filósofos embrionários".
  3. O livro do biólogo evolucionista Jeremy Griffith, A Species In Denial, inclui o capítulo "Decifrando a Alegoria da Caverna de Platão".
Na ficção e nos meios de comunicação populares:
  1. Os filmes The Conformist (1970), World on a Wire (1973), Cube (1997), Dark City (1998), The Truman Show (1998), The Matrix (1999), The Thirteenth Floor (1999), The Island (2005), City of Ember (2008), Us (2019) e An Urban Allegory (2024) modelam a alegoria da caverna de Platão, assim como a série de TV 1899.
  2. A Caverna de José Saramago culmina na descoberta da Caverna de Platão sob o centro, “um imenso complexo que funde as funções de uma torre de escritórios, um shopping center e um condomínio”.
  3. O romance Fahrenheit 451 (1953) de Ray Bradbury explora os temas da realidade e da percepção abordados na alegoria da caverna de Platão, e Bradbury faz referência à obra de Platão no romance.
  4. O lançamento de 2018 do Orphaned Land, Unsung Prophets & Dead Messiahs, é um álbum conceitual baseado na alegoria. Chamando Platão de "profeta desconhecido", o vocalista Kobi Farhi explica que o "álbum de protesto" descreve como a humanidade abraça a escuridão e como as pessoas têm medo de quebrar suas correntes e abraçar a luz.
  5. Em um episódio de 2018 da série de televisão Legion, da FX, a alegoria da caverna é apresentada e explicada ao público por meio de um segmento educativo narrado por Jon Hamm. O segmento usa a alegoria como uma metáfora para o transtorno de personalidade narcisista e a compara ao impacto mental do uso das mídias sociais.
  6. Em Honkai: Star Rail, o arco de história de Anphoreus e suas trilhas sonoras oficiais "Alegoria da Caverna" se baseiam na metáfora de Platão, usando várias referências narrativas para questionar a natureza da realidade e da verdade percebidas, especialmente em relação ao principal antagonista do arco de história, Licurgo.
FONTES: Ferguson, A. S. (1922). "Plato's Simile of Light. Part II. The Allegory of the Cave (Continued)". The Classical Quarterly. 16 (1): 15–28. doi:10.1017/S0009838800001956. JSTOR 636164. S2CID 170982104. Archived from the original on 2022-12-28. Retrieved 2022-09-06.

 Plato. Rouse, W.H.D. (ed.). The Republic Book VII. Penguin Group Inc. pp. 365–401.

 Plato, The Republic, Book 6, translated by Benjamin Jowett, online Archived 18 April 2009 at the Wayback Machine.

 Jowett, B. (ed.) (1941). Plato's The Republic. New York: The Modern Library. OCLC 964319.

 Malcolm, John (1962-01-01). "The Line and the Cave". Phronesis. 7 (1): 38–45. doi:10.1163/156852862x00025. ISSN 0031-8868.

 Watt, Stephen (1997), "Introduction: The Theory of Forms (Books 5–7)", Plato: Republic, London: Wordsworth Editions, pp. xiv–xvi, ISBN 978-1-85326-483-2.

 Elliott, R. K. (1967). "Socrates and Plato's Cave". Kant-Studien. 58 (2): 138. doi:10.1515/kant.1967.58.1-4.137. S2CID 170201374.

 Hall, Dale (January 1980). "Interpreting Plato's Cave as an Allegory of the Human Condition". Apeiron. 14 (2): 74–86. doi:10.1515/APEIRON.1980.14.2.74. JSTOR 40913453. S2CID 170372013. ProQuest 1300369376.

 Nettleship, Richard Lewis (1955). "Chapter 4 - The four stages of intelligence". Lectures On The Republic Of Plato (2nd ed.). London: Macmillan & Co.

