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domingo, 9 de agosto de 2026

COWBOY FORA DA LEI (CANÇÃO BRASILEIRA DE 1987)

Capa do compacto em vinil "80 Anos ★ Fora da Lei", lançado pela Record Collector Brasil para celebrar os 80 anos de nascimento de Raul Seixas.O disquinho de 7 polegadas traz uma gravação demo inédita e caseira de "Cowboy Fora da Lei" gravada em 1986, antes da versão final do álbum Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum.No Lado B, apresenta uma mixagem atualizada de 2025 ("Mix Larga Rick 2025") mantendo os vocais originais do artista.
  • GRAVAÇÃO: Entre 24 de fevereiro e 29 de dezembro de 1986, no estúdio independente São Paulo, em São Paulo, e nos estúdios da gravadora Copacabana, em São Bernardo do Campo
  • COMPOSIÇÃO: Raul Seixas & Cláudio Roberto
  • GÊNERO(S): Country rock
  • ÁLBUM: Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum!
  • DURAÇÃO: 03:38
  • GRAVADORA(S): Copacabana Records
  • PRODUÇÃO: Raul Seixas e Rick Ferreira
  • LANÇAMENTO: março de 1987
  • ANTERIOR: Quando Acabar o Maluco Sou Eu
  • POSTERIOR: Paranóia II (Baby Baby Baby)
Cowboy Fora da Lei é uma canção do cantor e compositor Raul Seixas, lançada em março de 1987 pela gravadora Copacabana no álbum Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum! e gravada entre 24 de fevereiro e 29 de dezembro de 1986 no estúdio independente São Paulo, em São Paulo, e nos estúdios da gravadora Copacabana, em São Bernardo do Campo. É o último grande sucesso da carreira solo do cantor baiano.

LETRA

Mamãe, não quero ser prefeito
Pode ser que eu seja eleito
E alguém pode querer me assasinar

 

Eu não preciso ler jornais
Mentir sozinho eu sou capaz
Não quero ir de encontro ao azar

 

Papai, não quero provar nada
Eu já servi à pátria amada
E todo mundo cobra a minha luz

 

Oh, coitado, foi tão cedo
Deus me livre, eu tenho medo
Morrer dependurado numa cruz

 

Eu não sou besta pra tirar onda de herói
Sou vacinado, eu sou cowboy
Cowboy fora da lei

 

Do Durango Kidd só existe no gibi
E quem quiser que fique aqui
E entrar pra história é com vocês

 

Vamo entrar pra história, pessoal

 

Mamãe, não quero ser prefeito
Pode ser que eu seja eleito
E alguém pode querer me assasinar

 

Eu não preciso ler jornais
Mentir sozinho eu sou capaz
Não quero ir de encontro ao azar

 

Papai, não quero provar nada
Eu já servi à pátria amada
E todo mundo cobra a minha luz, minha luz

 

Oh, coitado, foi tão cedo
Deus me livre, eu tenho medo
Morrer dependurado numa cruz

 

Eu não sou besta pra tirar onda de herói
Sou vacinado, eu sou cowboy
Cowboy fora da lei

 

Do Durango Kid só existe no gibi
E quem quiser que fique aqui
Entrar pra história é com vocês

 

Eu não sou besta pra tirar onda de herói
Sou vacinado, eu sou cowboy
Cowboy fora da lei

 

Do Durango Kid só existe no gibi
E quem quiser que fique aqui
Entrar pra história é como vocês

 

Entra pra história
Sarabandam

CRÉDITOS

  • Instrumentos: 
    • Guitarra: Rick Ferreira e Antenor Soares Gandra Neto
    • Banjo, Lap Steel Guitar, Piano e Teclados: Rick Ferreira
    • Baixo: Pedro Ivo Lunardi, Geraldo Vieira e Lívio Benvenuti Júnior (Nenê)
    • Bateria: Albino Cezar Infantozzi e Francisco di Maria Medori Júnior
  • Direção artística: Juvenal de Oliveira
  • Produção: Raul Seixas e Rick Ferreira
  • Arranjos: Raul Seixas e Rick Ferreira
  • Engenheiro de som: Paulo Roberto Jurazzo, Getúlio B. C. Júnior e Zécafi
  • Mixagem: Paulo Roberto Jurazzo, Rick Ferreira e Raul Seixas
  • Corte: Getúlio B. C. Júnior
  • Concepção, layout e foto da capa: Lena Coutinho
  • Foto da contra-capa: Celso Luiz
  • Agradecimentos especiais: Maria Melício, Adiel Macedo de Carvalho e Toninho D'Almeida

RESENHA MUSICAL

"Cowboy Fora da Lei" é um country rock que conta com um banjo e um violão de aço, ambos tocados por Rick Ferreira. Foi o grande sucesso do disco no qual foi originalmente lançada e sua letra apresenta uma mistura de política (com referências a Tancredo Neves, Martin Luther King Jr. e Mahatma Gandhi) e medo da idolatria de fãs.

COMPOSIÇÃO

A canção começou a tomar forma em 1973, quando Raul compôs uma letra chamada "Cowboy 73". A canção não foi utilizada na época, ficando em um dos muitos cadernos com letras do cantor baiano. Em 1984, durante as sessões de gravação do que seria o seu único álbum pela gravadora carioca Som Livre - a gravadora da Rede Globo -, Raul chamou Sylvio Passos - criador do primeiro fã-clube do artista - para, juntos, aproveitarem o refrão daquela composição e realizarem uma nova música. A ideia era que a letra fosse uma história, falada, como em uma história em quadrinhos, e apenas o refrão fosse cantado. Entretanto, quando Raul entrou em estúdio para gravar a canção, ele estava embriagado, após uma briga com sua mulher, e isso comprometeu as possibilidades de finalizar a canção e incluí-la no disco (que já tinha estourado o orçamento). Assim, a canção só foi retomada por Raul dois anos depois, nas sessões do seu primeiro álbum pela Copacabana. Novamente, só o refrão foi reaproveitado e Raul chamou seu antigo amigo e parceiro Cláudio Roberto para finalizar a sua letra.

