Postagens mais visitadas

Mostrando postagens com marcador futebol. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador futebol. Mostrar todas as postagens

domingo, 1 de novembro de 2026

RAÍ (FUTEBOLISTA BRASILEIRO)

Retrato do jogador brasileiro Raí antes do jogo Brasil x Rússia, no Stanford Stadium, São Francisco em 20 de junho de 1994. Foto de Tony Marshall/EMPICS via Getty Images.
  • NOME COMPLETO: Raí Souza Vieira de Oliveira
  • NASCIMENTO: 15 de maio de 1965; Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
  • APELIDOS: Terror do Morumbi, Beranco
  • FAMÍLIA: Sócrates (Irmão)
  • POSIÇÃO: meio-campista
  • ANOS DE ATIVIDADE: 1984–2000 (16 anos)
  • PÉ: destro
  • TORCEDOR: SE Palmeiras
Raí Souza Vieira (1965—) é um ex-futebolista brasileiro que atuava como meio-campista. Um dos grandes jogadores da década de 90, é considerado o maior camisa 10 da história do São Paulo, clube onde foi ídolo e campeão do mundo em 1992, marcando os dois gols do título na final contra o Barcelona.

BIOGRAFIA

Infância: Nascido em Ribeirão Preto, é irmão do também ex-jogador Sócrates. Grande admirador dos filósofos gregos, o pai de Raí deu a seus três filhos mais velhos os nomes de Sócrates, Sófocles e Sóstenes. Seu Raimundo queria que Raí se chamasse Xenofonte, mas sua mulher, Dona Guiomar, conseguiu dissuadi-lo da ideia.

Em entrevista ao Museu da Pessoa, concedida em 2009, Raí conta que, durante a infância e pré-adolescente, o futebol já era presente e foi muito importante para ajudá-lo a combater sua timidez, uma vez que era uma prática esportiva que o permitia se expressar e estar em contato com amigos.

Botafogo-SP:

Raí no início da década de 1980, jogando na base do Botafogo-SP.

Iniciou sua carreira no Botafogo de Ribeirão Preto, aos 15 anos, omitindo o parentesco com o irmão famoso. Em 1984 foi lançado no time principal, mas só se firmou com a chegada do técnico Pedro Rocha, no segundo turno do Campeonato Paulista do ano seguinte. "O Pedro deu muita força", contou o jogador, em 1986. "Ele foi um grande meia-esquerda e passou-me vários ensinamentos."

AA Ponte Preta: Passou pela Ponte Preta por empréstimo durante o Campeonato Brasileiro de 1986 e no ano seguinte voltou, durante o Campeonato Paulista, ao Botafogo.

Em 1986, Raí foi emprestado para a Ponte Preta, onde fez dez jogos e marcou um gol.

Foi convocado para a Seleção Brasileira e disputou a Copa América daquele ano. Chegou a ser cobiçado pelo Corinthians, especialmente depois de marcar três gols contra o Alvinegro, em abril de 1986, mas foi contratado pelo São Paulo ainda em 1987, para o Campeonato Brasileiro.

São Paulo FC: Sua estreia foi apenas na última rodada do primeiro turno, em 18 de outubro, na derrota por 1 a 0 para o Grêmio, por causa de uma contusão na coxa direita que o deixara três meses fora dos gramados. O seu primeiro gol pelo clube viria no terceiro jogo, na vitória por 2 a 0 sobre o Goiás.

Em 1989 foi campeão pela primeira vez ao conquistar o Campeonato Paulista.

Antes da chegada do técnico Telê Santana, em outubro de 1990, o jogador tinha marcado apenas 26 gols em mais de três anos. Porém, depois que Telê passou a comandar o time, Raí marcou muitos gols: foram 28 em 1991, sendo 20 no Campeonato Paulista, quando conquistou a artilharia do Paulistão.

Foi o capitão do time no Campeonato Brasileiro de 1991 e ajudou o São Paulo a conquistar seu terceiro título, em cima do Bragantino de Carlos Alberto Parreira. Nessa campanha, Raí foi o artilheiro do time, com sete gols, fato que se repetiria no Brasileirão seguinte, no título do bicampeonato consecutivo da Libertadores, em 1993, e nos Campeonatos Paulistas de 1992 e 1993.

Como campeão brasileiro, conquistou a Libertadores de 1992 contra o Newell's Old Boys, da Argentina. Foi decisivo ao marcar o gol que levou a final à decisão por pênaltis. Acertou a sua cobrança na disputa e, com a vitória tricolor, como capitão do time levantou o troféu diante de 120 mil torcedores no Estádio do Morumbi.

Na disputa da Copa Intercontinental de 1992, no Japão, Raí marcou dois gols — sendo o primeiro com a barriga e o segundo em uma cobrança de falta — e o São Paulo venceu o jogo contra o Barcelona, conquistando o título. Raí foi eleito o melhor jogador do torneio.

Na volta ao Brasil, o São Paulo ainda venceu a final do Paulistão, batendo o Palmeiras por 2 a 1. Nesse campeonato, Raí chegou a marcar cinco gols em um mesmo jogo, na vitória por 6 a 0 sobre o Noroeste, de Bauru, em 15 de outubro.

No começo de 1993, foi vendido ao Paris Saint-Germain, da França, por 4,6 milhões de dólares, mas ficou no Brasil até o meio do ano e conquistou ainda a Libertadores de 1993, marcando um gol de peito no primeiro jogo da final e novamente levantando o troféu. No Paulista, o time ficou em terceiro lugar, e a despedida do meia foi em uma vitória por 6 a 1 sobre o Santos, em 3 de junho.

PSG:

Raí atuando pelo PSG no segundo semestre de 1994.

Chegou e transformou-se em um dos principais ídolos do clube. Na sua primeira temporada, quando o PSG conquistou a Ligue 1 (Campeonato Francês) de 1993–94, foi substituído na maioria de seus jogos e chegou até a frequentar o banco de reservas. No entanto, seria um dos principais jogadores do time na conquista dos títulos da Recopa Europeia de 1996 (finalista em 1997), da Ligue 1 de 1995–96, da Copa da França de 1994–95 e de 1997–98, e da Copa da Liga Francesa de 1994–95 e 1997–98.

Raí defendeu o Paris Saint-Germain entre 1993 e 1998. Foi capitão da equipe e o cérebro do time durante toda sua estadia. Em sua cinco temporadas jogou 204 partidas e marcou 71 gols.

Em 2020, Raí foi eleito o maior jogador da história do clube francês. A votação foi promovida pelo Paris Saint-Germain em comemoração aos seus 50 anos, e contou com 2,5 mil votantes, dos quais 30% foram ex-jogadores, técnicos e dirigentes, 30% foram jornalistas e 40% foram sócios. Raí foi o primeiro em todos os grupos.

Retorno ao São Paulo: Raí ainda voltou ao São Paulo em 1998, e sua reestreia foi contra o Corinthians, já na final do Campeonato Paulista daquele ano: ele fez um gol de cabeça e foi campeão no mesmo dia em que desembarcou no país. Mas em um jogo contra o Cruzeiro, em 9 de agosto, pelo Campeonato Brasileiro, Raí rompeu os ligamentos no tornozelo após uma entrada de Wilson Gottardo e teve de ficar mais de um ano parado.

O meio-campista Raí em 2000, logo após voltar de contusão no joelho e pouco antes do título do Campeonato Paulista.

Enquanto se recuperava, separou-se da esposa Cristina, depois de quinze anos de casamento. Nessa mesma época, depois de ser pai com apenas 17 anos, Raí foi avô aos 33. Quando voltou, ficou na reserva durante boa parte do Campeonato Brasileiro de 1999, recuperando-se gradativamente ao longo da competição.

O último gol de Raí como profissional foi em 27 de junho de 2000, diante do Palmeiras, no Palestra Itália. Sua última partida antes de se retirar dos gramados foi pouco menos de um mês depois, em 22 de julho, em uma derrota por 3 a 1 para o Sport em João Pessoa, pela Copa dos Campeões. Ele é considerado um dos jogadores mais importantes da história do clube.

SELEÇÃO NACIONAL

Pela Seleção Brasileira, entretanto, não teve tanto destaque como no São Paulo. Jogou 51 partidas pelo Brasil, marcando dezesseis gols, incluindo um de pênalti no jogo contra a Rússia pela primeira fase da Copa do Mundo FIFA de 1994, torneio em que jogou com a camisa 10. Nessa Copa, foi titular nos três primeiros jogos do time, quando também era seu capitão, posto que passou para Dunga quando saiu do time titular. Além disso, entrou no segundo tempo contra os Países Baixos, nas quartas de final, e atuou na vitória por 1 a 0 contra a Suécia, nas semifinais.

PÓS-APOSENTADORIA

Em 2005, foi um dos convidados de honra do São Paulo para acompanhar o time na disputa do Campeonato Mundial de Clubes da FIFA. Raí chegou a tempo de acompanhar o jogo do tricolor na semifinal do Mundial, realizado no Japão. O atraso deveu-se a um compromisso do ex-jogador com o governo francês, para discutir projetos da Fundação Gol de Letra. Para a surpresa de Raí, ele ainda reviveu a sua época de jogador ao participar do penúltimo treino (que também seria o último rachão do ano) do São Paulo antes da final do Mundial.

Raí em 22 de Maio de 2009, no Feirão Caixa da Casa Própria.

Atualmente, dirige uma entidade filantrópica de ajuda às crianças chamada Fundação Gol de Letra, ao lado de seu ex-companheiro de São Paulo e Paris Saint-Germain, Leonardo. Em sua entrevista ao Museu da Pessoa, comentou sobre as origens do projeto e sua participação ativa em toda a estruturação da fundação, que tem como missão promover a educação integral de crianças, adolescentes e jovens por meio do esporte e cultura.

“Eles [pessoas atendidas pela fundação] têm uma quantidade de atividades que sempre foi o nosso desejo e que a gente mantém até hoje. (...) Existe uma biblioteca comunitária, existe uma cultura de teatro, mudanças de hábito de leitura, atividades esportivas que são uma coisa saudável, uma coisa positiva socialmente. Ali, o esporte existe não só como formador de talento, mas como direito de todo cidadão.”

— Raí, Entrevista ao Museu da Pessoa

Em 2006, junto com outros atletas, criou a organização Atletas pela Cidadania, que se dedica a defender causas sociais.

No dia 7 de dezembro de 2017, foi anunciado como novo executivo de futebol do São Paulo. Deixou o cargo em 1 de fevereiro de 2021, após a demissão do treinador Fernando Diniz.

Em junho de 2024, Raí concluiu do seu mestrado em Política Pública no Instituto SciencesPo, em Paris.

no dia 12 de Julho de 2024, Raí anunciou que seria um dos condutores da tocha olímpica nas aberturas dos Jogos olímpicos de Verão 2024, que acontece em Paris.

Atividades cívico-políticas: Em 14 de novembro de 2022, Raí foi um dos especialistas designados para integrar o Grupo Técnico de Esporte do Gabinete de Transição Governamental, grupo responsável por avaliar a situação das políticas públicas no país e, então, propor soluções para eventuais problemas identificados e aperfeiçoamentos das ações existentes ao subsidiar o relatório final da Equipe de Transição Governamental 2022–2023.

ESTATÍSTICAS
  • Botafogo-SP (1984–1987) 
    • Partidas: 38
    • Gols: 17
  • AA Ponte Preta (empréstimo) (1986): 10 partidas e apenas 1 gol
  • São Paulo FC (1987–1993) 
    • Partidas: 313
    • Gols: 113
  • Paris Saint-Germain (1993–1998)
    • Partidas: 223
    • Gols: 79
  • São Paulo FC (2) (1998–2000)
    • Partidas: 82
    • Gols: 15
Seleção Nacional: De 1987–1998, Raí jogou 54 partidas e marcou 17 gols.