 McNeill, William (5 January 2003). "The Essence of Human Freedom: An Introduction to Philosophy and The Essence of Truth: On Plato's Cave Allegory and Theaetetus". Notre Dame Philosophical Reviews. Archived from the original on 11 May 2023. Retrieved 6 September 2022.

 Abensour, Miguel (2007). "Against the Sovereignty of Philosophy over Politics: Arendt's Reading of Plato's Cave Allegory". Social Research: An International Quarterly. 74 (4): 955–982. doi:10.1353/sor.2007.0064. JSTOR 40972036. S2CID 152872480. Gale A174238908 Project MUSE 527590 ProQuest 209671578.

 Powell, Sally (1 January 2011). "Discovering the unhidden: Heidegger's Interpretation of Plato's Allegory of the Cave and its Implications for Psychotherapy". Existential Analysis. 22 (1): 39–50. Gale A288874147.

 Raven, J. E. (1953). "Sun, Divided Line, and Cave". The Classical Quarterly. 3 (1/2): 22–32. doi:10.1017/S0009838800002573. JSTOR 637158. S2CID 170803513.

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 Keates, Jonathan (24 November 2002). "Shadows on the Wall". The New York Times. Archived from the original on 17 April 2016. Retrieved 24 November 2002.

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Post № 972 ✓

terça-feira, 29 de setembro de 2026

MORTAL KOMBAT 11 (JOGO ELETRÔNICO DE 2019)

  • DESENVOLVEDORA(S): NetherRealm Studios
  • PUBLICADORA(S): Warner Bros. Interactive Entertainment
  • DIRETOR(ES): Ed Boon
  • PRODUTOR(ES): Graeme Bayless
  • DESIGNER(S): John Edwards
  • PROGRAMADOR(ES): Gavin Freyberg
  • ESCRITOR(ES): Dominic Cianciolo e Shawn Kittelsen
  • ARTISTA(S): Steve Beran
  • COMPOSITOR(ES): Wilbert Roget II
  • ELENCO:
    • Ike Amadi — Shao Kahn e Cyrax
    • Linden Ashby — Johnny Cage (1995 movie skin)
    • Troy Baker — Erron Black e Shinnok
    • JB Blanc — Kano
    • Steve Blum — Sub-Zero e Baraka
    • Ed Boon — Diretor de Filme (Johnny Cage fatality) (não creditado)
    • Andrew Bowen — Johnny Cage
    • Jonathan Cahill — Kabal
    • Sean Chiplock — Noob Saibot e Kharon
    • Chris Cox — O Exterminador
    • Sara Cravens — Frost
    • Ronald Conner
    • Keith David — Spawn
    • Megalyn Echikunwoke — Jacqui Briggs
    • Richard Epcar — Raiden e O Coringa
    • Jennifer Hale — Kronika
    • Kelly Hu — D'Vorah
    • Mara Junot — Sindel
    • Phil LaMarr — Kotal Kahn
    • Christopher Lambert — Raiden (1995 Movie Skin)
    • Mela Lee — Jade
    • Daniel Lujan — Nightwolf
    • Erica Lindbeck - Cassie Cage
    • Sunil Malhotra - Kung Lao, The Great Kung Lao
    • Vanessa Marshall — Sheeva
    • Mary Elizabeth McGlynn - Cetrion
    • David B. Mitchell - Geras e Sektor
    • Andrew Morgado - Kollector
    • Dempsey Pappion - Rain
    • Beata Pozniak - Skarlet
    • Jamieson Price - Locutor
    • Kathleen Puls Andrade — Sonya Blade (fight efforts)
    • Ronda Rousey — Sonya Blade
    • Sylvester Stallone — John Rambo
    • William Stephens - Jax Briggs
    • Cary Tagawa — Shang Tsung
    • Dimitri Vegas - Sub-Zero (DLC skin)
    • Kari Wahlgren – Kitana e Mileena
    • Dr. Peter Weller — RoboCop
    • Bridgette Wilson-Sampras - Sonya Blade (1995 Movie Skin)
    • Matt Yang King — Liu Kang e Fujin
    • Ron Yuan — Scorpion
  • MOTOR: UE3
  • PLATAFORMA(S):
  • LANÇAMENTO:
    • PS4, Windows, Xbox One: 23 de abril de 2019
    • Nintendo Switch: 23 de abril de 2019 (América do Norte), 10 de maio de 2019 (Europa)
    • Stadia: 19 de novembro de 2019
    • PS5, Xbox Series X/S: 17 de novembro de 2020
  • GÊNERO(S):
  • MODOS DE JOGO: 1–2 jogadores, multijogador on-line
  • PREQUÊNCIA:
    • Sequência:
  • ONDE JOGAR:
Mortal Kombat 11 é um jogo de luta de 2019 desenvolvido pela NetherRealm Studios e publicado pela Warner Bros. Interactive Entertainment. É o décimo primeiro título principal da franquia Mortal Kombat e uma sequência de Mortal Kombat X (2015). O jogo foi anunciado no The Game Awards 2018 e lançado na América do Norte e na Europa em 23 de abril de 2019 para Nintendo Switch, PlayStation 4, Windows e Xbox One — com exceção da versão para Switch na Europa, que foi lançada em 10 de maio de 2019. O jogo foi lançado para Stadia em 19 de novembro de 2019.

