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sábado, 19 de setembro de 2026

ESTRELLA XTRAVAGANZA (DRAG QUEEN ESPANHOLA)

A Noite dos Mil Looks da Raffaella – Performance de 'Caliente Caliente' (1981).
  • NOME COMPLETO: Fernando Carretero Vega
  • NASCIMENTO: 2 de dezembro de 1995; Jerez de la Frontera, Andalusia, Espanha
  • OCUPAÇÃO: Drag Queen e artista musical
  • SÍTIOS: Facebook, Instagram, X/Twitter, YouTube, Website
Estrella Xtravaganza é o nome artístico de Fernando Carretero, um artista drag espanhol mais conhecido por competir na segunda temporada de Drag Race España e em Drag Race Down Under vs. the World. Ele também participou de Reinas al Rescate.

BIOGRAFIA

Carretero Vega estudou jornalismo e vive em Barcelona. Vega começou sua carreira como drag queen em 2018. Também faz parte de um grupo musical, Lolita Express, que gravou o álbum El futuro es underground.

Estrella Xtravaganza escolheu seu nome drag por causa de seu amor por A Pequena Sereia, tirando seu primeiro nome de Estrella de Mar (estrela-do-mar) e seu sobrenome da House of Xtravaganza, uma proeminente família drag de Nova York. De acordo com a Out, ela "é bastante falante, tem um ótimo senso de humor e muita energia" e é "conhecida por sua beleza, arte e graça".

Em 2022, Estrella Xtravaganza foi anunciada como uma das participantes da segunda temporada de Drag Race España, a versão espanhola da franquia Drag Race. Durante o episódio do show de talentos, ela apresentou Gorda y divina, uma música baseada em "Roar" de Katy Perry. Ela foi vice-campeã, perdendo para sua amiga e mentora Sharonne, e passou a fazer parte do elenco de Gran Hotel de las Reinas. Estrella Xtravaganza também assinou com a plataforma AtresPlayer para estrelar uma série com Supremme de Lux, Sharonne e Pupi Poisson no programa Reinas al rescate (Rainhas ao Resgate), no qual as drags visitam vários locais na zona rural da Espanha em busca de histórias LGBTQ+.

Vega é não-binário e tem TDAH.

FILMOGRAFIA

Televisão:
  1. Drag Race España (temporada 2) (2022) - finalista
  2. Reinas al Rescate (2022) – apresentadora
  3. Alguna pregunta més? (2022)
  4. Vestidas de azul (2023)
  5. Drag Race Down Under vs. o Mundo (2026)

DISCOGRAFIA

Álbuns:
  1. El futuro es underground (with Lolita Express)
  2. Gorda y divina
Singles:
  1. La reina de la granja
  2. Fiesta (com Turista Sueca)
  3. Gorda y divina
  4. Llévame al cielo (Remix) (com Supremme de Luxe, Sharonne, Marina e Venedita Von Däsh)
  5. Merca Donna Girl
  6. Las divas también lloran
  7. Maricón (com Choriza May)
FONTES:  "Drag Race España star Estrella Xtravaganza says she was saved for 'being the funny one'". GAY TIMES. 2022-06-14. Archived from the original on 2022-06-29. Retrieved 2023-07-10.

 "Drag Race España season 2 just raised the bar for the entire franchise". GAY TIMES. 2022-04-08. Archived from the original on 2022-06-05. Retrieved 2023-07-10.

 FormulaTV. "Estrella Xtravaganza". FormulaTV (in Spanish). Retrieved 2023-10-25.

 Jerez, Diario de (2022-02-21). "Las jerezanas Jota Carajota y Estrella Xtravaganza, en la segunda edición de 'Drag Race España'". Diario de Jerez (in European Spanish). Retrieved 2023-10-25.

 "Meet the 12 Fierce Queens of 'Drag Race España' Season 2". www.out.com. Archived from the original on 2022-12-12. Retrieved 2023-07-10.

 Martín, Sergio López (2022-02-20). "Estas son las 12 nuevas reinas de 'Drag Race España 2', que ya tiene fecha de estreno". elperiodico (in Spanish). Retrieved 2023-10-25.

 Mesias, Francisco Javier (2022-04-11). "Estrella Xtravaganza se reivindica con 'GORDA Y DIVINA'". Togayther (in Spanish). Retrieved 2023-10-25.

 Morales, Gonzalo (2022-06-06). "Todo lo que te perdiste de la coronación de Sharonne en 'Drag Race España 2'". Shangay (in Spanish). Retrieved 2023-10-25.

 LOS40 (2022-05-28). "Los proyectos de las concursantes de Drag Race España Temporada 1 | Televisión". LOS40 (in European Spanish). Retrieved 2023-10-25.

 "Pupi Poisson y Estrella Xtravaganza: "En 'Reinas al Rescate' ayudamos a personas del colectivo que no se sienten cómodes" | Europa FM". www.europafm.com (in Spanish). 2022-07-06. Retrieved 2023-10-25.

 @estrellaxtra (2023-01-19). "Con lo que MÁS habéis atacado EN TODO EL DÍA: 1. Llamándome con nombres de HOMBRE 2. Tratándome en MASCULINO 3. Referenciando a mis GENITALES Vaya… TRANSFOBIA Soy una persona NB, y mis pronombres me son indiferentes, pero podríais estar jodiendo la autoestima de otras personas" (Tweet). Retrieved 2025-03-04 – via Twitter.

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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

GRETCHEN (CANTORA BRASILEIRA)

Gretchen em Fevereiro de 2017.
  • NOME COMPLETO: Maria Odete Brito de Miranda de Souza
  • NASCIMENTO: 29 de maio de 1959; Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
  • PSEUDÔNIMOS: Gretchen, A rainha do bumbum
  • OCUPAÇÃO: cantora, atriz pornô, personalidade de televisão, dançarina, empresária e youtuber
  • PERÍODO DE ATIVIDADE: 1978–presente
  • FAMÍLIA: Maria José de Miranda (Mãe), Mário Miranda (pai), Sula Miranda (Irmã caçula), Yara Miranda (Irmã), Thammy Gretchen (Filho Primogênito Biológico), Décio Miranda (Filho biológico), Jenny Miranda (Filha adotiva), Sérgio e Gabriel (Fihos biológico), Giúlia (Filha), Valentina Miranda (Filha Caçula Adotiva)
  • CÔNJUGES:
    1. Chrystian (c. 1981; div. 1981)
    2. Silva Neto (c. 1981; div. 1983)
    3. Décio Nascimento (c. 1984; div. 1984)
    4. Paulo Sérgio Aversani (c. 1984; div. 1988)
    5. Aguinaldo Cruz Rosa (c. 1994; div. 1996)
    6. César Zago (c. 1996; div. 1997)
    7. Afonso Costa Júnior (c. 1998; div. 2001)
    8. Giuliano Cezimbra (c. 2002; div. 2003)
    9. Toni Abia (c. 2004; div. 2005)
    10. Guto Guitar (c. 2006; div. 2007)
    11. Demis Miranda (c. 2007; div. 2010)
    12. Sílvio Alves (c. 2010; div. 2011)
    13. Alexandry Mangueira (c. 2011; div. 2011)
    14. Túlio Sotto Mayor (c. 2011; div. 2012)
    15. Carlos Marques (c. 2013; div. 2020)
    16. Esdras de Souza (c. 2020)
  • GÊNERO(S): disco, mambo, pop e forró
  • INSTRUMENTO(S): Vocais
  • AFILIAÇÕES: As Melindrosas
  • RELIGIÃO: Catolicismo romano
  • SÍTIOS: Instagram, X/Twitter, YouTube
Maria Miranda de Souza (1959—), conhecida profissionalmente como Gretchen, é uma cantora, personalidade de televisão, dançarina, empresária e youtuber brasileira.

Conhecida como "Rainha do Rebolado", ela é a irmã mais velha da cantora Sula Miranda e mãe de sete filhos, entre eles o político Thammy Miranda. Como cantora, é conhecida pelos sucessos "Freak le Boom Boom", "Conga, Conga, Conga" e "Melô do Piripipi", e vendeu 15 milhões de discos ao longo de quase quatro décadas. Seu nome profissional foi inspirado no filme brasileiro Aleluia, Gretchen (1976), que conta a história de uma família de imigrantes alemães do Brasil.

BIOGRAFIA

Início e As Melindrosas (1976–78): Filha de Maria José Brito de Miranda e Mário de Miranda, nasceu em uma família humilde do subúrbio carioca, tendo sido criada na periferia de São Paulo. O pai era empresário do ramo de circos e pôs todas as filhas em aulas de balé, piano e violão. Aos 16 anos Gretchen já dava aulas do último.

Ela iniciou a carreira como cantora na orquestra do Maestro Zaccaro em 1976. O convite para integrar a banda veio após Maria Odete ter vencido o Festival Musical do Colégio Objetivo.

Um dia, ela se apresentou como caloura num programa do Silvio Santos e chamou a atenção do produtor argentino Santiago Malnati (conhecido como Mister Sam), que pegou o contato dela com Valentino Guzzo (diretor do programa) e a convidou para gravar um compacto com versões de "Dance With Me" e "Love Me More". Seu objetivo era criar uma Charo brasileira e as faixas eram inspiradas no hit da cantora espanhola, "Dance a Little Bit Closer". Gretchen sentiu-se desconfortável em cantar "Dance With Me" por ter uma letra muito simples, mas o produtor lhe recomendou que voltasse ao grupo de Zaccaro se quisesse cantar material sofisticado.

O nome artístico "Gretchen" foi ideia da cantora após sua gravadora querer outro nome ao invés do seu de batismo para lançá-la, já que iria cantar em inglês, sendo inspirado no filme Aleluia, Gretchen, sobre uma família alemã com ligações com o nazismo vivendo no Brasil. O produtor também queria, inicialmente, que ela fosse vendida como uma cantora alemã que sequer falava português.

Um dia Gretchen convidou Santiago para uma festa em sua casa, onde ela se apresentou com as irmãs Iara e Suely. Mais tarde, quando soube que a Copacabana estava procurando por cantoras e dançarinas adolescentes, Santiago indicou as três irmãs e assim nasceu o grupo As Melindrosas. Integrava o conjunto também Paula, chamada de prima, mas que na verdade era aluna das aulas de violão de Gretchen.

O primeiro LP delas, Disco Baby, já estava pronto antes da gravadora contratá-las - o grupo só teve de começar a existir de fato porque o programa Fantástico havia proposto um clipe para divulgá-lo. O LP alcançou a marca de 1 milhão de cópias vendidas e recebeu nota na revista musical Billboard. Em um período de dois anos, o LP já havia vendido 4 milhões de cópias, segundo o produtor Jorge Gambier, mas neste período Gretchen já havia abandonado o grupo e seguiu em carreira solo.

Carreira solo (1978–2009): A estreia de Maria Odete como "Gretchen" para o grande público da TV aconteceu no Programa Carlos Imperial, na extinta Rede Tupi. Seus sucessos foram "Dance With Me", "Freak le Boom Boom", "Me Gusta El Cha-Cha-Cha", "Conga Conga Conga", "Melô do Piripiri (Je Suis La Femme)", "Chá Chá Chá Boom Boom", "Melô do Xique Xique", "Melô do Pata Pata" e "Hula, Hula, Ba Ba Yê" (sendo seis disco de ouro e três disco de platina), entre outros. Pelas décadas seguintes é associada a estes seus mais conhecidos hits. Neste período, Gretchen tornou-se recordista por chegar a mil espetáculos em menos de três anos, sendo uma das mais bem sucedidas artistas brasileiras da época.

Durante o auge de sua carreira, Gretchen participou de todos os importantes programas de TV da época, de Globo de Ouro a Chacrinha, passando por Bolinha e Silvio Santos. Era também presença constante em todas as emissoras, como Rede Tupi, Rede Record, TV Gazeta, Rede Globo, SBT e Rede Bandeirantes. A cantora também costumava participar de vários quadros do Programa Silvio Santos e em outros quadros e atrações do SBT, entre eles o game show Qual é a Música?, patrocinado pelo Baú da Felicidade, pertencente a Silvio Santos, no qual por muitos anos foi uma das maiores vencedoras. Ela se apresentou na Coreia do Sul, por toda a Europa e Estados Unidos, inclusive com shows de lambada, ritmo que era uma febre no início da década de 1990.