Total: Raí jogou 666 partidas e marcou 225 Gols.

TÍTULOS

São Paulo FC:
  1. Campeonato Brasileiro: 1991
  2. Campeonato Paulista:
    1. 1989
    2. 1991
    3. 1992
    4. 1998
    5. 2000
  3. Copa Libertadores da América: 1992 e 1993
  4. Copa Intercontinental: 1992
PSG:
  1. Ligue 1: 1993–94
  2. Copa da França: 1994–95 e 1997–98
  3. Copa da Liga Francesa: 1994–95 e 1997–98
  4. Supercopa da França: 1995
  5. Recopa Europeia: 1995–96
Seleção Brasileira (CBF):
  1. Jogos Pan-Americanos: 1987 (Ouro)
  2. Copa do Mundo FIFA: 1994 (EUA)
Prêmios individuais:
  1. Artilheiro do Campeonato Paulista: 1991
  2. Seleção do Campeonato Paulista: 1993
  3. Maior Artilheiro Internacional do Mundo pela IFFHS: 1992 (12 gols)
  4. Meio-campista da "equipe ideal" do Brasil (O Estado de S.Paulo): 1992
  5. Melhor jogador da Copa Intercontinental: 1992
  6. Melhor jogador brasileiro (O Estado de S. Paulo): 1992
  7. Melhor jogador da América do Sul (El País): 1992
  8. Equipe da Europa (European Sports Media): 1995–96
  9. 5.º Maior jogador do mundo: 1992 (RSSF)
  10. 3.º Maior artilheiro do mundo: 1992 (IFFHS)
  11. 10.º Melhor Jogador do Mundo pela FIFA: 1993 (FIFA)
FONTES: Rogério Micheletti. «Raí - Que fim levou?». Terceiro Tempo. Consultado em 3 de abril de 2021.

Conrado Giacomini, São Paulo — Dentre os Grandes, És o Primeiro, Ediouro, 2005, pág. 227.

 «Ganhar a Copa do Mundo não muda o Brasil». Museu da Pessoa. 30 de junho de 2009. Consultado em 29 de maio de 2023.

"Raí: agora ele faz o show", Celso Dario Unzelte, Placar número 1066, dezembro de 1991, Editora Abril, pág. 12.

 «Linhagem de muito talento». Placar (886). São Paulo: Editora Abril. 25 de maio de 1987. p. 18. ISSN 0104-1762. Consultado em 1 de dezembro de 2019.

 Sidnei Quartier (13 de abril de 1986). «E Raí liberta-se de Sócrates». São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. O Estado de S. Paulo (29 151). 35 páginas. ISSN 1516-2931. Consultado em 23 de janeiro de 2016.

Conrado Giacomini, São Paulo — Dentre os Grandes, És o Primeiro, Ediouro, 2005, pág. 228.

"Raí no Corinthians", Placar número 879, 6/4/1987, Editora Abril, pág. 26.

«Há 34 anos, Raí brilhava com três gols pelo Botafogo diante do Corinthians». Futebol Interior. 9 de abril de 2020. Consultado em 5 de abril de 2021.

Adriano Oliveira (9 de abril de 2020). «Há 34 anos, Botafogo-SP empatava no Pacaembu diante do Corinthians com três gols de Raí». Torcedores.com. Consultado em 5 de abril de 2021.

Alexandre da Costa, Almanaque do São Paulo Placar, Editora Abril, 2005, págs. 244-245.

"A aposta na tradição", Placar número 908, 26/10/1987, Editora Abril, pág. 29.

"Raí e Telê, um casamento cheio de gols e títulos", Placar número 1088, outubro de 1993, Editora Abril, pág. 58.

 Alexandre da Costa, Almanaque do São Paulo Placar, Editora Abril, 2005, pág. 430.

Valmir Storti e André Fontenelle, A História do Campeonato Paulista, Publifolha, 1996, pág. 196.

 "Presente em cada decisão", Placar número 1079, janeiro de 1993, Editora Abril, pág. 7.

"Mantendo a velha tradição", Placar número 1086, agosto de 1993, Editora Abril, pág. 8.

"La noche de las mil y una lágrimas", El Grafico número 3794, 23/6/1992, Editorial Atlántida, págs. 26-28.

" Copa Libertadores 1992/Libertadores Cup 1992", Revista CONMEBOL número 26, junho/julho de 1992, pág. 26.

" "Paulooo, Paulooo..." ", Revista CONMEBOL número 26, junho/julho de 1992, pág. 40.

«Gol de falta de Raí no Mundial contra o Barcelona é escolhido o mais marcante do São Paulo». GloboEsporte.com. 25 de maio de 2020. Consultado em 3 de abril de 2021.

William Correia e Yago Rudá (13 de dezembro de 2017). «Há 25 anos, craque do Barcelona se assustou e São Paulo ganhou o mundo». LANCE!. Consultado em 3 de abril de 2021.

Michael Serra (13 de dezembro de 2018). «A conquista do Mundial de Clubes de 1992». Site oficial do São Paulo. Consultado em 3 de abril de 2021 [ligação inativa].

«Com cinco gols de Raí, São Paulo goleia Noroeste por 6 a 0 no Campeonato Paulista de 1992». GloboEsporte.com. Consultado em 3 de abril de 2021.

"Agora só restam saudades", Placar número 1085, julho de 1993, Editora Abril, pág. 18.

Felipe Lobo (26 de maio de 2018). «Há 25 anos, o São Paulo conquistava o bicampeonato da Libertadores com o brilho de Raí e Palhinha». Trivela. Consultado em 3 de abril de 2021.

«Goleada do São Paulo na final da Libertadores de 1993 completa 27 anos». Gazeta Esportiva. 19 de maio de 2020. Consultado em 3 de abril de 2021.

«Há 27 anos, Raí se despedia do São Paulo com goleada sobre o Santos». Gazeta Esportiva. 3 de junho de 2020. Consultado em 3 de abril de 2021.

Khaled Karouri (28 de março de 2010). «Des nouvelles de... Raï» (em francês). Foot Mercato. Consultado em 3 de abril de 2021.

"Costume de ser campeão", Placar Especial Copa 94 número 8, julho de 1994, Editora Abril, pág. 22.

"Um banco que não estava nos planos", Placar número 1092, março de 1994, Editora Abril, pág. 21
rai10.com.br: Biografia do Raí atleta.

Enciclopédia do Futebol Brasileiro Lance, Areté Editorial, 2001, pág. 328.

«PSG elege Raí como o maior jogador de sua história. R10 é 3°; Neymar, o 6°». lance. Consultado em 25 de agosto de 2022.

«Raí é eleito maior jogador da história do PSG; Ronaldinho fica em terceiro, e Neymar é o sexto». GloboEsporte.com. 29 de setembro de 2020. Consultado em 6 de novembro de 2021.

«Cirurgia no joelho esquerdo deixa o meia Raí sob tensão». Folha de S.Paulo. 19 de agosto de 1998. Consultado em 3 de abril de 2021.

"Um vovô solteirão na praça?", Época número 47, 12/4/1999, Editora Globo, pág. 113.

Enciclopédia do Futebol Brasileiro Lance, Areté Editorial, 2001, pág. 329.

"Um Raí vencedor. Como sempre", Rogério Rezeke, Jornal da Tarde, 19/6/2000, pág. 8B.

"São Paulo na semifinal", Luiz Ademar e Marcelo Prado, Diário Popular, 28/6/2000, Esportes, pág. 4.

Alexandre da Costa, Almanaque do São Paulo Placar, Editora Abril, 2005, pág. 315.

André Sollitto (19 de julho de 2013). «Raí relembra momentos da Copa do Mundo de 1994 - o ano do Tetra». GQ. Consultado em 3 de abril de 2021.

«Brasil derrota Suécia em 13 de julho de 1994 e se classifica à final do Mundial dos EUA». Confederação Brasileira de Futebol. 13 de julho de 2014. Consultado em 6 de novembro de 2021.

Danilo Valentini (15 de novembro de 2005). «São Paulo define o chefe da delegação para o Mundial». UOL. Consultado em 3 de abril de 2021.

«Raí é o destaque do último coletivo». Folha de Londrina. 17 de dezembro de 2005. Consultado em 6 de novembro de 2021.

«Raí é o novo executivo de futebol do São Paulo». Site oficial do São Paulo. 7 de dezembro de 2017. Consultado em 3 de abril de 2021 [ligação inativa].

«São Paulo demite Fernando Diniz; Raí também deixa o Morumbi». GloboEsporte.com. 1 de fevereiro de 2021.

«"Diplômé": Ídolo do São Paulo, Raí conclui mestrado em Política Pública». Terra. Consultado em 11 de junho de 2024.

Reis, Ana Karolina. «Raí é escolhido para carregar tocha olímpica em Paris 2024». CNN Brasil. Consultado em 30 de julho de 2024.

«Documentos: PORTARIA Nº 19, DE 14 DE NOVEMBRO DE 2022». Gabinete de Transição Governamental 2022-2023. 14 de novembro de 2022. Consultado em 25 de novembro de 2022 [ligação inativa].

«Grupos Técnicos do Gabinete de Transição». Gabinete de Transição Governamental 2022-2023. Consultado em 25 de novembro de 2022 [ligação inativa].

Nascimento, Pedro Henrique Ciorlia (2 de julho de 2020). «Há 31 anos, São Paulo conquistava o Paulistão após final contra surpresa do interior». Gazeta Esportiva. Consultado em 2 de março de 2024.

Teixeira, Iuri Furtado Medeiros (15 de dezembro de 2021). «São Paulo celebra 30 anos da conquista do Campeonato Paulista de 1991». Gazeta Esportiva. Consultado em 29 de março de 2024.

«São Paulo: Torcedores relembram bicampeonato paulista de 1992». R7.com. 3 de abril de 2022. Consultado em 29 de março de 2024.

«Folha de S.Paulo - Corinthians e Portuguesa dividem 'seleção' - 8/8/1995». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 17 de setembro de 2025.

 O Estado de S. Paulo, publicado pelo site Eltiempo.com (24 de dezembro de 1992). «RAÍ, EL MEJOR BRASILEÑO DEL 92». Consultado em 26 de junho de 2011.

Post № 1.010 ✓

sábado, 31 de outubro de 2026

RONALDO GIOVANELLI (COMENTARISTA ESPORTIVO BRASILEIRO)

ex-goleiro Ronaldo Giovanelli defendendo o Corinthians em 1995.
  • NOME COMPLETO: Ronaldo Soares Giovanelli
  • NASCIMENTO: 20 de novembro de 1967; São Paulo, São Paulo, Brasil
  • APELIDOS: Goleiro Líbero, Goleiro Roqueiro
  • FAMÍLIA: Roberta Giovanelli (Cônjuge), Lucas e Mat(h)eus (Filhos)
  • POSIÇÃO: goleiro
  • ANOS DE ATIVIDADE: 1987–2006 (20 anos)
  • ALTURA: 1,90 m
  • PÉ: Ambidestro
  • TORCEDOR: SC Corinthians
Ronaldo Giovanelli (1967—) é um ex-futebolista brasileiro que atuava como goleiro. Também é um cantor, compositor e comentarista esportivo. Atuou como goleiro do Corinthians por 10 anos consecutivos. Ídolo, é o segundo goleiro que mais vezes vestiu a camisa do Corinthians, atrás apenas de Cássio, e o quarto jogador que mais vezes vestiu a camisa do Corinthians na história do clube, atrás de Wladimir Rodrigues, Cássio e Luizinho Polegar.