Durango Kid Vol.1 #10.

GRAVAÇÃO, LANÇAMENTO E PROMOÇÃO

A versão definitiva foi gravada entre 24 de fevereiro e 29 de dezembro de 1986 no estúdio independente São Paulo, em São Paulo, e nos estúdios da gravadora Copacabana, em São Bernardo do Campo, nas conturbadas sessões de gravação do disco Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum!, que seria lançado em março do ano seguinte. Com o lançamento, a recepção extremamente positiva ao álbum por parte da crítica e a boa divulgação e distribuição do disco, levaram ao imediato sucesso desta canção nas rádios de todo o país. Também, a canção passa a fazer parte da trilha sonora da novela das sete da Rede Globo, Brega & Chique. Assim, a emissora carioca convida Raul para gravar um videoclipe para exibição em seu programa dominical, o Fantástico. O vídeo é realizado nos seus estúdios e conta com a participação especial de Wilson Grey e direção de Paulo Trevisan.

ANARKILÓPOLIS

Em julho de 2003, é lançada uma coletânea chamada Anarkilópolis com diversas canções de Raul Seixas englobando um grande período da carreira do cantor baiano que vai de O Dia em que a Terra Parou, de 1977, até a participação de Raul no álbum Duplo Sentido do Camisa de Vênus, de 1987. A temática que une as canções é o fato de elas contarem com a participação de grandes nomes da música brasileira, como Gilberto Gil, Jackson do Pandeiro, Sérgio Dias e Liminha, André Christovam, Celso Blues Boy, Pepeu Gomes, Sérgio Sampaio, Marcelo Nova e Wanderléa.

Neste disco, consta uma nova versão de "Cowboy Fora da Lei" ("Anarkilópolis (Cowboy Fora Da Lei Nº 2)"), que é a recuperação da canção escrita em parceria com Sylvio Passos e que deveria ter sido lançada em 1984. As fitas foram descobertas por Aramis Barros, e recuperadas conforme as instruções de Sylvio Passos. No ano seguinte, esta faixa seria incluída no relançamento comemorativo de 20 anos de Metrô Linha 743.

  • Gravação: Entre janeiro e abril de 1984, nos estúdios Sigla, em São Paulo e no Rio de Janeiro
  • Composição: Raul Seixas, Cláudio Roberto e Sylvio Passos
  • Gênero(s): Country rock
  • Álbum: Anarkilópolis
  • Duração: 03:27
  • Gravadora(s): Som Livre
  • Produção: Alexandre Agra e Raul Seixas (produção da faixa); Kika Seixas e Luiz Carlos (produção da coletânea)
  • Lançamento: julho de 2003
  • Posterior: Ê Meu Pai

Créditos:

  • Instrumentos: 
    • Vocais: Raul Seixas, Kika Seixas, Rick Ferreira, Mauro Machado Júnior, Ana Lúcia Leuzinger, Viviane Carvalho e André Costa
    • Guitarra, banjo, Lap Steel Guitar e violões: Rick Ferreira
    • Piano: Miguel Cidras
    • Violino: Lou Petrus
    • Baixo: Paulo César Barros
    • Bateria: Ivan Conti (Mamão)
  • Produção: Alexandre Agra e Raul Seixas
  • Arranjos: Rick Ferreira
  • Remix: Aramis Barros e Luiz Carlos "Meu Bom"
  • Técnico de gravação e mixagem: Jorge "Gordo" Guimarães
  • Assistentes de gravação: Everaldo Andrade e Ciro Albuquerque
  • Operador de Pro Tools: Ciro Albuquerque

FONTES: ALMEIDA, Mauro de. A volta do cowboy Raul Seixas. Publicado em Folha de S.Paulo, Ilustrada, 15 de março de 1985, p. 55.

BARBANTI JÚNIOR, Olympio. O velho rock volta com Raul Seixas. Publicado em Folha de S.Paulo, Ilustrada, 31 de dezembro de 1986, p. 32.

LEITE, Edmundo. Sai versão inédita de canção de Raul Seixas. Publicado em O Estado de S. Paulo, Segundo Caderno, em 6 de junho de 2003, p. 10.

MAFRA, Antônio. Raul Seixas: "Continuo jovem, só que estou mais sossegado". Publicado em O Globo, Segundo Caderno, 7 de julho de 1984, p. 1.

MAIA, Sônia. Raul Seixas: Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum!. Publicado em Revista Bizz, março de 1987.

PASCOWITCH, Joyce. Entrelinhas. Publicado em Folha de S.Paulo, Ilustrada, 30 de dezembro de 1986, p. 32.

PIMENTEL, João. O bom lado B de Raul Seixas. Publicado em O Globo, Segundo Caderno, 8 de julho de 2003, p. 2.

SOARES, Isaac Soares de. Dossiê Raul Seixas. São Paulo: Universo dos Livros, 2011.

SOUZA, Tárik de. A volta do roqueiro filósofo. Publicado em Jornal do Brasil, 23 de março de 1987, p. 39.

SOUZA, Lucas Marcelo Tomaz de. Eu devia estar contente: a trajetória de Raul Santos Seixas. Dissertação de mestrado. Marília: Unesp, 2011.

Mafra, 1984.

 Leite, 2003.

Almeida, 1985.

 Barbanti Júnior, 1986.

Seixas no estúdio. Folha de S. Paulo, Ilustrada, publicado em 23 de fevereiro de 1986.

Pascowitch, 1986.