A carreira de Gretchen como atriz teve início em 1979 em um filme infantil com suas irmãs, Vamos Cantar Disco Baby. Em 1982, Gretchen fez o filme Aluga-se moças, no estilo pornochanchada. O filme contava também com a participação de Rita Cadillac. O filme ganhou certo aspecto cult no Brasil. Na época quebrou todos os recordes de bilheteria, ficando na frente de Caçadores da Arca Perdida, de Steven Spielberg. Em 1990, ao lado de Deni Cavalcanti e Alexandre Frota, estrelou A Rota do Brilho. Em 2006, tornou-se cantora de forró em bandas do Nordeste do Brasil.

Gretchen, a musa do Rio Branco SC de Paranaguá, Paraná em 1996. Foto: Copyright © 2026, Tribuna do Paraná. Todos os direitos reservados.

Televisão e Youtube (2010–presente): Em 2010, Gretchen participou de um episódio da quarta temporada do reality show Troca de Família então exibido pela Rede Record, garantindo à emissora o primeiro lugar em audiência durante a sua exibição, sendo este episódio reprisado pela Rede Record em 2011. Dois anos depois em 2012, Gretchen participou da quinta temporada do reality show A Fazenda que é exibido pela Rede Record, onde acabou desistindo da competição, após ficar confinada durante 39 dias. Ela participou também de um reality show da Rede TV, onde mostrava sua vida em Portugal. Em abril de 2011, Gretchen interpretou Maria Madalena numa encenação da Paixão no Piauí, que foi vista por mais de 8 mil pessoas. Entretanto, em agosto de 2015 no programa Luciana by Night ela revelou nunca ter gostado de atuar e sim de cantar e dançar.

Em abril de 2016, Gretchen integrou o elenco da primeira temporada do reality show Power Couple Brasil que é exibido pela Rede Record, juntamente com o seu então marido Carlos Marques. O casal acabou ficando em 5.º lugar na competição.

Em 3 de julho de 2017, estreou o primeiro videoclipe (lyric video) de "Swish Swish", de Katy Perry, protagonizado por Gretchen. O vídeo se tornou um hit internacional, onde repercutiu por todo mundo, inclusive no Brasil. Na época, Gretchen chegou a noticiar que havia mudado seu salário de 8 mil reais para 25 MIL REAIS para participar de eventos. Graças ao lyric video, Swish Swish se tornou muito popular nas rádios brasileiras. Atualmente, o vídeo de Gretchen ultrapassa os 90 milhões de visualizações no YouTube. Ainda no mesmo ano, Gretchen assinou contrato com a Universal Music e no dia 27 de novembro ela lançou sua coletânea intitulada ‘The Queen’, com o single inédito "Falsa Fada", em parceria com o DJ Rody.

Em 2018, foi exibido o reality show Os Gretchens no canal de TV por assinatura Multishow. Este reality show acompanhou a vida de Gretchen e de seus familiares como Sula Miranda (irmã), Thammy Miranda (filho), Carlos Marques (marido) e Andressa Soares (nora). Assim o reality show Os Gretchens mostrou um pouco da intimidade da família de Gretchen, o qual teve cenas gravadas na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil. No final do ano, lançou uma música com João Brasil, o hit "Bumbum Gourmet", em cujo videoclipe surge montada sobre um cavalo branco.

Em 2019, Gretchen fez uma participação especial na novela A Dona do Pedaço que foi exibida pela Rede Globo, onde interpretou a personagem Gina.

Em janeiro de 2022, Gretchen inclui mais um reality show em seu currículo e participa da segunda temporada do The Masked Singer Brasil, como "A Rosa". A cantora foi eliminada no primeiro episódio, exibido em 23 de janeiro. No dia 28 do mesmo mês, aparece no vídeo musical Quero Te Dar com participação do Agrada Gregos, Blogueirinha e Sasha zimmer. Em março, Gretchen foi contratada pela RedeTV! para ser uma das integrantes da nova fase do humorístico Encrenca, que estreou no dia 27. No dia 11 de maio, ela deixou o programa e a emissora, junto de Narcisa Tamborindeguy e Tokinho. Em 2025, voltou a participar do Power Couple Brasil, estando na sétima temporada do programa ao lado de seu marido, Esdras de Souza. O casal desistiu da competição, terminando em 11.º lugar. Gretchen declarou no programa Sem Censura, um tempo depois, que ela topou voltar ao reality para acabar com a fama de gay do marido.

VIDA PESSOAL

Família: Relembrando o passado, sua irmã Sula Miranda deu uma entrevista contando como era a convivência com o pai violento e alcoolista, contando que ele nunca foi a favor da carreira das filhas, e as agredia. Em uma reportagem, contou um episódio ocorrido:

“Ele era alcoólatra. Nossa mãe apanhava dele, e a Gretchen tentava protegê-la. Até o momento em que ela cresceu e os dois começaram a se engalfinhar mesmo. Ele tinha uma grande paixão por ela, mas, ao mesmo tempo, tinha esse lado: Quando ele bebia, se transformava.”

Filhos: Tem seis filhos, cinco biológicos e um adotivo: Thammy, nascido em 1982, Décio, nascido em 1986, Jenny Miranda, nascida em 1987 e adotada em 2004, Sérgio, nascido em 1994, Gabriel, nascido em 2000, Giúlia, nascida em 2003, fruto de uma inseminação artificial, e Valentina, nascida em 2010 e adotada em 2012. Anos mais tarde, o processo de adoção de Jenny foi anulado. Gretchen também teve um filho que faleceu recém nascido, em 2000. Ele era gêmeo idêntico de Gabriel. Os bebês nasceram prematuros em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo.

Um de seus filhos, Décio, a cantora não criou, visto que o pai do menino o tirou da guarda dela e a ameaçou de morte caso ela fosse procurá-lo. Com medo e querendo preservar a vida do filho, optou por deixá-lo com o pai. Na infância do menino, ela conseguiu encontrá-lo com ajuda de detetives, e ele pensava que a mãe havia morrido, pois o pai tinha falado isso a ele. O pai novamente a tirou do contato com o filho, e ela só voltou a revê-lo quando ele tinha 13 anos, novamente com ajuda de detetives, mas o pai tirou o filho do país, e eles perderam o contato mais uma vez. Durante seis anos não teve mais notícias desse filho, até reencontrá-lo em dezembro de 2016. Em entrevistas revelou não ter contato com nenhum de seus ex-namorados e maridos, e que mesmo quando os filhos eram crianças, eles mantinham contato direto com seus filhos, sem intermédio dela.

Casamentos: Gretchen teve seis casamentos oficiais ao longo da vida. Em 2002, Gretchen cancelou o casamento com o cabeleireiro Cláudio Alves de Farias na TV dias antes devido a ter sido vítima de agressão. Em junho de 2013 casou-se com o empresário português Carlos Marques. Juntos possuíam três lojas de roupas e produtos brasileiros em Portugal e Paris, chamadas de "Mercado Rio Brasil". Desde 2015 a cantora morou no Mônaco, onde abriu uma nova loja de roupas. Gretchen residiu em um duplex com o marido e as filhas Giúlia e Valentina. Revelou que o marido fazia um excelente papel de pai, sendo muito mais que só padrasto. Contou que essas duas filhas são as únicas que não possuem pai, já que Giúlia, mesmo sendo filha biológica, foi fruto de inseminação artificial, e Valentina foi adotada. Na época que fez inseminação e posteriormente a adoção, Gretchen estava solteira, e as registrou sozinha. Também contou em entrevistas nunca ter tido babá, e que atualmente faz todos os serviços domésticos sem ajuda de empregada, pois gosta de cuidar do lar.

A separação de Gretchen e Carlos ocorreu de forma amigável, em janeiro de 2020. Juntos, foram sócios em uma empresa de roupas brasileiras, até o falecimento de Carlos, ocorrido em maio de 2023. Após a separação, voltou a viver no Rio de Janeiro, dividindo-se entre Brasil e Europa para cumprir contratos profissionais. No mês seguinte a separação, conheceu o saxofonista Esdras de Souza. Ambos se conheceram no evento Varanda da Fafá, no Círio de Nazaré, através de uma amiga em comum, Fafá de Belém. Gretchen e Esdras, em março, após um mês de namoro, foram morar juntos em Belém, no Pará. Esdras é seu sexto marido que mora junto. A união do casal foi celebrada em 30 de setembro de 2020. Gretchen e Esdras continuaram morando em Belém, mas optaram por mudar-se em março de 2023 para Coimbra, Portugal, após desentendimento com vizinhos.

Imagem pública:

Gretchen posou nua pela primeira vez para a revista Playboy dois meses antes de aparecer na revista Status, fotografada por Cinira Arruda. Em seguida, também para outras revistas, tais como: Homem, Sexy, Hunter. Ela também teve edições especiais da revista Homem feitas especialmente para ela em 1984 duas vezes e uma em 1985. Seus nus foram feitos não apenas quando a cantora era jovem e estava no auge da fama, mas também quando já estava na faixa dos 40 anos. Gretchen chegou a posar nua quando estava grávida em 2003, aos 44 anos.

No ano de 2006, Gretchen assinou um contrato de R$ 1,5 milhão com a produtora erótica Brasileirinhas, para gravar oito cenas que originariam três filmes pornográficos. Uma de suas exigências foi atuar ao lado do seu então marido Gutto Guitar. Apesar de críticas pelas fracas atuações, os filmes foram sucessos de vendas. Após os filmes ela declarou diversas vezes que este trabalho é o seu maior arrependimento, mas que foi com seu cachê que conseguiu reerguer a vida financeira e a carreira.

Em 2011, Gretchen se vestiu de garçonete em uma lanchonete dos Estados Unidos e algumas fotos foram publicadas na Internet, criando a notícia de que ela estaria passando necessidade financeira. Após a repercussão das imagens, o Consulado dos Estados Unidos cassou o visto de turista de Gretchen, sob a alegação de que ela estava trabalhando ilegalmente no país. Desde então, a cantora está proibida de entrar nos Estados Unidos. Em 2021, dez anos após o fato, Gretchen declarou que faria uma carta de apelo ao presidente Joe Biden: "Ainda tenho aquela restrição com os Estados Unidos e é uma coisa que eu gostaria de rever. Agora que o presidente de lá mudou e é o Joe Biden, quero tentar reverter essa situação. Na época que saiu aquela notícia de que eu estava trabalhando ilegalmente em uma lanchonete de lá, cancelaram meu visto definitivamente". Em entrevista, Gretchen declarou que estava vestida de garçonete para fazer um favor publicitário a um amigo, dono do restaurante, para atrair clientes.

Gretchen tem sido apelidada de "rainha da internet" ou "rainha dos memes", pois montagens com fotos e vídeos da cantora são frequentemente usadas na Internet, particularmente no Twitter. Inicialmente, Gretchen não gostou de ver sua imagem sendo usada de forma jocosa nas redes sociais. Em 2015, anunciou que estava preparando um "megaprocesso" contra o Facebook e o Google. Porém, após entender do que se tratava, passou a gostar da situação e em 2017 declarou:

“É engraçado essa coisa de memes. Primeiro que eu nem sabia o que era isso, mas depois comecei a me inteirar, conhecer e a entender. Achei muito engraçado e divertido. Tem uns [GIFs] que são super de bom gosto e a criatividade brasileira é muito boa. A rainha dos GIFs: adoro.”