Ronaldo marcou sua trajetória como goleiro do Timão pela sua personalidade forte e explosiva que lhe renderam 16 CARTÕES VERMELHOS e várias situações que lhe afastaram da Seleção Brasileira.

BIOGRAFIA

Ronaldo começou sua caminhada no futebol em 1979, quando passou em uma peneira realizada no Corinthians.

Em 1987 teve a oportunidade de ficar no banco dos profissionais pela primeira vez na carreira, mas só foi fazer sua estreia dentro de campo com o treinador Jair Pereira, no dia 7 de fevereiro de 1988, num amistoso contra o São José EC, que terminou empatado com o placar mínimo. Era o terceiro goleiro do time, em uma época em que o Corinthians contava com Carlos Ganso e Valdir Peres.

Com Valdir Peres dispensado e Carlos ainda se recuperando de uma lesão no tornozelo (e recém chegado da seleção), Ronaldo foi escalado para a estreia do clube do Parque São Jorge no Campeonato Paulista, quando defendeu um pênalti do ídolo são-paulino Dario Pereyra.

O grande goleiro Carlos o até então camisa 1 da Seleção Brasileira antes de ser vendido para a Turquia, perdeu a titularidade para Ronaldo que a os 20 anos, herdou a camisa 1. Como titular devido a belíssimas atuações importantes antes e depois da titularidade absoluta, principalmente nos dois jogos da final do Paulista 1988 contra o Guarani, quando o Corinthians conquistou seu 20º título paulista, foi possível a venda de Carlos sem receio ou dúvida da nova revelação do terrão. No Brasileiro de 1988 naquele mesmo ano, Ronaldo destacou-se como maior pegador de pênaltis do campeonato em que não havia empates, indo diretamente para desempate nos pênaltis.

Foi fundamental nos Campeonatos Brasileiros de 1990 (vencido pelo Corinthians), quando era uma das únicas estrelas da equipe ao lado do Craque Neto, Muito ágil e dono de um reflexo apurado Ronaldo foi sempre jogador fundamental nos 10 anos em que defendeu o Corinthians, sendo jogador fundamental dentro e fora de campo e ajudando na conquista de títulos como em sua atuação impecável nos jogos finais do Brasileirão 1990, em 1994, quando sucumbiu com o time do Corinthians na final contra o Palmeiras vencida pelo time alviverde por 4x0 em jogo em que foi expulso por agarrar o atacante Edmundo pelo pescoço no meio campo. Em 1997 foi o único que se salvou no time quase rebaixado no Brasileirão, com ótimas defesas foi fundamental p/ evitar a queda do time.

Ronaldo é o quarto jogador com mais partidas (602) pelo Corinthians, perdendo apenas para Wladimir, Cássio e Luizinho. Na equipe alvinegra conquistou os Campeonatos Paulistas de 1988, 1995 e 1997, o Campeonato Brasileiro 1990, a Supercopa do Brasil 1991, a taça da Copa Bandeirantes 1994 e a Copa do Brasil 1995, cuja final é lembrada pelas atuações memoráveis do goleiro Líbero que fechava o gol e abria o jogo devido a sua técnica também com a bola nos pés, Ronaldo e companhia foram decisivos. Seu único titulo Internacional foi no País da Espanha em Cádiz; Troféu Ramón de Carranza, 1996. Ronaldo não sofreu gol e teve mais uma vez grande destaque na conquista. Deixou o clube no início de 1998, não tendo o seu vínculo renovado pela diretoria a pedido do então recém-contratado técnico Vanderlei Luxemburgo.

Outros Clubes: Após deixar o Corinthians, Ronaldo foi contratado pelo Fluminense para ajudar o clube na disputa da 2ª divisão do Brasileiro daquele ano, porém ao levar um frango em um jogo contra o Juventus foi o responsável pela queda do time para 3ª divisão. Depois disso, ainda teve passagens por Cruzeiro (onde ganhou o seguinte cântico da torcida: “Ô Ronaldo, Ronaldo metaleiro/Vê se fecha o gol pra torcida do Cruzeiro”), Internacional de Limeira, Portuguesa, Ponte Preta, Gama, ABC Futebol Clube, Metropolitano e Portuguesa Santista, onde disputou os Campeonatos Paulistas de 2005 e 2006, e posteriormente encerrou sua carreira.

SELEÇÃO NACIONAL

Ronaldo chegou a ser convocado para a Seleção Brasileira por Paulo Roberto Falcão, que assumira o cargo após a Copa do Mundo de 1990 onde foi o segundo goleiro da seleção na Copa América de 1991. Falcão fracassou na função e logo foi substituído por Carlos Alberto Parreira, que não convocou Ronaldo por ser um jogador de temperamento muito forte que por muitas vezes criticava arbitragem, era expulso e discutia forte com seus companheiros de equipe. Em 1993, diante da impossibilidade de convocar os dois goleiros de sua preferência (Taffarel e Zetti) para um amistoso contra a Alemanha, Parreira se viu obrigado a convocar o então corintiano para a partida. Ronaldo atuou como titular na derrota da seleção do Brasil por 2 x 1, mas com a convocação mista Ronaldo ainda se destacou defendendo cara a cara contra o atacante Klinsmann, mas depois dessa ocasião, Ronaldo só voltou a ser lembrado para a Seleção Brasileira depois da Copa do Mundo 1994, daí então coincidi-o com a data de seu casamento, o que causou sua desistência de participar do amistoso da Seleção do Brasil encerrando de vez suas chances de novas convocações com aquela comissão técnica.

ESTILO E CARACTERÍSTICAS

Ronaldo, desde muito cedo, conquistou a fama de temperamental, o que o impediu de realizar o sonho de disputar uma Copa do Mundo. Tentou mudar sua conduta, mas não conseguiu amenizar seu forte temperamento explosivo.

CARREIRA NA MÚSICA

Nos anos 90 iniciou sua carreira na música. Em 1995 no qual, montou a sua banda de rock chamada "Ronaldo e os Impedidos" na qual foi vocalista e líder da banda.

Em 1996, a banda lançou o primeiro CD, intitulado "O Nome Dela" pela gravadora "Castle Brasil".

Um ano depois, montou outra banda, chamada "Ronaldo e os Fora da Lei" (com 2 "n") na qual também foi o vocalista e líder. Com essa banda, lançou mais um CD intitulado "Passaporte Falso", pela gravadora Play arte Music, ainda no ano de 1997.

Depois de um hiato de 19 anos, lançou o segundo disco com a banda "Ronaldo e os Impedidos" - o EP "Onde Está o Rock'n'Roll?".

DISCOGRAFIA

Com a banda "Ronaldo e os Impedidos":
  1. "O Nome Dela" (1996)
  2. "Onde Está o Rock'n'Roll?" (EP) (2016)
Com a banda "Ronaldo e os Fora da Lei":  "Passaporte Falso" (1997).

COMENTARISTA ESPORTIVO

Após aposentar-se dos gramados, Ronaldo virou comentarista esportivo, trabalhando nos programas Bola na Rede e RedeTV! Esporte, da RedeTV!, mas foi demitido tempos depois por usar roupas logotipadas no ar.

Atualmente, Ronaldo é comentarista do programa Jogo Aberto, da Rede Bandeirantes. No rádio, foi comentarista do programa Papo de Craque, #daBola e apresentador, ao lado de Marco Belo, do programa Esquenta, ambos na Rádio Transamérica. Ele deixou a emissora em 2022. No mesmo ano, estreou na Rádio Bandeirantes, passando a ficar exclusivo do Esporte da Band.

ESTATÍSTICAS

Carreira Profissional:
  • SC Corinthians (1987–1998): 602 Partidas
  • Fluminense FC (1998): 17 Partidas
  • AA Inter-Limeira (1999)
  • Cruzeiro EC (1999): 9 Partidas
  • Portuguesa-SP (1999–2000)
  • SE Gama (2001)
  • AA Ponte Preta (2002)
  • Portuguesa Santista (2003)
  • ABC-RN (2003)
  • CA Metropolitano (2004): 8 Partidas
  • Portuguesa Santista (2) (2004–2006)
Seleção nacional: De 1990–1993, Giovanelli participou de 9 partidas.

TÍTULOS OFICIAIS COMO JOGADOR

SC Corinthians:
  1. Campeonato Paulista 1988, 1995 e 1997
  2. Campeonato Brasileiro 1990
  3. Supercopa do Brasil 1991
  4. Copa do Brasil 1995
Individuais: Seleção do Campeonato Paulista em 1995.

FONTES: "Bebino"Araújo 14.01.17 11h46, José Luiz. «Ronaldo Giovanelli, ex-goleiro, leva o som da sua banda para Itanhaém». A Tribuna. Consultado em 7 de outubro de 2020

 «Estreia de Ronaldo Giovaneli com a camisa do Timão completa 33 anos neste domingo (07)». Sport Club Corinthians Paulista. Consultado em 30 de julho de 2022

 «Terceiro Tempo - Que fim levou?». Consultado em 11 de maio de 2011. Arquivado do original em 2 de junho de 2011

«Saída conturbada explica por que Ronaldo parou em 602 jogos, marca igualada por Cássio no Corinthians». ge. Consultado em 30 de julho de 2022

«Cássio igualou marca de Ronaldo Giovanelli no Corinthians? Entenda divergência». ge. Consultado em 30 de julho de 2022

Redação - @timedopovooficial (13 de agosto de 2022). «Cássio se torna o segundo jogador que mais vestiu a camisa do Corinthians». É o Time do Povo - Notícias do Corinthians. Consultado em 27 de abril de 2023

«Corinthians - Campeão da Copa Bandeirantes de 1994». Consultado em 30 de julho de 2022

«Ídolos - Ronaldo - Todo Poderoso Timão». todopoderosotimao.com. Consultado em 30 de julho de 2022

«O Povo News - Vanderlei Luxemburgo mantém tradição, monta sua "panela" e afasta desafetos no Flamengo». Consultado em 11 de maio de 2011. Arquivado do original em 1 de agosto de 2013.

uol.com.br/ Ronaldo promete devolver Fluminense à primeira divisão

«Combate Rock - Ronaldo e os Impedidos: pesado, simples e divertido». combaterock.blogosfera.uol.com.br. Consultado em 16 de julho de 2022

«Comentarista Ronaldo é demitido da Rede TV!». UOL TV e Famosos. Consultado em 16 de julho de 2022

«Ronaldo faz aniversário e ganha surpresa da família». www.band.uol.com.br. Consultado em 16 de julho de 2022 [ligação inativa]

«Gazeta irá reprisar título paulista do Corinthians sobre o Guarani em 1988». www.uol.com.br. Consultado em 1 de março de 2024.

Lacerda, Victor Augusto Boni (6 de agosto de 2020). «Há 25 anos, Corinthians conquistava o Campeonato Paulista na despedida de Viola». Gazeta Esportiva. Consultado em 5 de abril de 2024.

«Folha de S.Paulo - Corinthians e Portuguesa dividem 'seleção' - 8/8/1995». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 17 de setembro de 2025.