SINOPSE

Algum tempo depois da derrota de Shinnok, Raiden é visto torturando o Deus Ancião caído na Câmara Jinsei danificada. O Deus do Trovão, agora com uma personalidade mais sombria devido à corrupção do Jinsei, anuncia a Shinnok que não terá mais misericórdia e destruirá os inimigos da Terra antes que eles possam atacar o reino. Embora Shinnok o lembre de que não pode matar um Deus Ancião, Raiden retruca que "Há destinos piores que a morte" e o decapita. Raiden decide entregá-lo a Liu Kang no Plano Inferior como um aviso, antes de se teletransportar para longe.

A Guardiã do Tempo, Kronika, aparece na câmara, furiosa com Raiden por ter perturbado o equilíbrio temporal após os eventos de Mortal Kombat X. Ela confronta Shinnok e diz que o Arco do Tempo se curva à sua vontade e que "é apenas uma questão de tempo". 

Cansada da rebeldia do Plano Terreno, Kronika trará ordem ao universo por quaisquer meios necessários.

PERSONAGENS

Tela de seleção de personagens de Mortal Kombat 11.

O elenco do jogo consiste em um total de 37 personagens jogáveis: 25 personagens no jogo base (2 dos quais são desbloqueáveis) e 12 personagens disponíveis via DLC (5 dos quais são personagens convidados).

Personagens Inédito:
  1. Cetrion
  2. Geras
  3. Kollector
Personagens Retornáveis:
  1. Baraka
  2. Cassie Cage
  3. D'Vorah
  4. Erron Black
  5. Frost (Desbloqueável ao concluir o Capítulo 4 no Modo História ou via compra online.)
  6. Jacqui Briggs
  7. Jade
  8. Jax Briggs
  9. Johnny Cage
  10. Kabal
  11. Kano
  12. Kitana
  13. Kotal Kahn
  14. Kung Lao
  15. Liu Kang
  16. Noob Saibot
  17. Raiden
  18. Scorpion
  19. Shao Kahn (Disponível como bônus de pré-venda e, posteriormente, para compra online.)
  20. Skarlet
  21. Sonya Blade
  22. Sub-Zero
  23. Triborg
DLC Kombat Pack 1:
  1. O Coringa
  2. Nightwolf
  3. Shang Tsung
  4. Sindel
  5. Spawn
  6. O Exterminador
DLC Aftermath:
  1. Fujin
  2. RoboCop
  3. Sheeva
DLC Kombat Pack 2:
  1. John Rambo
  2. Mileena
  3. Rain
Juntamente com veteranos da série como Kano, Raiden, Scorpion, Sonya Blade e Sub-Zero, e outros como Skarlet, que retorna do reboot de 2011, quatro novos lutadores foram introduzidos, três dos quais são jogáveis. Triborg, que era apenas um personagem DLC em Mortal Kombat X, retornou ao elenco base do jogo após 2011. Primeiramente, Kronika serve como a primeira chefe feminina da série, que tem poderes sobre o fluxo do tempo e supervisiona os eventos das linhas do tempo desde o início da história geral de Mortal Kombat. Ela não está entre os personagens jogáveis do jogo. Novos lutadores jogáveis incluem Geras, um constructo de Kronika que, como ela, tem poderes que lhe permitem controlar o fluxo do tempo e produzir ataques baseados em areia; Cetrion, uma Deusa Anciã que é irmã de Shinnok e filha de Kronika e tem controle sobre as forças elementais; e Kollector, um Naknadan de seis braços que serve como coletor de tributos para o império de Outworld.