Controvérsias com IA: Em setembro de 2024, Gretchen denunciou o uso de sua voz em áudios falsos criados por inteligência artificial, espalhados por fóruns e redes sociais, que a envolviam em fake news, como a suposta intenção de “levantar uma estátua para Belzebu no centro de Itamaracá”; afirmou que o caso estava com seus advogados e que “a internet não é terra de ninguém”. Em abril de 2025, Gretchen moveu uma ação judicial contra a divulgação de vídeos de teor sexual com sua imagem gerada por inteligência artificial, alegando ser alvo constante de ataques em redes sociais e fóruns, como BCharts e Pandlr. Em junho, venceu na Justiça uma ação contra o Google Brasil por vídeos criados com IA que associavam sua imagem e voz a conteúdos vexatórios, incluindo uma gravação em que uma falsa Gretchen convidava o público para um suposto show no “Cabaré da Cinderela”, com atividades sexuais, e outros materiais em que era retratada como a “Imperatriz de Gomorra”, “Prefeita de Sodoma” e “Profeta da Lascívia”; a Justiça determinou a remoção dos vídeos e a identificação dos responsáveis.

OUTROS EMPREENDIMENTOS

Política: Em 1992, se lançou como pré-candidata a prefeita, no município de Itanhaém, no litoral de São Paulo, lugar em que passava férias com seu filho Thammy, na ocasião desistiu da candidatura antes mesmo das convenções partidárias.

Nas eleições de 2004, Gretchen foi presa por algumas horas pela polícia militar no ginásio esportivo do município de Senador Canedo, a 18 quilômetros de Goiânia, junto com a deputada estadual Laudeni Lemes. A prisão ocorreu devido ambas estarem fazendo boca de urna para o deputado Alsueres Mariano do PSDB.

Em 2008, enquanto morava no estado de Pernambuco, Gretchen filiou-se ao Partido Popular Socialista (PPS) e tentou a candidatura à prefeitura da cidade de Ilha de Itamaracá. Na eleição, ficou em terceiro lugar ao obter apenas 343 votos, correspondendo a 2,85% do total da votação. Em 2010, ela lançou o documentário Gretchen Filme Estrada.
  • Ano: 2008
  • Eleição: Municipal de Ilha de Itamaracá
  • Cargo: Prefeita
  • Partido: PPS
  • Coligação/Vice: DESCONHECIDO(A)
  • Votos: 343 (total), 2,85%
  • Resultado: Não Eleita
Livro: Em 26 de outubro de 2015, lançou o livro Gretchen - Uma biografia quase não autorizada na livraria Fnac, no Barra Shopping, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, escrito por Gerson Couto e Fábio Fabrício Fabretti e lançado pela editora Ilelis. Gretchen também mencionou que Juliana Paes estaria cotada para a adaptação da biografia em filme. Na biografia Gretchen diz: "É uma despedida oficial da minha carreira, não tenho intenção de voltar, quero ter a oportunidade de cuidar do meu marido, dos meus filhos, viajar e ter uma vida normal. Quero ser a Maria, descansar".

PRÊMIOS E HOMENAGENS

Ao longo de sua carreira, Gretchen recebeu vários prêmios da mídia, como ela mesma mostrou em programas da TV Gazeta e no programa Domingo Legal do SBT. Entre seus prêmios destacam-se o Troféu Rádio Globo, Troféu do programa Globo de Ouro, vários troféus Disco de Ouro do programa Discoteca do Chacrinha, prêmio dado pelo apresentador aos melhores do mês e também do ano, prêmios de várias rádios, como da Rádio América o prêmio Destaque América, o qual ela ganhou sete vezes, e prêmios de festivais em estados diversos, como do Festival do Disco no Rio Grande do Sul, e outros como Revelação do Ano de rádios, revistas e programas de TV em seu início de carreira. Em 1987 o LP No Mundo da Criança (com Gretchen, Maria Alcina e outros) foi indicado ao Troféu Villa-Lobos como melhor disco infantil de 1986, concorrendo com Os Abelhudos, A Turma do Balão Mágico e Show da Xuxa.

Em 1999, ganhou um Disco de Ouro pela divulgação do CD Discoteca do Chacrinha. O prêmio foi entregue por Augusto Liberato no programa Domingo Legal. Em 2006 recebeu o Troféu Coroa de Ouro no programa Rei Majestade no SBT. Ela também foi homenageada com o Prêmio Boas-Vindas a Goiânia pela premiação Megha Profissionais 2010. No Carnaval de Pernambuco, foi coroada "Rainha Gay 2010" pela comunidade LGBT. Também foi eleita "Rainha do Baile dos Artistas" em 2011, juntamente com o "rei", o escritor Ariano Suassuna, honraria pela qual ela declarou que esperava há um bom tempo, pois não sendo Pernambuco sua terra natal sentiu-se uma verdadeira pernambucana ao receber tal título. Em 2011, Gretchen também foi homenageada em Israelândia, onde recebeu um banner com vários momentos de sua carreira e uma faixa do prefeito de boas-vindas à cidade.

Ainda em Goiânia foi homenageada sendo tema de uma premiação de hipismo. Gretchen recebeu mais uma homenagem pelos seus mais de 30 anos no mundo do entretenimento no prêmio Vips de Minas e Celebridades 2012, onde recebeu o prêmio Celebridade Nacional 2012.

Em 2013, Thammy Miranda dançou o maior sucesso de Gretchen na telenovela Salve Jorge. Em outubro do mesmo ano, Viviane Araújo homenageou Gretchen ao dançar Conga, Conga, Conga na boate GLS Pipper Club.

Emanuelle Araújo interpretou Gretchen no filme Bingo: O Rei das Manhãs.

Em julho de 2017, após o sucesso de Gretchen no clipe de Katy Perry, Gretchen recebe do programa Domingo Legal uma placa comemorativa como "Rainha da Internet". Antes disso, porém precisamente em fevereiro de 2017 ela recebe placa do Youtube em comemoração a marca de 100 mil inscritos em seu canal. Após o mega sucesso do lyric vídeo de "Swish Swish" a cantora americana Katy Perry, diz em entrevista que Gretchen é a própria internet. Logo em seguida faz um vídeo de agradecimento dizendo que o sucesso de Gretchen transcende todas as línguas. Em dezembro de 2017 Gretchen recebe outro prêmio "Rainha da Internet", dessa vez na premiação Digital Awards 2017. Em maio Gretchen recebe o prêmio Networking Empresarial 2019 Nacional e Internacional, onde mais uma vez foi eleita a "Rainha da Internet Brasileira". O prêmio foi entregue em Lisboa e recebido por seu marido Carlos Marques devido à impossibilidade da sua presença.[ligação inativa] Em outubro de 2019 Gretchen recebe o prêmio Veado de Ouro no sábado do Círio, no Pará, durante a 41º Festa da Chiquita; o prêmio é dado a pessoas relevantes na defesa dos direitos LGBT. Ela foi indicada ao prêmio pela cantora Fafá de Belém e o recebeu das mãos de Eloi Iglesias. Em novembro de 2019 Gretchen ainda mantém o título de rainha da internet e recebe seu segundo prêmio no Digital Awards 2019.

DISCOGRAFIA

Gretchen agita o bloco Será Que É?. Foto tirada em 15 de fevereiro de 2020, 16:01:15.

A discografia de Gretchen compreende 13 álbuns de estúdio, 4 coletâneas, 16 compactos, 3 extended plays, e 27 singles digitais em quase quarenta anos de carreira. Fontes afirmam que a artista vendeu mais de cinco milhões de cópias com os seus discos.

Álbuns:
  1. My Name Is Gretchen (1979)
  2. You and Me (1981)
  3. Lonely (1982)
  4. Gretchen (1983)
  5. Latino Americana (1987)
  6. Gypsy (1988)
  7. Cheiro e Chamego (1990)
  8. Vem me Ver (1993)
  9. Sexy, Charme e Dance (1995)
  10. Jesus Dance (1996)
  11. La Pasión (2001)
  12. Me Deixa Louca (2001)
  13. De Conga a Coração: Gretchen canta Dorgival Dantas (2009)
Relançamentos: A Nova Gretchen: Cantando E Vivendo Para Jesus (1997).

Álbuns de compilação:
  1. Seleção de Ouro: 20 Sucessos (1998)
  2. 25 Anos de Sucesso! (2003)
  3. Charme, Talento & Gostosura (2011)
  4. The Queen (2017)
EPs:
  1. Rody Feat. Gretchen (2016)
  2. O Melhor de Gretchen & Convidados (2020)
  3. The Singles #1 (2022)
Singles Compactos:
  1. Dance with Me (1979)
  2. Outra Vez Mulher (1979)
  3. Freak le Boom Boom (1979)
  4. 1, 2, 3 (One-Two-Three) (1980)
  5. Conga, Conga, Conga (1981)
  6. Give Me Love (1981)
  7. Melô do Piripipi (1982)
  8. Festa com Gretchen e Os Três Patinhos (1983)
  9. Mambo, Mambo, Mambo (1982)
  10. Allah-la-ô, My Love (1982)
  11. Melô do Xique-Xique (1983)
  12. Bate, Bate Coração (1984)
  13. Hula, Hula, Ba Ba Yê (1985)
  14. Ouça e Cante com o Playback ("Le Bal Masque") (1985)
Singles digitais:
  1. Rara (2011)
  2. Gretchen Dubstep (2016)
  3. Usurpadora (2016)
  4. Falsa Fada (2017)
  5. Salto 15 (2018)
  6. Chacoalha (2018)
  7. Bumbum Gourmet (2018)
  8. Bien Buena (2019)
  9. I'm Cool (2019)
  10. Suda, Suda (2019)
  11. Rebola na Boa (2019)
  12. Rainha do Piri Piri (2019)
  13. Sigue el Ritmo (2020)
  14. Baila la Conga (2020)
  15. Tan Timida (2020)
  16. Quero te Dar (2022)
  17. Fênix do Amor (2022)
  18. Boys Go to Jupiter (2022)
  19. Brilha como Ouro (2022)
  20. Bumbum (2022)
  21. Greatest Hits (The Remix by Ennzo Dias) (2023)
  22. Toma Conga (2024)
  23. Meu Nome É Gretchen (2024)
  24. Que Calor É Esse? (2025)
  25. Deixou de Ser pra Tu (2025)
  26. Sugar Mama (2025)
  27. Piririripi/Conga La Conga/Freak La Boom (Ao Vivo) (2025)
Participações em álbuns/coletâneas:
  1. As Melindrosas (1978)
  2. Elas por Elas (1982)
  3. Bar Esperança (1983)
  4. Pirlimpimpim II (1984)
  5. No Mundo da Criança (1986)
  6. A Discoteca do Chacrinha (1999)
  7. Banda Anjosex (2006)
  8. Ploc 80 Vol. 2 (2007)
FILMOGRAFIA

Televisão:
  1. Cassino do Chacrinha (1982–88) como Jurada no Quadro Calouros;
  2. Pirlimpimpim 2 (1984) como Cuca Rumbeira;
  3. Troca de Família Participante Temporada 4 (2010);
  4. Os Opostos se Atraem? (15 de maio–13 de junho de 2010);
  5. Cante se Puder (2011);
  6. A Fazenda Temporada 5 (2012);
  7. Power Couple Brasil Temporada 1 (2016);
  8. Duelo de Mães (2017) Gretchen x Simony;
  9. Bancando o Chef (2018) Ticiane Pinheiro x Gretchen;
  10. Samantha! (2018) como ela mesmo no Episódio: 1.1 e Episódio: 2.2;
  11. Os Gretchens (2018);
  12. A Dona do Pedaço (2019) como Gina;
  13. Drag Me as a Queen (2021) como Participante;
  14. The Masked Singer Brasil Temporada 2 (2022) como Rosa;
  15. Encrenca (2022) como Apresentadora;
  16. Drag Race Brasil (2023) como  Jurada convidada no Episódio "What's Up, Lindas!";
  17. Power Couple Brasil Temporada 7 (2025)
Cinema:
  1. Vamos Cantar Disco Baby (1979)
  2. Aluga-Se Moças (1982)
  3. A Rota do Brilho (1990)
  4. La Conga Sex (Filme erótico de 2006)
  5. Gretchen: Carnaval (Filme erótico de 2006)
  6. A Rainha do Bumbum (Filme erótico de 2006)
  7. Alô, Alô, Terezinha! (2009)
  8. Gretchen: Filme Estrada (2010)
  9. FLOPS - Uma Comédia Musical (2019)
  10. Detetive Madeinusa (2021)
  11. O Melhor Amigo (2025)
Teatro: Paixão de Cristo (2011) como Maria Madalena.

