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| Onça-Pintada macho no Rio São Lourenço, Porto Jofre, Pantanal, Poconé, Mato Grosso, Brasil. Foto tirada pelo francês Bernard DUPONT em 25 de Junho de 2016, 16:09. |
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| Onça-pintada fêmea na região do rio Piqueri, no Pantanal, Brasil. Foto tirada em Charles J. Sharp em 12 de setembro de 2015, 16:05:08. |
- ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Quase ameaçada (IUCN 3.1)
- REINO: Animalia
- FILO: Chordata
- CLASSE: Mammalia
- ORDEM: Carnivora
- FAMÍLIA: Felídeos
- SUBFAMÍLIA: Pantherinae
- GÊNERO: Panthera
- ESPÉCIE: P. onca
- NOME BINOMIAL: Panthera onca (Lineu, 1758)
- COLETIVO: Alcatéia
Onça-pintada (português brasileiro) ou jaguar (português europeu) (nome científico: Panthera onca), também conhecida como onça-preta (no caso dos indivíduos melânicos), é uma espécie de mamífero carnívoro da família dos felídeos (Felidae) encontrada nas Américas. É o terceiro maior felino do mundo, após o tigre e o leão, sendo o maior do continente americano. Apesar da semelhança com o leopardo (Panthera pardus), a onça-pintada é evolutivamente mais próxima do leão (Panthera leo).
DESCRIÇÃO
A onça-pintada é um animal robusto e musculoso. Tamanho e peso variam consideravelmente: em regiões como Belize e na Reserva sustentável de Mamirauá a média de peso é de 55 kg para os machos e 32 kg para as fêmeas. Enquanto no Pantanal é de 110 kg para os machos e 75 kg para as fêmeas, sendo 30% menores que os machos. Os maiores machos registrados pesavam até 155 kg (tendo o peso de algumas leoas e tigresas), e as menores fêmeas chegavam a ter 36 quilos. O comprimento da ponta do focinho até a bunda varia de 1,12 a 1,80 metro. Sua cauda é a menor dentre os grandes felinos, tendo entre 45 e 75 centímetros de comprimento. Suas pernas são consideravelmente mais curtas se comparadas a um tigre ou leão com mesma massa corporal, mas são mais grossas e robustas. A onça-pintada tem entre 60 cm e 80 cm na altura da cernelha. É o maior felino das Américas e o terceiro maior do mundo, menor apenas que o leão e o tigre.
Variações no tamanho são observadas ao longo das regiões de ocorrência da onça, com o tamanho tendendo a aumentar nos indivíduos nos limites norte e sul da distribuição geográfica, com os menores indivíduos sendo encontrados na Amazônia e regiões equatoriais adjacentes. Um estudo realizado na Reserva da Biosfera Chamela-Cuixmala na costa do Pacífico no México, reportou medidas de massa corporal ao redor de 50 quilos, não muito maior que uma onça-parda. Em contraste, no Pantanal, a média de peso foi de cerca de 110 kg, e machos maiores chegavam a pesar mais de 150 kg. Onças que ocorrem em ambientes florestais frequentemente são mais escuras na coloração da pelagem e menores do que aquelas encontradas em regiões de campos abertos (como no Pantanal), possivelmente, devido ao menor número de presas de grande porte em florestas.
O crânio pode ter até mais de 33 cm de comprimento, mas geralmente tem entre 20 e 29 centímetros, sendo robusto, curto e largo no rostro, principalmente nos machos. Pode apresentar uma crista sagital, especialmente em machos mais velhos. O crânio da onça-pintada é semelhante ao da onça-parda (Puma concolor), mas se diferencia por ser maior e ter o osso nasal em formato côncavo. A anatomia funcional do crânio é semelhante a dos outros grandes felinos: existe um ligamento elástico no aparato hioide, o que permite a onça-pintada rugir. A sínfise mandibular é rígida, o que permite recrutar mais músculos na mastigação. A fórmula dentária na onça-pintada é a mesma para outros felinos:
3.1.3.1 × 2 = 30
3.1.2.1.
Os caninos são longos e podem ter 23,5 milímetros de comprimento, mas geralmente, possuem entre 17,5 e 18,6 milímetros de comprimento. Eles servem para segurar e matar as presas.