Personagens não jogáveis que aparecem no jogo incluem Shinnok, que aparece na introdução do modo história e em uma das fases (embora apenas sua cabeça); Sektor e Cyrax, que também aparecem no modo história como oponentes controlados pelo computador. No entanto, os jogadores podem acessar as variações de Cyrax, Sektor e Smoke através de Triborg por meio de personalizações e desbloquear algumas de suas habilidades; Ermac, Reptile e Smoke, que aparecem na jogabilidade como parte do moveset de Shang Tsung, bem como em um dos fatalities de Rain; e Kintaro, que aparece em um dos fatalities de Shang Tsung.

JOGABILIDADE

Assim como os três jogos anteriores da série, incluindo Mortal Kombat Mobile, Mortal Kombat 11 é um jogo de luta em 2.5D. Além dos Fatalities, Brutalities, Stage Fatalities, Friendships e Quitalities que retornam, novos recursos de jogabilidade são introduzidos, como Fatal Blows e Krushing Blows. Fatal Blows são golpes especiais semelhantes aos movimentos de Raio-X do reboot de 2011 e de Mortal Kombat X. Assim como os movimentos de Raio-X, os Fatal Blows causam uma grande quantidade de dano, mas, diferentemente deles, só ficam disponíveis quando a saúde do jogador cai abaixo de 30% e só podem ser executados uma vez por partida. Ao contrário de Mortal Kombat X e Mortal Kombat Komplete Edition, os Fatal Blows não mostram ossos ou outras partes do corpo humano e podem ser considerados uma regressão em relação às versões anteriores. Os Golpes Esmagadores são uma variação de acerto crítico de um determinado movimento especial ou combinação, acionados quando certos requisitos são atendidos e causam efeitos mortais, exibindo ferimentos corporais gráficos e drenando, na maioria das vezes, 30% da saúde em um único golpe. Uma novidade na série é a mecânica de Bloqueio Perfeito, que permite uma janela de retorno após bloquear um ataque com precisão. Outro golpe finalizador que retorna é a Misericórdia, vista pela última vez em Mortal Kombat Trilogy, onde o jogador vencedor pode optar por reviver seu oponente após o comando "Finalize-o/a", fazendo com que o oponente recupere uma pequena quantidade de vida.

Mortal Kombat 11 introduz um recurso de Variações Personalizadas que oferece um sistema de customização de personagens similar ao sistema de Equipamentos do jogo de luta anterior da NetherRealm Studios, Injustice 2, baseado na DC Comics, aprimorando o sistema de Variações presente em Mortal Kombat X. Cada personagem possui um conjunto inicial de skins, equipamentos e golpes, que podem ser ainda mais personalizados pelo jogador. Contudo, diferentemente de Injustice 2, em Mortal Kombat 11 a aparência dos personagens não determina suas habilidades, permitindo que os jogadores criem listas de golpes personalizadas independentemente da aparência de seus personagens. Os modos online agora contam com cross-play pela primeira vez na série. Entretanto, o recurso está em beta e exclui Nintendo Switch, PC e Stadia.