Post № 1.008 ✓

quarta-feira, 28 de outubro de 2026

FRANCO BARESI (FUTEBOLISTA ITALIANO)

O italiano Franco Baresi em ação durante a partida entre Itália e Noruega, válida pelo Grupo E da Copa do Mundo da FIFA, no Giants Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey, Estados Unidos, em 23 de junho de 1994. (Foto de Richard Sellers/Sportsphoto/Allstar via Getty Images).
  • NOME COMPLETO: Franco Baresi (nascido Franchino Baresi)
  • NASCIMENTO: 8 de maio de 1960; Travagliato, Brescia, Itália
  • FALECIMENTO: 31 de julho de 2026 (66 anos); Rozzano, Milão, Itália
  • APELIDOS: Piscinin, Baresi 2, Kaiser Franz, Pabi
  • FAMÍLIA: Giuseppe Baresi (Irmão primogênito), Edoardo e Giannandrea Baresi (Filhos)
  • POSIÇÃO: Zagueiro Central, Líbero
  • ANOS DE ATIVIDADE: 1977—1997
  • ALTURA: 1,76 m (5 pés e 9 polegadas)
  • PÉ: ambidestro
Franco Baresi (pronúncia em italiano: [ˈfraŋko baˈreːzi, -eːsi]; nascido Franchino Baresi; 1960 – 2026) foi um ex-futebolista e treinador italiano. Como jogador, Baresi atuava principalmente como zagueiro e passou toda a sua carreira de 20 anos no AC Milan, clube da Serie A, sendo o capitão da equipe por 15 temporadas. Amplamente considerado um dos maiores defensores de todos os tempos, ele foi eleito o 19º colocado na lista da revista World Soccer dos 100 maiores jogadores do século XX. Pelo Milan, conquistou três títulos da Copa da Europa/Liga dos Campeões da UEFA, seis troféus da Serie A, quatro títulos da Supercopa da Itália, duas Supercopas da UEFA e duas Copas Intercontinentais.

BIOGRAFIA

Franco Baresi nasceu Franchino Baresi em 8 de maio de 1960 em uma fazenda na pequena cidade de Travagliato, no norte da Itália, perto de Brescia. Ele não assistiu futebol na televisão até os 10 anos de idade. Em 1999, Baresi mudou legalmente seu nome para Franco.

Carreira no clube: Originalmente um produto das categorias de base do AC Milan, Baresi passou toda a sua carreira profissional de 20 anos no AC Milan, fazendo sua estreia na Série A aos 17 anos durante a temporada de 1977–78 em 23 de abril de 1978. Ele havia sido inicialmente rejeitado pela equipe juvenil da Inter de Milão, que escolheu seu irmão Giuseppe em seu lugar, daí a contratação de Franco Baresi pela equipe juvenil do Milan. Os dois irmãos acabaram capitaneando suas respectivas equipes pouco depois, e sua imagem trocando flâmulas tornou-se a marca registrada do derby della Madonnina de Milão durante os anos 80.

Na temporada seguinte, ele foi incluído no time titular, jogando como líbero ou como zagueiro, conquistando o título da Série A de 1978–79, o décimo do Milan no geral, jogando ao lado de Fabio Capello e Gianni Rivera.

Esse sucesso foi logo seguido por um período sombrio na história do clube, quando o Milan foi rebaixado para a Série B duas vezes no início da década de 1980. O Milan foi rebaixado em 1980 por estar envolvido no escândalo de manipulação de resultados de 1980, e novamente depois de terminar em antepenúltimo lugar na temporada de 1981–82, depois de ter retornado à Série A na temporada anterior, após conquistar o título da Série B de 1980–81.

ITÁLIA 1983 - Franco Baresi do AC Milan.

Apesar de ter sido membro da seleção italiana que disputou a Eurocopa de 1980, onde terminou em quarto lugar, e da equipe campeã da Copa do Mundo de 1982, Baresi optou por permanecer no Milan, conquistando o título da Série B pela segunda vez na temporada 1982-83 e levando o Milan de volta à Série A. Após a saída de Aldo Maldera e Fulvio Collovati em 1982, Baresi foi nomeado capitão do Milan, aos 22 anos; ele ocupou essa posição por grande parte de sua trajetória no clube, um recorde de 15 temporadas, tornando-se também um símbolo e um líder para a equipe. Durante esse período sombrio para o Milan, Baresi conseguiu conquistar uma Copa Mitropa em 1982 e chegar à final da Copa da Itália na temporada 1984-85, embora a equipe não tenha conseguido dominar a Série A.

Durante o final da década de 1980 e a primeira metade da década de 1990, Baresi esteve no centro de uma notável defesa totalmente italiana ao lado de Paolo Maldini, Alessandro Costacurta, Mauro Tassotti e, mais tarde, Christian Panucci, sob o comando dos treinadores Arrigo Sacchi e Fabio Capello, uma defesa que é considerada por muitos como uma das maiores de todos os tempos.

Quando o trio de ataque holandês formado por Marco van Basten, Ruud Gullit e Frank Rijkaard chegou ao clube no final da década de 1980, o Milan iniciou um período de triunfos nacionais e internacionais. Entre 1987 e 1996, no auge do sucesso do clube, o elenco do Milan contava com muitas estrelas italianas e internacionais, como Roberto Donadoni, CARLO ANCELOTTI, Marco van Basten, Ruud Gullit, Frank Rijkaard e, posteriormente, Demetrio Albertini, Dejan Savićević, Zvonimir Boban, Marcel Desailly, George Weah, Jean-Pierre Papin, Brian Laudrup e ROBERTO BAGGIO. Sob o comando de Sacchi, o Milan conquistou o título da Série A na temporada 1987–88, com Baresi ajudando o Milan a sofrer apenas 14 gols em 30 jogos. Este título foi imediatamente seguido por uma Supercopa Italiana em 1988, na temporada seguinte, e por duas Copas da Europa consecutivas em 1988–89 e 1989–90; Na final da Copa da Europa de 1990 , Baresi teve uma atuação dominante como capitão da equipe, ajudando o Milan a defender o título da Copa da Europa e a não sofrer gols na vitória por 1–0 sobre o Benfica. Baresi também foi o segundo colocado na disputa pela Bola de Ouro em 1989, atrás de seu companheiro de equipe Van Basten, terminando à frente de seu outro companheiro de equipe Frank Rijkaard, e foi nomeado o Jogador do Ano da Série A em 1989–90. O Milan também chegou à final da Copa da Itália durante a temporada de 1989–90, com Baresi terminando como artilheiro do torneio, incluindo um hat-trick de pênaltis contra o Messina.

Baresi conquistou mais quatro títulos da Série A com o Milan sob o comando de Fabio Capello, incluindo três títulos consecutivos nas temporadas de 1991–92, 1992–93 e 1993–94. Baresi ajudou o Milan a conquistar o título de 1991–92 invicto, contribuindo para que o time permanecesse invicto por 58 partidas, um recorde italiano. O Milan também marcou um recorde de 74 gols naquela temporada. Durante a temporada de 1993–94, Baresi ajudou o Milan a sofrer apenas 15 gols na Série A em 34 jogos, um recorde da Série A, ajudando o clube a terminar a temporada com a melhor defesa e também contribuindo para que a equipe alcançasse uma sequência invicta de 929 minutos, um recorde da Série A na época. Baresi também venceu três Supercopas Italianas consecutivas sob o comando de Capello, em 1992, 1993 e 1994. O Milan também chegou a três finais consecutivas da Liga dos Campeões da UEFA durante as temporadas de 1992–93, 1993–94 e 1994–95, perdendo para o Marseille em 1992–93 e para o Ajax em 1994–95. Baresi conquistou a terceira Taça dos Campeões Europeus/Liga dos Campeões da UEFA de sua carreira em 1993–94, quando o Milan derrotou o "Dream Team" do Barcelona de Johan Cruyff por 4–0 na final, embora Baresi estivesse suspenso para a partida. Baresi também conseguiu vencer a Supercopa Europeia de 1994 , embora o Milan tenha sido derrotado na Copa Intercontinental de 1994, na Supercopa Europeia de 1993 e na Copa Intercontinental de 1993. Sob o comando de Capello, o Milan e Baresi conseguiram conquistar outro título da Série A durante a temporada de 1995–96, o sexto de Baresi.

Baresi se aposentou no final da temporada 1996–97 da Série A, aos 37 anos. Em suas 20 temporadas com o Milan, conquistou seis títulos da Série A, três Copas da Europa/Liga dos Campeões da UEFA (chegando a cinco finais no total), duas Copas Intercontinentais (quatro finais no total), três Supercopas da Europa (quatro finais no total), quatro Supercopas da Itália (cinco finais no total), dois títulos da Série B e uma Copa Mitropa. Marcou 31 gols pelo Milan, 21 dos quais de pênalti, e, apesar de ser zagueiro, foi o artilheiro da Copa da Itália na temporada 1989–90, o único troféu que não conquistou com o Milan, tendo chegado à final duas vezes durante sua carreira. Seu último gol pelo Milan foi marcado na vitória por 2 a 1 contra o Padova, em 27 de agosto de 1995. Em sua homenagem, o Milan aposentou sua camisa número 6, que ele usou durante toda a sua carreira. A braçadeira de capitão, que ele usou por 15 temporadas, foi entregue a Paolo Maldini. O Milan organizou uma partida comemorativa em sua homenagem, que foi disputada em 28 de outubro de 1997 no San Siro, com a participação de muitas estrelas do futebol.

CARREIRA INTERNACIONAL

Aos 20 anos, enquanto ainda jogava na seleção italiana sub-21 , Baresi foi convocado para a seleção italiana de 22 jogadores para o Campeonato Europeu de 1980 (juntamente com seu irmão mais velho, Giuseppe) pelo técnico Enzo Bearzot. O torneio foi realizado em casa e a Itália terminou em quarto lugar. No entanto, ao contrário de seu irmão, Franco Baresi não jogou uma única partida no torneio. A Euro 1980 seria a única vez que os dois irmãos estariam juntos na seleção italiana em um grande torneio. Aos 22 anos, Baresi foi convocado para a seleção italiana para a Copa do Mundo FIFA de 1982. A Azzurra conquistou seu terceiro título mundial, derrotando a Alemanha Ocidental por 3 a 1 na final, mas Baresi, mais uma vez, não foi selecionado para jogar uma partida durante todo o torneio. Baresi também foi membro da seleção italiana que participou das Olimpíadas de 1984. A Itália terminou em quarto lugar após uma derrota na semifinal por 2–1 para o Brasil e após perder a disputa pela medalha de bronze por 2–1 para a Iugoslávia.

Baresi conquistou sua primeira convocação para a seleção principal em uma partida de qualificação para o Campeonato Europeu de 1984 contra a Romênia em Florença, em 14 de dezembro de 1982, um empate de 0 a 0. A Itália, no entanto, acabou não conseguindo se classificar para o torneio final.

Baresi não foi incluído na seleção italiana para a Copa do Mundo de 1986 pelo técnico Enzo Bearzot, que o considerava mais um meio-campista do que um zagueiro (embora seu irmão Giuseppe tenha sido selecionado como zagueiro para a Copa do Mundo, assim como Roberto Tricella). Ele retornou à equipe para o Campeonato Europeu de 1988, jogando como líbero e se tornando um membro indiscutível do time titular, jogando em todas as partidas sob o comando de Azeglio Vicini; a Itália chegou às semifinais, perdendo por 2 a 0 para a União Soviética. Antes do torneio, ele marcou seu único gol internacional de pênalti em uma vitória amistosa em casa por 4 a 1 contra o mesmo adversário em 20 de fevereiro de 1988. Ele fez sua primeira aparição em uma partida de Copa do Mundo no torneio de 1990, que foi realizado em casa, e jogou em todas as partidas como um dos zagueiros titulares, com a Itália terminando em terceiro lugar, derrotando a Inglaterra por 2 a 1 na disputa pelo terceiro lugar, depois de ser eliminada pelos então campeões, a Argentina, nos pênaltis, após um empate em 1 a 1 nas semifinais. Baresi ajudou a defesa italiana a manter cinco jogos consecutivos sem sofrer gols, levando apenas dois gols, e permanecendo invicta por um recorde de 518 minutos em Copas do Mundo, até ser derrotada por um gol de empate de Claudio Caniggia na semifinal contra a Argentina. Suas atuações lhe renderam uma vaga na Seleção do Torneio da Copa do Mundo de 1990.