Souza, 2011, pp. 202-207.

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 Maia, 1987.

Souza, 1987.

 «Raul Seixas - Anarkilópolis». Discogs. N.d. Consultado em 2 de abril de 2017

Pimentel, 2003.

Soares, 2011, p. 99.

«Raul Seixas - Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum!». Discogs. N.d. Consultado em 28 de março de 2017

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quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

JINGLE BELL ROCK (MÚSICA ESTADUNIDENSE DE 1957)

Esta é a capa frontal do single de 7 polegadas "Jingle Bell Rock", do artista Bobby Helms. Acredita-se que os direitos autorais da arte da capa pertençam à gravadora Decca Records ou ao(s) artista(s) gráfico(s).
Capa frontal da capa ilustrada do single de 1957 lançado pela Decca Records (nº 30513).

  • GRAVAÇÃO: Outubro de 1957
  • LANÇAMENTO: 28 de novembro de 1957
  • COMPOSIÇÃO: Joe Beal & Jim Boothe
  • PRODUÇÃO: Paul Cohen
  • GÊNERO(S): natal, rock and roll, rockabilly e country
  • ÁLBUM: Single
  • DURAÇÃO: 2:12 
  • GRAVADORA(S): Decca Records
  • LADO B: Captain Santa Claus (and His Reindeer Space Patrol)
  • ANTERIOR: My Special Angel (1957)
  • POSTERIOR: Just a Little Lonesome (1958)
"Jingle Bell Rock" é uma canção natalina americana lançada originalmente por Bobby Helms em 1957. Ela, juntamente com várias versões cover, tem sido frequentemente tocada nas rádios dos Estados Unidos durante todas as temporadas de Natal desde então, e é geralmente considerada a canção de assinatura de Helms. "Jingle Bell Rock" foi composta por Joseph Carleton Beal e James Ross Boothe, embora tanto Helms quanto o guitarrista de estúdio da música, Hank Garland, tenham contestado isso. Beal era um profissional de relações públicas nascido em Massachusetts e residente de longa data da South Ocean Avenue em Atlantic City, Nova Jersey, e Boothe era um escritor americano no ramo da publicidade.

LETRA

Jingle bell, jingle bell, jingle bell rock
Jingle bells swing and jingle bells ring
Snowin' and blowin' up bushels of fun
Now the jingle hop has begun
Jingle bell, jingle bell, jingle bell rock
Jingle bells chime in jingle bell time
Dancin' and prancin' in Jingle Bell Square
In the frosty air
What a bright time, it's the right time
To rock the night away
Jingle bell time is a swell time
To go glidin' in a one-horse sleigh
Giddy-up jingle horse, pick up your feet
Jingle around the clock
Mix and a-mingle in the jinglin' feet
That's the jingle bell rock
Jingle bell, jingle bell, jingle bell rock
Jingle bells chime in jingle bell time
Dancin' and prancin' in Jingle Bell Square
In the frosty air
What a bright time, it's the right time
To rock the night away
Jingle bell time is a swell time
To go glidin' in a one-horse sleigh
Giddy-up jingle horse, pick up your feet
Jingle around the clock
Mix and a-mingle in the jinglin' feet
That's the jingle bell
That's the jingle bell
That's the jingle bell rock

 

 GRAVAÇÕES DE HELMS

Anúncio do single de Bobby Helms, "Jingle Bell Rock", e do lado B, "Captain Santa Claus". 25 de novembro de 1957.


"Jingle Bell Rock" foi interpretada por muitos, mas a primeira versão de Helms, de 1957, produzida por Paul Cohen, é provavelmente a mais conhecida. O título da música e parte de sua letra são uma extensão do antigo clássico natalino "Jingle Bells". Faz breves referências a outras canções populares da década de 1950, como "Rock Around the Clock", e menciona ir a um "Jingle hop"; fora isso, é uma melodia natalina pop swingada bastante básica. Após uma breve introdução, Hank Garland fornece floreios de guitarra elétrica, principalmente durante os solos na gravação. Os vocais de apoio foram do grupo Anita Kerr Singers.

A versão original de Helms, lançada pela Decca em outubro de 1957 (9-30513), foi regravada por ele em 1965 pela Kapp (K-719) e novamente em 1967 pela Little Darlin' (LD-0038). Em 1970, Helms gravou um álbum inteiro intitulado "Jingle Bell Rock" pela Certron (C-7013), lançando a faixa-título pela Certron (C-10021), com capa ilustrada. Em mais uma regravação, Helms lançou uma versão pela Ashley (AS-4200) em 1971. Ele também gravou a música para a Gusto Records, que a lançou posteriormente pelo selo "Power Pak". Em 1983, Helms lançou sua última gravação de "Jingle Bell Rock" pela Black Rose (82713).

A D-TV adaptou esta versão para oscurtas da Disney, Once Upon a Wintertime from Melody Time e On Ice.

Pessoal:

  1. Bobby Helms – vocal, guitarra
  2. Henry Ade – guitarra de aço
  3. Hank Garland – guitarra
  4. Anita Kerr Singers – vocais de apoio
GRAVAÇÃO DE BRENDA LEE

Brenda Lee gravou a música em 23 de junho de 1964 para seu álbum Merry Christmas from Brenda Lee, lançado pela gravadora Decca. O álbum foi lançado em 19 de outubro de 1964. O álbum alcançou o 7º lugar na parada da Billboard, com a música "Rockin' Around the Christmas Tree" chegando ao 1º lugar na Billboard Hot 100 em 2023. A gravação de Lee de "Jingle Bell Rock" entrou na parada Billboard Top 100 todos os anos desde 2019.

VERSÕES COVER

Lindsay Lohan fez um cover da música em 2022 para seu filme da Netflix, Falling for Christmas, como uma homenagem à sua performance da faixa na comédia adolescente Mean Girls, de 2004.