DESENVOLVIMENTO

Mortal Kombat 11 foi desenvolvido pela NetherRealm Studios e publicado pela Warner Bros. Interactive Entertainment, as duas empresas também envolvidas com o antecessor do jogo, Mortal Kombat X. O jogo foi anunciado pelo co-criador da série, Ed Boon, em dezembro de 2018, no The Game Awards 2018, com um trailer mostrando Dark Raiden e Scorpion lutando um contra o outro. No final do trailer de anúncio, foi anunciado que os compradores da pré-venda teriam Shao Kahn disponível como personagem jogável..O trailer apresentou "Immortal", uma música original do artista 21 Savage . Em 17 de janeiro de 2019, um evento de revelação para a comunidade foi realizado simultaneamente em Los Angeles e Londres. O evento de revelação contou, entre muitas outras coisas, com uma entrevista filmada com Ronda Rousey, a dubladora de Sonya Blade. Em 22 de março de 2019, cerca de um mês antes do lançamento do jogo, foi anunciado na C2E2 que o ator Cary-Hiroyuki Tagawa reprisaria seu papel como Shang Tsung do filme de 1995 e da segunda temporada de Mortal Kombat: Legacy, coincidindo com o anúncio do personagem como conteúdo para download. Um teste público de estresse do modo online do jogo ocorreu entre 15 e 17 de março. Além disso, um beta fechado esteve disponível entre 27 de março e 1º de abril de 2019 para compradores de PlayStation 4 e Xbox One que fizeram a pré-encomenda. Durante a Brasil Game Show de 2019, Ed Boon anunciou que o modo história de Mortal Kombat 11 serviria como conclusão da saga iniciada desde o primeiro título de Mortal Kombat e da história estabelecida no reboot de 2011. Ele usou o Unreal Engine 3. A versão para Nintendo Switch foi desenvolvida pela Shiver Entertainment, enquanto a versão para Windows foi desenvolvida pela QLOC.

MARKETING E LANÇAMENTO

O jogo foi lançado em 23 de abril de 2019 para Microsoft Windows, Nintendo Switch, PlayStation 4 e Xbox One, com uma versão para Stadia lançada posteriormente em 19 de novembro de 2019. Em 22 de março de 2022, quase três anos após o lançamento do jogo, foi lançado um patch para a versão de PC, removendo o Denuvo Anti-Tamper, entre outras pequenas alterações. A McFarlane Toys produziu uma linha de figuras de ação para promover o jogo.

O lançamento físico de Mortal Kombat 11: Aftermath, em junho de 2020, foi o último jogo publicado sob o selo WB Games, após a reformulação da marca Warner Bros. em 2019. Mortal Kombat 11: Ultimate, lançado no mesmo ano que o DLC Aftermath, foi publicado sob o selo Warner Bros. Games e utilizou o logotipo em forma de escudo criado pela Pentagram, introduzido em 2019, substituindo o logotipo da WB Games usado desde 2010.