Após substituir Giuseppe Bergomi como capitão da seleção italiana na Copa do Mundo de 1994, sob o comando de seu ex-técnico no Milan, Arrigo Sacchi, Baresi sofreu uma lesão no menisco durante a segunda partida da fase de grupos, uma vitória por 1 a 0 contra a Noruega, e perdeu a maior parte do torneio. Ele retornou à equipe 25 dias depois, a tempo da final, com uma atuação defensiva dominante, ajudando a Itália a não sofrer gols contra o Brasil, apesar das importantes ausências defensivas de seus companheiros de Milan, Alessandro Costacurta e Mauro Tassotti. Após um empate sem gols na prorrogação, a partida foi para os pênaltis, e Baresi desperdiçou sua cobrança, sofrendo de fortes cãibras e fadiga. Com as cobranças perdidas por Daniele Massaro e Roberto Baggio, a Itália foi derrotada pelo Brasil na disputa de pênaltis.

Após a derrota na Copa do Mundo, Baresi fez mais uma aparição pela Itália, em um jogo fora de casa pelas eliminatórias da Eurocopa de 1996 contra a Eslovênia, em 7 de setembro de 1994, que terminou empatado em 1 a 1. Baresi se aposentou da seleção nacional aos 34 anos, passando a braçadeira de capitão para seu companheiro de Milan, Paolo Maldini. Baresi acumulou 81 partidas pela Itália e é um dos sete jogadores a alcançar o raro feito de ganhar medalhas de ouro, prata e bronze da Copa do Mundo da FIFA durante sua carreira internacional.

PERFIL DO JOGADOR

Estilo de jogo: Baresi era conhecido por sua consistência e habilidade defensiva completa, combinando força física com compostura técnica. Ele possuía atributos notáveis, incluindo velocidade, força, concentração e resistência, que contribuíram para sua eficácia em situações aéreas, apesar de não ter a altura típica de um zagueiro.

Embora Baresi fosse capaz de jogar em qualquer posição na linha defensiva, ele atuava principalmente na defesa de quatro homens, geralmente posicionado como zagueiro central esquerdo (apesar de seu pé dominante ser o direito, ele era habilidoso com os dois pés), e frequentemente era designado para a função de líbero, onde combinava seus atributos defensivos e sua capacidade de leitura de jogo com sua excelente visão de jogo, técnica, distribuição de bola e domínio de bola. Essas qualidades também lhe permitiram se destacar em um sistema de marcação por zona, manter uma linha defensiva alta e jogar na linha de impedimento, em particular durante sua passagem pelo Milan sob o comando de Sacchi; de fato, Baresi ficou conhecido por frequentemente levantar o braço em direção ao bandeirinha sempre que seu time tentava jogar na linha de impedimento. A amplitude de passes, a habilidade técnica e o controle de bola de Baresi permitiam que ele avançasse para o meio-campo para iniciar jogadas de ataque desde a defesa, possibilitando que ele funcionasse como um segundo armador para sua equipe, e também como volante ou meio-campista central quando necessário. Apesar de ser zagueiro, ele também era um cobrador de pênaltis preciso. Baresi era conhecido por ser um marcador forte e preciso, muito bom em recuperar a posse de bola e em antecipar e interceptar jogadas, devido à sua inteligência tática aguçada, rapidez de raciocínio, habilidade de marcação e senso de posicionamento. Um talento precoce em sua juventude, ao longo de sua carreira, ele também se destacou por seu profissionalismo, atletismo, longevidade e disciplina nos treinos, bem como por sua liderança excepcional, presença imponente em campo e suas habilidades de organização; de fato, ele foi capitão tanto do Milan quanto da seleção italiana.

Legado e registros: Baresi jogou toda a sua carreira de 20 anos no Milan, tornando-se uma figura central e uma lenda na história do clube. Ele foi capitão da equipe por um recorde de 15 temporadas. Durante seu tempo no Milan, ele formou uma das unidades defensivas mais formidáveis de todos os tempos, ao lado de Paolo Maldini, Alessandro Costacurta, Mauro Tassotti, Filippo Galli e, mais tarde, Christian Panucci. A unidade defensiva alcançou uma sequência invicta de 929 minutos durante a temporada da Série A de 1993–94, um recorde da liga italiana na época, e também sofreu apenas um recorde da Série A de 15 gols em 34 partidas do campeonato. Baresi também compartilha o recorde de mais gols contra marcados na história da Série A (oito, junto com Riccardo Ferri). Na Copa do Mundo de 1990, Baresi ajudou a defesa da seleção italiana a manter cinco jogos consecutivos sem sofrer gols, levando apenas dois gols e permanecendo invicto por 518 minutos, um recorde da Copa do Mundo.

Baresi é amplamente considerado por muitos especialistas, jogadores e treinadores como um dos maiores defensores e líberos de todos os tempos; ele foi classificado em 19º lugar na lista dos 100 maiores jogadores do século XX da revista World Soccer. Ele recebeu o apelido de "Kaiser Franz" ao longo de sua carreira, uma referência ao também líbero Franz Beckenbauer. Em 1999, foi eleito o Jogador do Século do Milan. Após sua última temporada no Milan em 1997, o clube aposentou a camisa número 6 de Baresi. Ele foi nomeado por Pelé um dos 125 Maiores Jogadores de Futebol Vivos na cerimônia de premiação do centenário da FIFA em 2004. Baresi foi introduzido no Hall da Fama do Futebol Italiano em 2013.

APÓS A APOSENTADORIA

Em 1 de junho de 2002, Baresi foi oficialmente nomeado diretor de futebol do Fulham, mas as tensões entre Baresi e o então treinador do Fulham, Jean Tigana, levaram à sua demissão do clube em agosto. Ele foi então nomeado treinador da equipe Primavera Sub-20 do Milan até 2004. Em 2006, ele foi transferido pelo clube para treinar a equipe Berretti Sub-19, com seu ex-companheiro de equipe Filippo Galli substituindo-o no comando da equipe Primavera.

Em 4 de agosto de 2008, Baresi juntou-se à equipe de marketing do Milan como um dos diretores. Após o término da presidência de Silvio Berlusconi no clube, ele se tornou embaixador da marca do clube em 18 de maio de 2017. Em 28 de outubro de 2020, Baresi foi nomeado vice-presidente honorário do clube.

VIDA PESSOAL

Franco Baresi era o irmão mais novo do zagueiro da Inter de Milão, Giuseppe Baresi. Quando jovens, ambos os jogadores fizeram testes na Inter, mas Franco foi rejeitado e contratado pelo rival local, o Milan. Por ser o jogador mais novo, Franco foi inicialmente conhecido como "Baresi 2". No entanto, devido ao grande sucesso e popularidade que Franco alcançou ao longo de sua carreira, que superou até mesmo a de seu irmão mais velho, Giuseppe ficou conhecido como "o outro Baresi", apesar de também ter obtido sucesso notável.

Em 2004, Baresi foi investigado por usura e lavagem de dinheiro relacionadas com fraude envolvendo a venda de pinturas. Em outubro de 2005, ele aceitou um acordo judicial no qual recebeu uma pena de cinco meses reduzida a uma multa de € 5.900.

Em fevereiro de 2026, Baresi e Giuseppe Bergomi foram os dois portadores surpresa da tocha na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 em Milão; os dois carregaram a tocha olímpica pelo estádio San Siro. Foi sua última aparição pública.

Saúde e morte: Em 1981, Baresi sofreu uma infecção sanguínea que o afastou dos jogos por quase quatro meses e piorou seu estado de saúde a ponto de precisar de uma cadeira de rodas. Durante o tratamento, ele participou de pesquisas médicas sobre a doença.

Em agosto de 2025, Baresi foi submetido a uma cirurgia pulmonar para remover um nódulo pulmonar. Ele então iniciou um tratamento de imunoterapia como forma de prevenção do câncer.

Em 29 de julho de 2026, foi noticiado prematuramente que Baresi havia falecido, pelo Tuttosport, com a informação não confirmada se espalhando rapidamente pela mídia italiana e provocando homenagens de fãs e celebridades, incluindo o vice-primeiro-ministro do país, Matteo Salvini, um conhecido torcedor do Milan. Em resposta, o AC Milan emitiu urgentemente um comunicado oficial refutando a falsa alegação de que Baresi havia falecido, mas insinuando que ele estava enfrentando um grave problema de saúde. Baresi faleceu dois dias depois em um hospital em Rozzano, Milão, aos 66 anos. Um dia de luto nacional foi decretado em 4 de agosto em Milão, e seu funeral foi realizado na Basílica de Santo Ambrósio, com uma enorme multidão de fãs, ex-companheiros de equipe e adversários reunidos para prestar suas homenagens.

MÍDIA

Baresi está presente no Classic XI da série de jogos de futebol FIFA 14 da EA Sports – uma seleção multinacional de estrelas, juntamente com os compatriotas Bruno Conti, Gianni Rivera e Giacinto Facchetti. Ele também foi nomeado no Ultimate Team Legends no FIFA 15.

ESTATÍSTICAS DE CARREIRA
  • AC Milan (1977—1999)
    • Partidas: 719
    • Gols: 33
Seleção Nacional:
  • Itália Sub-21 (1979–1982)
  • Itália Sub-23 (1983—1984)
  • FIGC (1981—1994)
    • Partidas: 81
    • Gols: 1
PRÊMIOS

AC Milan:
  1. Serie A: 1978–79, 1987–88, 1991–92, 1992–93, 1993–94, 1995–96
  2. Serie B: 1980–81, 1982–83
  3. Supercoppa Italiana: 1988, 1992, 1993, 1994
  4. Copa da Europa/Liga dos Campeões da UEFA: 1988–89, 1989–90, 1993–94
  5. Copa Mitropa: 1981–82
  6. Supercopa da Europa: 1990, 1994
  7. Copa Intercontinental: 1989, 1990
Itália:
  1. Copa do Mundo da FIFA: 1982; vice-campeão: 1994; Terceiro lugar: 1990
  2. Torneio Scania 100: 1991
Individual:
  1. Seleção do Ano da Serie A: 1987, 1988, 1989, 1990, 1992
  2. Vice-campeão da Bola de Ouro (Ballon d'Or): 1989
  3. Artilheiro da Coppa Italia: 1989–90
  4. Guerin d'Oro: 1989–90
  5. Seleção da Copa do Mundo da FIFA: 1990
  6. Onze de Onze: 1990, 1991, 1992
  7. Prêmio Nacional de Carreira Exemplar "Gaetano Scirea": 1994
  8. Lista dos Maiores Jogadores do Século XX da revista World Soccer: 19º lugar
  9. Jogador do Século do AC Milan: 1999
  10. Jogador do Século da Serie A (AIC): 2000
  11. FIFA 100: 2004
  12. Votação do Jubileu de Ouro da UEFA: 17º lugar
  13. Hall da Fama do AC Milan
  14. Hall da Fama e Excelência da FICTS (Guirlande d'Honneur)
  15. Golden Foot: 2012 (na categoria "Lenda do Futebol")
  16. Hall da Fama do Futebol Italiano: 2013
  17. Dream Team da Bola de Ouro (BallItalianon d'Or) – Equipe de Prata: 2020
  18. Dream Team Masculino de Todos os Tempos da IFFHS: 2021
  19. Lendas da IFFHS
Condecorações: 4ª Classe/Oficial: Ufficiale Ordine al Merito della Repubblica Italiana (Oficial da Ordem do Mérito da República Italiana): 1991.