Internet:
  1. Gretchen & Você (2016–presente)
  2. Jurada convidada em Corrida das Blogueiras de 2018.

FONTES: Barcinski, André (2014). Pavões Misteriosos — 1974-1983: A explosão da música pop no Brasil. São Paulo: Editora Três Estrelas. ISBN 978-85-653-3929-2

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Gretchen fará apelo a Joe Biden para reverter visto cancelado nos EUA
Gretchen está proibida de entrar nos Estados Unidos
Gretchen, de "rainha dos memes" a "rainha do marketing"
GRETCHEN DIZ QUE JÁ QUIS PROCESSAR GERAL POR MEMES E QUE CONVERSA COM THAMMY ATRAVÉS DE SUAS FIGURINHAS
Gretchen decide processar Facebook por mais de 34 perfis fake
Gretchen comenta sobre título de rainha dos memes na internet: 'Adoro'
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«Gretchen, Jair Rodrigues, As Marcianas, Agnaldo Timóteo e Kátia. no Rei Majestade»

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«Gretchen recebe homenagem em Israelândia»[ligação inativa]

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sábado, 25 de julho de 2026

THE NOTORIOUS B.I.G. (RAPPER AFRO-AMERICANO)

O rapper americano Notorious BIG (nascido Christopher Wallace) comparece ao Billboard Music Awards de 1995, em Nova York, Nova York, em 6 de dezembro de 1996. (Foto de Larry Busacca/WireImage).
  • NOME COMPLETO: Christopher George Latore Wallace
  • NASCIMENTO: 21 de maio de 1972; Nova Iorque, EUA
  • FALECIMENTO: 9 de março de 1997 (apenas 24 anos); Los Angeles, Califórnia, EUA (Homicídio por disparo de arma de fogo de dentro de um veículo em movimento)
  • ALCUNHAS: Biggie Smalls, Biggie, Big, Frank White, Big Poppa e MC CWest
  • OCUPAÇÃO: rapper e compositor
  • ANOS DE ATIVIDADE: 1992–1997
  • FAMÍLIA: Voletta Wallace (mãe), George Latore (pai), Faith Evans (cônjuge; cas. 1994; set. 1996), CJ Wallace (filho), Charli Baltimore (parceira; 1995–1997), Lil' Cease (Primo)
  • GÊNEROS: Hip-hop da Costa Leste, Gangsta Rap, Hardcore Hip-hop
  • GRAVADORAS: Bad Boy, Atlantic, Arista, Uptown
George Latore Wallace (1972 – 1997), conhecido profissionalmente como Notorious BIG ou Biggie Smalls, foi um rapper e compositor americano. Enraizado nas tradições do hip-hop e do gangsta rap da Costa Leste, ele é amplamente considerado um dos maiores rappers de todos os tempos. Wallace ficou conhecido por sua entrega lírica peculiar e descontraída, que contrastava com o conteúdo frequentemente sombrio de suas letras. Sua música era semi-autobiográfica, narrando dificuldades e criminalidade, mas também de devassidão e celebração.

BIOGRAFIA

Christopher George Latore Wallace nasceu no Hospital Cumberland, no Brooklyn, Nova Iorque, em 21 de maio de 1972. Wallace era filho único de pais imigrantes jamaicanos; sua mãe, Voletta Wallace (falecida em 2025), era professora de pré-escola, enquanto seu pai, Selwyn George Latore, era soldador. Aos cinco anos, começou a frequentar a pré-escola no Quincy-Lexington Open Door Day Care Center, onde já era maior do que a maioria das outras crianças. Três meses antes do terceiro aniversário de Wallace, seu pai abandonou a família, deixando sua mãe para criá-lo enquanto trabalhava em dois empregos. Ele cresceu em Clinton Hill, no Brooklyn, perto da divisa com Bedford-Stuyvesant. Quando criança, Wallace passou a maior parte do tempo na Fulton Street, onde foi apresentado ao tráfico de drogas, ao alcoolismo e ao jogo. Criado como Testemunha de Jeová, Wallace frequentou a Igreja de São Pedro Claver no Brooklyn, graduando-se na escola primária da paróquia em 1982. Ele se destacou em inglês na Queen of All Saints Middle School. Ele frequentou a Westinghouse High School, uma escola pública frequentada por várias futuras celebridades, incluindo Jay-Z e Busta Rhymes.

Enquanto frequentava a Westinghouse High School, Wallace pesava 91 quilos (201 lb), o que lhe valeu o apelido de "Big". Durante esse período, seu interesse pelo tráfico de drogas se intensificou, influenciado pela epidemia de crack das décadas de 1980 e 1990. Um amigo o apresentou à compra e venda de maconha quando ele tinha cerca de doze anos. Tendo crescido em uma família rígida, Wallace escondia o dinheiro que ganhava no telhado de seu apartamento. Sua mãe não fazia ideia disso; ela só descobriu quando ele tinha vinte anos. Apesar de ser um aluno exemplar, Wallace abandonou a escola aos dezesseis anos devido ao seu crescente interesse pelo tráfico de drogas. Em 1989, ele foi preso no Brooklyn por porte de armas e sentenciado a cinco anos de liberdade condicional. No ano seguinte, ele foi preso por violar essa liberdade condicional. Um ano depois, Wallace foi preso na Carolina do Norte por tráfico de crack e passou nove meses na prisão antes de pagar fiança.

No início de sua vida, Wallace foi influenciado por artistas negros como The Dramatics, Blue Magic, Teddy Pendergrass, Stevie Wonder e Marvin Gaye. Ele também estava bem familiarizado com as apresentações de Parliament-Funkadelic, Earth, Wind & Fire, Kool & the Gang e Chic. Durante visitas à Jamaica, ele foi influenciado por seus proeminentes gêneros nativos, incluindo jazz, reggae, soul e mento. Ao entrar na adolescência, Wallace começou a ouvir artistas como Run-DMC e LL Cool J. Wallace adotou o nome artístico MC CWest e formou o Techniques com seus dois amigos Michael Bynum e Hubert Sams. Wallace conheceu Donald Harrison, um saxofonista de Nova Orleans, e o Techniques trabalhou em suas primeiras músicas juntos no estúdio caseiro de Harrison. À medida que o trio crescia, seus interesses mudaram; Sams concentrou-se no futebol americano do ensino médio, enquanto Bynum perdeu o interesse na indústria musical. Wallace adotou seu segundo nome artístico, Biggie Smalls, do personagem de Calvin Lockhart no filme de 1975 Let's Do It Again.

Início de carreira e primeiro filho (1991–1994): Após ser libertado da prisão, Wallace produziu sua primeira fita demo em 1991, chamada Microphone Murderer, com um DJ chamado 50 Grand. Embora Wallace supostamente não tivesse muita ambição com a fita, o DJ local Mister Cee, conhecido por seu trabalho com Big Daddy Kane e o Juice Crew, a descobriu e a promoveu. Mister Cee enviou a fita para Matteo Capoluongo, editor da revista The Source, que incluiu a faixa na seção "Unsigned Hype" em março de 1992, uma parada dedicada a apresentar rappers promissores. Naquele ano, Wallace começou a ganhar visibilidade; depois de ler a seção "Unsigned Hype", Sean Combs marcou um encontro com ele. Combs conectou Wallace para rimar no remix do sucesso de Mary J. Blige, "Real Love".

Em 1992, a namorada de Wallace, Jan Jackson, engravidou, e ele assinou com a Uptown Records em março, por intermédio de Combs. A primeira oportunidade de Wallace gravar uma faixa solo para a Uptown Records, em vez de participar de um remix de outro artista, surgiu em 1993, quando Combs estava criando uma música para a trilha sonora da comédia hip-hop Who's the Man?. A música era "Party and Bullshit", produzida por Easy Mo Bee, do Brooklyn. A canção foi fortemente inspirada em "When the Revolution Comes", do Last Poets, que usa sarcasmo, frustração e humor para criticar a falta de seriedade dos jovens negros na luta pela igualdade. Na faixa, o vocalista Umar Bin Hassan canta versos como "niggas will party and bullshit, and party and bullshit". O desenvolvimento do primeiro álbum de Wallace começou no apartamento de Capoluongo no final de 1992. Wallace apareceu no álbum Blue Funk de Heavy D & the Boyz, de 1992, na faixa "A Buncha Niggas".

Em julho de 1993 — um mês antes do nascimento da primeira filha de Wallace — Combs foi demitido da Uptown Records por seu mentor, Andre Harrell, o que resultou na perda de acesso às músicas gravadas naquela época. Jan deu à luz T'yanna Dream Wallace em 8 de agosto de 1993. Wallace prometeu à filha "tudo o que ela quisesse", acreditando que, se tivesse recebido o mesmo apoio na infância, teria se formado como o melhor da turma. Logo após ser demitido, Combs fundou sua própria gravadora, a Bad Boy Records, e prontamente contratou Wallace. Combs descobriu que Wallace continuava traficando drogas e insistiu para que ele parasse. Quando Wallace descobriu que o nome Biggie Smalls já estava em uso, adotou um novo nome artístico, ficando com Notorious BIG. Wallace explicou que a sigla "BIG" significava "Business Instead of Game" (Negócios em vez de Jogo). Combs e Clive Davis, então CEO da Arista Records, chegaram a um acordo no qual Davis forneceu a Combs um adiantamento de US$ 1,5 milhão e controle criativo total. Combs prontamente usou o dinheiro para recomprar as faixas gravadas para o álbum de Wallace de Harrell.

Por volta dessa época, Wallace formou uma amizade com o também rapper Tupac Shakur em Los Angeles. Lil' Cease lembrou-se dos dois como sendo muito próximos, viajando frequentemente juntos quando não estavam trabalhando. Ele observou que Wallace visitava frequentemente a casa de Shakur e que passavam tempo juntos sempre que Shakur estava na Califórnia ou em Washington, DC. Yukmouth, um MC de Oakland, afirmou que o estilo de Wallace foi influenciado por Shakur.

O single remix de "Real Love" foi seguido por um remix de uma música de Mary J. Blige, "What's the 411?" O sucesso de Wallace continuou, embora em menor escala, com remixes de "Buddy X" de Neneh Cherry e "Dolly My Baby" do artista de reggae Super Cat em 1993. Em julho de 1994, Wallace apareceu ao lado de LL Cool J e Busta Rhymes em um remix da faixa "Flava in Ya Ear" de Craig Mack, que alcançou o 9º lugar na Billboard Hot 100. "Flava in Ya Ear" alcançou o 1º lugar na parada de rap por três semanas consecutivas.

Ready to Die e casamento com Faith Evans (1994): Em 4 de agosto de 1994, Wallace casou-se com a cantora de R&B Faith Evans, a quem conheceu em junho de 1994 em uma sessão de fotos promocional. Wallace e Mo Bee originalmente queriam "Machine Gun Funk" como o primeiro single do próximo álbum de Wallace devido ao seu som "funky e animado", mas Combs preferiu um som mais "suave" para o lançamento. A primeira música do próximo álbum a ser lançada foi a faixa-título, "Ready to Die", seguida por "Gimme the Loot", "Things Done Changed", "Machine Gun Funk" e "Warning". Wallace teve seu primeiro sucesso nas paradas pop como artista solo com o single duplo "Juicy/Unbelievable", que alcançou o 27º lugar como o primeiro single de seu álbum de estreia.

Gravado no Hit Factory entre 1993 e 1994, Wallace lançou seu álbum de estreia, Ready to Die, em 13 de setembro de 1994. Inspirado pelos sucessos ousados, violentos e com humor negro de Snoop Dogg Wallace buscou criar um estilo semelhante com Ready to Die, com influência da Costa Leste. Wallace originalmente queria nomear o álbum The Teflon Don, inspirando-se em John Gotti, que na época era notícia por sua habilidade de evitar problemas legais. Combs discordou, argumentando que o título deveria causar impacto de uma forma que "representasse as massas". Wallace concordou com a decisão de Combs, e os dois conceberam o nome Ready to Die.