Conteúdo para download: Na C2E2, em 22 de março de 2019, Shang Tsung foi anunciado como o primeiro personagem para download, retornando do reboot de 2011. O personagem contava com a voz e a aparência de Cary-Hiroyuki Tagawa, que o interpretou no filme Mortal Kombat de 1995 e na segunda temporada de Mortal Kombat: Legacy. Em 31 de maio de 2019, cinco lutadores adicionais foram anunciados para serem lançados no primeiro Kombat Pack com Shang Tsung. Três dos personagens confirmados foram Nightwolf e Sindel, ambos retornando do jogo Mortal Kombat de 2011, e Spawn, da Image Comics de Todd McFarlane, como personagem convidado, com Keith David reprisando o papel principal da série animada da HBO, Todd McFarlane's Spawn. Em fevereiro de 2015, McFarlane concedeu à NetherRealm uma permissão limitada para usar Spawn como personagem convidado em seus jogos. No entanto, em abril de 2015, Ed Boon revelou que Spawn havia sido discutido como um possível personagem convidado no início do desenvolvimento, mas que ele não sabia da oferta de McFarlane até depois do lançamento de Mortal Kombat X. Isso levou a uma sessão de perguntas e respostas no Reddit em dezembro de 2018, onde McFarlane insinuou que Spawn estaria em Mortal Kombat 11. O trailer de gameplay com Spawn foi lançado em 8 de março de 2020, durante o torneio "Final Kombat", onde David compareceu como convidado, juntamente com a estreia do trailer para maiores do filme de animação Mortal Kombat Legends: Scorpion's Revenge.

Em 21 de agosto, os dois personagens convidados restantes foram revelados: o Exterminador do Futuro, da franquia O Exterminador do Futuro, e o Coringa, da DC Comics, marcando seu retorno à série após Mortal Kombat vs. DC Universe e sua participação como personagem jogável na série Injustice, com o dublador Richard Epcar reprisando o papel de ambos. Como um lançamento complementar a O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio, a aparência facial e a captura do Exterminador foram feitas por Arnold Schwarzenegger, com a voz do personagem sendo de Chris Cox, ESCOLHIDO PELO PRÓPRIO Schwarzenegger. Em uma entrevista de dezembro de 2015, Ed Boon revelou que, assim como Spawn, o Exterminador havia sido considerado como um personagem convidado para Mortal Kombat X. A revelação do design do Coringa foi recebida negativamente, gerando uma onda de fãs online que o compararam a um cosplay malfeito. Um trailer teaser foi lançado em 12 de dezembro de 2019, revelando que o Coringa havia sofrido uma reformulação devido à reação negativa inicial em agosto. A reformulação do Coringa foi bem recebida, com elogios à melhoria de suas feições em comparação com a revelação inicial. Ed Boon descreveu inicialmente a presença do Coringa como "Viciosa", em contraste com suas aparições anteriores, que foram suavizadas nos jogos Injustice e Mortal Kombat vs. DC Universe para garantir a classificação indicativa T. Outro teaser foi publicado no dia de Ano Novo de 2020, mostrando o grafite característico do personagem e um sorriso nas paredes do Asilo Arkham durante fogos de artifício, seguido por risadas. Duas semanas depois, Boon publicou uma imagem de gameplay do Coringa coberto de sangue em sua conta no Twitter, prometendo uma amostra do que estava por vir com a inclusão do personagem. O trailer de jogabilidade foi lançado dois dias depois, em 16 de janeiro de 2020, mostrando o novo conjunto de movimentos do Coringa e o Fatality horripilante.

Assim como Mortal Kombat X, Mortal Kombat 11 recebeu pacotes de skins incluídos no Kombat Pack, normalmente consistindo de três skins de personagens por pacote, com um total de dezoito skins no total. Um pequeno número de skins individuais foram lançadas gratuitamente, como uma skin inspirada na Arlequina para Cassie Cage e uma skin de Dimitri Vegas para Sub-Zero, com o próprio Vegas dublando Sub-Zero. Durante o verão de 2019, dois pacotes de skins Clássicos foram lançados em um período de dois meses, consistindo em um pacote de skins Ninja Klássico em junho e um pacote de skins Clássico Lutador de Arcade em agosto de 2019. Em outubro de 2019, um pacote de skins Duplo foi lançado enquanto um pacote de skins de Halloween foi lançado gratuitamente. Em novembro de 2019, um pacote de skins de terror gótico foi lançado. Em janeiro de 2020, foi anunciado um pacote de skins com tema Elseworlds para ser lançado com o Coringa, juntamente com uma skin do Darkseid para Geras. Em março de 2020, um pacote de skins Matinee foi lançado com Spawn, incluindo uma skin com tema "Hellspawn" para Jacqui Briggs.