FONTES: "Gazzetta Ufficiale Cambiamento di nome". gazzettaufficiale.it (in Italian).

 "Baresi: "Mondiale? L'Italia deve avere fiducia" – 3 dicembre 2013" [Baresi: "World Cup? Italy must have confidence" – December 3, 2013] (in Italian). Italian Football Federation. 4 December 2013. Archived from the original on 9 May 2026. Retrieved 7 April 2026 – via YouTube.

 "Franco Baresi compie 60 anni: la sua partita della vita contro il Brasile a Usa 94" [Franco Baresi turns 60: his match of a lifetime against Brazil at USA 94]. la Repubblica (in Italian). 9 May 2020. Retrieved 7 April 2026 – via YouTube.
 "Baresi Sig. Franchino" [Baresi Mr. Franchino]. Quirinale (in Italian). Presidenza della Repubblica Italiana. Archived from the original on 11 December 2020. Retrieved 11 December 2020.
 "World Soccer 100 Players of the Century". Archived from the original on 7 May 2021. Retrieved 25 July 2014.
 "Storie di Calcio: FRANCO BARESI – Calcio, tackle e fantasia". Storie di Calcio (in Italian). Archived from the original on 15 December 2014. Retrieved 9 April 2015.
 "Franchino (detto Franco) BARESI (II)". magliarossonera.it (in Italian). Maglia Rossonera. Archived from the original on 12 May 2019. Retrieved 9 April 2015.
 "Pele's list of the greatest". BBC Sport. 4 March 2004. Archived from the original on 19 August 2010. Retrieved 22 November 2013.
 "Baresi and Batistuta in Hall of Fame". Football Italia. 31 October 2013. Archived from the original on 17 April 2015. Retrieved 10 April 2015.
 Williams, Richard (31 July 2026). "Franco Baresi obituary". The Guardian. Retrieved 31 July 2026.
 "Franco Baresi". Munzinger Biographie (in German). Retrieved 31 July 2026.
 Bandini, Nicky (7 November 2021). "Franco Baresi: 'Milan are playing beautiful football. We need to be ambitious' | Milan | the Guardian". The Observer. Archived from the original on 24 November 2022. Retrieved 24 November 2022.
 "A.C. Milan Hall of Fame: Franco Baresi". acmilan.com. A.C. Milan. Archived from the original on 30 September 2016. Retrieved 31 March 2015.
 Giorgio Dell'Arti (2 October 2013). "Biografia di Franco Baresi". Il Corriere della Sera (in Italian). Archived from the original on 14 October 2017. Retrieved 12 May 2017.
 Michele Caltagirone (15 October 2018). "FC Inter-AC Milan when it used to be a family affair". it.blastingnews.com (in Italian). Archived from the original on 31 July 2020. Retrieved 10 May 2020.
 "Addio a Franco Baresi, leggenda del Milan. FOTO". tg24.sky.it (in Italian). 31 July 2026. Archived from the original on 21 April 2025. Retrieved 31 July 2026.
 "Calcio, Milan: mai così male dal 1981. E fu il campionato della B..." La Gazzetta dello Sport (in Italian). 3 November 2013. Archived from the original on 5 February 2014. Retrieved 31 July 2026.
 "Rosa e Formazione Milan 1980/81: Prima squadra maschile" (in Italian). acmilan.com. Retrieved 31 July 2026.
 "1982/83 Serie B" (in Italian). AC Milan. Retrieved 31 July 2026.
 Giardina, Benedetto (31 July 2026). "Lo sport italiano saluta Franco Baresi, lo storico capitano del Milan e della nazionale di calcio è morto a 66 anni" (in Italian). International Olympic Committee. Retrieved 31 July 2026.
 James Horncastle (21 March 2016). "Gianluigi Buffon record cements his legacy as greatest keeper of all-time". ESPN FC. Archived from the original on 23 July 2019. Retrieved 21 March 2016.
 Bandini, Nicky (21 March 2016). "Gianluigi Buffon humble as clean sheet record tumbles, but delight not universal". The Guardian. Archived from the original on 26 July 2019. Retrieved 21 March 2016.
 Rob Smyth (8 May 2009). "The Joy of Six: Great defences". The Guardian. Archived from the original on 16 February 2021. Retrieved 9 March 2016.
 "Nazionale: 2013, addio al catenaccio. Balotelli-Rossi coppia mondiale". La Repubblica (in Italian). 19 November 2013. Archived from the original on 8 October 2021. Retrieved 9 March 2016.
 Foot, John (2006). Winning at All Costs: A Scandalous History of Italian Soccer. New York: Nation Books. p. 228.
 Mattia Fontana (19 August 2014). "La storia della tattica: da Sacchi a Guardiola" (in Italian). Eurosport. Retrieved 10 March 2016.
 Corrado Sannucci (28 November 2015). "MILAN 1988–1994: 6 ANNI DA CAMPIONI". Storie di Calcio (in Italian). Archived from the original on 6 October 2016. Retrieved 10 March 2016.
 Jonathan Terreni (19 June 2012). "Speciale squadre nella leggenda, Milan '93–'94 vs Inter '09–'10" (in Italian). Calciomercato.it. Archived from the original on 10 March 2016. Retrieved 10 March 2016.
 Morrone, Daniele V. (16 May 2016). "Come Sacchi ha cambiato il calcio – Ultimo Uomo" (in Italian). ultimouomo.com. Archived from the original on 11 August 2025. Retrieved 31 July 2026.
 Barker, Matt (28 October 2016). "Milan '88: The inside story of Sacchi's all-conquering kings, as told by them". FourFourTwo. Archived from the original on 3 November 2019. Retrieved 3 November 2019.
 Bovolenta, Germano (31 July 2026). "L'era degli Invincibili: Capello, Baresi e una difesa eroica. Quel Milan non perdeva mai". La Gazzetta dello Sport (in Italian). Retrieved 31 July 2026.
 "Scudetto 1993/94: tutti i dettagli" (in Italian). acmilan.com. Archived from the original on 3 January 2026. Retrieved 31 July 2026.
 "Le migliori difese d'Italia: l'impresa del Sudtirol". sport.sky.it (in Italian). 20 September 2023. Archived from the original on 16 June 2025. Retrieved 31 July 2026.
 Thomas, Russell (13 December 2007). "Milan style – how the Guardian saw the 1994 final". The Guardian. Retrieved 31 July 2026.
 "Italian football mourns Franco Baresi". UEFA. 31 July 2026. Retrieved 31 July 2026.
 "1980". figc.it (in Italian). Archived from the original on 21 May 2026. Retrieved 31 July 2026.
 Taidelli, Luca (31 July 2026). "Beppe e Franco: fratelli separati dal pallone, fuoriclasse di umiltà". La Gazzetta dello Sport (in Italian). Retrieved 31 July 2026.
 "Milan and Italy's imperial sweeper". FIFA. Archived from the original on 10 January 2014. Retrieved 17 March 2014.
 "Franco BARESI". FIFA. Archived from the original on 17 March 2014. Retrieved 17 March 2014.
 "Morto Baresi, le reazioni: Baggio: "Ciao Capitano". Beckham: "Che giocatore, che uomo"". La Gazzetta dello Sport (in Italian). 31 July 2026. Retrieved 31 July 2026.
 "La Nazionale ai Giochi Olimpici" (in Italian). figc.it. Archived from the original on 10 April 2026. Retrieved 31 July 2026.
 "Nazionale in cifre: Convocazioni e presenze in campo – Franco Baresi". figc.it (in Italian). FIGC. Archived from the original on 10 April 2009. Retrieved 10 April 2015.
 "Stylish USSR overcome youthful Italy in EURO 1988 semi-final". UEFA. 5 October 2003. Archived from the original on 11 February 2025. Retrieved 31 July 2026.
 "Franco Baresi, il 'Piscinin' diventato 'Kaiser Franz': l'eterno capitano del Milan e della Nazionale". Goal (in Italian). 31 July 2026. Retrieved 31 July 2026.
 "Che fine hanno fatto i protagonisti di Italia 90?" [What happened to the heroes of Italia 90?]. Sky Sport Italia (in Italian). 12 April 2020. Archived from the original on 18 November 2023. Retrieved 18 November 2023.
 "Italy 2–1 England (7 Jul, 1990) Final Score – ESPN (IN)". ESPN. Archived from the original on 18 November 2023. Retrieved 18 November 2023.
 Losi, Mattia (6 June 2014). "Italia a un passo dal sogno, Germania campione sull'Argentina" [Italy a step away from the dream, Germany world champion over Argentina]. Il Sole 24 ORE (in Italian). Archived from the original on 18 November 2023. Retrieved 18 November 2023.
 Beccantini, Roberto (2 June 2020). "Le notti magiche (meno una) compiono 30 anni: un Mondiale di confine (non solo per Schillaci)" [The magical nights (apart from one) turn 30: a World Cup on the brink (not only for Schillaci)] (in Italian). Eurosport. Archived from the original on 28 December 2024. Retrieved 18 November 2023.
 "Baresi: Real football fans know how important defenders are". FIFA. 8 May 2020. Archived from the original on 19 April 2025. Retrieved 31 July 2026.
 "FIFA World Cup Awards: All-Star Team". Archived from the original on 30 June 2016. Retrieved 22 March 2015.
 "Franco Baresi è morto: a 66 anni se ne va la leggenda del Milan e del calcio italiano". Tuttosport (in Italian). 31 July 2026. Retrieved 31 July 2026.
 Gianni Brera (3 January 1992). "Il Furore Sportivo Sovietico CI Manchera'". La Repubblica (in Italian). Archived from the original on 4 March 2010. Retrieved 27 January 2010.
 Mario Sconcerti (23 November 2016). "Il volo di Bonucci e la classifica degli 8 migliori difensori italiani di sempre". Il Corriere della Sera (in Italian). Archived from the original on 25 November 2016. Retrieved 27 December 2016.
 James Richardson (1 November 2009). "Franco Baresi: One-on-One". FourFourTwo. Archived from the original on 29 September 2017. Retrieved 28 September 2017.
 Alberto Costa (2002). "BARESI, Franco". Enciclopedia dello Sport (in Italian). Treccani. Archived from the original on 23 December 2015. Retrieved 12 December 2015.
 Storey, Daniel (2 March 2016). "Game Changers: Arrigo Sacchi & AC Milan". Vice. Archived from the original on 17 October 2019. Retrieved 17 October 2019.
 Cristina, Max (15 January 2015). "Il fuorigioco fa 90 anni: "Oggi è più difficile, ma per farlo serve mentalità offensiva"" (in Italian). sportmediaset.mediaset.it. Archived from the original on 17 October 2019. Retrieved 17 October 2019.
 "Franco Baresi: Milan and Italy's imperial sweeper". FIFA. Archived from the original on 10 January 2014. Retrieved 21 July 2014.
 "F. Baresi: Esordienti al "Pozzo"". La Stampa (in Italian). 21 May 1982. p. 25. Archived from the original on 17 December 2018. Retrieved 17 December 2018.
 Giorgio Rondelli (5 June 1995). "Vialli Rambo, Tarzan Pagliuca: ecco la nazionale della Forza". Corriere della Sera (in Italian). Archived from the original on 30 October 2015. Retrieved 7 September 2015.
 "World's greatest XI: the best ever football team in pictures". The Telegraph. 28 April 2011. Archived from the original on 26 February 2014. Retrieved 21 July 2014.
 "chi detiene il record di autoreti nella storia della serie a ?". La Gazzetta dello Sport (in Italian). 10 January 2004. Archived from the original on 27 November 2022. Retrieved 2 September 2019.
 "Franco Baresi Biography". International Olympic Committee. Archived from the original on 31 January 2025. Retrieved 31 July 2026.
 "Happy birthday, Franco Baresi". Football Italia. 8 May 2017. Retrieved 31 July 2026.
 "Franco BARESI". iffhs.com. Retrieved 31 July 2026.
 Zanotti, Raphael (31 July 2026). "I 5 movimenti di Franco Baresi che hanno rivoluzionato il ruolo del difensore nel calcio". La Stampa (in Italian). Retrieved 31 July 2026.
 "Baresi quits Fulham". BBC News. 21 August 2002. Archived from the original on 27 November 2022. Retrieved 3 April 2012.
 "Baresi riparte dalla Primavera: ma in panchina". La Gazzetta dello Sport (in Italian). 20 September 2002. Archived from the original on 3 December 2024. Retrieved 31 July 2026.
 "Milan: Baresi "retrocesso" agli allievi" (in Italian). TUTTOmercatoWEB. 17 June 2006. Retrieved 31 July 2026.
 "Milan, Franco Baresi compie 60 anni: una vita di gioie in rossonero". la Repubblica (in Italian). 7 May 2020. Archived from the original on 1 July 2020. Retrieved 31 July 2026.
 "Milan, presentato il nuovo organigramma". sport.sky.it (in Italian). 20 September 2023. Archived from the original on 28 May 2019. Retrieved 31 July 2026.
 "Franco Baresi Named Honorary Vice-president Of AC Milan". acmilan.com. 28 October 2020. Archived from the original on 18 August 2025. Retrieved 31 July 2026.
 "L'Altro Baresi" (in Italian). Archived from the original on 29 November 2014. Retrieved 1 January 2015.
 "Riciclaggio e usura, Baresi indagato" (in Italian). La Gazzetta dello Sport. 11 March 2004. Archived from the original on 1 March 2023. Retrieved 31 July 2026.
 "Truffa dei quadri, Baresi patteggia". la Repubblica (in Italian). 29 October 2005. Archived from the original on 1 March 2023. Retrieved 31 July 2026.
 Bettoni, Lorenzo (7 February 2026). "Baresi and Bergomi the 'secret' torchbearers at 2026 Winter Olympics opening ceremony". Football Italia. Archived from the original on 8 February 2026. Retrieved 29 July 2026.
 Ferrazzi, Enrico (8 November 2024). "Baresi e il virus che nel 1981 lo ha tenuto fuori 4 mesi: 'Passare dal campo alla sedia a rotelle fu un momento delicato'". Milan News (in Italian).
 "AC Milan Official Statement". 3 August 2025. Archived from the original on 5 August 2025. Retrieved 7 August 2025.
 "Milan deny Franco Baresi death reports: 'He is going through a delicate moment'". La Gazzetta dello Sport. Retrieved 29 July 2026.
 McKenna, Lorraine (31 July 2026). "AC Milan and Italy great Baresi dies aged 66". BBC Sport.
 "Franco Baresi, iconic former Milan and Italy defender, dies aged 66". The Guardian. Reuters. 31 July 2026.
 Masala, Andrea (31 July 2026). "È morto Franco Baresi, leggendario capitano del Milan e della Nazionale. Aveva 66 anni". La Gazzetta dello Sport (in Italian).
 "Baresi Funeral in Milan on August 4th, Minute's Silence Across Weekend Friendlies". La Gazzetta dello Sport. 31 July 2026.