A forma corporal atarracada e robusta torna a onça-pintada capaz de nadar, rastejar e escalar. A cabeça é grande e a mandíbula é desenvolvida e forte. Ao contrário do mito popular, a onça-pintada possui proporcionalmente a mordida mais forte de todos os felinos, tendo 3/4 (75%) da força de mordida de um tigre com o dobro do tamanho, tendo cerca de 750 libras de força ou 340 kg e ela pode abrir a boca até a 13,1 centímetros de diâmetro, em um ângulo de 65 a 70 graus. É proporcionalmente mais forte que a força da mordida de um leão e hiena; tal força é capaz de quebrar o casco de tartarugas. É dito que uma onça é capaz de arrastar um touro de até 500 quilos ou mais por 8 m e quebrar ossos com as mandíbulas. A onça-pintada caça grandes herbívoros de até 300 quilos em florestas densas, como a anta (Tapirus terrestris), e seu corpo forte e atarracado é uma adaptação a esse tipo de presa e ambiente, como evidenciado pela morfologia de seu cotovelo e dos membros, o que mostra que ela não costuma correr tanto quanto felinos de áreas abertas. As patas são digitígradas como outros carnívoros e sua estrutura é típica de membros do gênero Panthera. As garras são retráteis, o que faz com que suas pegadas geralmente não apresentem marcas de garras, como outros felinos. A sua pegada é semelhante a da onça-parda, mas não possui os lobos da almofada plantar tão evidentes quanto a deste felino e é nitidamente maior, tendo até 12 centímetros de diâmetro as pegadas das patas dianteiras e 7,5 centímetros as das patas traseiras. Suas pegadas também possuem um aspecto arredondado, sendo mais largas do que redondas, principalmente as pegadas das patas dianteiras.
A cor de fundo da pelagem da onça é amarelo acastanhado (às vezes mais pálido), mas pode chegar ao avermelhado, marrom e preto, para todo o corpo. As áreas ventrais são brancas. A pelagem é coberta por rosetas, que servem como camuflagem, usando o jogo de luz e sombra do interior de florestas densas. As manchas variam entre os indivíduos: rosetas podem incluir um ou várias pintas em seu interior, e a forma das pintas também pode variar. As manchas e pintas da cabeça e pescoço costumam ser sólidas, e na cauda, elas se unem, de forma a aparecer bandas.
Enquanto a onça-pintada lembra o leopardo (Panthera pardus), além dela ser maior e mais robusta, as rosetas são diferentes nessas duas espécies: as rosetas da pelagem da onça-pintada são maiores, menos numerosas, mais escuras, são formadas por linhas mais grossas e possuem pintas no meio delas, que não são encontradas nas rosetas do leopardo. As onças também possuem cabeças maiores e arredondadas, e membros mais atarracados se comparados com os do leopardo.
Melanismo: Polimorfismo na cor ocorre na espécie e variedades melânicas são frequentes, sendo a principal variação na pelagem encontrada em animais selvagens. Em indivíduos totalmente pretos, quando visto sob a luz e de perto, é possível observar as rosetas. Apesar de ser conhecida popularmente como onça-preta, é apenas uma variação natural, não sendo uma espécie propriamente dita.
A forma totalmente preta é mais rara que a forma de cor amarelo-acastanhado, representando cerca de 6 % da população, o que é uma frequência muito maior do que a taxa de mutação. Portanto, a seleção natural contribuiu para a frequência de indivíduos totalmente negros na população. Existem evidências de que o alelo para o melanismo na onça-pintada é dominante. Ademais, a forma melânica é um exemplo de vantagem do heterozigoto; mas dados de cativeiro não são conclusivos quanto a isso. Indivíduos albinos são muito raros, e foi reportada a ocorrência na onça-pintada, assim como em outros grandes felinos. Como é usual com o albinismo na natureza, a seleção natural mantém a frequência da característica próxima à taxa de mutação.
ETIMOLOGIA
A onça-pintada também é conhecida por pintada, onça-verdadeira, jaguar, jaguaretê, jaguarapinima, acanguçu, canguçu ou simplesmente onça. O termo "onça" origina-se do grego lygx, através do termo latino luncea e do termo italiano lonza. No Brasil, o nome onça-pintada é o mais utilizado, sendo que a palavra pintada é uma alusão à pelagem cheia de manchas e rosetas, ao contrário da outra onça, a onça-parda.