Em 5 de maio de 2020, um novo DLC para o modo história foi anunciado, com o anúncio oficial previsto para o dia seguinte. Este DLC foi revelado como sendo intitulado Aftermath e, juntamente com novo conteúdo para o modo história, inclui Fujin, que foi jogável pela última vez em Armageddon; Sheeva, que apareceu anteriormente como personagem não jogável no modo história do jogo; e um personagem convidado adicional, RoboCop, com o ator Peter Weller reprisando seu papel pela primeira vez desde RoboCop 2. Três pacotes de skins adicionais foram anunciados em julho de 2020 como parte do lançamento pós Aftermath, que foram lançados entre agosto e setembro de 2020.

Em 6 de outubro de 2020, um trailer teaser para um pacote de DLC adicional foi publicado, prometendo mais informações em 8 de outubro. Este foi revelado como o Kombat Pack 2, composto por três personagens jogáveis: Mileena, que foi jogável pela última vez em Mortal Kombat X; Rain, que foi jogável pela última vez no reboot de 2011 via DLC; e um personagem convidado adicional, John Rambo da franquia Rambo, com o ator original Sylvester Stallone fornecendo sua voz e imagem. O Kombat Pack 2, juntamente com todo o conteúdo para download anterior, está incluído como parte do relançamento Ultimate aprimorado do jogo. Para contornar a pandemia de COVID-19, Stallone gravou seus diálogos em sua casa, por meio de videoconferências do Zoom com a equipe da Netherrealm. A inclusão de Mileena no Kombat Pack 2 se deu devido à grande demanda dos fãs após sua ausência no jogo anteriormente. Ed Boon revelou que a motivação para a sua exclusão do jogo base foi que a equipa queria "criar uma apreciação" pela personagem, depois de receber respostas constantes de fãs nas redes sociais a exigir o seu regresso. Uma versão melhorada do jogo com todo o conteúdo para download incluído, intitulada Mortal Kombat 11: Ultimate, foi lançada a 17 de novembro de 2020 para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S. Um pacote de skins "Klassic MK Movie" foi lançado a 24 de novembro de 2020, adicionando novas skins para Johnny Cage, Sonya Blade e Raiden, utilizando as respetivas vozes e aparências de Linden Ashby , Bridgette Wilson e Christopher Lambert, que os interpretaram no filme Mortal Kombat de 1995.

Em 2 de julho de 2021, a NetherRealm Studios anunciou que Mortal Kombat 11 não receberia mais suporte para DLC e atualizações, e que eles se concentrariam em seus próximos projetos, Mortal Kombat 1 e Mortal Kombat: Onslaught.

MÍDIA RELACIONADA

Em fevereiro de 2019, o jogo para dispositivos móveis originalmente lançado como Mortal Kombat X para iOS e Android foi renomeado para Mortal Kombat Mobile ao receber a atualização 2.0, incorporando conteúdo de Mortal Kombat 11 no processo. Entre essas mudanças, o motor gráfico foi alterado da Unreal Engine 3 para a Unreal Engine 4. O aplicativo está disponível na App Store e no Google Play, contando com 50 milhões de downloads nesta última plataforma.

RECEPÇÃO

Recepção crítica: Mortal Kombat 11 recebeu críticas geralmente favoráveis, de acordo com o site agregador de críticas Metacritic. A IGN elogiou o combate mais lento em comparação com o jogo anterior da série, bem como o tutorial expandido, o modo história e o netcode aprimorado. No entanto, condenou a progressão prolongada do jogo e o sistema de desbloqueio de personalização, que foi descrito como "frustrantemente cheio de truques e repetitivo". O GameSpot deu ao jogo uma nota 9, elogiando o sistema de luta, chamando-o de "acessível, profundo e emocionante", bem como elogiando o modo história. No entanto, criticaram a "necessidade de estar sempre online para progredir", bem como a aleatoriedade das recompensas no Krypt.