The Vivienne e Tia Kofi fizeram um cover da música em 2021.

CONTROVÉRSIA SOBRE A AUTORIA

Helms, assim como o guitarrista de estúdio da música, Hank Garland, afirmaram até suas mortes que foram eles, e não Beal e Boothe, os autores da canção. Eles alegaram que a música original de Beal e Boothe se chamava "Jingle Bell Hop" e que foi dada a Helms por um executivo da Decca para ser gravada. Segundo Helms e Garland, essa música tinha pouca ou nenhuma semelhança com a versão atual. Helms não gostou e, como resultado, ambos trabalharam nela, alterando a música, a letra e o andamento, além de adicionar uma ponte que estava faltando. A nova música, afirmaram, é a que conhecemos hoje. No entanto, nenhum dos dois recebeu créditos de composição ou royalties subsequentes.

“Eu realmente não queria cortá-la porque era uma música muito ruim. Então eu e um dos músicos [Hank Garland] trabalhamos nela por cerca de uma hora, criando uma melodia e uma ponte.”

— Helms em uma entrevista de 1992.

“Deixei-o voltar para onde veio. Não era bom. [Bobby e eu] criamos o 'Jingle Bell Rock' que a América ouve todas as épocas de festas.”

— disse Garland em uma entrevista de 2001.

Billy Garland, irmão de Hank Garland, mantém a história de seu falecido irmão e há muito tempo está envolvido e se manifesta sobre o assunto.

GRÁFICO E DESEMPENHO DE VENDAS

A versão original de "Helms" alcançou o 13º lugar na parada "Most Played C&W by Jockeys" da Billboard , uma predecessora da parada "Hot Country Songs" . A música também entrou nas paradas pop, chegando ao 6º lugar na parada "Best Sellers in Stores " da Billboard e ao 11º lugar na lista Top 60 da revista Cashbox na semana que terminou em 11 de janeiro de 1958.

Após a música ter sido incluída na trilha sonora do filme Jingle All the Way , de 1996 , a versão original de Bobby Helms retornou às paradas de singles country da Billboard no final de 1996 e início de 1997, alcançando o pico de número 60.

A versão de Helms entrou na parada Billboard Hot 100 na semana que terminou em 9 de janeiro de 2016, sendo essa a primeira entrada da música na parada desde sua última aparição na semana que terminou em 29 de dezembro de 1962. Na semana que terminou em 7 de janeiro de 2017, "Jingle Bell Rock" alcançou a 29ª posição. Em janeiro de 2019, a música entrou no Top 10 da Hot 100 pela primeira vez, chegando ao 8º lugar. Com esse feito, Helms quebrou o recorde de maior espera para entrar no Top 10 da Hot 100, já que alcançou esse feito em 60 anos, quatro meses e duas semanas após sua primeira entrada em 1958. A gravação de Helms alcançou o 3º lugar na parada de 4 de janeiro de 2020. Ela alcançou um novo pico de 2º lugar na parada de 27 de dezembro, 2025.

De acordo com a Nielsen SoundScan, a faixa digital da gravação original de Helms pela Decca foi a nona na lista de singles digitais de Natal/festas de fim de ano mais vendidos de todos os tempos na história da SoundScan em 2016, com 780.000 downloads. Em dezembro de 2019, vendeu 891.000 cópias nos Estados Unidos. Recentemente, a faixa foi interpretada por artistas como Brenda Lee e Ariana Grande.

VERSÃO DE HALL & OATES

Hall & Oates e sua banda lançaram uma versão em 1983 como single fora de álbum, que alcançou o 30º lugar na parada Hot 100 Recurrents em 2005; também chegou ao 6º lugar na parada Holiday Airplay da Billboard em 13 de dezembro de 2008 e ao 24º lugar na parada Hot Holiday Songs em 10 de dezembro de 2011. Existem duas versões em vídeo: uma com Daryl Hall e outra com John Oates nos vocais principais. Ambas as versões apresentam GE Smith como uma avó, tocando violão com luvas.

MAX BYGRAVES VERSÃO DO REINO UNIDO

Max Bygraves lançou uma versão em 1959 com a Eric Rogers Orchestra que alcançou o 7º lugar no Top 30 do Reino Unido, lançada pela Decca: F11176.

VERSÃO CHUBBY CHECKER E BOBBY RYDELL

Chubby Checker e Bobby Rydell gravaram e lançaram uma versão em seu álbum Bobby Rydell/Chubby Checker . Em 1961, alcançou o 21º lugar na parada de singles Billboard Hot 100, o 3º lugar no Canadá e o 40º lugar na parada de singles do Reino Unido. Foi lançado pela Cameo Parkway C205.

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 Decca Records
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Post nº 642 ✓

sexta-feira, 22 de agosto de 2025

DON’T BOTHER ME (CANÇÃO BRITÂNICA DE 1963)

Esta é a capa de "Don't Bother Me", dos Beatles. Acredita-se que os direitos autorais da capa pertençam à Apple Records. A capa inteira: como a imagem é uma arte de capa, uma forma de embalagem do produto, a imagem inteira é necessária para identificar o produto, transmitir adequadamente o significado e a marca pretendidos e evitar manchar ou deturpar a imagem.