 "Ciao capitano: Milan mourns Franco Baresi at legendary footballer's funeral – in pictures". The Guardian. 4 August 2026.

 "'Ciao capitano': fans and former team mates say farewell to Franco Baresi". Reuters. 4 August 2026.
 "FIFA 14 Classic XI". Archived from the original on 30 September 2011. Retrieved 17 March 2015.

 "FIFA 15 Player Ratings – FIFA Ultimate Team Legends". easports.com. EA Sports. 10 September 2015. Archived from the original on 2 April 2015. Retrieved 17 March 2015.

 "Franco Baresi appearances and statistics". World Football. Retrieved 6 August 2026.

 "Franco Baresi – International Appearances". RSSSF. Archived from the original on 9 December 2022. Retrieved 2 February 2023.

 "Franco Baresi". L'Èquipe (in French). Archived from the original on 11 December 2015. Retrieved 10 December 2015.

 Tournaments-Part 6 – Scania 100 (1991) Archived 25 November 2023 at the Wayback Machine Soccer Nostalgia. Tuesday, 20 September 2016.

 "Guerin Sportivo Serie A Team of the Year". BigSoccer. Retrieved 30 September 2024.

 "Italy – Coppa Italia Top Scorers". RSSSF. Archived from the original on 29 October 2015. Retrieved 10 April 2015.

 "Italy – Footballer of the Year". RSSSF. Archived from the original on 21 January 2015. Retrieved 10 April 2015.

 Pierrend, José Luis (6 March 2012). ""Onze Mondial" Awards". Rec.Sport.Soccer Statistics Foundation. Archived from the original on 24 September 2018. Retrieved 26 December 2015.

 "Premio Nazionale Carriera Esemplare "Gaetano Scirea": Alba d'Oro". Archived from the original on 22 October 2020. Retrieved 21 January 2015.

 "World Soccer 100 Players of the Century". topendsports.com. Archived from the original on 16 April 2015. Retrieved 10 April 2015.

 "Golden Foot Legend Franco Baresi". Golden Foot. Archived from the original on 26 September 2015. Retrieved 5 October 2015.

 "Totti named Player of Year, Baresi the Player of Century". Hürriyet Daily News. 10 May 2000. Archived from the original on 5 October 2015. Retrieved 5 October 2015.

 Christopher Davies (5 March 2004). "Pele open to ridicule over top hundred". The Telegraph. Archived from the original on 12 January 2022. Retrieved 10 April 2015.

 "Zinedine Zidane voted top player by fans" (PDF). UEFA. Archived (PDF) from the original on 24 October 2012. Retrieved 24 July 2014.

 "Golden Foot Legends". goldenfoot.com. Golden Foot. Archived from the original on 16 April 2015. Retrieved 27 March 2015.

 "The other two Ballon d'Or Dream Team XIs: Zidane, Cruyff, Iniesta, Di Stefano... but no Casillas". Marca (newspaper). 15 December 2020. Archived from the original on 2 January 2021. Retrieved 15 December 2020.

 "IFFHS All Time World Men's Dream Team". IFFHS. 22 May 2021. Archived from the original on 2 June 2021. Retrieved 19 September 2021.

 "IFFHS Legends". iffhs.com. Archived from the original on 24 June 2026. Retrieved 24 June 2026.

 "Ufficiale Ordine al Merito della Repubblica Italiana Sig. Franchino Baresi" (in Italian). Quirinale.it. Archived from the original on 22 December 2015. Retrieved 12 December 2015.


terça-feira, 20 de outubro de 2026

ALF-INGE HÅLAND (FUTEBOLISTA NORUEGUÊS)

Retrato de Alf-Inge Haaland, da Noruega, antes da partida do Grupo E da Copa do Mundo da FIFA entre Noruega e México, no RFK Stadium, em 19 de junho de 1994, em Washington, Estados Unidos. (Foto de Richard Sellers/Sportsphoto/Allstar via Getty Images).
  • NOME COMPLETO: Alf-Inge Rasdal Håland
  • NASCIMENTO: 23 de novembro de 1972; Stavanger, Rogaland, Noruega
  • APELIDOS: Alfie, Erikssen
  • FAMÍLIA: Gry Marita Braut (ex-esposa), Anita Strømsvol (Cônjuge), Erling Haaland (filho do primeiro casamento),
  • POSIÇÃO: Lateral-direito; meio-campista 
  • NÚMERO: 2; 18
  • ANOS DE ATIVIDADE: 1989—2013
  • ALTURA: 1.86 m (6 ft 1 in)
  • PÉ: destro
Alfie Haaland (1972—) é um ex-futebolista norueguês que atuava como volante ou lateral-direito. Seu filho, Erling, atua como centroavante e atualmente defende o Manchester City.

BIOGRAFIA

Início da vida e carreira: Haaland nasceu em 23 de novembro de 1972 em Stavanger, Rogaland, e foi criado na vizinha Bryne. Ele ingressou na equipe juvenil do clube de sua cidade natal, Bryne, em 1979. Ele fez sua estreia na equipe principal em 1989, aos 17 anos, e se firmou na equipe no ano seguinte após assinar seu primeiro contrato profissional com o Bryne.

Nottingham Forest: Haaland mudou-se para a Inglaterra, juntando-se ao clube da Primeira Divisão Nottingham Forest após uma transferência prolongada. As tentativas de contratar Haaland começaram com Brian Clough em outubro de 1992, mas a transferência foi concluída em dezembro de 1993, depois de Frank Clark se tornar treinador. Ele fez sua estreia pelo Forest contra o Leicester City.

Leeds United: Em julho de 1997, Haaland juntou-se ao Leeds United sob o comando de George Graham. Estreou-se pelo Leeds contra o Arsenal a 9 de agosto. Em setembro, quando o Manchester United perdia por 1-0 para o Leeds United de Haaland em Elland Road, Roy Keane lesionou o ligamento cruzado anterior numa disputa de bola com Haaland. Enquanto Keane estava caído no chão, Haaland, sem saber da gravidade da lesão, ficou de pé sobre ele e criticou-o, sugerindo que ele estava apenas a fingir uma lesão para tentar ganhar um pênalti. Haaland recebeu um cartão amarelo enquanto Keane era retirado de campo de maca e ficou afastado dos relvados durante quase um ano. A 26 de dezembro de 1997, Haaland marcou um gol na derrota por 3-1 contra o Liverpool em Anfield, um feito posteriormente alcançado pelo seu filho, Erling Haaland, a 2 de outubro de 2019, enquanto jogava pelo Red Bull Salzburg.

Ele fez parte da equipe do Leeds que chegou às semifinais da Copa da UEFA na temporada de 1999-2000 e que também se classificou para a Liga dos Campeões.

Manchester City: Em 2000, Haaland deixou o Leeds para se juntar ao Manchester City por uma taxa de £2,5 milhões. Em abril de 2001, durante uma partida contra o Manchester United, Roy Keane deu um carrinho em Haaland, chutando-o na altura do joelho direito, pelo qual foi imediatamente expulso. Sobre o incidente, Haaland disse: "Só estou feliz por minha perna estar fora do chão, caso contrário ele teria me machucado muito". Keane foi posteriormente multado em £5.000 e recebeu uma suspensão de três jogos. Em sua autobiografia, publicada um ano depois, Keane afirmou que o carrinho foi um ato premeditado e deliberado de vingança contra Haaland pelas críticas que recebeu dele em campo três anos e meio antes. Após essa revelação, Keane passou a ser alvo de uma investigação da FA. Ele alegou paráfrase imprecisa por parte de seu ghostwriter, mas recebeu uma suspensão adicional de cinco jogos e uma multa de £150.000 por trazer descrédito ao esporte. Após a entrada, Haaland inicialmente afirmou que Keane não ousaria olhar em seus olhos, e certa vez disse: "Eu realmente detesto o [Manchester] United e não suporto seus jogadores".