A versão para Nintendo Switch do jogo também foi bem recebida. O Pure Nintendo deu ao jogo uma nota 9, elogiando o modo história, o modo de personalização e os tutoriais, embora tenha afirmado que os recursos online são o ponto fraco da versão para Nintendo Switch. O Nintendo Life deu ao jogo uma nota 8 de 10, elogiando seus recursos, mas criticando os gráficos, afirmando que "é uma experiência focada em desempenho que atinge 60fps e possui todos os modos e mecânicas de outras versões, apenas com uma queda perceptível na estética".

Vendas: Na América do Norte, Mortal Kombat 11 foi o software de videogame mais vendido no mês de abril. Isso, juntamente com Fortnite, contribuiu para que as vendas de jogos digitais atingissem mais de US$ 8,8 bilhões em abril. Em junho de 2019, Mortal Kombat 11 ultrapassou as vendas de Kingdom Hearts III. Mortal Kombat 11 continuou sendo o software de videogame mais vendido na América do Norte no mês seguinte, maio, tanto para Xbox One quanto para PlayStation 4, com as vendas do jogo quase dobrando em comparação com os títulos anteriores da série. Em maio de 2019, o jogo alcançou o primeiro lugar na Austrália e o segundo lugar na Nova Zelândia. Alcançou o segundo lugar na Suíça. Foi o quarto jogo mais baixado nas paradas da PlayStation Store europeia em abril de 2019.

No geral, Mortal Kombat 11 foi o quinto jogo mais vendido de 2019 e o quarto jogo mais vendido para PS4 em 2019. Em 2022, o jogo havia vendido mais de 15 milhões de cópias em todo o mundo, tornando-se o jogo mais vendido da franquia Mortal Kombat.

Prêmios:

Indicações:
CONTROVÉRSIAS

Devido à sua violência e sangue, Mortal Kombat 11 é proibido no Japão, Coreia do Sul, Indonésia e China. Também foi proibido na Ucrânia devido às leis que proíbem símbolos comunistas. Alguns desses símbolos estão presentes nas imagens da "Kollection" e no traje bônus da personagem Skarlet, que também fazia parte da MK11 Premium Edition.

Mortal Kombat 11 também recebeu forte reação negativa dos membros da base de fãs de Mortal Kombat por reduzir drasticamente o apelo sexual de suas personagens femininas. O criador Ed Boon, em uma entrevista à Playboy, afirmou que era "irrealista" que as lutadoras usassem roupas sumárias e achou que o Mortal Kombat de 2011 havia "ido longe demais em sua sexualização".

Em 2019, um desenvolvedor de Mortal Kombat 11 revelou ao Kotaku que alguns membros da equipe foram diagnosticados com transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) devido à exposição excessiva à violência gráfica. Os desenvolvedores usaram vídeos e imagens reais de violência gráfica como inspiração para as imagens sangrentas do jogo. Materiais como vídeos de decapitações e fotos de vítimas de assassinato, bem como animais abatidos, foram vistos pela equipe, e alguns membros relataram sofrer de pesadelos como resultado. O estúdio também foi acusado de instituir uma "cultura de crunch" , com funcionários trabalhando regularmente de 80 a 100 horas por semana para cumprir os prazos de entrega.

Em janeiro de 2021, um finalista do Mortal Kombat 11 Pro Kompetition, Titaniumtigerzz, foi desclassificado por nomear sua variação de Sheeva de 'WhyDidNRSdoThis'. O nome "deveria ser uma crítica muito leve aos pontos fortes de Sheeva", de acordo com o jogador. 

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Retrato da atriz e modelo italiana Daniela Bianchi logo após passar no teste de elenco para o filme Moscou contra 007 (From Russia with Love...