  • GRAVAÇÃO: 12 de setembro de 1963
  • LANÇAMENTO: 22 de novembro de 1963
  • COMPOSIÇÃO: George Harrison
  • PRODUÇÃO: George Martin
  • GÊNERO(S): Rock and roll e beat
  • ÁLBUM: With the Beatles
  • DURAÇÃO: 2:29
  • ESTÚDIO: EMI Recording Studios em Londres 
  • GRAVADORA(S): Parlophone Records Limited
  • ANTERIOR: All My Loving
  • POSTERIOR: Little Child
"Don't Bother Me" é uma canção da banda de rock inglesa The Beatles, do álbum britânico With the Beatles, de 1963. Foi a PRIMEIRA canção escrita por George Harrison, o guitarrista principal do grupo, a aparecer em um de seus álbuns. Uma canção de rock and roll de andamento médio, foi originalmente lançada nos Estados Unidos no álbum Meet the Beatles!, de 1964.

LETRA

Since she's been gone
I want no one
To talk to me
It's not the same
But I'm to blame
It's plain to see

So go away and leave me alone
Don't bother me

I can't believe
That she would leave
Me on my own
It's just not right
Where every night
I'm all alone

I've got no time for you right now
Don't bother me
I know I'll never be the same
If I don't get her back again
Because I know she'll always be
The only girl for me

But till she's here
Please don't come near
Just stay away
I'll let you know
When she's come home
Till that the day

Don't come around, leave me alone
Don't bother me

I've got no time for you right now
Don't bother me

I know I'll never be the same
If I don't get her back again
Because I know she'll always be
The only girl for me

But till she's here
Please don't come near
Just stay away
I'll let you know
When she's come home
Till that the day

Don't come around leave me alone
Don't bother me
Don't bother me
Don't bother me

Don't bother me
Don't bother me

COMPOSIÇÃO

George Harrison, de 22 anos, abraça sua noiva, a modelo Patti Boyd, de 21 anos, após se casarem no cartório de Epsom, em 21 de janeiro. Harrison se tornou o terceiro membro do popular grupo musical a se casar. Paul McCartney é o único Beatle solteiro.

Entre 19 e 24 de agosto de 1963, os Beatles realizaram uma residência em Bournemouth, Inglaterra, com Billy J. Kramer & the Dakotas e Tommy Quickly. Sentindo-se MAL um dia, George Harrison recebeu de um médico uma prescrição de tônico e repouso na cama. Sem nada para fazer em seu quarto no Palace Court Hotel, ele começou a escrever uma música, gravando-se em um gravador portátil. A gravação sobrevivente inclui ele trabalhando na ponte e assobiando a melodia da música, provavelmente porque a música ainda não tinha letra.

Além da canção de 1958 "In Spite of All The Danger" - co-escrita com McCartney, e da instrumental de 1961 "Cry for a Shadow" - co-escrita como Lennon-Harrison, "Don't Bother Me" foi a primeira composição de Harrison. O jornalista de Liverpool Bill Harry afirma que encorajou Harrison a escrever uma nova canção, e que a resposta de Harrison de "Don't Bother Me" serviu de inspiração para o título da canção. Em sua autobiografia de 1980, I, Me, Mine, Harrison descreve a canção "como um exercício para ver se eu poderia escrever uma canção. ... Eu estava doente na cama - talvez seja por isso que acabou sendo Don't Bother Me." Publicado pela parceria Dick James-Brian Epstein, Jaep Music, isso antecedeu o contrato de cinco anos que Harrison assinou com a Northern Songs em 9 de novembro de 1963.

Depois de "Don't Bother Me", foi somente no álbum Help! de 1965 que mais canções escritas por Harrison ("I Need You" e "You Like Me Too Much") apareceram no disco. "You Know What to Do" – outra canção de Harrison – foi gravada em 1964, mas não foi lançada na época.

ESTRUTURA MUSICAL

O clima sombrio e a letra desolada — "Então vá embora, me deixe em paz, não me incomode" — eram incomuns para os Beatles na época, mas se tornariam característicos de Harrison. A música segue o modo Mi Dórico: o Em de "since she's be gone" mudando para um av (acorde Si menor) em "gone" e então um IV (acorde Lá) em "no-one" no verso. Os acordes do refrão (Em-A-Em) também criam a progressão dórica i-IV-i. A música alcança um som denso através de seus vocais duplos, guitarras reverberadas e bateria agitada. A percussão elaborada empresta à música um ritmo latino acentuado por sua estrutura de parada de tempo.

GRAVAÇÃO

Os Beatles gravaram a música pela primeira vez no Estúdio Dois da EMI em 11 de setembro de 1963. Gravando sete tomadas, três das quais eram overdubs, nenhuma dessas tomadas foi usada. O historiador dos Beatles, Mark Lewisohn, escreve que os resultados foram considerados insatisfatórios, enquanto o escritor dos Beatles, John C. Winn, escreve que a banda ficou sem tempo durante o tempo de gravação programado. Retornando ao estúdio no dia seguinte, a banda refez a música das 19h00 às 23h30, designando a primeira tomada como "tomada 10". George Martin produziu, auxiliado pelos engenheiros Norman Smith e Richard Langham. Harrison canta os vocais principais e toca o solo de guitarra em todas as faixas, reclamando entre as tomadas sobre a dificuldade que isso adiciona à execução. Lennon toca guitarra base, tentando alcançar um som "sujo" nas primeiras tomadas aumentando o ganho do sinal em sua Rickenbacker 325 Capri. Martin não ficou satisfeito com o efeito e sugeriu o uso de um compressor para achatar a faixa dinâmica da guitarra e alcançar o "som de órgão" desejado. O amplificador de Lennon fornece um efeito de tremolo, resultando em um som mais "sinistro" no refrão e na ponte, semelhante ao timbre ouvido em músicas do Shadows. A tomada 13 foi considerada a melhor, permitindo que a banda prosseguisse com a overdubbing. Harrison grava outro vocal, gravando duas vezes sua versão original, enquanto McCartney toca claves, Lennon o pandeiro e Starr um bongô árabe. A gravação termina com a tomada 19, a overdub da tomada 15 na tomada 13 considerada a "melhor".