Ready to Die alcançou o 15º lugar na parada Billboard 200, vendeu 500.000 cópias em sua primeira semana, e recebeu quatro certificações de platina. O álbum redirecionou a atenção para o hip-hop da Costa Leste em um momento em que o hip-hop da Costa Oeste dominava as paradas americanas. Recebeu críticas positivas após o lançamento e tem sido amplamente elogiado em retrospectiva. Além de "Juicy", o álbum produziu outros dois singles de sucesso: "BIG POPPA", que alcançou o topo da parada de rap americana e recebeu certificação de platina; e "One More Chance", que vendeu um milhão de cópias em 1995 (ano de seu lançamento). Busta Rhymes lembrou-se de ter visto Wallace distribuindo cópias de Ready to Die em sua casa, o que o primeiro considerou "sua maneira de se promover". Em 1994, Wallace formou o grupo de hip-hop Junior MAFIA, que incluía muitos de seus amigos de infância, como Lil' Kim e Lil' Cease. O nome é um acrônimo reverso para "Masters at Finding Intelligent Attitudes" (Mestres em Encontrar Atitudes Inteligentes).

Wallace também fez amizade com o jogador de basquete Shaquille O'Neal. O'Neal disse que eles foram apresentados durante uma sessão de audição de "Gimme the Loot"; Wallace o mencionou na letra e atraiu O'Neal para sua música. O'Neal pediu uma colaboração com Wallace, que resultou na música "You Can't Stop the Reign". De acordo com Combs, Wallace não colaborava com "ninguém que ele não respeitasse de verdade" e que Wallace demonstrou seu respeito a O'Neal "mencionando-o". Em 2015, Daz Dillinger, um colaborador frequente de Shakur, disse que ele e Wallace eram "amigos", com Wallace viajando para encontrá-lo para fumar maconha e gravar duas músicas.

Colaboração com Michael Jackson, sucesso do Junior Mafia e rivalidade costeira (1995): O Junior MAFIA começou a trabalhar em seu álbum de estreia em 1994. Em 29 de agosto de 1995, Conspiracy foi lançado pela Undeas Recordings. O álbum alcançou certificação de ouro e vendeu mais de 500.000 cópias nos EUA. O primeiro single, "Player's Anthem", conta com a participação de Wallace, Lil' Kim e Lil' Cease, e foi produzido por Clark Kent. O terceiro single, "Get Money", uma música sobre a batalha dos sexos com Wallace e Lil' Kim, tornou-se a canção mais popular do grupo. "Player's Anthem" e "Get Money" alcançaram o top 20 nas paradas dos EUA e também conquistaram certificações de ouro e platina, respectivamente. Wallace continuou colaborando com artistas de R&B, trabalhando com grupos como 112 em "Only You" e Total em "Can't You See", ambos alcançaram o top 20 da Hot 100. No final do ano, Wallace havia se tornado o artista solo masculino e rapper mais vendido nas paradas pop e R&B dos EUA. Em julho de 1995, Wallace apareceu na capa da The Source com a legenda "O Rei de Nova York Assume o Controle", uma referência ao seu pseudônimo Frank White, inspirado no personagem do filme de 1990, King of New York. No The Source Awards em agosto de 1995, ele ganhou Melhor Artista Revelação, Letrista do Ano e Melhor Performance ao Vivo do Ano, enquanto seu álbum de estreia foi nomeado Álbum do Ano. Ele também foi homenageado como Artista de Rap do Ano no Billboard Awards.

Michael, Janet e The Notorious B.I.G. no MTV Video Music Awards (1995).

Em 1995, Wallace se envolveu na rivalidade entre as costas leste e oeste do hip-hop, que envolveu seu então amigo, Shakur. Em uma entrevista concedida à revista Vibe em abril de 1995, enquanto cumpria pena no Centro Correcional de Clinton, Shakur acusou Harrell, Combs e Wallace de terem conhecimento prévio de um roubo ocorrido em 30 de novembro de 1994, durante o qual ele foi baleado cinco vezes e perdeu milhares de dólares em joias. Eles negaram qualquer envolvimento. Wallace declarou: "Eu não tive nada a ver com isso, foi apenas uma coincidência ele estar no estúdio. Ele não conseguiu dizer quem realmente estava envolvido na época, então ele meio que jogou a culpa em mim". Em 2012, Dexter Isaac, que cumpria pena de prisão perpétua por crimes não relacionados, reivindicou a responsabilidade pelo ataque a Shakur naquela noite, afirmando que o roubo foi orquestrado pelo executivo do ramo do entretenimento e ex-traficante de drogas James Rosemond. Após sua libertação da prisão, Shakur assinou com a Death Row Records em outubro de 1995. Isso tornou a Bad Boy Records e a Death Row rivais comerciais, intensificando ainda mais o conflito entre Shakur e Wallace.

Em outubro de 1995, Wallace revelou que ainda não havia recebido nenhum lucro de Ready to Die, apesar do álbum ter vendido dois milhões de cópias na época. Com cada CD custando US$ 15 (equivalente a US$ 33 em 2025), o álbum deveria ter gerado aproximadamente US$ 30 milhões (US$ 57 milhões em 2025) em receita. Em meio à rivalidade entre Wallace e Shakur, muitos especularam que "Who Shot Ya?", lançada no final de fevereiro de 1995 como um lado B secundário de "Big Poppa", tinha a intenção de provocar Shakur. De acordo com Lil' Cease, a música não tinha a intenção de ser um comentário sobre o tiroteio, afirmando: "Ele sabia que aquela música não era sobre ele [...] ele estava por perto naquela época". Lil' Cease afirmou que a música era uma introdução para o segundo álbum de Mary J. Blige, porém, "a merda era muito boa, então Big a manteve e disse: 'Vou lançá-la'".

Em junho de 1995, Wallace fez uma participação especial com o cantor pop Michael Jackson no álbum HIStory Continues, fornecendo vocais para a música "This Time Around". Lil' Cease afirmou que, quando Wallace conheceu Jackson, foi obrigado a ficar para trás, com Wallace explicando que NÃO "confiava em Michael com crianças" devido às alegações de abuso sexual infantil contra Jackson em 1993. O engenheiro John Van Nest lembrou que Wallace estava animado para conhecer Jackson e quase chorou quando isso aconteceu. Wallace começou a gravar seu segundo álbum de estúdio no final de 1995, trabalhando nele ao longo de dezoito meses na cidade de Nova York, Trinidad e Los Angeles. O processo de gravação foi interrompido por lesões, problemas legais e a disputa pública no mundo do hip-hop entre Wallace e Shakur.

Mais prisões, acusações relacionadas à morte de Shakur e ao nascimento do segundo filho (1996): Em 1996, Lil' Kim engravidou de Wallace enquanto os dois tinham um caso, mas mais tarde decidiu fazer um aborto. Wallace também começou um relacionamento com Charli Baltimore, natural da Filadélfia, que interpretou Evans no videoclipe de "Get Money". Embora Wallace tenha compartilhado seus planos de incluí-la em um supergrupo chamado Commission, ela sabia que não era a única mulher em sua vida. Em 23 de março de 1996, Wallace foi preso do lado de fora de uma boate em Manhattan por perseguir e ameaçar dois fãs que pediam autógrafos, quebrando as janelas do táxi em que estavam e agredindo um deles. Ele se declarou culpado de assédio de segundo grau e foi condenado a 100 horas de serviço comunitário. Mais tarde naquele ano, ele foi preso em sua casa em Teaneck, Nova Jersey, por acusações de posse de drogas e armas.

No Soul Train Music Awards de 1996, "One More Chance (Remix)" foi indicado para Canção do Ano e recebeu o prêmio de Canção R&B/Soul ou Rap do Ano no mesmo ano. Em junho de 1996, Shakur lançou "Hit 'Em Up". Uma faixa de diss direcionada a Wallace e outros rappers da Costa Leste, Shakur alegou ter tido um caso com Evans, que estava afastada de Wallace na época, e acusou Wallace de copiar seu estilo e imagem. Descrita como "maníaca", "Hit 'Em Up" critica Wallace, Combs e seus associados, incluindo Junior MAFIA, Evans e a Bad Boy Records. Em 1996, Wallace colaborou com o rapper em ascensão Jay-Z em seu álbum de estreia, Reasonable Doubt , gravando um dueto intitulado "Brooklyn's Finest". A faixa usou o humor para abordar as especulações em torno de Wallace e Shakur: "Se Faith tiver gêmeos, ela provavelmente terá dois Pacs. Entendeu? Two... Pacs." De acordo com Wallace, o humor sempre foi sua maneira de lidar com as dificuldades desde o ensino fundamental, explicando: "Eu tenho que fazer piadas sobre isso [...] Eu não posso ser o [cara] que fica por aí todo sério".

Conheço tantos caras como ele [...] tantos filhos da puta durões e brutos. Quando soube que ele tinha levado um tiro, pensei: "Ele vai estar na rua amanhã, fumando um baseado, bebendo Hennessy ou sei lá o quê." Você não acha que ele vai morrer.

—  Wallace sobre a morte de Shakur.

Em 7 de setembro de 1996, Shakur foi baleado quatro vezes em um tiroteio de carro em Las Vegas e morreu seis dias depois. Devido às acusações de Shakur em seus discos, Wallace, juntamente com outros rappers de Nova York como Mobb Deep, Capone e Noreaga, tornaram-se suspeitos de seu assassinato. Em uma série de reportagens do Los Angeles Times de 2002 intitulada "Quem Matou Tupac Shakur?", o jornalista Chuck Philips relatou, com base em relatórios policiais e múltiplas fontes, que o tiroteio foi realizado pelos Southside Crips, uma gangue de Compton, buscando vingança por uma agressão que Shakur supostamente lhe infligiu naquele mesmo dia. A reportagem também afirmou que Wallace havia pago pela arma usada no tiroteio. Na noite em que Shakur morreu, Wallace ligou para Evans em lágrimas; Evans lembrou que "ele estava em choque [...] e é justo dizer que ele provavelmente estava com medo". Wallace expressou pesar pela morte de Shakur, mas recusou-se a comparecer ao funeral quando convidado por um amigo. Ele explicou sua decisão dizendo: "[Shakur] tornou minha vida miserável [...] ele contou mentiras, arruinou meu casamento e virou meus fãs contra mim". O editor do Los Angeles Times, Mark Duvoisin, afirmou que "a história de Philips resistiu a todos os questionamentos sobre sua precisão [...] [e] continua sendo o relato definitivo do assassinato de Shakur". A família de Wallace negou a reportagem, fornecendo documentos que alegavam que ele estava em Nova Jersey na época do incidente. O New York Times considerou os documentos inconclusivos, afirmando:

As páginas supostamente são três impressões de computador do estúdio Daddy's House, indicando que Wallace estava lá gravando uma música chamada "Nasty Boy" na noite em que Shakur foi baleado. Elas indicam que Wallace "compôs metade da sessão", estava "entrando e saindo/ficando por ali" e "gravou uma referência", abreviação de um vocal de referência, o equivalente a uma primeira tomada. Mas nada indica quando os documentos foram criados. E Louis Alfred, o engenheiro de som listado nas folhas, disse em uma entrevista que se lembrava de ter gravado a música com Wallace em uma sessão noturna, não durante o dia. Ele não conseguia se lembrar da data da sessão, mas disse que provavelmente não foi na noite em que Shakur foi baleado. "Teríamos ficado sabendo", disse Alfred.