Na altura da entrada de Keane, o joelho esquerdo de Haaland já lhe causava problemas suficientes para que tivesse de jogar com uma faixa no joelho. Após a entrada, Haaland terminou o jogo e jogou um amigável a meio da semana pela Noruega, saindo ao intervalo, e o jogo seguinte do campeonato, saindo aos 68 minutos. Nesse verão, foi submetido a uma cirurgia ao joelho esquerdo, mas só conseguiu mais quatro aparições como suplente na temporada seguinte, e acabou por se reformar em julho de 2003, depois de não conseguir recuperar totalmente a forma física. Haaland tinha originalmente contrato com o Manchester City até ao final da temporada de 2004-05, mas o seu contrato previa que o City poderia rescindi-lo se as condições médicas indicassem que ele não podia voltar a jogar futebol na equipa principal, e o City decidiu exercer essa opção.

Após o lançamento da autobiografia de Keane em 2002, Haaland e o Manchester City declararam que estavam considerando entrar com uma ação judicial contra Keane. No entanto, veio à tona que Haaland havia declarado em seu site que vinha jogando com a lesão no joelho esquerdo havia alguns meses, que sua perna esquerda não sofreu nenhum impacto durante a partida (Keane chutou sua coxa direita) e que Keane não causou sua lesão de longo prazo. A ação judicial foi retirada em fevereiro de 2003, após o clube revisar o parecer médico.

Rosseland: Haaland saiu da aposentadoria após oito anos, para jogar pelo clube Rosseland, sediado em Bryne, na Terceira Divisão Norueguesa, em agosto de 2011. Ele se aposentou novamente em 2013.

CARREIRA INTERNACIONAL

Haaland estreou-se pela Noruega num jogo amigável contra a Costa Rica em janeiro de 1994. Mais tarde, foi convocado para a seleção norueguesa para a Copa do Mundo FIFA de 1994, onde jogou as partidas contra o México e a Itália. Haaland jogou um total de 34 partidas pela seleção, sendo a sua última contra a Bulgária em abril de 2001. Juntamente com Hallvar Thoresen, Dan Eggen, Espen Baardsen, Hans Herman Henriksen, Oscar Bobb e Joshua King, Haaland está entre os poucos jogadores que atuaram pela seleção norueguesa sem nunca terem jogado na primeira divisão do futebol nacional.

VIDA PESSOAL

Haaland conheceu Gry Marita Braut, uma talentosa atleta norueguesa de heptatlo, em meados da década de 1990, enquanto jogava pelo Nottingham Forest na Inglaterra. Casaram-se e tiveram três filhos: uma filha, Gabrielle, e dois filhos, Astor e Erling. Erling tornou-se jogador de futebol profissional, assim como o pai. Erling joga pelo Manchester City, clube pelo qual Alfie também jogou. O sobrinho de Alfie, Albert Tjåland, também é jogador de futebol profissional, um atacante que jogou pela última vez pelo Molde.

Após o divórcio de Gry Marita Braut, Haaland casou-se com Anita Strømsvol e eles têm duas filhas.

Erling Haaland, do Manchester City, posa para uma fotografia com o troféu da Premier League e sua família após a partida da Premier League entre Manchester City e Chelsea FC, no Etihad Stadium, em 21 de maio de 2023, em Manchester, Inglaterra. (Foto de Michael Regan/Getty Images).

Durante sua carreira como jogador, seu sobrenome foi grafado como Håland e Haaland. Seu primeiro nome era Alf-Inge e ele ficou conhecido pelo apelido de "Alfie". Ele mudou seu nome para Alfie Haaland em 2016 para que seu nome funcionasse melhor internacionalmente.

Tal como o seu pai e avô, Haaland era adepto do Arsenal FC, tendo assistido à final da Taça UEFA de 2000 enquanto ainda jogava pelo Leeds United.

Em 2026, Erling e Alfie doaram uma crônica de Snorri Sturluson de 1594 para a biblioteca do município de Time, na região de Jæren. Eles pagaram a quantia recorde norueguesa de 1,3 milhão de coroas norueguesas (US$ 133.636) pelo livro, afirmando que o volume poderia ser exposto para que os habitantes locais pudessem ler sobre sua história.

ESTATÍSTICAS DE CARREIRA
  1. Nottingham Forest F.C. (1993—97)
    • Partidas: 90
    • Gols: 7
  2. Leeds United F.C. (1997—2000)
    • Partidas: 92
    • Gols: 8
  3. Manchester City F.C. (2000—2003)
    • Partidas: 47
    • Gols: 3
  4. Bryne/Rosseland (Sétima Divisão Norueguesa) (2007—08): 3 partidas e nenhum gol feito
  5. Bryne FK (Quinta Divisão Norueguesa) (2011): 1 partida e nenhum gol feito
  6. Rosseland BK (Quarta Divisão Norueguesa) (2012–2013)
    • Partidas:12
    • Gols: 1
Seleção Nacional:
  1. Seleção norueguesa sub-17 (1990): 1 partida e nenhum gol feito.
  2. Seleção norueguesa sub-21 (1991–1993)
    • Partidas: 29
    • Gols: 3
  3. NFF (1994–2001): 34 Partidas e nenhum gol feito
Total:
  • Partidas: 309
  • Gols: 22
FONTES:  "Alf Inge Haaland: Overview". Premier League. Archived from the original on 9 February 2025.

 "Alf-Inge Haaland". Barry Hugman's Footballers. Archived from the original on 20 December 2024.

 "1972–1994: The Early Years". Icons.com. Archived from the original on 26 March 2007.

 "Erling Haaland: Die Karriere des jungen Stürmer-Stars des BVB" [Erling Haaland: The career of BVB's young star striker]. WA.de (in German). 23 July 2020. Retrieved 3 April 2022.

 "Football: How Fenton received pounds 45.000 after Haaland's move to Forest". The Independent. London. 19 September 1997. Retrieved 3 April 2022.

 English, A. S. (6 April 2021). "Looking back at Alf-Inge Haaland's Man City career". Diario AS. Retrieved 9 September 2022.

 Jimmy Greaves (2008). Football's Great Heroes and Entertainers: The History of Football through its biggest heroes. Hachette UK. ISBN 9781444718157.

 "Liverpool 3–1 Leeds United". lfchistory.net.
 "My father always says he scored at Anfield... now, so have I". The 42.ie. 3 October 2019.

 "Alf-Inge Haaland". Leeds United A.F.C. 3 December 2003. Archived from the original on 3 July 2018. Retrieved 15 June 2019.

 "Haaland signs for Man City". BBC Sport. Retrieved 15 June 2019.

 "Keane heads trio in the dock". BBC Sport. 22 April 2001.

 Brodkin, Jon (5 September 2002). "Keane charged with two counts of misconduct".

 Whittell, Ian (15 October 2002). "Keane fined and banned". The Guardian.

 "United deny Keane depression claims". Irish Independent. 24 November 2012.

 "Premier League 00/01 / Man City vs West Ham".
 Taylor, Daniel (16 August 2002). "Stakes raised in football's grudge match". The Guardian.

 Aarre, Eivind (13 February 2003). "City sa opp Håland" (in Norwegian). Stavanger Aftenblad. Retrieved 9 January 2013.

 "Haaland admission could wreck case". London Evening Standard. 19 August 2002.

 "Keane plans defence". BBC Sport. 5 September 2002.

 "Cole earns 'conman' tag". BBC Sport. 19 August 2002.

 "Keane escapes legal action". BBC Sport. 13 February 2003.

 "Håland til Rosseland" (in Norwegian). Jærbladet. 26 August 2011. Archived from the original on 3 July 2018. Retrieved 20 August 2012.

 McCarry, Patrick (27 January 2023). "Roy Keane blanched at Haaland observation during Tommy Tiernan appearance". Sports Joe. Ireland. Retrieved 26 April 2023.

 Søfting, Thomas. "Alf Inge Håland". RSSSF Norway. Archived from the original on 26 July 2010. Retrieved 9 January 2013.

 Banerjee, Ritabrata (17 October 2022). "A world record holder at 5 - Ten unknown facts about Manchester City forward Erling Haaland". Goal. Retrieved 26 April 2023.

 "Gry Marita Braut: Erling Haaland's Mother?". Sports Chunk. 18 January 2023. Archived from the original on 12 April 2024. Retrieved 26 April 2023.

 Singh, Ayush (11 May 2022). "The Tragic Story of Alfie Haaland – The Father of Goal Machine Erling Haaland". Sports Manor. Archived from the original on 26 April 2023. Retrieved 26 April 2023.

 "Erling Haaland: Manchester City complete signing of Norwegian striker from Borussia Dortmund". BBC Sport. 13 June 2022. Retrieved 13 June 2022.

 "Albert (16) har tilbud fra Bryne, men vet ikke hvor han spiller fotball til høsten". Jærbladet (in Norwegian). 12 May 2020.

 Dawson, Jack (28 October 2022). "Who is Alfie Haaland, Erling Haaland's father? biography and facts". Chester Times. Retrieved 26 April 2023.

 Holm, Jan; Sundby, Jørn. "Alfie Haaland". Store norske leksikon (in Norwegian). Retrieved 11 July 2026.

 ANDRESEN, GORM S.; ANDRESEN, GORM S. (19 April 2006). "- Gyllen mulighet til å vinne hele suppa". Dagbladet.no. Retrieved 8 July 2026.

 "Haaland trades goals for sagas with record-breaking Viking book". reuters.com. 25 March 2026. Retrieved 5 July 2026.
 "Player Details: Alf-Inge Haaland". English National Football Archive. Retrieved 3 April 2022.

 "Games played by Alf-Inge Haaland in 1996/1997". Soccerbase. Centurycomm. Retrieved 3 April 2022.

 "Games played by Alf-Inge Haaland in 1997/1998". Soccerbase. Centurycomm. Retrieved 3 April 2022.

 "Games played by Alf-Inge Haaland in 1998/1999". Soccerbase. Centurycomm. Retrieved 3 April 2022.

 "Games played by Alf-Inge Haaland in 1999/2000". Soccerbase. Centurycomm. Retrieved 3 April 2022.

 "Games played by Alf-Inge Haaland in 2000/2001". Soccerbase. Centurycomm. Retrieved 3 April 2022.

 "Games played by Alf-Inge Haaland in 2001/2002". Soccerbase. Centurycomm. Retrieved 3 April 2022.

 "Games played by Alf-Inge Haaland in 2002/2003". Soccerbase. Centurycomm. Retrieved 3 April 2022.

 "Alfie Haaland: Statistikk: Klubbstatistikk" [Alfie Haaland: Statistics: Club statistics] (in Norwegian). Norwegian Football Federation. Archived from the original on 12 August 2025.

 "Alfie Haaland: Statistikk: Klubbstatistikk" [Alfie Haaland: Statistics: Club statistics] (in Norwegian). Norwegian Football Federation. Retrieved 11 July 2026.

 "Alfie Haaland: Statistikk: Landslagstatistikk" [Alfie Haaland: Statistics: National team statistics] (in Norwegian). Norwegian Football Federation. Retrieved 11 July 2026.

Post № 993 ✓

A IDADE DA INOCÊNCIA (FILME CANADENSE-BRITÂNICO DE 1977)

OUTROS TÍTULOS: Summer Rain (Título Alternativo) , Ragtime Summer (Canadá) , Edad de inocencia (Espanha) , Hiljaiselon aika (Finlândia) , Wi...