Martin, Smith e Geoff Emerick mixaram a faixa para mono em 30 de setembro e depois para estéreo em 29 de outubro. Outro engenheiro auxiliou na mixagem estéreo, não identificado além das iniciais "BT" A mixagem estéreo inclui o final de "quatro" da contagem "um-dois-três-quatro" de Harrison.

LANÇAMENTO

With the Beatles foi lançado pela gravadora Parlophone da EMI em 22 de novembro de 1963, com "Don't Bother Me" sequenciada como a quarta faixa entre "All My Loving" e "Little Child". O lançamento nos EUA ocorreu em 20 de janeiro de 1964 no Meet the Beatles! da Capitol, sequenciado como o sétimo e abrindo o segundo lado do disco. Ian MacDonald escreve que a recepção à música foi geralmente ruim, com até mesmo o próprio Harrison posteriormente desconsiderando-a. Em I, Me, Mine, Harrison escreve: "Não acho que seja uma música particularmente boa, pode nem ser uma música, mas pelo menos me mostrou que tudo o que eu precisava fazer era continuar escrevendo e então talvez eventualmente eu escrevesse algo bom." Tim Riley descreve-a como uma estreia fraca na composição e demonstra a força dos Beatles como um grupo que "encontra um ritmo nesta música apesar de suas falhas". Mark Hertsgaard foi mais favorável à música, descrevendo-a como uma das melhores do With the Beatles e "uma estreia promissora".

Everett descreve a música como um momento decisivo, sendo a primeira vez que um tom de guitarra foi manipulado eletronicamente. Os timbres contrastantes das guitarras são únicos entre as músicas de Please Please Me e With the Beatles, indo além de sua "típica homogeneidade de som". Ele escreve que "Don't Bother Me" e a posterior "Baby's in Black" pressagiam o trabalho subsequente da banda, como o feedback ouvido em "It's All Too Much".

A canção é ouvida no filme dos Beatles de 1964, A Hard Day's Night . Junto com outras canções anteriores tocadas no filme – "She Loves You", "I Wanna Be Your Man" e "All My Loving" – a United Artists planejou originalmente incluir a canção na trilha sonora norte-americana. Depois que a banda gravou material novo suficiente, a gravadora considerou a inclusão das canções mais antigas desnecessária.

O ator britânico Gregory Phillips lançou uma versão de "Don't Bother Me" como seu terceiro single. Embora sem sucesso, esta foi a primeira versão cover de uma composição de Harrison.

PARTICIPANTES

De acordo com Ian MacDonald, exceto quando indicado:

  1. George Harrison – vocais duplos, guitarra solo
  2. John Lennon – guitarra base, pandeiro
  3. Paul McCartney – baixo, claves
  4. Ringo Starr – bateria, bongôs
  5. George Martin – produtor
  6. Norman Smith – engenheiro
  7. Richard Langham – engenheiro


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Winn, John C. (2008). Way Beyond Compare: The Beatles' Recorded Legacy, Volume One, 1962–1965. New York: Three Rivers Press. ISBN 978-0-307-45157-6.

Post nº 470 ✓

terça-feira, 5 de agosto de 2025

ADMIRÁVEL GADO NOVO (CANÇÃO BRASILEIRA DE 1979)

Cartum de Jeff.

  • GRAVAÇÃO: 1979
  • COMPOSIÇÃO: Zé Ramalho
  • GÊNERO(S): Baião
  • ÁLBUM: Zé Ramalho 2
  • DURAÇÃO: 4:53
  • GRAVADORA(S): Epic
  • ANTERIOR: A Peleja do diabo com o Dono do Céu (1)
  • POSTERIOR: Falas do Povo (3)
Admirável Gado Novo é uma canção do cantor e violonista brasileiro Zé Ramalho, parte de seu segundo álbum solo Zé Ramalho 2. A canção cita algumas ideias contidas no livro Admirável Mundo Novo, a obra mais famosa do escritor britânico Aldous Huxley, e reflete sobre as contradições de uma sociedade CAPITALISTA, MASSIFICADA, sob um REGIME AUTORITÁRIO.

LETRA

Oh, boi!
Vocês que fazem parte dessa massa
Que passa nos projetos do futuro
É duro tanto ter que caminhar
E dar muito mais do que receber

E ter que demonstrar sua coragem
À margem do que possa parecer
E ver que toda essa engrenagem
Já sente a ferrugem lhe comer

Eh, oh, oh, vida de gado
Povo marcado, eh!
Povo feliz!

Eh, oh, oh, vida de gado
Povo marcado, eh!
Povo feliz!

Lá fora faz um tempo confortável
A vigilância cuida do normal
Os automóveis ouvem a notícia
Os homens a publicam no jornal

E correm através da madrugada
A única velhice que chegou
Demoram-se na beira da estrada
E passam a contar o que sobrou!
É o Brasil!

Eh, oh, oh, vida de gado
Povo marcado, eh!
Povo feliz!

Eh, oh, oh, vida de gado
Povo marcado, eh!
Povo feliz!

Oh, boi
O povo foge da ignorância
Apesar de viver tão perto dela
E sonham com melhores tempos idos
Contemplam essa vida numa cela

Esperam nova possibilidade
De verem esse mundo se acabar
A arca de Noé, o dirigível
Não voam, nem se pode flutuar

Não voam, nem se pode flutuar
Não voam, nem se pode flutuar

Eh, oh, oh, vida de gado
Povo marcado, eh!
Povo feliz!

Eh, oh, oh, vida de gado
Povo marcado, eh!
Povo feliz!