Wayne Barrow, co-empresário de Wallace na época, afirmou que Wallace estava gravando a faixa "Nasty Girl" na noite em que Shakur foi baleado. Pouco depois da morte de Shakur, Wallace se encontrou com Snoop Dogg, que afirmou NUNCA TER ODIADO Shakur. Durante a gravação de seu segundo álbum, Life After Death, Wallace e Lil' Cease foram presos por uso de maconha em público, resultando na apreensão de seu carro. Wallace optou por alugar um SUV Chevrolet Lumina, apesar das preocupações de Lil' Cease sobre os freios defeituosos. O carro acabou batendo em um trilho, quebrando a perna esquerda de Wallace e fraturando a mandíbula de Lil' Cease. Wallace passou meses no hospital, inicialmente usando uma cadeira de rodas, posteriormente dependendo de uma bengala (que usou até sua morte) e fazendo terapia. Apesar de sua hospitalização, ele continuou trabalhando no álbum, fazendo referência ao acidente em "Long Kiss Goodnight" com o verso: "Ya still tickle me, I used to be as strong as Ripple be/Til Lil' Cease crippled me".

Em 29 de outubro de 1996, Evans deu à luz o filho de Wallace, Christopher "CJ" Wallace Jr. Por volta dessa época, Wallace começou a gravar as músicas para Life After Death. No mês seguinte, Lil' Kim, integrante do Junior MAFIA, lançou seu álbum de estreia, Hard Core. Lil' Kim se descreveu como a "maior fã" de Wallace e se referiu a si mesma como "seu orgulho e alegria". Em uma entrevista de 2012, Lil' Kim revelou que Wallace a impediu de gravar um remix do single "Love U 4 Life" do Jodeci, trancando-a em um quarto. Segundo Kim, Wallace disse a ela que ela "não ia gravar nenhuma música com eles", provavelmente devido à associação do Jodeci com Shakur e a Death Row Records. Enquanto trabalhava em Life After Death, Wallace começou a perder peso, perdendo cerca de 14 kg (30 libras), segundo sua mãe.

Conclusão do desenvolvimento sobre a vida após a morte (1997):

“Chamei este álbum de "Vida Após a Morte" porque, quando eu escrevia coisas como "Foda-se o mundo, foda-se minha mãe e minha namorada", só sentia raiva de tudo: de ter que sair para vender crack, de me virar para sobreviver. Só raiva. Mas agora não posso mais fazer isso.”

—  Wallace sobre o título do álbum.

The Notorious B.I.G. em 1997. Autora ou
detentora dos direitos autorais de Lori Shepler / Los Angeles Times (presumido).

Em janeiro de 1997, Wallace foi condenado a pagar US$ 41.000 em indenização após um incidente envolvendo um amigo de um promotor de shows que alegou ter sido agredido por Wallace e sua comitiva após uma discussão em maio de 1995. Ele enfrentou acusações criminais de agressão pelo incidente, que permanece sem solução, mas todas as acusações de roubo foram retiradas. Após os eventos, Wallace falou sobre o desejo de se concentrar em sua "paz de espírito" e em sua família e amigos.

O desenvolvimento de Life After Death foi concluído em janeiro de 1997 para um lançamento em 25 de março. Em fevereiro de 1997, Wallace viajou para a Califórnia para promover Life After Death. Na manhã de 16 de fevereiro, Wallace começou os preparativos para o trabalho do dia. Ele havia chegado a Los Angeles duas semanas antes do Soul Train Music Awards para filmar o vídeo do primeiro single de seu álbum, "Hypnotize". A filmagem de três dias, com um orçamento de US$ 700.000, foi tanto um esforço promocional quanto uma declaração de seu retorno à cena musical. "Hypnotize" foi lançado oficialmente em 4 de março de 1997. Estreou em segundo lugar nos EUA e mais tarde alcançou o primeiro lugar.

Após a produção do vídeo ter terminado, Wallace gravou os seus vocais para o próximo álbum de Combs, Hell Up in Harlem; após a morte do primeiro, o álbum foi renomeado para No Way Out. Ele participou postumamente nas faixas "Victory" e "It's All About the Benjamins".

ASSASSINATO

Eventos anteriores: Wallace viajou para Los Angeles, Califórnia, em fevereiro de 1997 para promover seu segundo álbum de estúdio, Life After Death, e para filmar um videoclipe para seu primeiro single, "Hypnotize". Em 5 de março, ele concedeu uma entrevista à rádio The Dog House, da KYLD, em São Francisco, na qual afirmou ter contratado seguranças por temer por sua segurança. Wallace mencionou que o fez não apenas por causa da rivalidade entre as costas leste e oeste do hip-hop e pelo assassinato de Tupac Shakur seis meses antes, mas também porque segurança era simplesmente uma necessidade para celebridades de alto nível. O lançamento de Life After Death estava previsto para 25 de março de 1997.

Em 7 de março, Wallace entregou um prêmio a Toni Braxton no Soul Train Music Awards de 1997 e foi vaiado por parte da plateia. De acordo com o jornalista Justin Tinsley, ele tinha uma viagem marcada para Londres na manhã seguinte. Em vez disso, na noite de 8 de março, ele e a comitiva da Bad Boy Records compareceram a uma festa pós-premiação organizada pela revista Vibe, pela Qwest Records e pela Tanqueray Gin no Petersen Automotive Museum, no bairro de Carthay Circle, em Los Angeles. Outros convidados incluíram Faith Evans, QUEEN LATIFAH, Aaliyah, CHRIS TUCKER, os IRMÃOS WAYANS, Ginuwine, Irv Gotti, Jewell, Jermaine Dupri, The Lox, Da Brat, Xscape, Missy Elliott, Timbaland, Goodie Mob, MARTIN LAWRENCE, Kenny Burns, Russell Simmons, Ricky Bell, DJ Clue, J-Flexx, Clark Kent, DJ Quik, Ed Lover, Grant Hill, Tamia e membros das gangues Bloods e Crips. Mais de 1.000 pessoas compareceram. O Corpo de Bombeiros de Los Angeles encerrou a festa mais cedo devido ao fumo, música alta e superlotação.

Tiroteio: Em 9 de março de 1997, às 00h30 PST, Wallace e sua comitiva saíram do Petersen em dois Chevrolet e GMC Suburban verdes de 1997 para participar de uma festa pós-show na casa de Steve Stoute em Hollywood Hills. Wallace viajou no banco do passageiro da frente ao lado de seus associados Damion "D-Roc" Butler, Lil' Cease, membro do Junior MAFIA, e o motorista Gregory "G-Money" Young. Sean Combs viajou no outro veículo com Eugene "Gene" Deal, Anthony "Tone" Jacobs, Stevie J e o motorista Kenny Story. Os dois SUVs foram seguidos por um Chevrolet Blazer que transportava o diretor de segurança da Bad Boy Records, Paul Offord, e era dirigido por um policial de Inglewood fora de serviço chamado Reggie Blaylock.

Às 00h45, as ruas estavam lotadas de pessoas saindo do museu. O SUV de Wallace parou em um semáforo vermelho na esquina do Wilshire Boulevard com a South Fairfax Avenue, a 46 metros de distância. Um Chevrolet Impala SS escuro, modelo 1994-1996, parou ao lado do Suburban de Wallace. O motorista do Impala, um homem negro vestindo terno azul claro e gravata borboleta, abaixou o vidro, sacou uma pistola 9 mm e disparou seis tiros contra o Suburban. Biggie foi atingido por quatro balas. A equipe de Wallace o levou às pressas para o Cedars-Sinai Medical Center, onde os médicos realizaram uma toracotomia de emergência, mas ele foi declarado morto à 1h15, aos 24 anos.

Consequências: O relatório da autópsia de Wallace foi divulgado ao público em dezembro de 2012, quinze anos após sua morte. De acordo com o relatório, três dos quatro tiros não foram fatais. O primeiro projétil atingiu seu antebraço esquerdo e percorreu o trajeto até o pulso; o segundo o atingiu nas costas, errando todos os órgãos vitais e saindo pelo ombro esquerdo; e o terceiro atingiu sua coxa esquerda e saiu pela parte interna da coxa. O relatório especificou que o terceiro projétil atingiu "o lado esquerdo do escroto, causando uma laceração linear muito superficial de 10 mm". O quarto projétil foi fatal, entrando pelo quadril direito de Wallace e atingindo vários órgãos vitais, incluindo o cólon, o FÍGADO, o CORAÇÃO e o lobo superior do PULMÃO ESQUERDO, antes de parar na região do ombro esquerdo. A morte de Wallace foi lamentada por artistas e fãs de hip-hop em todo o mundo. Um serviço foi realizado na Capela Funerária Frank E. Campbell, com a presença de Queen Latifah, Flavor Flav, Lil Kim, Pepa do Salt-N-Pepa e o ex-prefeito de Nova York, David N. Dinkins. O rapper americano Nas sentiu que a morte de Wallace, juntamente com a de Shakur, foi "quase o fim do rap".

Investigação: Imediatamente após o tiroteio, surgiram relatos ligando o assassinato de Wallace ao de Shakur, seis meses antes, devido às semelhanças nos tiroteios de carro e à rixa entre as costas leste e oeste do hip hop, amplamente divulgada, da qual Shakur e Wallace eram figuras centrais. Reportagens da mídia já haviam especulado que Wallace estava de alguma forma ligado ao assassinato de Shakur, embora nenhuma evidência tenha surgido para incriminá-lo seriamente. Pouco depois da morte de Wallace, os jornalistas do Los Angeles Times, Chuck Philips e Matt Lait, relataram que o principal suspeito de seu assassinato era um membro dos Southside Crips agindo por motivação financeira pessoal, e não em nome da gangue; no entanto, a investigação estagnou e ninguém foi formalmente acusado.

Um cartaz de procurado da polícia de Los Angeles referente a um veículo possivelmente usado no assassinato de Notorious B.I.G.

Em um livro de 2002 de Randall Sullivan, chamado LAbyrinth, informações foram compiladas sobre os assassinatos de Wallace e Shakur com base em informações fornecidas pelo detetive aposentado do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD), Russell Poole. No livro, Sullivan acusou Marion "Suge" Knight, cofundador da Death Row Records e conhecido afiliado dos Bloods, de conspirar com o policial corrupto do LAPD, David Mack, para matar Wallace e fazer com que ambas as mortes parecessem ser resultado da rivalidade no rap. O livro afirmou que um dos supostos associados de Mack, Amir Muhammad, foi o assassino de aluguel que matou Wallace. A teoria foi baseada em evidências fornecidas por um informante chamado Psycho Mike, bem como na semelhança geral de Muhammad com o retrato falado gerado durante a investigação.

Em 2002, o cineasta Nick Broomfield lançou um documentário, Biggie & Tupac, baseado em informações do livro. O New York Times descreveu o documentário de Broomfield como um relato "em grande parte especulativo" e "circunstancial", baseado em evidências frágeis, sem "apresentar contra-evidências" ou "questionar as fontes". Além disso, o motivo sugerido para o assassinato de Wallace no documentário — diminuir a suspeita pelo tiroteio de Shakur seis meses antes — foi, como disse o Times, "não comprovado no filme".

Um artigo publicado na Rolling Stone por Sullivan em dezembro de 2005 acusou o Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) de não investigar completamente as pistas relativas à Death Row Records com base nas provas de Poole. Ele alegou que Combs "não cooperou totalmente com a investigação" e, segundo Poole, encorajou a equipe da Bad Boy a fazer o mesmo. A precisão do artigo foi posteriormente contestada em uma carta do editor-assistente do Los Angeles Times, que acusou Sullivan de usar "táticas desonestas". Sullivan, em resposta, citou o advogado principal do espólio de Wallace chamando o jornal de "cúmplice no acobertamento".

Ao fazer alusão à teoria de Sullivan e Poole que serviu de base para o processo de 500 milhões de dólares da família Wallace contra a cidade de Los Angeles, o The New York Times escreveu: "Uma indústria caseira de especulação criminal surgiu em torno do caso, com documentários, livros e uma série de artigos sensacionalistas em revistas, implicando gangues, policiais corruptos e uma rivalidade nacional no rap", observando que tudo associado à morte de Wallace havia sido "um grande negócio". Mais recentemente, o filme de 2018, Cidade das Mentiras, foi produzido com base na investigação de Poole e no livro de Sullivan, e escalou Johnny Depp para interpretar Poole.