Jaguar origina-se do termo tupi îagûara, podendo ser traduzido como "onça" e até como "cão". Curiosamente foi esta palavra de origem indígena que se tornou a mais utilizada no português europeu, enquanto "onça" (de origem europeia) se tornou o termo mais utilizado no português brasileiro. Esta palavra indígena também foi adotada por algumas línguas europeias como o inglês, espanhol e francês. Com efeito, com a colonização europeia e a chegada dos cães ao continente americano, a palavra passou a ser também usada pelos povos indígenas falantes de tupi para referir-se aos cachorros; assim, adotou-se îagûareté ("onça verdadeira") para fazer referência exclusivamente à onça-pintada, diferenciando-a do cão, o que originou o termo de língua portuguesa "jaguaretê". Yaguareté é um nome usado em países de língua espanhola em que há muitos descendentes dos guaranis, como a Argentina e Paraguai. Acanguçu e canguçu originam-se do termo tupi-guarani îagûarakangusu, que significa "onça de cabeça grande", por meio da composição entre îagûara ("onça"), akanga ("cabeça") e usu ("grande"). Jaguarapinima vem do tupi îagûara ("onça") e pinima ("pintada").
A designação pantera no nome científico, vem do latim, panthera. Panthera, em grego, é uma palavra para leopardo, πάνθηρ. A palavra é uma composição de παν- "todos" e θήρ vem de θηρευτής "predador", significando "predador de todos" (animais), apesar de que esta deve ser considerada uma etimologia popular. A palavra deve ter uma origem do sânscrito, pundarikam, que significa "tigre".
TAXONOMIA E EVOLUÇÃO
A onça-pintada é o único membro atual do gênero Panthera no Novo Mundo. Filogenias moleculares evidenciaram que o leão, o tigre, o leopardo, o leopardo-das-neves e o leopardo-nebuloso compartilham um ancestral em comum exclusivo, e esse ancestral viveu há entre seis e dez milhões de anos apesar do registro fóssil apontar o surgimento do gênero Panthera há entre dois e 3,8 milhões de anos. Estudos filogenéticos geralmente mostram o leopardo-nebuloso como um táxon basal ao gênero Panthera.
Baseado em evidências morfológicas, o zoológo britânico Reginald Pocock concluiu que a onça-pintada é mais próxima ao leopardo. Entretanto, filogenias baseadas no DNA são inconclusivas à posição da onça-pintada em relação às outras espécies do gênero, mas existem dois cladogramas frequentemente observados: ora a onça-pintada é considerada mais próxima do leão, ora é considerada um grupo-irmão de um clado formado pelo leão e o leopardo. Fósseis de espécies extintas do gênero Panthera, como o jaguar-europeu (Panthera gombaszoegensis) e o leão-americano (Panthera atrox), mostram características tanto da onça-pintada quanto do leão. Análise do DNA mitocondrial apontam para o surgimento da espécie há entre 280 e 510 mil anos, bem depois do que é sugerido pelo registro fóssil, que considera seu surgimento há cerca de 1,5 milhão de anos.
Ancestrais: Apesar de habitar o continente americano, a onça-pintada descende de felinos do Velho Mundo. Há cerca de 2,87 milhões de anos, a onça-pintada, o leão e o leopardo compartilharam um ancestral comum na Ásia. No início do Pleistoceno, os precursores da atual onça atravessaram a Beríngia e chegaram à América do Norte: a partir daí alcançaram a América Central e a América do Sul. A linhagem da onça-pintada se separou da linhagem do leão (que compartilham um ancestral comum exclusivo, sendo a espécie mais próxima da onça-pintada), há cerca de 2 milhões de anos. Existe o debate sobre se a Panthera gombaszoegensis seria uma subespécie da atual onça-pintada, o que poderia mudar a história evolutiva da onça, considerando que ela surgiu na África e não na Ásia.
Subespécies e variação geográfica: A última delineação taxonômica foi feita por Pocock em 1939. Baseado em origens geográficas e morfologia de crânio, ele reconheceu oito subespécies. Entretanto, ele não teve acesso a um número suficiente de espécimes para fazer uma análise crítica das subespécies, e expressou dúvida sobre a validade de várias delas. Uma reconsideração posterior reconheceu apenas três subespécies.