Feliz, feliz, feliz
Oh, boi, oh, boi, eh, boi

PARTICIPANTES

  • Zé Ramalho - voz e violão
  • Geraldo Azevedo - violão de doze cordas
  • Chico Julien - baixo e vocal de apoio
  • Nivaldo Ornelas - sax-tenor
  • Borel - zabumba e ganzá
  • Chacal - congas
  • Zé Gomes - pandeiro
  • Zé Leal - triângulo
  • Paulo Machado - arranjo e regência de cordas
  • Waldemar Falcão, Cátia de França, Huguinho e Mônica Schmidt - vocais de apoio

CURIOSIDADES 

Em 1994, o grupo carioca Biquini Cavadão regravou a canção em seu álbum Agora.

Em 1996, a música fez parte da trilha sonora da novela O Rei do Gado (que vendeu 2 milhões de cópias) como tema do núcleo dos Sem-Terra. Com efeito, Zé Ramalho a escreveu pensando na população nordestina, que cruzava a seca atrás de trabalho e condições melhores.

Em 1997, esta música foi regravada pela cantora Cássia Eller, e está presente no álbum Música Urbana.

A canção tem o baião como base rítmica e um refrão em forma de aboio. O verso "êh, ô, vida de gado" já fora usado em outras canções como "Toada de Gado" (escrita por Vavá Machado e Arlindo Marcolino e interpretada pelo Quinteto Violado) e, nesta canção, vira uma metáfora para a vida do povo em geral.


FONTES:  «A Peleja do Diabo com o Dono do Céu». Enciclopédia Itaú Cultural. Itaú Cultural. 26 de dezembro de 2016. Consultado em 26 de janeiro de 2021

 «A Peleja do Diabo com o Dono do Céu». Veja. Consultado em 16 de Maio de 2025

 memoriaglobo.globo.com/ O Rei do Gado Vol. 1

 «Zé Ramalho celebra ressurgimento». Folha de S.Paulo. Grupo Folha. 16 de agosto de 1996. Consultado em 29 de março de 2017

 «'Admirável Gado Novo' virou questão do Enem; entenda letra de Zé Ramalho». UOL. Consultado em 16 de Maio de 2025

https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49361/

Post nº 450 ✓

quinta-feira, 10 de julho de 2025

BUN IN THE OVEN 2: THE REBIRTH (CURTA-METRAGEM DE 2014)

Fonte: Instagram; @jeannieroshar 16 d Novembro de 2020.

  • DIREÇÃO: Laura Merians Goncalves, Jeannie Roshar e Gary Anthony Williams
  • ROTEIRO: Jeannie Roshar e Gary Anthony Williams
  • CINEMATOGRAFIA: Laura Merians Goncalves
  • EDIÇÃO: Marc D'Andre
  • MÚSICA: Alexander Burke
  • MAQUIAGEM: Kristine Kreska
  • ELENCO:
    • Jeannie Roshar — Big Mama
    • Jenica Bergere — Mama Jenica
    • Melinda Cat — Mama Melinda
    • Amy Honey — Mama Honey
    • Jennie Sheffield — Mama Jennie
    • Ilana Turner — Mama Ilana
    • Gary Anthony Williams — Juíz
  • PRODUÇÃO: Kelly Frazier, Jeannie Roshar, Gary Anthony Williams, Holy Black Mackerel Films
  • DATA DE LANÇAMENTO: 15 de Maio de 2014
  • PREQUÊNCIA: Bun in The Oven (2010)
  • ONDE ASSISTIR: YouTube, Internet Archive
"Bun in the Oven 2: The Rebirth" é um curta-metragem de comédia musical, possivelmente uma sequência do filme "Bun in the Oven" de 2010. Dada sua conexão com o cenário da LA Comedy Films, é provável que seja uma abordagem humorística sobre gravidez ou parentalidade.

SINOPSE

As Bad-Ass Broads com Bebês a Bordo estão de volta! Junto com seus amigos do Holy Black Mackerel.

RECEPÇÃO

O Curta possui uma nota 7,0 de 10 no Internet Movie Database (IMDb).

LETRA

Remember me? I'm back again. Slick lyrics and a banging ass track again.

Another baby on board, and I can't be ignored
Cause these titties is pretty Double-stacked again.

I drank too much Stoli, did the unholy
Forgot to play safe, one slipped by the goalie
I - got - all - Preg-tastic
While you was messing with them model-thin Barbie-ass spastics!

Forget them skeletons in Jimmy Choos
You deserve some sexy curves
Who swerves thru the Drive Thrus.
Junk in the trunk, and even more in the front
I'm a Milf in-the-making, It's a preggo you want.

(Chorus)    
You know you want this Preggo, the booty and the leggos,
The sweet Double G's that'll make a brother beggo.
One month till I'm due, so I got time to do you
I'm feeling twice as freaky, Cause I'm freakin' for two
You don't want no Twiggy, when you tryin' to get jiggy
When you tap, she might snap, but with me it ain't no biggie
Keep your mind on your mommy, and my tummy on your mind
Come and hump this bump if you're so inclined.

Let me straight up tell you true,
That boo you tryin' to do looks like my 12 year old nephew.
Instead of model trollin' while you pub crawlin'
Mama's callin'. Quit stallin'. Let's get to Beach ballin'

Bitch I know what I'm doin',
Proof's in this puddin', this ain't ­my first time screwin'
I'm a gansta' in bed, I -- got - "sheet creds"
She just a matchstick body with a lollipop head
 
I'm straight up Botticelli, from my booty to my belly
You want the Queen Bee, then bring the Royal jelly
Yo, Homes, this ain't complex, I want your sex
What's next?
I'm bout to tear you limb from limb, like a Pregosaurus Rex.
 
(Chorus)    
You know you want this Preggo, the booty and the leggos,
The sweet Double G's that'll make a brother beggo.
One month till I'm due, so I got time to do you
I'm feeling twice as freaky, Cause I'm freakin' for two
You don't want no Twiggy, when you tryin' to get jiggy
When you tap, she might snap, but with me it ain't no biggie
Keep your mind on your mommy, and my tummy on your mind
Come and hump this bump if you're so inclined.