O Los Angeles Times publicou teorias conflitantes sobre o assassinato em diferentes seções do jornal. A seção Metro do Times relatou que a polícia suspeitava de uma ligação entre a morte de Wallace e o escândalo de corrupção policial de Rampart, consistente com a teoria de Sullivan e Poole. A seção Metro também publicou uma foto de Muhammad, identificado pela polícia como um corretor de hipotecas sem ligação com o assassinato, que parecia corresponder aos detalhes do atirador, publicando seu nome e carteira de motorista. No entanto, Chuck Philips, um repórter da seção de Negócios do Times, procurou por Muhammad, que os repórteres da seção Metro não conseguiram encontrar para comentar. Levou apenas três dias para encontrar Muhammad, que tinha um anúncio atual de sua corretora de imóveis veiculado no Times.

Muhammad, que não era oficialmente suspeito na época, se apresentou para limpar seu nome. A seção Metro do jornal se opôs à publicação de uma retratação, mas o editor da seção de negócios, Mark Saylor, disse: "Chuck é uma espécie de autoridade mundial em violência no rap" e pressionou, juntamente com Chuck Philips, para que o Times retratasse o artigo. Em um artigo de correção escrito por Philips em maio de 2000, Muhammad foi citado dizendo: "Sou corretor de hipotecas, não um assassino" e perguntando: "Como algo tão completamente falso pode acabar na primeira página de um grande jornal?" A matéria limpou o nome de Muhammad. Uma matéria posterior de 2005, escrita por Chuck Philips, alegou que um informante da teoria de Poole-Sullivan, Psycho Mike, era um esquizofrênico com lapsos de memória admitidos que confessou ter se baseado em boatos. John Cook, da Brill's Content, observou que o artigo de Philips "demoliu" a teoria de Poole-Sullivan sobre o assassinato de Wallace. No livro de 2000, The Murder of Biggie Smalls, a jornalista investigativa e autora Cathy Scott sugeriu que os assassinatos de Wallace e Shakur poderiam ter sido resultado da rivalidade entre as costas leste e oeste e motivados por ganho financeiro para as gravadoras, já que os rappers valiam mais mortos do que vivos.

A investigação criminal sobre o assassinato de Wallace foi reaberta em julho de 2006 para buscar novas evidências que ajudassem a cidade a se defender dos processos civis movidos pela família Wallace. O detetive aposentado do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD), Greg Kading, que trabalhou por três anos em uma força-tarefa contra gangues que incluía o caso Wallace, alegou que o rapper foi baleado por Wardell "Poochie" Fouse . Fouse, membro da gangue Mob Piru e associado de Knight, morreu em 24 de julho de 2003, após ser baleado nas costas enquanto pilotava sua motocicleta em Compton. Kading acredita que Knight contratou Fouse para matar Wallace para vingar a morte de Shakur, por meio de sua namorada, Theresa Swann. Kading afirma que Shakur foi morto sob as ordens de Combs.

Em dezembro de 2012, o Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) divulgou os resultados da autópsia realizada no corpo de Wallace para gerar novas pistas. A divulgação foi criticada pelo advogado de longa data de seu espólio, Perry Sanders Jr., que se opôs à autópsia. O caso permanece oficialmente sem solução, apesar das evidências descobertas. Em 21 de fevereiro de 2025, a mãe de Wallace, Voletta, faleceu. Ela desempenhou um papel proeminente na busca por justiça para Wallace após sua morte e, em pelo menos duas ocasiões, processou a cidade de Los Angeles por homicídio culposo relacionado à alegação de que Mack teria participação na morte de Wallace. Em dezembro de 2025, a minissérie documental da Netflix de 50 Cent, Sean Combs: The Reckoning, alega que Sean "Diddy" Combs foi inevitavelmente responsável pelo assassinato.

Processos judiciais: Em abril de 2002, a mãe de Wallace, Voletta, entrou com uma ação por homicídio culposo contra a cidade de Los Angeles com base nas provas defendidas por Poole. Voletta alegou que o Departamento de Polícia de Los Angeles tinha provas suficientes para prender o atirador, mas não as utilizou. Mack e Muhammad foram inicialmente nomeados como réus no processo civil, mas foram retirados pouco antes do início do julgamento, depois que o Departamento de Polícia de Los Angeles e o FBI os descartaram como suspeitos.

O caso foi apresentado a um júri em 21 de junho de 2005. Na véspera do julgamento, Kevin Hackie, uma testemunha-chave que se esperava que testemunhasse, revelou que havia sofrido lapsos de memória resultantes de medicamentos psiquiátricos. Ele havia testemunhado anteriormente ter conhecimento do envolvimento entre Knight, Mack e Muhammed, mas depois disse que os advogados de Wallace haviam alterado suas declarações para incluir palavras que ele nunca havia dito. Hackie assumiu total culpa por apresentar uma declaração falsa.

Vários dias após o início do julgamento, o advogado dos autores revelou ao tribunal e ao advogado da parte contrária que havia recebido um telefonema de alguém que alegava ser um policial do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) e que forneceu informações detalhadas sobre a existência de provas relacionadas ao assassinato de Wallace. O tribunal ordenou que a cidade realizasse uma investigação completa, que revelou provas anteriormente não divulgadas, muitas das quais estavam na mesa ou no armário do detetive Steven Katz, o detetive principal na investigação do caso Wallace.

Os documentos centravam-se em entrevistas de vários agentes da polícia com um informante encarcerado que tinha sido colega de cela do agente de Rampart Rafael Perez durante um longo período de tempo. Ele relatou que Perez lhe tinha contado sobre o seu envolvimento e o de Mack com a Death Row Records e as suas atividades no Petersen Automotive Museum na noite do assassinato de Wallace. Como resultado das provas recentemente descobertas, o juiz declarou o julgamento nulo e atribuiu à família Wallace o reembolso das custas judiciais.

Em 16 de abril de 2007, parentes de Wallace entraram com um segundo processo por homicídio culposo contra a cidade de Los Angeles. O processo também nomeou dois policiais do LAPD no centro da investigação do escândalo Rampart, Perez e Nino Durden. De acordo com a alegação, Perez, um suposto afiliado da Death Row Records, admitiu a oficiais do LAPD que ele e Mack (que não foi nomeado no processo) "conspiraram para assassinar e participaram do assassinato de Christopher Wallace". A família Wallace alegou que o LAPD "ocultou conscientemente o envolvimento de Rafael Perez no assassinato de... Wallace".

A juíza distrital dos Estados Unidos, Florence-Marie Cooper, concedeu sentença sumária à cidade em 17 de dezembro de 2007, considerando que a família Wallace não havia cumprido uma lei da Califórnia que exigia que a família notificasse o estado sobre sua reivindicação dentro de seis meses após a morte de Wallace. A família Wallace reapresentou o processo, desistindo das alegações de violação da lei estadual em 27 de maio de 2008. O processo contra a cidade de Los Angeles foi arquivado em 2010. Foi descrito pelo The New York Times como "um dos casos de celebridades mais longos e controversos da história". O processo de Wallace pedia US$ 500 milhões da cidade.

Em 19 de janeiro de 2007, Tyruss "Big Syke" Himes, um amigo de Shakur que foi implicado no assassinato de Wallace pela afiliada da Fox em Los Angeles, KTTV, e pela revista XXL em 2005, entrou com um processo por difamação em relação às acusações.

LANÇAMENTOS PÓSTUMOS

Dezesseis dias após sua morte, o segundo álbum de estúdio de Wallace, Life After Death, foi lançado em 25 de março de 1997. O álbum alcançou quatro certificações de platina e se tornou o lançamento mais vendido do ano, empatando com Please Hammer Don't Hurt 'Em (1990) de MC Hammer como um dos álbuns de rap mais vendidos de todos os tempos em seu lançamento. Life After Death estreou em 1º lugar na Billboard 200. Ele havia aparecido brevemente antes em 176º lugar devido a violações de data de lançamento. O single seguinte a "Hypnotize", "Mo Money Mo Problems", com Combs e Mase, tornou-se o maior sucesso de Wallace nas paradas, alcançando o 1º lugar na Billboard Hot 100, tornando-o o primeiro artista a alcançar dois singles póstumos em 1º lugar. O terceiro single, "Sky's the Limit", com a banda 112, teve um videoclipe dirigido por Spike Jonze com crianças interpretando Wallace e seus contemporâneos, incluindo Combs, Lil' Kim e Busta Rhymes. Em dezembro de 1997, a revista Spin nomeou Wallace Artista do Ano, com "Hypnotize" como Single do Ano.

Em meados de 1997, Combs lançou seu álbum de estreia, No Way Out, que contou com a participação de Wallace em cinco faixas, incluindo o single "Victory". O segundo single do álbum, "I'll Be Missing You", com Combs, Evans e 112, foi dedicado à memória de Wallace e se tornou um sucesso mundial. No Grammy Awards de 1998, Life After Death e seus dois primeiros singles — "Hypnotize" e "Mo Money Mo Problems" — receberam indicações na categoria rap. No Way Out, de Combs, ganhou o prêmio de Melhor Álbum de Rap, enquanto "I'll Be Missing You" ganhou o prêmio de Melhor Performance de Rap por um Duo ou Grupo, categoria na qual "Mo Money Mo Problems", de Wallace, também foi indicada. Em dezembro de 1999, a Bad Boy Records lançou Born Again, um álbum com material inédito de Wallace, misturado com novas participações especiais de artistas com quem ele não havia colaborado em vida, incluindo Eminem e Missy Elliott. Dele saíram dois singles: "Dead Wrong" e "Notorious BIG", lançados em 26 de outubro de 1999 e 11 de dezembro de 1999, respectivamente. "Notorious BIG" alcançou o 82º lugar na Billboard Hot 100.

Wallace participou do álbum Invincible de Michael Jackson, fornecendo os vocais principais para a faixa "Unbreakable", que foi lançada em 30 de outubro de 2001. Os vocais de Wallace apareceram em "Unfoolish" de Ashanti em 2002, e na faixa "Runnin' (Dying to Live)" com Shakur em 2003. Duets: The Final Chapter, um álbum de remixes, foi lançado em 20 de dezembro de 2005, que gerou os singles "Nasty Girl" e "Spit Your Game". "Nasty Girl" conta com Combs, Nelly, Jagged Edge e Avery Storm, e "Spit Your Game" inclui participações especiais de Krayzie Bone , Twista e 8Ball & MJG. O álbum alcançou o 3º lugar na Billboard 200, enquanto "Nasty Girl" alcançou o 44º lugar na Hot 100. Combs e Voletta afirmaram que Duets: The Final Chapter seria o último álbum com material predominantemente inédito. Uma coletânea, Greatest Hits, foi lançada em 6 de março de 2007 — três dias antes do décimo aniversário da morte de Wallace. Ela incluía faixas como "Juicy" e "Big Poppa", mas foi criticada pelo AllMusic por não conter sucessos como "Mo Money Mo Problems" e "Going Back to Cali". O álbum estreou em primeiro lugar na parada Billboard 200. Em 19 de maio de 2017, foi lançado The King & I, um álbum de duetos com Evans e Wallace, apresentando principalmente faixas inéditas. O álbum alcançou o 65º lugar na Billboard 200.

ARTE

Vocal: Wallace tinha a extensão vocal de um barítono. Ele geralmente fazia rap em um tom grave que a Rolling Stone descreveu como um "resmungo grosso e jovial", que se tornou ainda mais grave em Life After Death. Wallace era frequentemente acompanhado por Combs, que contribuía com improvisos em suas faixas. A coluna "Unsigned Hype" da revista The Source descreveu seu estilo como "descolado, nasal e filtrado, abençoando seu próprio material". O AllMusic notou o talento de Wallace para sobrepor várias rimas em rápida sucessão, enquanto a revista Time destacou sua habilidade de apresentar rimas multissilábicas com fluidez. O acadêmico Adam Krims descreveu seu estilo rítmico como "efusivo". Wallace frequentemente usava sons onomatopaicos, como "uhhh" no início de faixas como "Hypnotize" e "Big Poppa".