Estudos recentes não demonstraram a existência de subespécies bem definidas, e muitos nem reconhecem a existência delas. Existe uma variação clinal na morfologia da onça-pintada, entre a ocorrência sul e norte da espécie, mas a variação dentro das subespécies é maior do que entre elas e por isso não há garantia da existência das subespécies. Um estudo genético confirmou a ausência de divisões geográficas entre as populações, apesar de ter sido demonstrado que grandes barreiras geográficas, como o rio Amazonas, limitam o fluxo gênico entre as populações de onças. Um estudo subsequente caracterizou mais detalhadamente a variação genética e encontrou diferenças populacionais nas onças da Colômbia.
As divisões de Pocock (1939) ainda são regularmente citadas em muitas descrições do felino. Seymour reconhece apenas três subespécies.
- Panthera onca onca Lineu, 1758: Venezuela através da bacia amazônica, incluindo
- P. onca peruviana Blainville, 1843: costa do Peru
- P. onca hernandesii Gray, 1857: oeste do México – incluindo
- P. onca centralis Mearns, 1901: El Salvador até Colômbia
- P. onca arizonensis Goldman, 1932: sul do Arizona até Sonora, México
- P. onca veraecrucis Nelson & Goldman, 1933: centro do Texas até o sudeste do México
- P. onca goldmani Mearns, 1901: península de Iucatã até Belize e Guatemala
- P. onca palustris Ameghino, 1888 (a maior subespécie, pesando mais de 135 quilos): Pantanal, regiões dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil, ao longo da bacia do rio Paraguai no Paraguai e nordeste da Argentina.
- † Panthera onca mesembrina
- † Panthera onca augusta
DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA E HABITAT
A onça-pintada é presente desde o México, passando pela América Central, até a América do Sul, incluindo toda a bacia Amazônica, no Brasil. Os países que a onça-pintada pode ser encontrada são: Argentina, Belize, Brasil, Bolívia, Colômbia, Costa Rica (particularmente na península de Osa), Equador, Guiana Francesa, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Nicarágu, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Estados Unidos e Venezuela. Foi extinta de El Salvador, do Uruguai e de quase toda a Argentina. Ocorre nos 400 quilômetros quadrados da Reserva Natural de Cockscomb em Belize, nos 5 300 quilômetros quadrados da Reserva da Biosfera Sian Ka'an, no México, nos 15 mil quilômetros quadrados do Parque Nacional de Manú no Peru, nos 26 mil quilômetros quadrados do Parque Indígena do Xingu e nos cerca de 1.800 quilômetros quadrados do Parque Nacional do Iguaçu, ambos no Brasil, e em muitas outras unidades de conservação ao longo de sua distribuição.
A inclusão dos Estados Unidos na lista é baseada em ocorrências casuais no sudoeste do país, nos estados do Arizona, Texas e Novo México. No início do século XX, a onça-pintada ocorria ao norte até o Grand Canyon e a oeste até o Sul da Califórnia. É provável que em tempos pré-históricos, a onça-pintada tivesse uma ampla distribuição pela América do Norte, como fica evidenciado pela existência de fósseis e representações culturais de uma subespécie da região, Panthera onca augusta. Fósseis de onça-pintada, datados em 40.000 a 15.000 anos, mostram a ocorrência dessa espécie na era do Gelo até o Missouri.
A ocorrência em tempos históricos da espécie inclui a metade sul dos Estados Unidos no limite norte, e quase todo continente sul-americano, no limite sul. Atualmente, sua distribuição ao norte recuou mil quilômetros, e ao sul cerca de 1.500 km.
A onça-pintada habita tanto florestas tropicais na América do Sul e América Central quanto áreas abertas secas e com inundações periódicas, como o Pantanal. Historicamente, ocorria nas florestas de carvalho dos Estados Unidos. Estudos com armadilhas fotográficas e rádio-colares mostram que elas preferem áreas com densa vegetação, evitando áreas abertas, o que se reflete em uma preferência por áreas de floresta densa e chuvosa, sendo escassa em regiões mais secas, como nos pampas argentinos, nas secas savanas do México, e centro-sul dos Estados Unidos. A onça-pintada é dependente de cursos d'água permanentes, vivendo preferencialmente próximo a rios e pântanos, e é uma boa nadadora, passando parte significativa do dia dentro d'água. Não costuma ocorrer em altitudes acima de 1.200 metros, mas há registros em altitudes de até 3.800 metros na Costa Rica, 2.700 metros na Bolívia e 2.100 metros no Peru.
Ecologia e comportamento
Conservação
Aspectos culturais
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Post № 831

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