That tiny chick is just a snack
I'm a five course meal, extra thighs and a huge rack.
And I ain't talking bout ribs, so belly up close to this belly
But you better bring a big bib.
This baby ain't no distraction
Hey. Yo! Was that the big O? No. That was a contraction.
But I can sho nuff work it.
Hold on to this yummy mommy tummy
While I pop it and twerk it.
 
Thick thighs and breastesses
Let's put them to the test, is this
The horniest I've been?
Yes, I guess I must confess this is
Don't leggo this preggo
Work it up and down an',
Don't quit until I tell you I'm crownin'
Now, then-
  
I'm rollin'.
I'm rollin' with my crew
Bellies all swollen
Looks like you swelling too.
Cushion for the pushin'
Bout to push up on you
You'll be cryin' for your mama
When this MOMMY is through
 
So shake it, you can't break it,
Let me back it up, I can take it,
I got one more month to make it
You got preggo fever. Don't fake it! 

FONTES:

Post nº 414 ✓

quarta-feira, 9 de julho de 2025

BUN IN THE OVEN (CURTA-METRAGEM DE 2010)

Captura de Tela do Vídeo. Fonte: funky or die 20 de Julho de 2010.

  • DIREÇÃO: Gary Anthony Williams, Laura Merians e Jeannie Roshar
  • ROTEIRO: Jeannie Roshar e Gary Anthony Williams
  • CINEMATOGRAFIA: Laura Merians
  • COREOGRAFIA: Lindsey Glick
  • EDIÇÃO: Scott Fuselier
  • MÚSICA: Nick Jameson
  • FIGURINO: Ebone Dorsey
  • MAQUIAGEM: Samantha McCue
  • ELENCO:
    • Jeannie Roshar (Vocal Feminino)
    • Gary Anthony Williams
    • Kate Higgins
    • Ilana Turner
    • Laura Rossi
    • Navaris Darson
    • Jeremy Rowley
    • Ryan Higman
  • PRODUÇÃO: LA Comedy Shorts Film Festival, Buddies Hollywood e Bhavna Devani
  • DATA DE LANÇAMENTO: 15 de Abril de 2010
  • SEQUÊNCIA: Bun in The Oven 2: The Rebirth (2014)
  • ONDE ASSISTIR: YouTube, Dailymotion, Internet Archive
"Bun in the Oven" é um curta-metragem de comédia musical exibido no LA Comedy Shorts Film Festival em Abril 2010. O filme foi dirigido por Gary Anthony Williams, Laura Merians e Jeannie Roshar, e escrito por Jeannie Roshar e Gary Anthony Williams. É estrelado por Jeannie Roshar, Gary Anthony Williams, Kate Higgins, Ilana Krechmer e Laura Rossi, entre outros.

Há também uma sequência com título "Bun in The Oven: The Rebirth", de 2014.

SINOPSE

O curta apresenta cinco mulheres grávidas exibindo suas barrigas de forma bem-humorada.

RECEPÇÃO

O Curta possui uma nota 6,9 de 10 no Internet Movie Database (IMDb).

LETRA
You say you like your shorties nice and plump
Well ain't nothing plumper than a baby bump
Listen up, y'all Busta Brothers
Wanna be a real mother fucker then fuck a real mother.

Hell to the yeah I got some baby fat, 
But mostly I'm just fat, where my baby's at
So move that baby over boy and get with that
Time for you to feed the chubby kitty cat. No strings attatched.
(what) I ain't sick, eight months pregnant and my belly's thick
Put your nutz on my gut, you can feel him kick
I ain't craving pickles - Yo, I'm craving dick. Trick.

Gotta bun in the oven, So get with the lovin'
Before I start pushing, You need to start shovin'
Got one month to go so, don't take it slow
Gotta a bundle in my belly and a fire down below

No need to take me on a dinner date
My areolas are the size of dinner plate.
Go downtown daddy but beware
'cuz I can't see to shave no hair, it's a jungle down there.
Don't sweat me like I'm some psychotic
I'm just hopped up on the juice and the juice is amniotic
Speaking of juice, if you'd like a golden shower,
With this baby on my bladder, I pee twenty times an hour.

I roll hard, G, I'm a pregnant Blitzkrieg
The crew that I roll with, La Leche League
It's like the Godfather, And I'm Al Pacino
But I don't spray bullets, I spray milk for cappuccinos

Gotta bun in the oven, so get with the lovin
Before I start pushin, you need to start shovin
Got one month to go so don't take it slow
Gotta a bundle in my belly and a fire down below

The clock is going tic-toc, so c'mere with that big jock.
I'm already knock-knock, this baby ain't no cock-block,
I'm thick, I'm round, I got some triple D Mounds.
So get it up and get down, I'm the newest MILF in town 

Hey, look at that Mommy, look at that tummy, 
Look at those ta-tas, sho nuff yummy.
Look at that junk in the trunk, baby's got back, baby's got front!

Gotta bun in the oven, so get with the lovin
Before I start pushing you need to start shovin
Got one month to go so don't take it slow
Gotta a bundle in my belly and a fire down below

So...how about a quickie?
FONTES: https://www.imdb.com/pt/title/tt1686307/

https://funnyordie.com/2010/07/20/bun-in-the-oven-presented-by-the-la-comedy-shorts-film-festival/

Post nº 413 ✓


DEMÉTER (DEUSA DA AGRICULTURA NA MITOLOGIA GREGA)

Retrato de uma dama da nobreza como Ceres, de François de Troy. "A identidade da modelo do nosso retrato é desconhecida, mas sua repres...