Lateef, do Latyrx, descreveu Wallace como tendo "flows intensos e complexos", enquanto Fredro Starr, do Onyx, o chamou de "um mestre do flow". O rapper Bishop Lamont elogiou a capacidade de Wallace de capturar "todos os hemisférios da música". Wallace frequentemente empregava esquemas de rima de uma única linha para trazer variedade e profundidade ao seu flow. Big Daddy Kane observou que Wallace não precisava de um vocabulário extenso para impressionar; em vez disso, ele "apenas juntava suas palavras de uma maneira elegante, e isso funcionava bem para ele". Conhecido por compor letras em sua cabeça em vez de escrevê-las, Wallace ocasionalmente se desviava de seu estilo usual. Por exemplo, ele cantou em falsete lento em "Playa Hater" e adaptou-se ao fluxo rápido de rimas do Bone Thugs-n-Harmony em "Notorious Thugs".

Estilo musical: As letras de Wallace exploravam uma variedade de temas, incluindo narrativas mafiosas ("Niggas Bleed"), reflexões sobre seu passado como traficante de drogas ("Ten Crack Commandments"), ostentação materialista ("Hypnotize"), humor ("Just Playing (Dreams)"), e experiências românticas ("Me & My Bitch"). Em 2004, a Rolling Stone o elogiou como "um dos poucos jovens compositores masculinos em qualquer estilo pop que escreve canções de amor críveis". No livro How to Rap, o rapper Guerilla Black destacou a capacidade de Wallace de "glorificar a elite" ao mesmo tempo em que fazia os ouvintes "sentirem sua luta". De acordo com o jornalista do The New York Times, Touré, as letras de Wallace "[misturavam] detalhes autobiográficos sobre crime e violência com honestidade emocional". Outro escritor do The New York Times, Michel Marriott, observou em 1997 que suas letras não eram inteiramente autobiográficas, pois ele tinha um talento para o exagero para melhorar sua narrativa e apelo comercial. Wallace descreveu seu álbum de estreia, Ready to Die, como "uma grande torta, com cada fatia indicando um ponto diferente em [sua] vida envolvendo vadias e manos [...] do começo ao fim".

A Rolling Stone descreveu Ready to Die como um contraste entre visões de rua "sombrias" e "muita diversão espirituosa, trazendo o princípio do prazer de volta ao hip-hop". O AllMusic notou "uma sensação de desgraça iminente" em algumas de suas músicas, enquanto Jon Pareles, do The New York Times, descreveu um fio de paranoia em outras. O próprio Wallace afirmou que se sentia "quebrado e deprimido" enquanto criava seu álbum de estreia. A faixa final de Ready to Die, "Suicidal Thoughts", retrata um personagem contemplando e, por fim, COMETENDO SUICÍDIO. Em seu álbum seguinte, Life After Death, as letras de Wallace se aprofundaram ainda mais, como observou a Rolling Stone. Krims observou que o disco alterna entre faixas animadas e dançantes e um "rap da realidade" cru, refletindo uma mudança temática em direção a uma persona mais "cafetão". A revista XXL observou que Wallace "reformulou sua imagem" entre os dois álbuns, evoluindo de um "malandro de nível médio" em sua estreia para um "chefão das drogas" em seu segundo trabalho. O AllMusic creditou a habilidade de Wallace em contar histórias como um fator chave no sucesso de Ready to Die.

LEGADO

Amplamente considerado um dos maiores rappers de todos os tempos, o AllMusic descreveu Wallace como "o salvador do hip-hop da Costa Leste". A revista The Source o nomeou o maior rapper de todos os tempos em sua 150ª edição, em março de 2002. A MTV o classificou em 3º lugar em sua lista de 2006 dos Maiores MCs de Todos os Tempos, chamando-o de potencialmente "o mais habilidoso de todos os tempos no microfone". Em 2012, ele foi listado entre os 50 Melhores Líderes Líricos da The Source. A Rolling Stone o aclamou como o "maior rapper que já existiu", e em 2015, a Billboard nomeou Wallace o maior rapper de todos os tempos.

As letras de Wallace foram amplamente sampleadas e citadas por artistas de diversos gêneros, incluindo Jay-Z, 50 Cent, Eminem, Lil Wayne, Drake, Kendrick Lamar, Ludacris, e Kanye West. Homenagens a ele têm figurado com destaque na cultura hip-hop, como no MTV Video Music Awards de 2005, onde Combs e Snoop Dogg o homenagearam com uma apresentação orquestral de suas músicas "Juicy" e "Warning". No VH1 Hip Hop Honors de 2005 , uma homenagem a Wallace foi o destaque do show. No mesmo show em 2016, Rich Homie Quan apresentou "Get Money", mas enfrentou críticas após esquecer a letra. Antes de morrer, Wallace havia começado a promover uma linha de roupas, Brooklyn Mint, focada em roupas plus size. A marca ficou inativa após sua morte, mas foi relançada em 2004 por seus empresários, Mark Pitts e Wayne Barrow, com a ajuda de Jay-Z. A renda beneficiou diversas organizações de caridade, incluindo a Christopher Wallace Foundation e a Shawn Carter Scholarship Foundation.

A Fundação Memorial Christopher Wallace organiza um evento beneficente anual de gala, "BIG Night Out", para arrecadar fundos para recursos educacionais infantis. A sigla "BIG" foi reaproveitada para significar "Livros em vez de armas". No Brooklyn, o legado de Wallace é preservado por meio da arte e de esforços comunitários. Um mural retratando Wallace pode ser encontrado na Rua Fulton, perto do bairro onde ele passou a infância. Em 2019, a esquina da Rua Fulton com a Rua St. James foi renomeada em sua homenagem. A imagem e a personalidade de Wallace inspiraram elementos da representação de Cornell "Cottonmouth" Stokes no Universo Cinematográfico Marvel, na série Luke Cage da Netflix. Em agosto de 2020, o filho de Wallace, CJ Wallace, lançou um remix house de "Big Poppa".

Biografias: Notorious é um filme biográfico de 2009 que retrata a vida e a carreira de Wallace, estrelado pelo rapper Jamal Woolard no papel principal. Dirigido por George Tillman Jr. e distribuído pela Fox Searchlight Pictures, o filme foi produzido por seus empresários, Combs, Barrow e Pitts, e por sua mãe, Voletta. Em 16 de janeiro de 2009, a estreia do filme no cinema Grand 18 em Greensboro, Carolina do Norte, foi adiada após um tiroteio no estacionamento antes da exibição. O filme arrecadou US$ 44,4 milhões em todo o mundo com um orçamento de US$ 20 milhões e recebeu críticas mistas.

Em outubro de 2007, começaram os testes abertos para o papel de Wallace, atraindo atores, rappers e aspirantes a artistas. Beanie Sigel fez o teste, mas não foi selecionado, enquanto Sean Kingston expressou interesse no papel, embora os produtores tenham negado seu envolvimento. Por fim, Woolard foi escalado como Wallace, e o filho de Wallace, CJ, interpretou seu pai. Para acompanhar o filme, a Bad Boy Records lançou um álbum com a trilha sonora em 13 de janeiro de 2009, apresentando muitas das faixas de destaque de Wallace, como "Hypnotize" e "Juicy".

Outra cinebiografia, o documentário da Netflix de 2021, Biggie: I Got a Story to Tell, explora a vida de Wallace antes da fama e apresenta "acesso sem precedentes concedido pela família de Wallace, com acesso e informações raras". Foi produzido por Voletta e Combs.

DISCOGRAFIA

Álbuns de estúdio:
  1. Ready to Die (1994)
  2. Life After Death (1997)
Álbuns póstumos:
  1. Born Again (1999)
  2. Duets: The Final Chapter (2005)
  3. The King & I (with Faith Evans) (2017)
Compilação: Greatest Hits (2007).

Trilha Sonora: Notorious (2009).

Singles:
  1. Party and Bullshit (1993);
  2. Juicy (1994);
  3. Big Poppa;
  4. One More Chance (incluindo "Stay with Me Remix") (1995);
  5. Hypnotize (1997);
  6. Mo Money Mo Problems (featuring Mase and Puff Daddy);
  7. Going Back to Cali;
  8. Notorious B.I.G. (featuring Puff Daddy and Lil' Kim) (1999);
  9. Dead Wrong (featuring Eminem) (2000);
  10. Nasty Girl (participação de P Diddy, Nelly, Jagged Edge, Avery Storm e Jazze Pha) (2005);
  11. Spit Your Game (participação de Twista, Krayzie Bone, Swizz Beatz, 8 Ball and MJG) (2006);
  12. NYC (com Faith Evans e participação de Jadakiss) (2017);
  13. G.O.A.T. (participação de Ty Dolla Sign e Bella Alubo) (2022).
Participações:
  1. Dolly My Baby (Extended Bad Boy Remix) (1993);
  2. Flava in Ya Ear (Remix) (1994);
  3. Can't You See (1995);
  4. The Points;
  5. Player's Anthem;
  6. This Time Around;
  7. Get Money (1996);
  8. Only You;
  9. You Can't Stop the Reign;
  10. Been Around the World (1997);
  11. It's All About the Benjamins;
  12. Victory (1998);
  13. Runnin' (Dying to Live) (2004);
  14. Angels (2009).
MÍDIA

Filmografia: 
  1. The Show (1995) como ele mesmo.
  2. Rhyme & Reason (documentário de 1997) como ele mesmo.
  3. Biggie & Tupac (documentário de 2002) archive footage
  4. Tupac: Resurrection (documentário de 2003) archive footage
  5. Notorious B.I.G. Bigger Than Life (documentário de 2007) archive footage
  6. Notorious (2009) archive footage
  7. All Eyez on Me (2017) archive footage
  8. Quincy (documentário de 2018) archive footage
  9. Biggie: The Life of Notorious B.I.G. (documentário de 2017) archive footage
  10. Biggie: I Got a Story to Tell (documentário de 2021) archive footage
Aparições na televisão:
  1. New York Undercover (1995) como ele mesmo
  2. Martin (1995) como ele mesmo
  3. Who Shot Biggie & Tupac? (2017)
  4. Unsolved (2018)
PRÊMIOS
  1. Prêmio ASCAP de Música Rhythm & Soul de 2005: "Runnin' (Dying to Live)" (com Tupac Shakur) - Melhor Trilha Sonora do Ano.
    1. 2017 — N/A Prêmio ASCAP Founders.
    2. 2020 — "Sicko Mode" Canções Vencedoras de Rap e R&B/Hip-Hop
  2. Billboard Music Awards 1995 — Artista de Rap do Ano
    1. "One More Chance/Stay with Me (Remix)" (com Faith Evans) Single de Rap do Ano
    2. 1997 Life After Death Álbum de R&B
  3. MTV Video Music Awards 1997 "Hypnotize" Melhor Vídeo de Rap
  4. Rock and Roll Hall of Fame 2020 — Artistas
  5. Soul Train Music Awards 1996 "One More Chance/Stay With Me (Remix)" (com Faith Evans) — Canção de R&B/Soul ou Rap do Ano
    1. 1998 Life After Death Melhor Álbum de R&B/Soul – Masculino
  6. The Source Hip-Hop Music Awards 1995 — Artista Solo Revelação do Ano
    1. Letrista do Ano
    2. Melhor Artista ao Vivo do Ano
    3. Ready to Die Álbum do Ano
INDICAÇÕES
  1. Grammy Awards 1996 "Big Poppa" Melhor Performance Solo de Rap
    1. 1998 "Hypnotize" Melhor Performance Solo de Rap
    2. "Mo Money Mo Problems" Melhor Performance de Rap por Dupla ou Grupo (com Mase e Puff Daddy)
    3. Life After Death Melhor Álbum de Rap
  2. MTV Video Music Awards 1998 "Mo Money Mo Problems" Melhor Vídeo de Rap (com Mase e Puff Daddy)
  3. Soul Train Music Awards 1998 Life After Death Música de R&B/Soul ou Rap do Ano
    1. "Mo Money Mo Problems" (com Mase e Puff Daddy) — Melhor Videoclipe de R&B/Soul ou Rap
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